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História Black Amazon 3 temp - Capítulo 4


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Capítulo 4 - Casos de família


Pov Thomas.

-Tem certeza?

-Tenho, a Mia não vai ligar.

Sorrio e puxo Selina pro quarto da Mia fechando a porta, Mia tinha minha idade, era bem simples a ocorrência dos fatos, o Dick queria minha mãe, a Selina também e depois de uma noite de sexo selvagem com os dois bêbados, pa Mia nasceu, minha mãe ajudou muito e acabou virando madrinha dela. De qualquer maneira a Mia era melhor amiga da Se e encobria muitas vezes nossos catas.

Entro no quarto já beijando ela intensamente e a prensando na parede, desço beijos até seu decote e desço sua blusa comecando a chupar seus seios, levo a mão pra dentro de seu short e brinco com sua intimidade, ela geme, paro quando ela estava qiase gozando e desço um beijo pra seu umbigo levantando em seguida e roçando meu pau duro em sua coxa. 

-Me chupa gostosa.

Ela ri e desce a mão pra minha calça onde ela abaixa e começa a me chupar. Grudo em seus cabelos seguindo seu ritmo que era intenso.

-Porra Se, adoro sua lingua. Thomas.

Puxo mais seus cabelos e gozo a forçando a engolir. Ela engole tudo e se afasta, puxo ela pro meu colo e jogo ela na cama, ela me olha esperançosa e arranca o próprio short enquanto puxo a camiseta que era a única peça que eu ainda vestia, ela abre as pernas pra mim, mordo os lábios e beijo sua coxa a arrepiando, desço uma lambida até sua coxa e começo a chupa-la, ela geme e leva a mão pros meus cabelos, uso um dedo junto pra auxiliar ela geme.

-Tom... vou gozar.

Aumento o movimento dos meus dedos e ela goza, lambo tudo pra não deixar escorrer, em seguida fico no meio das pernas dela, ela me olha apreensiva, não tinhamos transado ainda e sei que a Se era virgem, mas pretendia resolver isso. 

-Certeza?

-Confio em você, mas camisinha antes de tudo.

Rio.

-Claro minha loira.

Me levanto e coloco uma, voltando a ficar encima dela em seguida. Respiro fundo e a beijo quando a penetro de uma vez, ela grita e gruda a unha nas minhas costas. Olho pra ela, parecia com dor.

-Aguenta? Não quero te machucar.

-Só vai devagar.

Sorrio e começo a estoca-la, a sensação era indescritível, começo devagar e forte, ela ainda estava com aquela expressão de dor. Mas logo passou e ela soltou o primeiro gemido.

-Tom...mais.

Sorrio e beijo ela quando aumento o ritmo dos meus movimentos. Ela geme alto e gruda as unhas nas minhas costas, gemo e aumento o ritmo ainda mais, porra aquilo era muito bom.

-Tom vou gozar.....

-Goza pra mim.

Aumento um pouco mais quando sinto ela gozar e gozo em seguida, paro de esticar e deito em seus seios rindo, ela ri tambem, saio de dentro dela, ela solta um gemido de dor. Olho tinha sangue, muito sangue mesmo.

-Você ta bem?

-Dolorida, mas to bem, me passa minha roupa por favor.

-Aguenta mais uma? 

Eu ainda estava duro. Ela me olha receosa, mas pra minha surpresa  ela apoia na cama se empinando pra mim. Sorrio malicioso  e a penetro voltando a estocar devagar, ela geme alto. 

-Mais forte Tom...

-Assim vadia?

Aumento o ritmo e puxo seus cabelos pra mim indo mais fundo e rapido, ótimo era a primeira vez dela, e não sei se ela estava gostando,   mas estava bom demais pra parar, e os gemidos dela demonstravam que tava bom. 

-Tom vou gozar.... 

Aumento mais o ritmo e puxo ela pra mim, porra aquilo era muito bom. Paro quando ela goza e eu também.  Apoio nas costas dela e ouço um barulho, a cama quebra em seguida, começamos  a rir, saio de dentro dela e começo a me vestir. 

