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História Bite Makers - Capítulo 1


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Notas do Autor


Kkk, não resisti e tive que dar vida a essa história!
Meu primeiro imagine, então eu estou realmente nervosa kkk. Espero que gostem

Capítulo 1 - Capítulo I


Fanfic / Fanfiction Bite Makers - Capítulo 1 - Capítulo I

As coisas aconteceram tão rápido, rápido demais ao meu ponto de vista. Ser uma mestiça não era algo muito favorável no mundo atual, seres com sangue de duas espécies diferentes passaram a serem realmente raros, tanto que chegam a ser tratados como troféus, meros itens para se colecionar... Mamãe sabia disso e resolveu me mandar para um lugar afastado e longe de qualquer um que soubesse da minha existência, bom, qualquer um que não fosse confiável. Nessas circunstâncias ela não viu outra opção a não ser me mandar embora do Brasil, e ir de encontro com a Europa, normalmente as pessoas ficariam alegres, mas eu só penso em como irei me adaptar ao frio, eu que vivia em um país quente como o próprio inferno. Contudo me martirizar não irá mudar essa situação caótico em minha vida clichê de jovem adulto.

O aeroporto lotado me faz relembrar porque não aprecio viagens, não me leve a mal, adoro ir de um lugar ao outro se for conveniente, o problema é o meio de transporte. Filas grandes, pessoas estressadas por todos os lados e lanches que comprariam órgãos para vários necessitados. Resumindo, aeroportos são caóticos!

Agora estou parada aqui depois de longas horas de viagem, aguardando calmamente a chegada do meu querido e amado primo Izuku – Deku para os íntimos, como eu – que eu não vejo desde que éramos pequenos anões correndo pelados pela casa dos nossos parentes. Não consigo ficar parada por tanto tempo e começo a andar por todo o local, puxando normalmente minha mala que pesa apenas um quilo, sintam a ironia, quando avistou aquele tufo de cabelos verdes muito bem conhecido por mim.

Ele aparentemente me vê também, pois acena para mim e respondo prontamente seu cumprimento. Eu estava praticamente correndo até ele quando um odor passou por minhas narinas sensíveis, era forte, muito forte, além de  ter uma onda pesada de dominância. Não tenho dúvidas que se trata de um alfa, isso é perigoso... Meus passos diminuem e eu ando calmamente dessa vez, mas felizmente não demorou muito para chegar até Deku.

– S/N! – Ele diz em um adorável tom de empolgação com os braços abertos. Em respeito ao nosso tempo sem ver a cara um do outro, eu o abraço. – Você cresceu bastante!

– Exagero da sua parte, temos quase a mesma altura praticamente. – Digo sincera, passando os olhos discretamente nos arredores para ver de encontro o suposto alfa que está por perto.

– Pouca diferença, vem, vamos para casa, tem pessoas demais aqui, estou começando a ficar com dor de cabeça. – Eu sorri, balançando a cabeça em uma negação dramática enquanto ele se disponibiliza para pegar minha leve mala.

Seguimos para o carro de Deku, contudo eu conseguia sentir que alguém me encarava, era como se algo estivesse queimando minha nuca. A curiosidade bateu e eu me virei para encarar quem seria, o vento ficou ao meu favor e o cheiro dele veio até mim... O alfa. Os poucos raios de sol batiam contra sua face lhe dando um ar sedutor, esse homem é Deus Grego! Os cabelos loiros bagunçados balançavam graciosamente junto com a leve brisa que passa... Isso é uma perdição.

– Deku! – O loiro falou, um tom levemente alto carregado de grosseria, eu contive minha vontade de dizer que ele não poderia falar com meu primo assim, alfas geralmente são perigosos demais. – Quem te deu permissão de abrigar um lobo estranho nesta cidade?!

– Como? – Meu primo, visivelmente confuso, o questionou. – S/N é minha prima, ela só veio passar alguns dias aqui, não é como se ela fosse ficar aqui até o dia da morte dela. – Fiquei surpresa com essa declaração ousada, ele normalmente é sempre educado.

– Não importa, eu sou o alfa dessa cidade, seu lobinho de merda, eu tenho que cuidar da segurança da minha área, a qual você mora – os olhos escarlates do senhor esquentadinho foram em minha direção, olhando-me da mesma forma que um predador para com sua presa.  Em outras circunstâncias eu teria chorado com esse olhar, mas não seria pelos olhos. – Ela é uma ameaça, sorte eu ter vindo conferir quem estava entrando ou saindo. Mestiços não são bem vindos aqui, Midoriya, você terá um prazo para mandá-la embora, do contrário... A cabeça dela ficará pendurada no meio da cidade, para servir de exemplo, híbridos não são bem vindos aqui.

