História Black Demon - Capítulo 2


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Categorias Kuroshitsuji
Personagens Alois Trancy, Ciel Phantomhive, Claude Faustus, Elizabeth Midford, Grell Sutcliff, Personagens Originais, Sebastian Michaelis, Sieglinde Sullivan, Undertaker, William T. Spears
Tags Adulto, Kuroshitsuji, Sebaciel, Sobrenatural, Violencia
Visualizações 24
Palavras 2.792
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Famí­lia, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Volteiii!!!!
Gente, tenho um aviso bem rápido pra dar. É o seguinte, eu vou sempre postar capítulo novo aos sábados, porque assim eu tenho tempo para fazer as minhas outras coisas e tals.

Era só isso! Espero que gostem.

Capítulo 2 - Reencontro


~ 08:53 PM ~

~ 04/03/2104 ~

Derick estava dirigindo ao lado de Betty, que também é uma investigadora, até a velha mansão Phantomhive. Derick se sentiu feliz e muito grato quando ela disse para Cristian ir com o amigo dela, e que ela iria com Derick, o fato de estar longe daquele cara o deixava tranquilo e mais relaxado.


Já tinham se passado mais de oito horas que eles estavam dirigindo em silêncio, mas não era no sentido ruim, era bom pois conseguia se concentrar melhor na estrada e, sempre que ele está perto de uma mulher pela primeira vez, se ela puxar conversa, ele irá se atrapalhar todinho e falar mais que o necessário, é sempre assim.


A viagem foi longa por a mansão Phantomhive ser longe da cidade e mais longe ainda do centro de Anuyde. Eles vão chegar na mansão Phantomhive por volta das nove horas, mas se eles tivessem saído as nove horas da manhã, teriam chegado lá à um bom tempo. Mas, alguns policiais queriam ver o caso, sendo que aquele caso era dos investigadores. Começaram uma discussão, que durou mais de duas horas, e acabaram perdendo ela, o caso é dos investigadores.


Derick olhou para a mulher sentada no banco do passageiro e a viu dormindo. Fazia um tempinho que ela estava dormindo, e antes de ela dormir ela pediu para que quando estiverem perto de chegar na mansão Phantomhive ele a acordasse. Eles estavam perto, faltava poucos minutos para conseguirem ver o portão da mansão Phantomhive, mostrando o brasão da família.


- Ei - Derick segurou no braço dela e a balançou de leve para que acordasse. - Estamos quase chegando. - A mulher acordou desorientada. Arrumou o cabelo que estava um pouco bagunçado e se recostou no banco.


Logo pode se ver o portão grande e enferrujado aberto, várias plantas ao redor da residência Phantomhive, a mansão estava caindo aos poucos. Ninguém nunca soube como aquela mansão ainda tinha vários cômodos intactos, era realmente intrigante aquele fato.

Derick percebeu que a mulher ao seu lado estava agitada e estranhou aquilo. Mas, antes que perguntasse o por que da agitação dela, a mulher apontou para um lado da mansão Phantomhive, mais precisamente para a floresta, estava pegando fogo.

- Aquele canto da floresta está pegando fogo! - Derick parou o carro e todos os outros cinco carros pararam também. Todos saíram dos carros assustados pelo fogo que era bem notável. Agora Derick pode ver várias coisas que não tinha prestado atenção antes, árvores derrubadas, sangue por cima de vários destroços e plantas, alguns pedaços de roupas e lâminas por toda parte.

- Mais que porra aconteceu aqui?!

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~ 5 horas antes ~

- Bom te ver de novo, Lady Sullivan.


- Sebastian! - Ela exclamou surpresa, realmente não conseguia acreditar em quem estava à sua frente. - Como você está vivo?


- Não diria que vivo, está mais pra existindo. - Ele a olhava com um sorriso pequeno.


- Foda-se! Eu só quero saber como. - Ela disse agarrando-o pela camisa deixando eles próximos. Os olhos de Sieglinde esbanjavam ódio, Sebastian se perguntava o por que daquilo.


- Por que está tão irritada? - Ele perguntou, agora, sério.


- Você realmente está me perguntando isso. - Ela riu na cara dele, e ao ver que ele estava realmente perguntando aquilo, ela gargalhou alto. - Hum, quer dizer que esqueceu. Bem, eu não esqueci e ele também não.


- Não sei do que está falando, Lady Sullivan. - Ele disse ainda sério.


