História Bittersweet tragedy- D.O ( Do KyungSoo, imagine hot) - Capítulo 3


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Categorias EXO
Personagens Chanyeol, D.O, Sehun, Xiumin
Visualizações 52
Palavras 746
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Suspense
Avisos: Adultério, Drogas, Estupro, Incesto, Insinuação de sexo, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Meu pai
Meu pai
Meu pai
Pai
Pai.

Criatividade á mil aqui.

Capítulo 3 - Bittersweet tragedy- Three capther


Fanfic / Fanfiction Bittersweet tragedy- D.O ( Do KyungSoo, imagine hot) - Capítulo 3 - Bittersweet tragedy- Three capther

Meu pai havia chegado em casa sorridente. Já suspeitava de que Chany estava vivo. Tudo que eu mais queria poderia estar acontecendo se meu pai deixasse esse suspense de lado. Conhecendo-no bem, deve ser algo bom, portanto tenho mais certeza do que dúvida.

—Coma.– dissera sério.

— Não quero.– retruquei.— Eu não sinto fome alguma, pai.– sinceramente, sentia uma breve e dor. Eu estava praticamente fazendo greve de fome. Não conseguia comer com tudo isso acontecendo, minha ex-madrasta partiu logo quando estávamos ficando de bem uma com a outra, Chany e esse suspense, meus amigos pouco ligando para mim. Sinceramente, ninguém acredita nas coisas que digo, e muito menos tentam entender com explicações. Por que isso acontece comigo? Eu não sei, e pouco ligo para a resposta dada

—Coma, por favor!– meu pai parecia desesperado.— Não vi você comer nada desde o dia do acidente. Não quero perder você também. – ele parecia não querer dizer isso. Ele engolia saliva acumulada e sua voz tremia aos poucos. Ele ia chorar de novo.

Enrolei o macarrão no garfo, bem pouco, e comi. Percebi que Gina estava se aprimorando, a cada dia suas habilidades de culinária melhoram mais e mais. O moreno sorriu. Eu estava realmente querendo comer mais, foi aí que lembrei um simples fato;

— Você... – ele me olhou confuso.— ... Também não comeu nada desde ontem.

— C-comi sim.– ele mente muito mal. Não seria u bom ator.— Gina me deu um pouco de bolo.

— Você não se alimentou direito.– Cruzei meus braços.— Não adianta, você continua insistindo nessa história!

— Não estou insistindo em exatamente nada!– ele exclamou em tom elevado.— Se quer acreditar que quero morrer, pense em você e Chanyeol primeiro.– ele me deixava mais confusa a cada dia.— Ele está vivo, esse tempo todo estivemos conversando. Ele está hospitalizado, mas mesmo assim está ótimo. Eu iria abandonar vocês suma situação dessas?– meu coração parecia bater mais rápido que o normal.

Tudo voltou a ser colorido para mim.

— S-sério, pai?– meus olhos ardiam, não vou derramar uma gota sequer dos olhos essa semana. Já está bom. Daqui a pouco fico sem água no corpo.

— Por que eu iria brincar com isso? – ele começou a soluçar.

— Se for chorar de novo, sai de perto de mim.– coloquei o prato com a comida na geladeira. — Vai me contagiar e eu não quero me desitratar.

— Você não está bebendo água, também?

— Credo, que que exagero, pai. – enchi um colo com água e bebi até a última gota. Nunca conseguiria fazer uma greve dessas, sou louca por água.

Meu pai parecia feliz. Ele veio até mim, e sem que eu esperasse me abraçou por trás. Por um momento aquilo me parecia desconfortável. Mas eu apenas sorri., estava tudo voltando ao normal.

(>>>)

Hoje é mais um dia comum como os outros. Após tudo isso acontecer, parece tudo tão bonito para mim...

Meu uniforme estava um pouco mais largo, talvez seja o peso que perdi me ajudando. Isso pode parecer ruim, porém estava realmente precisando perder peso. Peguei minha mochila. Na sala meu pai estava lá, jogando algo. Apesar de adulto, sempre foi viciado em jogos.

— Pai, eu já vou.– gritei atrás do mais velho. Atrapalhei ele e ainda ri pacas.

— Era o meu recorde...– ele fez um bico dengoso e sorriu. Ele me deu um beijo na bochecha e levantou.— Hoje eu vou na sua escola, tenho que resolver um assunto.

Saímos de dentro de casa, meu pai pôs a chave em minha mochila, para buscar depois. Não irei enrolar, detesto isso.

(>>>)

Meu pai havia ido para a diretoria, e eu fui para a sala. A aula havia começado, fui a última a entrar. Sorridente e alegre como sempre fui. Cumprimentei meu professor e me sentei. Muitos olhavam para mim contagiados e curiosos, mas meus amigos pareciam entender em cheio o que aconteceu.

Me sentei ao lado de Hye-Jin, minha melhor amiga.

— Chany está vivo.– ela me afirmou sincera.— Passou nos jornais que ele foi encontrado vivo, e seu pai deve ter ido até o hospital vê-lo.

— Sim...– meus materiais estavam em minha mesa em um instante.

Na porta havia alguém na janelinha, que bateu na porta e entrou após a permissão da professora. Que ficou babando enquanto olhava essa pessoa...

— Ei, _____!– era o meu pai.— A chave...– ele sorriu meigo para mim.

Peguei a chave de minha mochila, e joguei até ele, que agarrou o objeto no ar.

— Obrigado.– se curvou para minha professora e saiu.

— Talvez a professora te ame agora.


Notas Finais


Percebo q minha criatividade foi pra puta que pariu e que está amando viver lá;-;


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