História Bite - Capítulo 11


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Abo, Jikook, Jimin!alfa, Jungkook!ômega
Visualizações 766
Palavras 3.471
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Fluffy, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Shounen, Slash, Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Já estamos no penúltimo AAAAAAAA "/ tô triste
Mas enfim, esse aqui é um cap mais amorzinho ❤

Capítulo 11 - Capítulo 11


Jimin

 

O tempo passou depressa. Os policiais ouviram nossos depoimentos e nos liberaram. Finamente iríamos para casa. Finalmente Jungkook está a salvo de qualquer problema que aquele alfa possa causar. E finalmente, poderemos começar a viver no nosso tempo. Sem pressa.

Fomos apenas nós dois em meu carro, vez ou outra eu o olhava para ter a certeza se tudo estava bem. Seu olhar estava preso do lado de fora, sua mente parecendo bem longe. O cheiro característico de morangos impregnando o carro, fazendo com que um sorriso estampe minha face.

Deposito minha destra em sua coxa ao perguntar se está tudo bem.

– Minha mente está um turbilhão, mas estou bem. – Colocou suas duas mãos em cima da minha e sorriu fraco.

– Quando chegarmos em casa, irei cuidar de você, e iremos ter uma boa noite de descanso.

Sem responder, pegou minha mão depositando um selar na mesma.

Meu coração palpitou aquecido com seu carinho. É incrível como em pouco tempo sinto sentimentos tão intensos pelo ômega e não me imagino uma vida sem ele.

Em pouco tempo, chegamos ao meu apartamento, os outros decidiram nos deixar a sós por ora. Com o corpo do ômega apoiado em mim, chegamos ao nosso andar.

– Quer tomar um banho ou comer primeiro? – Questionei conforme eu o guiava até o sofá da sala.

– Por mais que eu esteja com muita fome, preciso de um banho. Me sinto sujo e quero tirar todos os resquícios daquele lugar. – Seus olhos escuros encontram os meus, transpassando todo o seu cansaço.

– Eu te ajudo a tomar um bom banho. – Passo meus dedos por seus fios de cabelos roxos, que apesar de um pouco sujos, continuam macios. Vejo que suas bochechas ganham um tom róseo o que me faz rir gostosamente.

Desta vez, ao invés de levá-lo para o banheiro de seu quarto, levo-o para o meu, onde há uma banheira espaçosa.

Jungkook senta em cima da tampa do vaso sanitário enquanto me observa a arrumar a banheira em uma temperatura quentinha para o banho.

Com tudo pronto, aproximo-me de si e com delicadeza, retiro peça por peça sua roupa. Retiro as minhas também e com minha ajuda, entramos na banheira.

Puxo o corpo do ômega para perto do meu, colocando-o em meu colo, e em um silêncio confortável, começo a banhá-lo tomando todo o cuidando do mundo com seus poucos ferimentos e vez ou outra, massageando suas costas tensas.

Senti Jungkook relaxar cada vez mais.

Soube que estávamos na hora de sair da banheira assim que escutei a barriga do arroxeado clamar por comida.

– Você está me acostumando muito mal. – Ele disse quando o ajudei a sair e passei a secá-lo da cabeça aos pés.

Sorri com seu comentário enquanto pegava roupões para nós.

Ajeitei-o entre minhas pernas, em cima da minha cama, para que suas costas ficassem contra meu peito e assim, passei a secar seus cabelos, que emanam um cheiro gostoso, com a mistura de seu cheiro com o de meu shampoo.

Não mais que alguns minutos, a porta foi aberta com minha cozinheira trazendo uma bandeja com o jantar de Jungkook.

Assim que ela se retirou, voltamos a ficar em nossa própria bolha, aproveitando este momento de paz e tranquilidade, apenas sorvendo da presença um do outro.

Para enfim, meu ômega adormecer em meus braços.

Olhá-lo dormir me trouxe uma paz que jamais pensei sentir. Poder escutar o som de sua respiração e de seu coração batendo num ritmo parecido com o meu, sentir a temperatura do seu corpo mesclando com a minha e ver suas feições bonitas, tão suaves, faz-me um homem de sorte e extremamente feliz.

Abracei-o ainda mais, unindo nossos corpos por debaixo do fino cobertor. Uma sensação de preenchimento tomou conta de mim e, sem que eu perceba, estou sorrindo que nem um besta apaixonado enquanto acaricio a pele quentinha de sua bochecha. Ele se aconchega ainda mais em mim, como se fosse um gatinho procurando por carinho. Eu sei que o que aconteceu com ele irá deixar marcas, mas se depender de mim, irei fazê-lo uma pessoa muito feliz e passaremos pelo o que for, juntos.