Entrego a roupa dela pra ela e me visto, em seguida trocando os lençóis e a roupa de cama, a Mia era praticamente minha sobrinha se for pensar o que era estranho, Selina anda e faz uma careta, suspiro e apoio ela de um lado, ela sorri, descemos pro jardim, ter que fingir que nada aconteceu ia ser difícil, saimos na porta da varanda e não acredito no que vejo.

Pov Katrina.

Era estranho demais, estar em uma festa de aniversário de alguém que antes não existia.

-Katrina Black, estou feliz por ver você aqui, formidavel como sempre. Selina Kyle.

-Você também está perfeita. Katrina

Sinto um braço envolver minha cintura.

-Eu vou acabar batendo nesses dois. Bruce.

Olho para onde ele estava olhando, Pietro conversava com a Hanna.

-Supera, sua filha cresceu. Katrina

-Não tem como superar, ela é minha eterna bebezinha. Bruce.

Selina ri.

-Eu vou falar com a Mia. Selina Kyle.

Ela saí.

-Como está? Bruce.

-É estranho tudo isso pra mim ainda, mas vou ficar bem, eu tenho vocês isso que importa. Katrina.

Ele sorri.

-Sempre minha Musa, nada vai separar a gente.

Sorrio e dou um selinho nele. Me afasto em seguida.

-Isso são? Katrina

-São, ta vindo la de cima. Bruce.

A casa era simples até, 2 andares , comodos amplos e espaços estavamos no jardim, mas não teria como não ouvir os gemidos que vinham do andar de cima, minha única reação foi olhar pro Superman, os olhos de Clark estavam praticamente emitindo visão de calor. E sei uma coisa ele provavelmente queria matar meu ffilho. Quando ele se levanta entro na frente.

-Clark, não. Katrina.

-Ta de brincadeira comigo? Acha que vou deixar minha filha passar por essa humilhação? Ta todo mundo ouvindo os gemidos dela, se fossem só gemidos de prazer, mas da pra ver que ela esta com dor. Clark

-Se tivesse com dor não ia ter mandado ele ir mais forte. Bruce.

-Desculpa, mas acho que a Selina não é sua esposa que ama um estupro. Clark.

Quando eu vi já era tarde, Bruce acertou um soco nele, lógico que depois ele segurou a mão obviamente quebrada, mas que porra meu marido acabou de acertar um soco no Superman. Clark ia virar com tudo, mas sou mais rápida e entro na frente desviando o soco e dando um chute em sua costela. Os olhos dele brilhavam de raiva.

-Estamos condenados não é? Katrina.

-Com certeza. Bruce.

-Quem teve a ideia de convidar o Superman mesmo? Dick

-Convidamos a Diana, ai aquela coisa de trisal. Selina Kyle.

Ele ia bater em mim, mas seguram sua mão.

-Clark, não. Diana.

Ele se solta e suspiro aliviada, mas recebo um soco em seguida que me derruba, levo a mão pro nariz que escorria sangue e olho em choque pra Diana.

-Deixa que eu faço. Diana.

-Ta brincando que acabou de me bater. Katrina.

-Só to defendendo minha familia, igual você ta fazendo com a sua. Diana.

Bufo irritada e me levanto. Jone e Hanna entram no meio de nós duas.

-Pessoal vamos manter a calma, não queremos causar uma guerra aqui. Jonathan.

-Sinceramente adoraria uma carnificina, as festas da Mia são chatas. Damian.

-Hey! Mia.

-Não tem porque estarem brigando, sexo é normal em um namoro. Não precisa se ter um chilique com isso. Hanna

-Menos quando se trata de você transar com seu namorado. Pietro.

-Pietro, agora não é o momento pra isso. Hanna.

-É sim Hanna, só assume logo que não gosta de mim pra gente terminar. Pietro.

-Eu gosto de você. Hanna.

-Só não gosta do meu pau, alias nem sei dizer se você gosta de paus. Pietro.

-Opa, respeito com minha filha. Katrina.

-Ela provavelmente puxou a mãe, devia levar ela pra Themyscira, a Hanna se daria bem em uma sociedade só de mulheres. Pietro.

-O que quer dizer com isso?.Diana.

-O que você entendeu. Pietro

Entro na frente dela.

