História Black feathers - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS), Black Pink, Dreamcatcher, Got7, Mitologia Grega, Monsta X
Personagens BamBam, Gahyeon, Jackson, JB, Jennie, Jin, Joo Heon, Ki Hyun, Lisa, Mark, Personagens Originais, Rap Monster, Rosé, Siyeon, Suga, V, Won Ho, Yoohyeon
Tags Anjos, Black Pink, Bts, Demonios, Dreamcacter, Espíritos, Got7, Jennie, Lisa, Mitologia, Monsta X, Sobrenatural, Taehyun, Terror
Visualizações 12
Palavras 1.946
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Hentai, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Gente, esse capítulo deu um pouquinho de trabalho pela quantidade de pesquisa que tive que fazer para colocar. Então eu espero que gostem muito dele. Bom, sem mais delongas, aproveitem e se divirtam.

Capítulo 2 - Keep raining


Fanfic / Fanfiction Black feathers - Capítulo 2 - Keep raining

Kim não se lembrava de adormecer, tampouco de como havia chegado em sua cama e embalado o próprio corpo daquela forma nas cobertas de tom violeta. Então ficará um tanto surpresa quando os olhos claros que agora havia uma pequena sombra como dias chuvosos, se abriram dando de cara com a janela que batia com força pelo vento que ainda não havia se acalmado e parecia piorar a cada segundo desde o começo daquela horrível tempestade. E como um raio, todas as memórias do que havia acontecido na noite anterior, lhe atingiu a cabeça, tendo que pular para fora da cama rapidamente, olhando cada pedaço daquele quarto para ter certeza que estava sozinha ali e que tudo não havia passado de apenas mais um de seus pesadelos sem explicação. — Mas...— Murmurou piscando diversas vezes.

Algo não se conectava em sua cabeça; como havia parado na cama se estava no chão? O que havia acontecido? Quando foi dormir? Estava tendo uma alucinação insana na noite anterior? Será que finalmente estava mergulhando na insanidade total e absoluta?

Seu corpo se estremeceu por completo em uma corrente de gélida que subiu por sua coluna assim que os olhos pousaram sobre a pena negra sobre tapete felpudo no centro daquele carpete branco. Passo a passo, se aproximou daquela bela pena que apesar de sua cor escura, parecia brilhar como as estrelas que tanto admirava. Os dígitos longos de pianista deslizavam pelas fibras de tapete devagar, se aproximando do objeto em sua frente, mas foi totalmente interrompida pelo grito alto que sua mãe dera do pé da escada, lhe convidando para o café da manhã. — Estou indo. — YangMi se levantou em um suspiro baixinho ao olhar para pluma ali pousada em sua frente. Aquilo teria que ficar para mais tarde. — YangMi, venha comer! — Novamente o timbre rouco, porém doce de sua mãe lhe invadiu os ouvidos, balançando a cabeça algumas vezes para se retirar de seu quarto em passos rápidos.

Como sempre, a cozinha cheirava a perfeita culinária que sua mãe conseguiu aperfeiçoar a cada viagem para o exterior. Naquele dia em especial, havia preparado croissant em massa açucarada, chá de morango e panquecas com bastante mel como sua pequena gostava. Deixando todo o ambiente à mercê do cheiro açucarado que ficava ainda mais belo quando se misturava ao aroma da chuva que atravessava as pequenas brechas deixadas na janela para o dançar da brisa pela casa. — Você está com uma cara péssima. — O homem de meia idade com fios negros penteados para trás, mostrando poucas marcas grisalhas de seu tempo bem vivido se pronunciou em meio a um riso baixo, erguendo uma das sobrancelhas grossas ao ver o semblante fechado que a filha havia feito. — Espero que o reitor não se assuste com sua carranca, YangMi. — A garota de longas fibras negras revirou os olhos levando um grande pedaço de croissant para a boca. — Olha aqui Senhor Kim, você deixou a casa nas minhas costas em uma das tempestades mais potentes registradas na Coreia do Sul nos últimos cinquenta anos. Então sim, eu dormi super mal essa noite e ainda tive pesadelos. — Levantou-se rapidamente, girando a caneca de chá gelado de morango sobre os lábios, no intuito de ajudar a massa descer, também para evitar o assunto que sempre surgia quando mencionava seus tormentos recorrentes. — E eu não assusto ninguém. Irei me arrumar, ainda preciso fazer o tour pela KAIST. — A muito tempo, a morena vinha marcando e remarcando sua visita na faculdade qual havia escolhido cursar – astronomia –, e por tais motivos, estava quase perdendo sua tão preciosa vaga, então era de suma importância que aquele dia mantivesse sua cabeça no lugar e visada no que estava em jogo, uma vez que aquilo fosse seu futuro.