*

A sensação quentinha de pequenos raios de sol em minha face despertando-me aos poucos, somado ao cheiro de Jungkook e o calor de seu corpo aconchegado ao meu; não poderia pedir por algo melhor.

Preguiçosamente, sem ter vontade de abrir meus olhos ainda, aperto Jungkook ainda mais, trazendo-o para mais perto de mim, se possível. Ouço-o dizer algo desconexo e em seguida, sinto-o enlaçar suas pernas nas minhas.

Mal posso acreditar na paz que esse simples momento ao seu lado me proporciona.

Passado alguns instantes, ainda na mesma posição confortável e com a cabeça do arroxeado deitada em meu peito, abro minhas pálpebras demorando um pouco para me acostumar com a claridade por conta de uma pequena brecha da cortina.

Conforme minha visão se acostuma com o claro, deixo que toda a minha atenção vá para o ser adormecido em segurança nos meus braços.

Suas feições bonitas estão suaves, sua boca vermelhinha está um pouco entreaberta, é uma visão linda de se ter ao acordar.

Subo minha destra, que estava em sua cintura, para seus fios de cabelo coloridos, deixando um afago nos fios macios fazendo com que minhas pálpebras pesem, trazendo-me uma sensação de felicidade. Tudo está em seu devido lugar e uma coisa interessante é o fato que, conforme mecho nos cabelos de Jungkook, seu cheiro me envolve ainda mais.

Aos poucos, o ômega começa a despertar e ao ter seus orbes negros voltados para os meus, ele me presenteia com um sorriso que faz com que meu coração bata um pouco mais rápido.

– Bom dia. – Falei enquanto deposito um selar em seus cabelos.

– Bom dia. – Aproxima-se sorrateiramente até que nossos lábios se encontrem num beijinho casto.

– Consegue sentir? – Seguro sua mão levando-a próxima onde se pode sentir as batidas do meu coração. Jungkook continua com o olhar fixo no meu conforme assente e faz o mesmo que eu.

– Consegue sentir? – Repete a mesma pergunta e não consigo deixar de sorrir ao sentir que seu coração bate como o meu, como se estivessem em sincronia.

Ficamos por mais algum tempo trocando carícias castas e singelas, cheios de carinho, até finalmente sairmos de nossa bolha e irmos fazer nossas necessidades matinais para enfim irmos tomar café da manhã.

– Hoje tomaremos café da manhã em um lugar diferente. – Pronuncio-me assim que saímos de meu quarto antes de ir em direção à cozinha. Jungkook olha-me curioso. 

– O que pretende fazer?

Mordo o lábio inferior antes de responder, afinal, além de ser meu lugar favorito, eu sei que se tornou o seu também e nada melhor do que ter um café da manhã no nosso jardim.

– Mudar de ambiente, o que acha do jardim? – Pergunto sem conseguir conter um sorriso, recebendo outro em troca. Seus dedos entrelaçam os meus, fazendo um carinho aconchegante.

– Acho perfeito.

Pouco a pouco, nos aproximamos sem sequer desviar o olhar, quebrando-o apenas quando nossas bocas se uniram num beijo doce, sem pressa alguma, com nossas línguas num movimento sincronizado, ambas trocando carícias, apenas sentindo a quentura do músculo quente uma na outra. Nos separamos aos poucos, eu fui o primeiro a abrir minhas pálpebras, encontrando Jungkook com as bochechas levemente rosadas. Deixo um beijo estalado em cada bochecha, antes de tomar sua mão e irmos à cozinha preparar o café e levar para o jardim.

No entanto, assim que chegamos ao cômodo, fomos recebidos por vários cheiros deliciosos, fazendo-nos suspirar ao encontrar o café da manhã pronto.

– Bom dia, queridos, já está tudo servido. Fiz até bolo de chocolate. – Sun se afasta da pia assim que nos vê, olhando-nos carinhosamente.

– Obrigado, mas hoje eu e Jungkook iremos comer lá em cima. – Olho para o maior ao meu lado que assim como eu, não para de sorrir. Confesso, parecemos um casal de adolescentes.

– Oh, queridos, posso pegar uma cesta e colocar o que quiserem dentro, sem problemas. – E sem esperar por uma resposta, ela começa a mexer em alguns armários em busca da cesta até encontrá-la e colocar dentro dela uma variedade de coisas gostosas enquanto eu e o mais novo apenas a observamos com nossos estômagos morrendo de fome.

Assim que termina, passa a cesta para mim que, como agradecimento, deixo um beijo estalado em sua bochecha antes de irmos ao jardim.

