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História Black Bird - Capítulo 6


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Notas do Autor


Oi Oi
Então
Avisando aqui que faltam somente 2 capítulos para terminar u.u
Boa Leitura e desculpem os erros :v
Não reli ~

Capítulo 6 - Six


“O amor é como um pingo que cai dentro do oceano, antes de cair é destrutível, após, torna-se imutável!”

– Adnan Fhelipe

Neve cobria as ruas e algumas casas. Sua respiração descompassada notificava-o seu cansaço, pois, fazia-se alguns minutos em que retirava a neve da frente da residência. Sua irmã fora trabalhar, como se foste um dia comum. Estava sozinho com Yuichiro, deixando-o ainda mais nervoso que o habitual desde que houvera descoberto um segredo desprezível de Shigure. Inspirou e suspirou, na tentativa de parar suas recordações. Era mais do que seu dever ignorar isto, pois, mesmo que amasse ambos, não tinha direito de interferir naquela história que era escrita. Endireitou-se e caminhou em direção a uma quantidade de neve, dando início ao seu ‘trabalho’.

Diferente do lado de fora da residência, a casa estava aquecida. Retirou suas botas, em seguida seu casaco, o guardando em seguida. Adentrou ao próximo cômodo. Os raios solares iluminavam a sala, deixando-a de alguma forma mágica. Se direcionou a cozinha e começou a preparar o famoso chocolate quente. Algumas horas passaram-se. Depositava duas xícaras na bancada, enquanto enchia o conteúdo com o líquido. Colocou o bule no fogão. Pegou ambos os objetos e caminhou em direção ao seu destino.

A porta do quarto estava aberta. Permaneceu parado em frente à entrada, enquanto observava atentamente cada movimento do moreno. Yuichiro encontrava-se sentado em uma cadeira de escritório que havia encontrado e reformado. A mesa de estudo do mesmo estava completamente bagunçada, mas para o próprio o agradava desta forma. As madeixas negras estavam amarradas com um pequeno coque, apesar de que os cabelos do menor não se encontravam tão longos. A feição de concentração de Yuichiro era esplêndida. Recobrou de sua admiração pelo moreno e dera leves batidas na porta com seu pé esquerdo, já que ambas as suas mãos estavam ocupadas.

Yuichiro se direcionou a para si e sorriu. Novamente lá estava aquele sentimento que poderia dizer que se tornará seu melhor amigo. Caminhou em direção a aquele que possuía seu coração nas mãos, mas não fazia ideia de tamanho poder. Não havia reparado, mas houvera retribuído aquele sorriso que superava as setes maravilhas do mundo com tamanha facilidade. Depositou uma das xícaras na mesa.

- Chocolate quente. – Disse Mikaela, tentando transparecer normalidade.

- Obrigado, Mika! – Disse Yuichiro, pegando o objeto e tomando um gole. O loiro notou que algo incomodava o menor.

- Algo lhe incomoda? – Pergunta Mikaela, encostando-se em uma das prateleiras de livros e em seguida tomando um gole do seu chocolate quente. O moreno endireita-se na cadeira e sorrirá fraco.

- Não aconteceu nada. – Disse Yuichiro, sorrindo, tentando transparecer que se encontrava bem, mas que fora totalmente em vão.

- Diga-me. – Disse Mikaela. Sua voz soou séria e autoritária. O menor apenas suspirou, rendendo-se, pois, se continuasse a evitar com certeza sofreria um interrogatório.

- Mika, você me acha um bom esposo? – Pergunta Yuichiro, tomando um gole de seu chocolate quente.

- Eu não acho, eu tenho certeza. – Disse Mikaela, sério. – Se você não fosse, Shigure nunca teria aceitado se casar com você.

- Você tem razão! Ela tem uma personalidade muito forte, algo que sempre me atraiu nela. – Disse Yuichiro, sorrindo. Naquele instante houvera dois sentimentos transbordando no ambiente. Um sentimento de felicidade proporcionado por lembranças inesquecíveis e um sentimento de profunda tristeza por saber que a pessoa amada nunca retribuiria estes mesmos sentimentos.

- Se você está ciente disso, porque me fez uma pergunta estupida dessa? – Pergunta Mikaela, confuso.

- Notei que Shigure tem me evitado ultimamente, mas sei que ela não está me traindo, porque ela me ama assim como eu a amo profundamente. – Disse Yuichiro.

A feição do menor era de pura tristeza e frustação, por não compreender o que acontecia com sua esposa. Ao ouvir aquelas palavras ficará ainda mais devastado, pois, estava ciente da traição de sua irmã. Queria ter forças o suficiente para conforta-lo e dizer que estava tudo bem, mas não tinha. “Eu a amo profundamente” ainda ressoava dentro de si como se fosse Olá Olá
Boa Leitura e desculpem os erros :v
Não reli ~eco e si próprio um penhasco. Tomou um gole de seu chocolate quente. A neve caia com mais intensidade.

- Não se preocupe com isso.... Estamos chegando em uma data que representa muita coisa para nós. – Disse Mikaela, depositando sua xícara na mesa. – Por isto, não se preocupe.

