História Black And Green - Capítulo 56


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Categorias Harry Potter
Personagens Alvo Dumbledore, Draco Malfoy, Gilderoy Lockhart, Gina Weasley, Harry Potter, Hermione Granger, Luna Lovegood, Minerva Mcgonagall, Personagens Originais, Ronald Weasley, Severo Snape
Tags Fantasia, Harry Potter, Hentai, Hogwarts, Magia, Personagens Originais, Romance, Severo Snape, Severus Snape
Visualizações 301
Palavras 1.953
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Fantasia, Ficção, Hentai, Magia, Misticismo, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olha outro capítulo aqui, algumas pessoas levando uns Crucio no rabitcho ahsuashauhsuahsuash
que coisa horrível de se dizer, não? kkkkkkkkk
Let's Go!

Capítulo 56 - Furioso


            - O vulto negro vinha sendo seguido por Minerva e Dumbledore que já havia com antecedência deixado claro para que nenhum aluno saísse para fora das dependências do castelo. Estava furioso, e ainda mais furioso ficara ao ver todo o grupo voltar, estava disposto a fazer Sirius se calar e engolir a sua própria prepotência. Os corredores pareciam ficar mais frios a cada passo que ele dava, e tanto Dumbledore quanto Minerva trocaram olhares significativos.

        Seus olhos negros percorreram todo o lugar enquanto sua capa era arrastada furiosamente atrás de si. Desceu os degraus rapidamente indo para o gramado onde todos pareciam atordoados e assustados. Entretanto algo o fez parar subitamente. Olhou para todos os lados e não viu Maeve, não havia o mínimo sinal dela, e aquilo bastou. Era a gota d’água.

        - Onde está ela!? – Rosnou.

        Ninguém ousou responder diante aquela cara de fúria.

        - Acho bom abrirem a boca, ou vai ser pior!

        - Ela ficou, pediu para nós virmos na frente... – Draco tentou começar a apaziguar, mas foi interrompido.

        - Ela ficou por que quis, e antes que venha me culpar de alguma coisa foi ela que nos enxotou de lá! – Sirius retrucou não sentindo o perigo em fazer aquilo.

        - Por que quis!? Que tipo de desculpa esfarrapada é essa?

        - Ela quis ficar! Assim como também escolheu sair sem ser acompanhada!

        - Quer dizer que até para isso vocês são incompetentes?! Não conseguem sequer cuidar de uma garota sozinhos!?

        - Olha só quem fala! Se eu fosse você teria ido, Dumbledore tendo escolhido ou não! Mas o que você fez? Ah, isso mesmo, deixou para nós o que você toma como seu trabalho! Talvez ela devesse ficar mais conosco quem sabe. – Sirius rosnou em deboche.

        - Se acha muito especial, não é mesmo cachorrinho. – Retirou a varinha de sua manga.

        - Eu sou melhor do que você, senhor ranhoso. – Riu maldoso.

        - Incarcerous!

        Snape jogou o feitiço apontando a varinha de forma ameaçadora para ele. As cordas apareceram o mais rápido possível ao redor de Sirius o fazendo cair e se retorcer ao sentir o aperto. As cordas chegaram ao seu pescoço e o começaram a enforcar. Lupin tentou ajudar o amigo, mas foi imobilizado mais rápido do que conseguiu erguer a própria varinha.

        - Quer dizer então que o sarnento quer ter razão em alguma coisa?

        - Eu tenho! – Urrou quase sem ar ao ver as cordas apertando mais ainda. – Você não merece ela!

        - É mesmo? – Um sorriso sádico se espalhou pelos lábios finos. – CRUCIO!

        Sirius gritou alto contorcendo-se. As primas de Maeve se encolheram.

      - Você continua sendo o mesmo mimadinho estúpido e cheio de vontades que precisa diminuir os outros para poder se auto afirmar.

        - Snape, pare com isso! – Lupin pediu.

        Outro Crucio se fez audível. Lupin urrou.

       - Por que eu faria isso? Vocês dois merecem. Por tudo que me fizeram passar e por agora estarem querendo acabar com o que tenho. Eu poderia matar vocês. Mas acho mais interessante vê-los sofrendo aos poucos. Ainda tem muito o que me pagar.

        Novamente as maldições foram lançadas nos dois. Todos ali não se mexeram de modo algum. Não queriam ser alvo daquela fúria, e muito menos se tornar inimigo dele por defender os dois. Dumbledore ficou onde estava, apenas esperando o desfecho. Já tinha tentado muito apaziguar a situação entre os três, mas era tarde demais para haver efeito.