Ao chegarmos, vamos em direção ao centro, para ficarmos ao redor das flores.

Jungkook estende a toalha no chão enquanto eu arrumo os alimentos, com tudo pronto, sentamos um de frente para o outro.

– Tem algo que quero te entregar. – Jungkook está com as duas mãos atrás das costas e isso atiça e muito a minha curiosidade. – É algo que fiz há algum tempo. – Sorri timidamente e me entrega uma folha enrolada por uma fita vermelha.

Sentindo meu corpo parecer entrar em combustão, pego o papel de suas mãos e antes que eu o abra, uma ideia me vem em mente.

– Eu já volto. – Levanto-me rapidamente olhando em volta até encontrar a primeira flor que lhe dei, delicada e de cor laranja. A Begônia

Decido retirar algumas flores, formando um pequeno buquê.

Meu coração acelera conforme volto para onde Jungkook está. Quando me aproximo, escondo as flores atrás de mim e digo:

– Também tenho algo para você. – Aproximo-me de si e entrego-lhe as flores. Um sorriso de orelha a orelha forma-se em seu rosto e, antes que eu levante para retornar ao meu lugar, Jungkook me puxa para um beijo apaixonado e um pouco afoito.

– Lealdade no amor, lembro-me no que disse. – Seus olhos estão um pouco marejados e acredito que os meus também.

– Sempre. – Beijo-o mais uma vez antes de levantar e voltar para o meu lugar onde o papel que me deu me aguarda.

Puxo a fita para desamarrar e conforme o papel se desenrola, um desenho de mim revela-se na folha a minha frente. O mesmo em que eu vira em seu quarto.

Fito o arroxeado a minha frente que está colocando as flores dentro de um copo com água, meu coração está batendo como um louco.

– É lindo, obrigado.

Nos olhamos profundamente, sem dizer uma única palavra, apenas tendo uma noção da intensidade dos nossos sentimentos transbordando naquele ambiente com um simples olhar.

Passamos o dia inteiro sem desgrudarmos um do outro. Até a hora do almoço, passamos abraçados no jardim mesmo, conversando sobre várias coisas, sobre gostos, sobre o futuro, o passado e em alguns momentos, apenas trocamos carinhos ou observamos as flores balançando conforme o vento as tocava exalando suas fragrâncias no ar.

Após o almoço, resolvemos assistir à algum filme, com direito a uma coberta e pipoca repleta de chocolate e muitos beijos doces. Ao término do filme, decidi fazer um pedido.

– Lembra a primeira vez que conversamos? – Estamos sentados de frente pra o outro no sofá da sala, com Jungkook brincando com minhas mãos.

– Lembro sim. Por quê? – Pergunta-me sem entender.

– Eu consegui te convencer a tocar o piano daqui de casa, poderia tocar hoje? – Passo meus dígitos por sua face em um carinho parando próximo de seus lábios.

– Faz tanto tempo que não toco... – Responde pensativo.

Levanto-me oferecendo-lhe minha mão. Por um mísero momento pensei que não aceitaria, até sentir seu aperto e assim pude guiá-lo até a sala onde fica o piano.

O ômega parou por alguns instantes na frente da porta, observando o instrumento a sua frente, de cor preta.

Sentei no banco em frente ao piano e chamei-o para que se sentasse ao meu lado. Com os olhos presos no instrumento, Jungkook sentou ao meu lado e sem fazer qualquer som, passou os dedos pelas teclas, como se estivesse ouvindo algo em sua mente.

É lindo vê-lo assim, concentrado e demonstrando sentimentos.

Seus olhos negros encontram os meus e estão tão profundos que me perderia neles.

– Eu vou tocar uma canção que não toco há anos, mas que significa muito para mim.

Assenti e fiquei na expectativa de vê-lo tocar.

Vi que Jungkook fechou os olhos e respirou fundo, quando os abriu novamente, seus dedos passaram a percorrer o teclado numa canção suave repleta de notas bonitas e profundas, transbordando um sentimento que me envolveu e a única coisa que pude fazer, foi manter minha atenção pregada nele.

Ao final da canção, Jungkook se aproximou de mim até estarmos a poucos centímetros de distância, podendo sentir sua respiração chocar contra a minha, arrepiando-me inteiro.

– Obrigado por me fazer tocar, me senti vivo. E, sei que já te disse antes, mas não me importo em repetir várias vezes, amo você. – Uma lágrima escorreu por sua face e logo tratei de limpá-la.

– Você pode tocar mais músicas para mim? Eu também não me cansarei de dizer que amo você.