-Diana, ele é humano, está chateado sem pensar o que fala, e não vai querer briga com os pais dele, acredite. Katrina.

-E sabe disso só porque trepou com os dois? Diana.

Sorrio maliciosa.

-Conhece minhas habilidades melhor que ninguém Princesa. Katrina

Ela bufa irritada.

-Vamos parar por aqui, não quero brigar com você. Diana.

-Lógico porque duas vadias lésbicas brigando daria tesão em todo mundo. Pietro.

Ela ia bater nele, mas Hanna entrou na frente e foi atingida pelo tapa. Ai já era demais pra mim. Acerto um chute no abdômen de Diana que me olha em choque.

-Foi um acidente! Diana.

-Isso não muda o fato que acabou de bater na minha filha. Katrina.

-Kat, eu não quero fazer isso. Diana.

-Acredite eu também não. Mas é minha filha. Katrina.

Parto pra cima dela, acerto um chute e um soco, ela defende com o bracelete e me afasta ativando os mesmos em seguida, faço o mesmo. Acerto um soco seguido de um chute ela recua e pega o laço estalando feito chicote, enrolo ele na mão e puxo com tudo, acho que ela não esperava por isso, porque acabou caindo, aproveito para puxar o laço e envolver seu pescoço com o laço e coloca-la de joelhos, sorrio maliciosa

-Admite, você sempre gostou de ficar de joelhos pra mim. Katrina

-O que posso dizer, você é deliciosa. Diana

Acabo rindo e puxo mais o laço, ela grita.

-MÃEE! Thomas.

Solto Diana.

-Que porra aconteceu aqui? Selina.

Ela estava apoiada em Thomas, olho envolta pela primeira vez, a situação estava complicada, Bruce, Dick e Damian estavam brigando com um Clark que tinha um pedaço de Kryptonita enfiado na perna, o que não impedia de estar batendo nos 3. Mia e Selina ajudaram a Hanna que estava com o Nariz sangrando. E Pietro e Jonathan estavam se batendo. Provavelmente meu genro sairia com uma costela quebrada no mínimo. Aproveito o laço da Diana que ainda estava na minha mão e uso ele pra prender Clark e o puxar pra perto o amarrando.

-Vamos parar com isso. Tem alguma coisa errada. Katrina.

-Errado é seu filho sair metendo na minha filha. Clark.

-Eles são namorados, supera logo. Katrina.

-Eu vou te matar Thomas Wayne, você ta fudido nas minhas mãos. Clark.

-Por que? O que eu fiz? Thomas.

-Comeu minha filha. Clark.

-Todo mundo ouviu Tom. Katrina

Selina fica vermelha envergonhada.

-Destruiram meu quarto? Mia

-Quebramos a cama. Selina.

-Comeu ela em superforça ? Agora sim eu te mato. Clark.

Seguro mais firme o laço porque ele estava tentando se soltar.

-Pode me entregar agora, meu laço, e meu marido. Diana.

Entrego pra ela o laço e vou ver como os meninos estavam, Bruce estava bem, Dick com a costela e Damian com o Nariz quebrado. Curo os 3.

-São idiotas, acabaram de brincar com a morte. Katrina

-A única que eu saiba que brinca com a morte é minha irmã. Pietro.

Chego perto dele, eu ia brigar bater, aquela droga de garoto que piorou a situação, mas ai percebo o cheiro de alcool, o John disfarçava com perfume forte, ou cigarro, mas o Pietro estava fedendo alcool. Hanna me olha assustada, ela sabia, por isso entrou na frente do namorado.

-Vai embora, não quero ter que ligar pros seus pais. Katrina.

-Eles adorariam uma ligação sua. Pietro.

-Adorariam mesmo, por isso quero que va embora Pietro, por favor. Katrina .

-Você e seu marido são um pau no cu, sempre me expulsam como se eu não fosse nada, fodam-se vocês também. Pietro.

Suspiro e empurro ele por uma sombra pra casa, me aproximo da Hanna, Bruce e Clark já estavam conversando.

-Desde quando?

-Umas 3 semanas, mas ele nunca deu um vexame assim. Ele saiu com o pai e voltou bêbado, mas tinha marcado comigo e não quis desmarcar pra me deixar na mão.