- Não me chame assim, essa porcaria de ser tratada como uma dama não é pra mim. - Ela falou colocando novamente a lâmina de formato estranho contra o pescoço dele. - Responda a minha pergunta.


- Sabe que isso não pode me matar.


- Nossa, parece que você está muito por fora de tudo que mudou nos últimos séculos. Então, talvez tenha revivido, e com certeza recentemente. Inacreditável. - Sieglinde falou ainda com a lâmina contra o pescoço de Sebastian. - Mas, que foda-se essa merda! - Ela levou o braço para cima e rapidamente o desceu, Sebastian em um movimento rápido e ágil chutou ela para o lado. Ele se levantou do chão. Sieglinde lançou a lâmina em direção de Sebastian, mas o mesmo desviou. Ela se levantou e aquilo parecia ser um convite para atacar, mas Sebastian não o fez.


- Sullivan, o que aconteceu aqui? - Sebastian estava realmente confuso, parecia que tinha dormido um dia inteiro e nesse tempo o mundo mudou completamente. As coisas estavam diferentes de antes. Sieglinde ignorou a pergunta dele a tentou o acertar com outra lâmina igual à outra que tinha arremessado em Sebastian. Ele desviou de novo.

- Por que você fez aquilo? - Ela perguntou novamente avançando contra ele, que dessa vez ela conseguiu o acertar.

- Ah! - Gemeu de dor e ficou surpreso por sentir tanta dor por causa de um corte que nem era tão profundo. - O que é isso?

- Não responda a minha pergunta com outra pergunta, eu quero uma resposta agora! - Ela novamente correu até ele e tentou acertar a cabeça dele, mas ele segurou seu pulso. Com a outra mão livre ela pegou outra lâmina e tentou o acertar dessa vez no peito, mas ele novamente a impediu segurando sua mão. Ela rapidamente chutou a perna dele com força, que fez um estalo, ele se contorceu de dor e soltou os pulsos dela. Ela socou a cara dele e tacou o joelho na cara de Sebastian. Ele caiu de joelhos no chão com o nariz e a boca sangrando. - Me responda!

- O que foi que eu fiz? - Sieglinde ao ouvir pareceu mais irritada.

- Você está brincando comigo? - A voz dela deixava bem claro o tanto de raiva que tinha no momento. - Maldito seja! Você matou aquele cara mesmo sabendo o quanto ele era importante para o ciel, e ainda tem coragem de dizer na minha cara que não sabe o que fez.

- Do que você está falando? Eu realmente não sei de nada disso. - Sebastian falou desviando de mais uma lâmina que Sullivan tacara nele, e de tanto ele ir para trás eles saíram da floresta escura. - Bocchan? Ele está bem?

- Você é um puto de um cretino! - Sieglinde gritou enquanto apontava para Sebastian. - Você fez aquilo e pergunta se ele está bem? Olha aqui, naquele tempo em que você fez aquilo o Ciel ficou muito mal, porra! Ele era um humano e os sentimentos dele ainda eram confusos. - Ela estava avançando em Sebastian com muita raiva, ele nunca tinha a visto assim. - Eu odeio você por ter feito aquilo! - Enquanto eles lutavam, eles começavam a chegar perto da mansão Phantomhive e deixavam lâminas por todo o jardim. - E eu tenho certeza que o Ciel também te odeia! - Ela gritava mostrando toda a fúria que estava sentindo no momento.

- Sullivan, eu não me lembro de nada disso! - Sebastian gritou desviando de mais outra lâmina, mas enquanto desviava dessa lâmina, outra lâmina foi lançada em Sebastian que arrancou um pedaço da camisa dele e o sangue dele espirrou em algumas pedras e matos por ali. Ele pressionou a mão naquele canto. estava doendo, ele nunca tinha sentido dores igual àquela.

Sebastian não queria machucar ela, mas o caminho que a situação estava tomando não era a favor dele. Então só o que lhe restava era se defender e atacar. Sieglinde lançou mais duas lâminas contra Sebastian, que desviou de uma e pegou a outra. Dessa vez ele quem avançou contra ela tentando acertar ela com a lâmina. Sieglinde segurava duas lâminas.

Os dois estavam lutando com as lâminas, os dois perderam sangue e pedaços de suas roupas. O jardim da mansão Phantomhive estava cheio de sangue e pedaços de roupas rasgados, árvores tinham sido derrubadas, Sebastian e Sieglinde estavam ensanguentados, machucados e cansados. Aquilo tinha durado mais de quatro horas.