– Toco sim. – E sem dizer mais uma palavra, findamos o espaço que havia num beijo apaixonado, daqueles de tirar o fôlego, que passou a se transformar num beijo quente e necessitado por ambas as partes.

O músculo quente de sua língua travando uma batalha contra a minha é tão gostoso, ainda mais se somado ao seu gosto doce, fazendo-me soltar vez ou outra suspiros entre os beijos que agora não estão nada castos. 

Suas mãos finas e precisas maltratam os fios avermelhados de meus cabelos enquanto as minhas permanecem segurando firme em sua cintura. Pela falta de ar, afasto-me um pouco de si, deixando selares em seus lábios finos e agora com uma colocação bem rosada. Fito o seu rosto corado, suas pálpebras fechadas, notando também, sua respiração descompassada.

– Jiminnie... – Chama-me num sussurro quase inaudível, fazendo com que seus lábios toquem os meus enquanto fala. – E-eu quero... Antes do seu cio. – Percebo-o se embolar com as palavras conforme suas maçãs do rosto ganham uma cor mais rosada. Meu corpo inteiro parece estar em brasa ao entender sua proposta e, obviamente, eu irei aceitá-la, afinal, meu cio está muito próximo e infelizmente não pude amar Jungkook ainda da forma certa, sem que haja um cio, onde nossos desejos acabam falando mais alto do que nossos sentimentos. 

– Vamos para o meu quarto, que também será seu. – Sorrio sapeca para o arroxeado quando nossos olhares se encontram por fim. Com a canhota, puxo seu queixo em minha direção, findando o espaço que havia, para unirmos nossas bocas em mais um ósculo que, desta vez, é lento como se estivéssemos redescobrindo cada canto de nossas bocas. 

Conforme me levanto do banco em frente ao piano, ajeito suas pernas em torno de minha cintura, pousando minhas mãos em suas coxas, sentindo seus braços rodearam o meu pescoço. 

Sem findar o contato, começo a andar em direção ao quarto, que por sorte não fica muito longe. É difícil me manter concentrando para não cair ou deixar Jungkook cair, enquanto o mesmo aperta ainda mais seu corpo contra o meu, fazendo carinhos entre meus cabelos e meu pescoço. 

Por fim, pelo o que pareceu uma eternidade, encontrei a porta do quarto, que com certa dificuldade consegui abri-la. 

Ainda com Jungkook embolado em meu colo e tateando a porta até encontrar seu trinco, consegui fechá-la para podermos ter privacidade.

Direciono-nos até a cama de casal no meio do quarto, onde deito seu corpo delicadamente, colocando sua cabeça entre os travesseiros macios. Findamos o beijo, sorvendo dos olhares trocados e esquecendo do mundo que nos cerca. 

Aproximo-me de seu pescoço, o qual vagarosamente vou deixando selares molhados por toda a extensão, até chegar em sua marca, selando-a. As mãos do ômega puxam o fino tecido de minha camisa, enquanto ainda maltrato seu pescoço, agora deixando alguns chupões e mordidas pelo caminho, deixando-me tonto tanto pelo seu cheiro, quanto pela textura de sua pele aveludada. 

Desço a trilha de beijos para a sua clavícula, abrindo os botões de sua camisa conforme trilho o caminho de meus lábios sobre seu peito e abdômen. 

Sem desviar seus olhos negros dos meus, Jungkook me ajuda a tirar a peça de roupa que logo é jogada em algum canto do cômodo. Passo minha mão por todo o seu tronco, deixando selares em suas marquinhas escurinhas. O arroxeado solta alguns suspiros e leva sua destra aos meus cabelos. 

Decido enfim, dar atenção aos seus mamilos rosadinhos, alternando entre mordiscá-los e chupá-los, sentindo meu baixo-ventre ser fisgado ao escutar um gemido arrastado do mais novo. 

Sem delongas, afasto-me para levar minhas mãos de encontro ao cós de sua calça jeans. Suas íris estão em um breu total, repletas de desejo, observando-me a todo instante. Não devo estar muito diferente. 

Retiro sua calça com sua ajuda, dando-me finalmente, a visão de suas coxas torneadas, fazendo-me maltratar meus lábios ao ver sua ereção já desperta. Meu membro lateja dentro de minha cueca, buscando por contato e por conta disso, deito-me em cima de seu corpo, selando mais uma vez nossos lábios enquanto meu corpo se choca contra o seu, trazendo uma fricção gostosa entre nossos membros, arrancando gemidos de ambos durante o ósculo. 