                          [...]


Mesmo que agora estivesse sentada no banco daquele táxi desconfortável, carregando em seu colo pilhas de papéis que tentava a todo custo decorar caso recebesse alguma questão de seu reitor, sua cabeça estava voltada totalmente para seus sonhos esquisitos que vinha tendo várias e várias vezes durante aqueles longos seis meses, e pela primeira coisa que não parecia ser algo projetado apenas por sua mente; aquele fino e radiante penacho deixado para trás.

— Madame, chegamos. Dezenove mil wons. — Sem dizer uma palavra, ela retirou as notas do bolso e entregou ao homem, abrindo a porta ao seu lado para abrir o guarda-chuva que iria lhe proteger dos pingos grossos. YangMi guardou rapidamente os papéis dentro de sua bolsa lateral de couro sintético de tonalidade marrom, deslizando para fora do veículo e se ajustando em baixo do tecido negro para correr pelo gramado verdinho com rapidez, podendo escutar os trovões estalarem mais e mais alto a cada passo que dava. Se não fosse totalmente cética, até pensaria que poderia ser um mal presságio, mas era apenas uma besteira criado por seu tempo entre os coreanos supersticiosos.

Assim que conseguiu encontrar abrigo de baixo da grande construção de pedra chamuscada, onde as folhas verdes das trepadeiras subiam perfeitamente se entrelaçando e criando raízes, finalmente fechou o guarda-chuva e o sacudiu para secar um pouco este, mesmo que fosse inútil, lhe deixando com uma bela cara irritadiça por ter molhado boa parte de seu sobretudo azul escuro. — Droga. — Rosnou batendo a ponta metálica do guarda-chuva contra o granito de tom terra vermelha clara uma vez, porém seu momento de esbravejar com sua própria falta de cuidado, foi interrompida totalmente quando o toque suave que trazia cheiro de rosas molhadas lhe alcançou o ombro coberto, lhe fazendo virar a face para encontrar com um pequeno sorriso de dentes perolados, acompanhado por lábios compridos e grossos, contornados por uma pele morena quase tão bronzeada como as que lhe roubava suspiros em sua curta estadia pela Austrália. — Posso ajudá-la? — O timbre grosso e firme lhe fez arregalar os olhos, sentindo suas costas se arrepiarem e seus ombros se tornarem tensos na mesma hora. — Você deve ser Kim YangMi, correto? Estava te esperando. Achei que iria desmarcar sua visita mais uma vez e teria que jogar sua vaga para o próximo da fila... — Ele girou o corpo sobre os calcanhares e o cheiro fresco de outono exalou daquelas fibras de tom castanhas queimadas se aproximavam a um belo tom de alaranjado. Provavelmente sua mãe – pintora – conseguiria tabelar mais que seus olhos treinados apenas no manto negro do céu. — Bom, de qualquer forma, bem-vinda a Korea Advanced Institute of Science and Technolog, mais conhecido como KAIST. Foi o primeiro instituto de pesquisa de ciência e tecnologia da Coreia do Sul. Fundado em 1966 com o financiamento do governo, ele tem um forte foco em pesquisas científicas e desenvolvimento, e possui parcerias com vários institutos tecnológicos importantes do mundo, além de ter diferentes campus em várias localizações, inclusive um na Europa. — O rapaz de roupa alinhada e poste sério, ao menos havia esperado que ela dissesse algo, antes de começar a caminhar com firmeza a cada passo, ditando com seu sotaque cantado as apresentações e condecorações daquela universidade. Porém a mente da morena vagava em de onde poderia ser aquele sotaque; Busan? Talvez...— A propósito, ainda não me apresentei, não é? — Suas pernas longas se juntaram em um rápido giro, fazendo-o ficar de frente para ela novamente, e sem que percebesse, seus olhos tão azulados já vagavam por cada traço leve que parecia ser desenhado a mão com todo o cuidado do mundo para que não houvesse sequer um erro. — Eu sou Kim NamJoon, sou responsável pelos cursos de astronomia, bioengenharia e ciência da computação. Em resumo, sou seu reitor. — Ela riu abafado, cruzando seus braços e dando um passo para trás ao vê-lo se curvando no tradicional comprimento coreano. — Você não é muito novo para tal coisa? Creio que eu tenha mais cara de reitora do que você. — O garoto ergueu a sobrancelha em um riso soprado, revirando olhos negros ao recolher as mãos dentro dos bolsos de sua calça preta. — Gentileza sua, porém tenho que dizer que sua educação é tão curta quanto meu pavio. É um desrespeito se portar de tal forma perante a alguém tantos anos mais velho e mais graduado que você, senhorita Kim. — Em meio a um suspiro, ela esticou a mão, lhe oferecendo a mão para cumprimentá-lo como tinha costume, uma vez que cresceu rodando o mundo e não apenas naquele regime cordial da Coréia do sul. — Kim YangMi, mas você já sabe. De todo modo, prazer. — Desta vez, NamJoon recuou olhando para a pequena mão da garota, acabando por suspirar se aproximando lentamente com a destra. Mas naquele momento, algo estranho aconteceu, era como se a própria eletricidade estivesse entrando em contato; ela podia ver a olho nu as moléculas em atrito, vibrando no ar e repelindo aquele toque a todo custo. Entretanto, nada fora suficiente, e assim que a mão macia do rapaz entrou em contato, sua mente se explodiu em milhares de cores e formas; brilhos grandiosos e imagens que nem mesmo ela conseguia entender. Gritos estridentes tomava seus ouvidos e seu corpo tremia como se estivesse envolto pelo próprio frio. YangMi diria até mesmo que seu cérebro estava derretendo se alguma palavra pudesse sair por seus lábios que tomaram as cores das geleiras polares. Em questão de poucos segundos, sentiu a eletricidade percorrer cada osso de seu corpo, levando-a a cair no chão, apagando por completo, enquanto sua espinha vibrava e pulsava em baixo da pele.