– Não sabia que estávamos de volta aos primórdios do mundo. – Respondo risonha e outro olhar mortal me foi dado. – Querido, relaxe, tudo bem? Eu diria que minha presença te deixa inseguro, mas vocês, alfas, são tão orgulhosos que custam admitir que estão amedrontados por alguém tão foda como eu. – Fiz questão de colocar muito drama nesse discurso, se algo que eu desprezo é seres superiores tirando vantagens dos mais fracos, ainda mais quando é alguém da família.

– Eu controlaria a língua se fosse você, seria uma penas se ela fosse arrancada de sua boca. – Ele disse em um sussurro mórbido me dando um olhar severo, confesso que minhas pernas tremeram um pouco com aquilo.

– S/N, entra no carro por favor, eu vou resolver isso...

Relutantemente eu sigo as instruções de Deku e entro no carro, no banco do passageiro. Observo tudo pela janela, claramente é uma discussão acalorada e o homem bomba loiro aparentemente está gritando muito, já que mesmo com os vidros fechados eu consigo escutar algumas das frases que ele diz. Meu primo finalmente resolve esta confusão e entra no carro frustrado.

– Desculpe por isso, Bakugou é o alfa da alcateia que tem aqui, e como você percebeu, ele não é muito amigável com os híbridos... – Com um sorriso gentil, ele coçou a nunca, eu respeitei fundo e apenas correspondi com o mesmo ato.

O caminho até a casa de Deku foi estranho, como se a conversa que ele teve com o loiro o tivesse afetado, não vou negar, eu realmente estou preocupada com ele neste momento. Só de lembrar daquele babaca me dá vontade de socar aquela cara linda até não o reconhecerem mais, alfas são imprevisíveis, mas não tem o direito de diminuir outras pessoas!

Para a felicidade geral da nação, nós chegamos e eu fiquei surpresa. Ele disse que ela uma casa simples, se uma mansão é simples imagina minha casinha no Brasil... Fica no chinelo coitada. Portões gloriosos se abrem e ele guarda o carro na garagem que tem o tamanho da minha antiga casa. Quando eu saio do carro, Deku novamente se oferece para carregar minhas malas, eu obviamente não recuso.

– Isso é o simples de vocês? – Pergunto, enquanto observo a casa de forma nada discreta.

– Foi mal, eu deveria ter dado mais detalhes, mas a casa não é minha. – Meu entusiasmo cai e eu olho para ele com um sorriso amarelo, nada contra, mas ficar na casa de alguém que você não conhece... Me soa perigoso. – Vem, eu vou aproveitar e já mostrar o seu quarto.

Entramos e eu fico boquiaberta, se eu tivesse com meus parça brasileiros, certamente tentaremos roubar o lustre da sala, isso devia comprar todos os estabelecimentos que vendem comida. Porém o chamado de Deku me tira do transe e dessa ideia maluca que claramente não daria certo. Com muito custo nós subimos as escadas e chegamos onde eu iria dormir, convenientemente é ao lado do quarto de Izuku.

– Muito bem, Todoroki ainda não chegou então não posso te apresentar ainda. – Ele dizia nervoso, porque eu sinto que tem caroço nesse angu? – Certo, fique a vontade e se precisar, eu estarei ali do lado.

Ele sai rapidamente me deixando sozinha, e claramente, como todo ser humano normal após uma viagem longa e cansativa, eu me jogo naquela cama enorme e aprecio como aquele colchão é bom, me sinto nas nuvens aqui! Pego meu celular e faço questão de tirar uma foto e postando no meus status, não me julgue, eu me casaria com essa cama se eu pudesse. Jogando meu corpo naqueles gloriosos lençóis de um tom de creme maravilhoso, eu lentamente adormeço. Meu corpo relaxa por completo.

Meu sono é maravilhoso, tanto que sonho com coisas aleatórias e sem sentido, as quais certamente irei esquecer quando acordar, o que acaba de acontecer. Um melodioso som vem até meus ouvidos, é um piano, alguém está tocando, minha curiosidade me diz para ir, mas minha consciência diz que devo ser cautelosa… O quê eu faço?


Notas Finais


Desculpem os possíveis erros, eu revisei mas posso ter deixado algo passar.

Agora é com vocês meus queridos

1 - Siga o som do piano

2 - Ignore e volte a dormir

Sim amores, vocês faram escolhas aqui, e isso vai decidir o rumo da fanfic e com quem nossa S/N irá ficar!

OBS: Lavem as mãos <3


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