-Hanna, a tendência do Pietro é puxar o pai, o John era carinhoso, amoroso e sadico o que é irônico e usa tanta magia por dia que a bebida não faz mais efeito nele quase. Mas o Pietro puxou a magia da Zatta, se ele se envolver com bebidas ao nível do pai, não só vai se tornar um alcoólatra como um babaca igual se mostrou aqui hoje.

-Ele disse que vai tentar diminuir.

Suspiro

-Hanna...

-Só não conta pro papai ok? Ele já não gosta do Pietro. Se souber que ele ta tendo problemas com álcool vai ser pior.

Beijo a testa dela.

-Como preferir filhote.

Mas é lógico que ia ter uma conversa seria com o John.

Pov Jonathan

-Você é imprudente e irresponsável, sem contar na humilhação que passamos. Diana.

-Acho que vocês estão pegando pesado com ela. Louis.

-Educa seu filho e a gente educa a nossa. Diana.

-Para de se achar na razão você nem ta conseguindo sentar. Clark.

-Vantagem do meu namorado ter um superpau. Selina.

Meu pai bufa irritado e empurra ela sentada no sofa que grita e se levanta, Diana empurra ela sentada de novo.

-Viu, você foi praticamente abusada. Clark.

-Pai, não é tudo isso também. Selina.

Ela estava com lagrimas nos olhos, provavelmente pela dor de ter que ficar sentada junto com a humilhação.

-Sem contar que o Bruce e eu brigamos ainda, sabe quanto tempo levou de amizade pra ele parar de andar com Kryptonita? Acabei de perder toda confiança dele em mim por sua causa. Clark.

-Você chamou a esposa dele de Vadia, mereceu sinceramente. Jonathan.

-Com os gritos da sua irmã na minha cabeça, ela tava sendo abusada. Clark.

-Tava acontecendo tudo menos isso, é que a Selina sempre foi escandalosa, agora sabemos que em uma transa ela consegue gemer mais alto que a Canário. Jonathan.

Minha mãe não resisti e ri, recebendo um olhar mortal de Diana.

-Desculpa realmente foi e engraçado. Louis.

-Me explica por que estava se atracando com o Pietro? Diana.

-Além dele ter te xingado, ele mereceu, por ser um babaca com a Hanna. Aquele merda tava bebado. Jonathan

-Eu vou ligar pro Bruce. Marcar um jantar ou algo assim, pra pedir desculpas. Louis.

-Vou com você. Clark.

-Vem, vou te levar pra tomar um banho quente e passar uma pomada pra aliviar. Diana.

Ela se levanta com Selina e saí. Suspiro e vou pro meu quarto, acabo ficando em.choque com quem encontro lá, tranco a porta. Ela me olha com os olhos azuis cheios de lágrimas, suspiro e vou abraça-la, embora eu amasse muito a Hanna, ela ainda era minha melhor amiga. Enxugo suas lágrimas com a palma das mãos.

-O que ouve Abelinha?

-Nada, eu só não sabia pra onde ir.

Suspiro.

-O que aquele idiota fez?

-Nada Jone...

Me deito na cama e puxo ela pra deitar no meu peito, ela me abraça e volta a chorar, passo a mão em suas costas para acalma-la.

-É só que ele mudou muito, não sei, não me sinto a vontade com ele mais. E agora ele ta insistindo pra gente transar.

Mordo o lábio.

-Se ele ou qualquer outro te machucar quero que prometa que vai me contar ok?

-Sabe que eu contaria. Mas não vai chegar a isso, o Pietro me ama. E me respeita...

beijo a testa dela e cheiro seus cabelos, minha vontade era simplesmente dizer tudo que sentia. Mas sei que não podia, e no fundo isso acabava comigo.

-Dorme um pouco. Você ta cansada. 

-Não posso, fiquei de passar a noite com o Pietro, ajudar ele a se livrar da ressaca. .

-Só toma cuidado ok? Eu não confio nele, tem alguma coisa muito errada com aquele garoto...

-Meus pais vão ter minha reunião de pais hoje a noite. Vão ficar só eu e os meninos em casa, vou aproveitar pra ver o Pietro.