        - Agora, por que deixaram a Maeve para trás tão fácil assim? Não querem ser as opções? – Aquele tom ríspido enregelaria os ossos de qualquer um. – Não sabia que cachorros tinham todo esse potencial. – Aquele desprezo era quase palpável.

        - Você... quer ser.... sempre o melhor, não é.... ranhoso! – Sirius debochou ainda sentindo a dor horrível percorrer o seu corpo e machucar sua mente. – Não engana ninguém... e não vai enganar ela.

        Um raio cortou os céus naquele momento.

        - Suspeito que não esteja sendo enganada, Sirius.

        Enquanto observavam os dois serem torturados não perceberam que uma nova passagem havia sido aberta e que Maeve havia voltado. E não estava sozinha. A morena estava coberta de sangue e mancava, seu nariz sangrava em profusão, contudo vinha quase inteira arrastando uma Cassandra pior ainda e quase desacordada.

        - Por que fez isso? – Lupin conseguiu falar.

        - Eu que pergunto, por que quando eu mandei vocês não foram logo? – Retrucou ríspida e irritada.

        - Mande... ele parar! – Sirius rosnou.

        - Eu não mando nele. Deveria agradecer que não sou eu no lugar. – Ela passou arrastando Cassandra que tentava se soltar com movimentos bruscos, ignorando os dois totalmente. Snape novamente utilizou o Crucio com tamanha intensidade e fúria que fez os dois desmaiarem.

      Kate e Dana pegaram a mulher que se retorcia e a seguraram. Maeve caminhou até Dumbledore tentando se manter calma, estava alterada.

     - Se for possível, Dumbledore, podemos mantê-la conosco. Ela sabe mais do que aparenta saber e pode nos ajudar a tomar medidas mais adiantadas e eficazes contra o próximo ataque aqui.

        - Eu não vou dizer nada! – Storm falou esganiçada.

        - Claro, não há problema. Estou curioso para saber o que Lucius está planejando. – Dumbledore não se opôs. – Entretanto peço que cuide da obtenção de informações.

        - Não se preocupe. – Maeve sorriu torto.

     - Vamos todos para dentro, você precisa ir à enfermaria Maeve. – Minerva saiu andando olhando para trás se ela estava caminhando atrás dela. O grupo seguiu para dentro sem falar nada sobre os desacordados estirados no chão, não queriam ver Snape coloca-los juntos deles. O céu indicava que uma chuva tempestuosa chegaria.

✥✥✥

 

        - Maeve tomou um banho rápido. A água descia pelo ralo limpando o sangue que havia grudado em sua pele. Haviam arranhões e alguns cortes aqui e ali, mas não era isso que a incomodava enquanto passava o sabonete. Sua cabeça ardia e doía desde quando acordou daquela visão temporal, a voz de Voldemort ainda ecoava nos recônditos de sua mente e deixando aterrorizada.

        Respirou fundo e terminou o banho temendo algo que não via ali dentro. Vestiu sua roupa intima e voltando para o dormitório pegou um vestido preto leve de alças finas, calçou suas botas e pegou um de seus sobretudos. Passou um pouco de perfume e colocou o anel que havia ganhado. Enxugou os cabelos pensando seriamente em ir até Pomfrey e pedir algo para dor mas desistiu. Penteou os cabelos e saiu quase correndo. Sabia que Draco estava cuidando de Maddie. Acostumou-se a encontrar a caixa dela vazia.

        Olhou para o relógio enquanto saia do salão comunal e corria para a sala de poções, iria chegar em cima da hora. Abriu a porta quando faltava um minuto.

        - Achei que tinha dito para você descansar. – Snape retrucou enquanto anotava algumas coisas dos trabalhos das outras turmas em seu livro de anotações. Sua voz ainda estava carregada de irritação.

        - Eu não consigo. – Murmurou indo ficar atrás dele como sempre fazia. Apertou os ombros em lugares que ela sabia que ficavam tensos fazendo movimentos circulares com os polegares. – E, também não queria ficar sozinha.

        - Vai ter que me explicar algumas coisas. – Ele murmurou.

        - Tudo bem. – Sorriu.

      - O que foi que o sarnento Grifinório fez? – Ele fechou o livro com um movimento  que fez um baque surdo e o colocou em cima da mesa. – Draco me mandou uma carta contando por cima o que houve. Mas gostaria de ouvir de você, além de me explicar o porquê da senhorita ter saído de onde estava para o centro de Harlow. – Falou pausadamente dando ênfase as palavras chaves.