Sieglinde já não fazia mais perguntas, seu rosto esbanjava muito ódio. E Sebastian continuava confuso, mas atacava na mesma intensidade que Sieglinde.

Sieglinde a cada ataque ficava com mais raiva de Sebastian. O ódio tinha tomado conta de seu corpo, ela se sentia quente com muito calor. Sebastian estava começando a ficar com raiva, estava sendo atacado sem saber o porquê.

De repente os olhos de Sebastian refletiram chamas ardentes, como as do inferno, aquelas que te queimam por toda a sua eternidade. Chamas estavam ao redor das mãos de Sieglinde, ela começou a tacar fogo em Sebastian que desviava com dificuldade e ao que ele desviava das chamas, o fogo pegou nas árvores e a floresta começou a incendiar.

Sebastian olhou para as chamas que estavam queimando as árvores grandes, ao voltar a olhar para o canto em que Sieglinde estava não a vê mais lá. Ele começa a olhar para todos os lados procurando por Sieglinde, mas não conseguia vê-lá em nenhum lugar. Até que ele é acertado na cabeça e caí no chão desacordado.

<• • •>


~ Agora às 09:13 PM ~

- Mais que porra aconteceu aqui?!


- Betty! - O amigo de Betty vinha correndo, parecia desesperado. - A entrada! - Ele parou recuperando o fôlego. - A entrada está bloqueada.


- Como assim a entrada está bloqueada?!


- Árvores! - Ele deu uma pausa. - Tem várias árvores tampando o portão. Não tem nenhuma saída.


- Impossível! Árvores não crescem em apenas cinco minutos. - Ela disse um pouco alto. - Me diga que está brincando. - Ela falou mais baixo perto dele.

- Senhora, eu não estou brincando, isso é sério. - Betty ao ouvir isso olhou para as chamas e depois para a mansão Phantomhive, que já estava queimando junto às árvores da floresta.

- Merda! - Derick disse ao olhar para a mansão Phantomhive, que enquanto estava sendo queimada ela ia desabando, fazendo barulhos altos.

Apesar da maioria que estava ali serem profissionais, o medo de morrer contaminou os investigadores. Alguns estavam paralisados, outros perguntavam a Betty o que fazer, ela mandava todos se acalmarem. Derick estava imóvel, olhando para a mansão Phantomhive, a visão para ele era perturbadora, era como se conseguisse ver todos os seus antepassados sofrendo naquela mansão, queimando no fogo. Parecia que todos eles o observava pelas janelas, todos eles. No segundo andar, na janela de um quarto que ainda não tinha desabado, parecia ser uma criança o olhando, era como se ela o chamasse. Ele começou a andar em direção da mansão, sem dar conta de que os outros investigadores gritavam de desespero. Sem ter noção do que estava acontecendo ele deu as costas ao outros é continuou andando até a mansão amaldiçoada pelo o fogo.

A criança estava queimando junto à mansão, mas diferente dos outros parentes que estavam queimando naquela residência, ele estava parado, em pé, olhando fixamente para Derick, apesar de ele não conseguir ver os olhos da criança sabia que ela estava olhando para ele, a criança parecia não sentir dor, diferente dos outros ela não sofria, ela apenas observava tudo aquilo desmoronar junto aos seus parentes e esperava a sua vez chegar. Aquela criança parecia ser a que mais sofreu e, agora, não sofre ou sente dor, ela apenas observa aquela mansão se desfazer com toda a história que a família Phantomhive teve.

- Pare! - Derick parou de andar ao ouvir um grito esganiçado atrás de si. Ele continuava olhando para a mansão, mas não via mais as pessoas que morreram nela. Ele virou para trás lentamente ao que escutava mais gritos de pessoas. Agora, via todas as pessoas que estavam atrás dele desesperadas mortas. Braços e cabeças arrancadas estavam pelo o jardim, rostos aterrorizados, barrigas abertas, tripas para fora, corpos mutilados, tudo aquilo estava atrás dele.

- Não se mexa! - A voz de uma mulher apareceu atrás de si. Tinha uma lâmina contra o pescoço dele, ele estava paralisado, não sabia como reagir à tudo o que viu agora à pouco. As coisas estavam confusas. Ele foi arremessado com força contra o chão, o que lhe tirou um gemido de dor. - Derick, o que faz aqui? - Ele percebeu já ter escutado aquela voz antes e, logo se lembrou da mulher que à aquela hora estaria o esperando em seu apartamento, usando algumas blusa dele enquanto cozinha o jantar. Não podia ser, ou podia?