Sugo seu lábio superior ao mesmo tempo em que minha destra adentra sua cueca cinza. Jungkook solta um arfar de seus lábios, beijando-me com mais voracidade. Minha mão acaricia seu membro desperto, lentamente, passeando meus dígitos por toda a extensão, indo também desde sua glande até seus testículos. Meu corpo inteiro se arrepia ao escutar sua voz rouca ao pé de meu ouvido, parece que o quarto inteiro está em chamas. 

Aumento a velocidade, bombardeando-o, até senti-lo desmanchar em minha mão seguido do som de sua voz chamando pelo meu nome. Eu não poderia estar mais excitado. 

Levo os dígitos melados a minha boca, provando de seu gosto para em seguida, beijá-lo num ósculo desajeitado, porém prazeroso. 

Jungkook finda o beijo, encarando-me com um sorriso maroto. 

– Minha vez, meu alfa. – Senti meu corpo inteiro tremer com apenas a sua fala. 

Suas mãos hábeis retiraram peça por peça de minha roupa, retirando também o único tecido que havia lhe restado. Jungkook inverte as posições, deixando-me deitado com seu corpo sentado em cima do meu, tendo suas nádegas perigosamente próximas de meu pênis. 

Observo atento a qualquer iniciativa sua, vendo-o encarar meu corpo despido com algumas gotículas de suor. Seu corpo não está suado, mas os fios de sua franja estão colocados na testa. 

Incrivelmente sexy.

Seu olhar encontra o meu e apesar do desejo, noto certa insegurança. O que é completamente compreensível. 

Sento-me na cama, ajeitando meu corpo contra a cabeceira do móvel, trazendo o mais novo junto. 

Passo minha mão por sua face, vendo-o fechar os olhos.

– Se não qui... -Sou interrompido por sua voz baixa.

– Eu quero, só tenho medo de fazer algo errado. – Deixo selares por toda a sua face, oferecendo-lhe um sorriso.

– Está tudo bem, faça o que quiser, meu amor. – Um sorriso tímido lhe vem à face e com isso, ele traz meu rosto em direção ao seu, sendo assim ele a comandar o beijo. 

Suas mãos passeiam por meus braços, indo em direção ao meu tronco, passando as unhas no local. Seu toque deixa cada pelo do meu corpo arrepiado e sem que eu perceba, um gemido sôfrego escapa por meus lábios ao ter meu membro rijo envolto de suas mãos. Ele começa a movimentá-las e ao ver que sua ereção despertou novamente, faz algo que de início me surpreende, Jungkook une nossos membros em uma masturbação, arrancando gemidos altos de ambos pelo contato gostoso. Guio minha boca até sua orelha, provocando-o ao maltratar seu lóbulo, sentindo aumentar ainda mais o ritmo de sua mão. 

Minhas mãos apertam suas nádegas com afinco, massageando-as e sem que eu perceba, Jungkook está novamente deitado na cama comigo por cima de si. 

Seu cheiro vindo de seu lubrificante natural chega a ser absurdamente viciante. Sem me conter, olho-o nos olhos apenas para ter a certeza de que ele me deseja tanto quanto eu o desejo. Ainda aproveitando de sua masturbação, levo um dedo de encontro a sua entrada, penetrando-o. Suas mãos param por um momento, colocando-as nos meus ombros. Seu olhar está luxurioso, e aos poucos, começo a movimentar meu dígito que está dentro de si. Aos poucos, sua cintura inclina-se por contato e ao notar que está preparado o suficiente, retiro meu dedo de dentro de si para encaixar meu pênis em sua entrada de uma vez.

Ao mesmo tempo em que chama pelo meu nome, acabo chamando o seu. Nossas bocas encontram um meio de se unirem novamente, tendo os lábios movendo-se um sobre o outro de forma necessitada. 

Seus braços rondam meu corpo, juntando-nos ainda mais. E, ao seu primeiro sinal de que posso me movimentar, passo a estocá-lo lentamente para, conforme seus pedidos, aumentar a intensidade das estocadas.

Nossos corpos entram em sincronia como as notas de um piano combinadas aos de um violoncelo. São distintas, mas unidas no tom certo são perfeitas, se completam. Por conta da marca, conseguimos sentir o que o outro sente e seremos assim para o resto de nossas vidas. Apesar de muito a aprender um sobre o outro, continuaremos a sentir o que sentimos e acima de tudo, viveremos no nosso tempo. O tempo é incerto, mas é certo que permanecerei ao seu lado para o que for, porque agora estamos livres, livres para amar sem temer.


Notas Finais


Morrendo de fofura estou kxbdkxbdkdnd
Ah, estou pensando em adaptar bite para exo, oq acham??


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