        Maeve suspirou colocando as mãos entre os cabelos dele. Fez o mesmo que havia feito com Lupin, mostrou a ele tudo o que havia ocorrido, além da discussão dos dois na noite quando o trio havia chegado depois de recuperar a espada. Ela retirou as mãos dos cabelos dele e andou até se encostar na mesa de frente para ele.

        Snape continuava irritado. Mas ficou curioso em certo ponto.

        - Confia tanto assim em mim? – Indagou.

        - Sim. De olhos fechados. Achei que já tinha percebido. – Alfinetou.

        Ele franziu a testa a olhando como se estivesse duvidando de algo.

        - Acabei de lembrar de uma coisa. – Ergueu uma das sobrancelhas.

        - O que foi? – Perguntou confusa.

        - Suponho que ainda esteja dolorido. – Havia malicia em sua voz.

        Maeve entendeu o que ele quis dizer rapidamente.

       - Sim. – Ela escorregou na mesa até ficar com as pernas encostadas nos seus joelhos. – Vai querer ver se tem mais alguma marca aqui?

        Snape olhou em reprovação para ela cravando seu olhar no dela. Alcançou a varinha e encostou a ponta no joelho direito. Quis testar até onde ela seguraria o seu olhar. Maeve continuou parada, sabia o que ele iria fazer. Aos poucos ele foi subindo a varinha, roçando na pele, levantando o tecido até que a ponta chegasse ao ponto que ele sabia que havia mordido e onde o hematoma ainda estaria ali para denunciar o que tinha sido feito. Ela respirou um pouco mais pesado. Fez o mesmo com a outra perna dela. Maeve retirou o sobretudo expondo os braços, ombros e o pescoço.

       - Eu disse que não iria acontecer nada. – Sorriu torto relembrando que não havia acontecido nada daquele tipo, mas em compensação sua vida estava ficando por um fio a cada dia. Suspirou fazendo o sorriso morrer enquanto olhava para a parede.

        Ele puxou ela pelas pernas a fazendo sentar de frente para ele em seu colo. Ela corou sem querer pelo movimento ter sido inesperado. Snape sorriu torto enquanto suas mãos seguravam a cintura dela e a puxavam para mais perto. Maeve sentiu de imediato a ereção. Seus braços puxaram ela para mais perto enquanto avançava para o seu pescoço.

        - Senti falta desse cheiro. – Mordiscou o pescoço dela.

        - Mesmo? – Brincou.

        Maeve puxou-o pelo queixo e o beijou. Ele retrucou faminto enquanto suas mãos apertavam cada parte do seu corpo com força como se estivesse se certificando de que realmente ela estava ali. As alças do vestido dela foram puxadas aos poucos para baixo, deslizando com a ajuda dos seus dedos até que os seios saltassem para fora, enrijecidos. O beijo continuou indefinidamente enquanto ele apertava e brincava com os mamilos dela. Mordeu levemente o lábio inferior dela e desceu pelo pescoço mordiscando, beijando, até o seio esquerdo onde o abocanhou sem pudor algum, sugando-o com força o que fez ela enterrar as mãos em seu cabelo enquanto gemia baixinho.

        Beijou o vão entre os seios e foi para o direito repetindo o mesmo que havia feito, com vontade. As mãos indo e vindo pelas coxas dela, fazendo cada vez mais pressão, marcando a pele com linhas vermelhas.

        Entretanto a alegria deles duraria pouco. Alguém bateu na porta chamando por ele.

        - Severo! Dumbledore está lhe chamando! – Era Minerva.

        - Já estou indo! – Respondeu irritado novamente.

        - E eu sei que você está ai Maeve! Apressem-se.

        Os passos ecoaram corredor a fora.

        Maeve revirou os olhos enquanto Snape subia o vestido dela novamente deixando-o como estava. Beijou mais algumas vezes ela antes de realmente se levantarem. Saíram os dois carrancudos e irritados, porém menos tensos. Ela fez cara de preocupada quando vários alunos passaram por eles indo em direção ao dormitório. Alguns pareciam apiedar-se dela.

        No fundo Snape odiava aquela situação. Quase nunca terem tempo, aqueles olhares curiosos dos alunos, as ameaças que vinham de fora e que encurtavam amaldiçoadamente qualquer coisa que pensassem. Se pelo menos estivessem juntos publicamente ele não precisaria esperar os poucos momentos em que estavam sós para poder toca-la e conversar normalmente. Aquela ideia o ocupou até chegarem na entrada para a sala de Dumbledore.

        Não era mais uma má ideia. Ou talvez ainda fosse. 


Notas Finais


Dumbledore dê logo o conselho deles se assumirem rapaz, ajudaê pow! kkkkk


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