-Toma cuidado Abelinha. Qualquer coisa me avisa.

Ela sorri, amava quando sorria pra mim.

-Sempre superbobo.

Ela levanta e se espreguiça indo pra janela e indo embora em seguida. Ótimo eu agora tava de pau duro, e tinha que resolver a situação.

Pov Bruce.

-Não vou aceitar as desculpas dele, isso é simplesmente ridículo. Ele provocou. Bruce.

-Ele é seu melhor amigo. Katrina.

-Não preciso de amigos. Bruce.

-Bruce, não diga isso, e ta tudo bem, foi só um mal entendido. Katrina.

Chegamos na escola das crianças, a festa da Mia foi no almoço agora a noite teriamos a reunião de pais a vantagem é que a Hanna ser um ano mais nova que o Tom fazia com que o Clark não fosse naquela reunião o que era um grande alívio sinceramente. Não estava a fim de ver ele, eu estava puto da vida, se o Damian não levsse Kryptonita eu provavelmente estaria morto, fiquei descuidado em confiar nele, esse erro não se repetiria.

-Hey Batfamilia. Barry.

Katrina sorri.

-Como esta meu velocista preferido? Katrina.

-Vivo, e você ? Ainda desmemoriada? Barry.

Ela ri.

-Em algumas coisas. Katrina.

-Sinceramente acho essas reuniões desnecessárias. Helena.

Ela apoia no carro junto ao marido estavamos todos no estacionamento em frente a escola, acho que tirando o Dick e o Clark, todos tinham filhos nessa idade.

-Talvez, mas é pra nos mostrar como pais presentes e bons pais. John Stewart.

-Vamos ser sinceros, ninguém aqui é bom pai. Constantine.

Ele chega e encosta em um carro, Zattana não estava junto, estranhei, mas não ia falar nada.

-Fale por você. Katrina.

-Não só por mim baby, o papa-léguas ai criou um sequestrador e uma tarada que corre meio mundo por uma pepeka, seu filho é Gay, e o seu é mais pirado que o pai, o cavaleiro medieval não chegou, mas todo mundo sabe que a filha dele adora soltar uns gritos e usar a garganta, os meus filhos ninguém precisa nem falar sei que os dois não prestam, e o garoto rosa, os pais dele não estarem aqui mostra como são otimos exemplos. Constantine.

-Ta bebado já ou o que? Katrina.

-Esqueci de falar da sua filha. Constantine.

-Não se atreva, sei muito bem o que vai falar. Katrina.

-É questão histórica amor, sabe que vai acabar acontecendo o mesmo com ela, já arrumou até um loiro sádico, daqui a pouco busca um estuprador. Constantine.

Ela da um tapa nele que ri.

-Se um dia seu filho ou alguém ousar machucar a Hanna sabe que eu mato. Katrina.

-Belo tapa, mas sempre achei que você prefiria apanhar que bater. Constantine.

Ela bufa irritada e saí correndo, vou na direção dela, ela estava parada abraçando os próprios braços.

-Hey, calma.

-A Hanna não, não posso permitir que algo assim aconteça com ela.

-E não vai, fica tranquila. Vamos entrar logo na escola.

-É só que... Não sei Bruce é mais complicado que isso, sinto que ela ta indo pro mesmo caminho que eu, confiando na pessoa errada sabe?

-Kat, fica tranquila , a Hanna sabe se cuidar. E aquele idiota tá bebado sabe disso.

-A Zatta expulsou ele de casa por uns dias.

Acabo rindo.

-O que ele aprontou?

-Uma bela galha nela, e enfiou o Pietro em um ménage infernal com muita vodka.

Bufo irritado.

-Sabia que aquele cretino tava bebado hoje de tarde.

-A Hanna gosta dele, não quero que ela se decepcione. Mas mesmo assim a situação é complexa. Talvez o John tenha razão, ela esta fadada a seguir meus passos.

Puxo ela pra um beijo.

-Se ela se tornar pelo menos metade da mulher que você é, seria motivo de orgulho.

Ela ri.

-Como consegue ser tão perfeito?

-Sou casado com a mulher mais maravilhosa do mundo.

Ela sorri e puxo ela para entrar na escola em seguida.



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