Ele lentamente se virou para ela que estava em pé a sua frente. Era ela, a mulher por quem se apaixonou e se entregou de corpo e alma. Era a mulher perfeita que sempre o recebia em casa preocupada se alguma coisa tinha dado errado em seu trabalho. E ele simplesmente não queria acreditar.

- Sueli. - Ele fechou os olhos algumas vezes como se aquilo o ajudasse a ver melhor e que aquela mulher a sua frente ensanguentada não fosse a sua amada.

- Me responde, droga! - Ela chutou ele que ainda estava dolorido por ter sido jogado no chão com tanta força.

- Sueli, é você mesmo? - Ele parecia desesperado por um não vir da mulher, ele queria que não fosse ela.

- Sinceramente, você foi a pior geração dos Phantomhives. - Ela colocou a mão na testa enquanto observava ele quase chorando no chão. - Eu não sou a Sueli. - Ele pareceu mais aliviado. - Na verdade, a Sueli nunca existiu. - Ela disse enquanto se agachava perto dele. - Eu apenas inventei essa personagem para arrancar algumas coisas de você. - A mulher falou baixo segurando o queixo de Derick o forçando a olhar para ela. - E eu só perdi o meu tempo naqueles cinco meses em que fiquei com você. - Os olhos dela não demonstravam compaixão, não sentiam pena do homem a sua frente.

- Você não pode ter feito isso! - Ele disse enquanto algumas lágrimas rolavam por seu rosto.

- Ah, eu fiz! Eu fiz a Sueli, eu fiz você se apaixonar pela Sueli, eu quem matei os seus parceiros ali. - Ela ditava enquanto passava os dedos pelo o rosto de Derick. - Eu fiz tudo isso.

- Não pode ser. - Ele sentia seu peito doer, mas não era fisicamente. - Como aquela mulher linda e gentil pode ter sido interpretada por você. - Ele falava enquanto tremia de raiva por ter sido enganado.

- Por favor, uma mulher gentil, delicada, meiga, graciosa, bondosa, habilidosa e linda hoje em dia é muito, mais muito raro de se encontrar, e assim que uma mulher desse jeito tem contato social com outras pessoas ela já não é mais a mesma. Apenas aceite que tudo foi uma ilusão, e que você se apaixonou por uma pessoa que nem existe. - Ela colocou a mão na boca dele o impedindo de falar. - Estou cansada de fazer perguntas e as pessoas não me responderem. - Ela começou a pressionar as unhas contra a bochecha de Derick. - Homens são tão idiotas, mas eu não tenho pena de vocês. - Ela pressionou com mais força, começando a cortar a pele da bochecha dele. - Eu não iria matar você, mas como você é uma pessoa tão insignificante e com uma vida miserável, eu irei poupá-lo de viver essa sua vida merda. - Ao pressionar com mais força ela rasgou a bochecha até a boca. O sangue escorria sem parar e Derick apesar de sentir muita dor não conseguia se mexer, apenas gritar. Para parar com os gritos do homem, a mulher começou a puxar a língua dele, que gritava mais alto. Começou a rasgar até ela ter arrancado completamente a língua dele.

A mulher se levantou e olhando fixamente para Derick ela pegou uma lâmina de formato estranho e começou a passar ela pelo o corpo do homem que não podia fazer nada além de sentir dor. Ela deixou cortes por todo o corpo dele, até que chegou em seu pescoço.

- Irei acabar com o seu sofrimento. - E ela cortou a garganta dele fazendo o sangue jorrar para todo lado. O rosto da mulher e suas roupas ficaram mais ensanguentadas do que antes. Ela parou um pouco e observou o homem que acabará de matar. - Tolo!

Ela se levantou e andou até os outros corpos, percebeu ter matado muitas pessoas. Olhou para a mansão Phantomhive que, agora, não pegava mais fogo, estava intacta, uma versão melhorada da mansão Phantomhive que tinha estado a tarde. Parecia como a de anos atrás, isso novamente a trouxe lembranças de muitos anos.

- Que nostálgico! - Ela disse um pouco alto, e olhou para uma árvore perto dali, depois olhou para os corpos recém mortos. - Acho que Ciel irá ficar bravo.

Continua


Notas Finais


Foi isso, espero que tenham gostado, e no próximo capítulo muita coisa vai ser explicada, só esperem.

Até o próximo!


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