- Sabia que existia algo por trás deste afastamento. – Disse Yuichiro, sentindo-se aliviado. – Obrigado por me dizer isso Mika! Fico mais calmo em ouvir isso. Eu não sei o que faria se perdesse Shigure!

O sentimento de alivio de Yuichiro o deixou tão irritado, que se aproximou do mesmo, segurou a gola do suéter e o ergueu como se fosse um boneco de pano. O menor estava completamente confuso, pois, era rara as vezes em que agirá impulsivamente e demonstrava suas emoções.

- Como pode ficar feliz com estas migalhas, Yuu-chan! Você não merece isso, entendeu?! Você merece mais do que qualquer coisa... A verdade é que você merece o mundo! – Grita Mikaela, completamente exaltado.

- Porque está agindo assim Mika? – Pergunta Yuichiro, confuso. O moreno leva as mãos em direção aos pulsos do loiro, que ainda o segurava pela gola do suéter. – Do que está falando?

- Do que estou falando? – Pergunta Mikaela, que solta o menor assim que escutará aquelas perguntas. Afastou-se e depois, voltou para a frente do moreno. – Shigure está lhe traindo. Você me escutou? Ela lhe trai!

- Mentira! – Grita Yuichiro, transtornado. – Porquê você está contando mentiras sobre sua irmã, Mika? Você sempre a admirou mais do que qualquer um!

- Pare de agir assim! – Grita Mikaela, transtornado. – Até quando você irá fechar os olhos para essas atitudes dela? Até quando irá agir como inocente? Não está nítido que ela não ama mais você ou você quer que eu traga o amante dela para vocês se conhecerem?

Um som alto e agudo soou naquele cômodo que ficará silencioso. Yuichiro havia estapeado Mikaela em sua face. Fora a primeira vez que o moreno agia de maneira violenta com outra pessoa. O loiro levou a mão direita em direção ao lado direito da face, depositando-a no local, ainda sem acreditar no que havia acontecido.

- Não fale de Shigure dessa forma! Ela é sua irmã e eu a amo, entenda isso. Você esqueceu tudo o que ela fez para você? – Pergunta Yuichiro. – Creio que não. Então não a ouse jugar a mim ou a ela. Você me perguntou porque permaneço em silêncio e cubro os olhos para isso, eu lhe responderei de bom grado. Eu a amo, esta é minha resposta. Quando você aprender a amar, você compreenderá Mika! Agora se me der licença...

- Espere... – Disse Mikaela, segurando o braço de Yuichiro que tentava se soltar. – Você disse que quando eu amasse, eu entenderia. Eu realmente não entendo, porque meu amor não é retribuído pela pessoa a qual amo, mas se eu tivesse uma chance eu com certeza me esforçaria para compreender, pois, a única coisa que eu sei entender é a dor e a solidão.

Rapidamente virou-se e em seguida puxou Yuichiro para perto de si. Segurou o pulso do moreno com uma certa força e aproximou-se. O menor encontrava-se completamente estagnado. O beijou. Como sempre imaginou, os lábios de Yuichiro eram macios, quentes e tão aconchegante quanto uma lareira em um dia de inverno. Seu coração acelerava mais rápido que um Koenigsegg One. Sentia-se como uma criança que provará em um doce que sempre sonhou e imediatamente tornou-se dependente de tal sensação. Mas, fora breve este momento, pois, o moreno conseguiu soltar-se de si e lhe chutar entre as pernas, fazendo gemer de dor. Yuichiro ainda incrédulo com que havia acontecido, somente correu para longe de si, enquanto esperneava de dor no chão.

Quando recuperado o procurou por toda casa, mas não o encontrou. Decidiu espairecer, pois, ainda conseguia sentir toda a adrenalina em seu corpo. Calçou suas botas, o casaco e pegou seu headphone. O acoplou em seu celular, selecionou o aplicativo de música e em seguida um álbum de música clássica. Antes de se retirar da residência, olhou para trás e suspirou. Levou a mão a porta, girando a maçaneta, abrindo-a. Quando colocará o primeiro pé na entrada, sentia que deixava algo importante para trás. Por fim, fechou a porta e se direcionou a algum local aleatório. Estava em um restaurante que lhe lembrava o Pop’s da série Riverdale. O ambiente anos oitenta o intrigava e deixava-lhe feliz. Em sua mesa, uma xícara de chocolate quente. Olhava através da janela a neve que caia exponencialmente. Era o único no local. O único som emitido era proporcionado pela Jukebox, que tocava Time Of My Life, do Dirty Dancing.

- Now I've had the time of my life; No, I never felt like this before; Yes I swear it's the truth; And I owe it all to you... 'Cause I've had the time of my life... And I owe it all to you... – Cantarolou Mikaela, junto a música.

‘Agora, eu tive os melhores momentos da minha vida; Não, eu nunca me senti assim; Sim, eu juro, é verdade; E devo tudo a você; Pois, eu tive os melhores momentos da minha vida... E eu devo isto a você. ’


Notas Finais


Obrigado por lerem!
Voltem Sempre!
Deixarei o link da música, fiquem a vontade para escutar ou não :D
Dirty Dancing - Ritmo Quente/(I've had)The Time Of My Life:https://www.youtube.com/watch?v=sfVb4TDnbBg


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