Seu corpo estava começando a despertar: podia sentir as lumes claras necessitando de serem abertas, apesar de ainda não conseguir; seus sentidos retornavam pouco a pouco, podendo sentir o couro pressionado contra sua face e o corpo encolhido espremido naquele sofá deveras confortável. O cheiro forte de livros velhos e café forte lhe invadindo as narinas. Porém ela não enxergava nada ainda, apenas conseguia ver algumas sombras pelo pouco que conseguia abrir seus olhos. — Eu te disse para não a tocar, imbecil! Ela ainda não está estável. — A voz conhecida por Yang de seus sonhos se fez presente em seus ouvidos, trazendo consigo aquele costumeiro arrepio por todo seu corpo, tendo que apertar com força a barra de seu casaco azul marinho para não soltar uma palavra sequer, mesmo que agora uma bola se formava em sua garganta, lhe trazendo a enorme vontade de gritar a plenos pulmões. — Eu não achei que iria a causar isso...— Desta vez, ouviu NamJoon junto aos passos que o levou ao seu lado, podendo sentir a respiração quente bater na altura de seus fios negros, como se estivesse a lhe observar. — Acha que ela se lembrou de algo? — Os passos lentos e suaves pareciam nem tocar o chão, mal podia o escutar se aproximando só pela sombra que enxergava, até que parou ao lado do reitor e se inclinou para frente. — Se ela se lembrou, terá que lidar com o chefe, NamJoon, e ele não gosta de falhas em seus planos. — A bochecha cheinha fora tocado por algo leve, fino e macio, descendo vagarosamente por seu maxilar, até que parou na ponta de seu queixo. — Espero que não tenha acabado com minha diversão...Mentes insanas sempre foram as minhas preferidas para brincar. — A voz ele se abaixou incrivelmente, carregando um efeito sonífero para o corpo da garota, e mesmo que ela tentasse lutar para não apagar uma segunda vez, seu corpo cedeu por completo, levando-a ao sono em questão de poucos segundos.

“Sabemos muito pouco o que nós somos e menos ainda o que podemos ser.”

                                      – Lord Byron


Notas Finais


Eu juro que o próximo capítulo as coisas começaram a ficar mais claras, então tenham calma kkkkkk
Ah, aviso que não precisam esperar que os idols adicionados tenham as mesmas personalidades, pois aqui rsrs é cada um por si.
Deixe seu comentário aí para saber o que estão achando c: é motivacional


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...