História Black Flag - Interativa - Capítulo 4


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Categorias Assassin's Creed
Personagens Adéwalé, Anne Bonny, Edward James Kenway, Mary Read (James Kidd)
Tags Ação, Álcool, Assassino, Assassins, Assassin's Creed, Aventura, Drama, Edward, Havana, Hentai, Interativa, James Kidd, Luta, Nassau, Observatório, Pirata, Romance, Século Xviii, Shipp, Suspense, Templários, Turnquez
Visualizações 134
Palavras 1.623
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Hentai, Luta, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá marujos, tudo bom?
Esperamos que sim.

Este capítulo é de meu amigo DarkLord, estou apenas a postar pelo mesmo.
Boa leitura e não esqueçam de ler as notas finais!

Capítulo 4 - Capítulo III - "Vejo que não é daqui..."


Fanfic / Fanfiction Black Flag - Interativa - Capítulo 4 - Capítulo III - "Vejo que não é daqui..."


           C A P Í T U L O  III

H A V A N A | 1715 |







Turner estava de frente para a casa do governador Torres, gostaria de saber o que estavam a planejar para o sábio, ou se ele estava realmente lá, poderia ter embarcado em um navio a muito tempo e estar a milhas distantes da cidade, ou então, aquele homem poderia ser apenas um impostor para que os assassinos perdessem o alvo real e acabassem indo atrás do falso. Pensou em diversas possibilidades, estava inundado por seus pensamentos que demorou alguns segundos para assimilar que alguém estava em frente aos grandes portões da casa de Laureano Torres - atual governador - que logo foi aberto pelos guardas para o mesmo entrar.



Mais um templário? — indagou a si mesmo.



Observou aquele indivíduo entrar, poderia ser mais um templário para reforçar a segurança de alguém? Ou uma emboscada?
Ficou a esperar até que aquela pessoa saísse dali para que pudesse arrancar informações do mesmo, do jeito fácil ou difícil, mas, o homem torcia para que fosse do modo difícil, tinha um certo prazer em torturar. Tirou de seu manto uma máscara negra com cortes que deixava a mostra somente seus olhos azuis e a colocou em sua face, esperaria aquele templário sair dali para tirar algumas respostas antes de jogar seu corpo em algum monte de fenos.

Passaram-se horas a fio apenas esperando que seu suspeito saísse dali, até que finalmente os grandes portões da casa de Torres foram abertos e pode ver quem saiu, porém estava acompanhado de Woodes Rogers e de alguns guardas, rosnou com raiva, era de se esperar que não saísse sozinho já que vários assassinos haviam vindo a Havana e poderiam haver alguns a espreita para vingar seus irmãos mortos. Ryan não pode deixar de notar o templário misterioso, e após alguns poucos minutos o analisando pode notar que não era um homem e sim uma mulher, o assassino não se surpreendeu, existiam mulheres na Ordem dos Templários, chegou a conhecer algumas e uma em específico, se a visse novamente estaria sete palmos do chão mesmo sabendo que não seria fácil.

O assassino os seguiu, sabia que Rogers não era o suficientemente atento para notar que tinha alguém os espreitando e por estar com curiosidade do que aquela mulher seria capaz em combate fingiu descuidar-se para ser notado por ela, que por sua vez olhava repentinamente para trás desconfiando da calmaria.

O moreno seguiu até a taberna, um lugar fechado com apenas uma saída, iriam encurrala-lo como um animal selvagem faz quando irá capturar sua presa. O assassino sabia que ao entrar ali seria surpreendido pelos guardas, não era ingênuo, nenhum assassino é, por isso entrou no estabelecimento, adoraria humilhar Rogers e decepar sua cabeça com uma expressão de espanto ao ver que sua emboscada não havia funcionado.

Ao entrar foi cercado pelos guardas de Woodes que estava logo atrás deles, seu sorriso era vitorioso embora Ryan o julgasse nojento. Rogers era um covarde, estava sempre junto de um exagerado número de guardas, ele gostava de chamar atenção e isso mostrava o quão covarde e fraco aquele caçador de piratas era.


Ora...ora...ora… — Rogers proferiu com um sorriso vitorioso se aproximando do assassino fazendo os guardas abrirem passagem para ele — Estavas certa Márquez, de fato estávamos sendo seguidos. — o homem o olhou da cabeça aos pés com uma expressão de nojo.



Márquez, foi como havia se dirigido aquela mulher, esta estava distanciada, recostada na parede apenas a observar tudo, não parecia ter intenções de se meter no meio daquilo.


Vejo que não é daqui... — disse o analisando. — Donde és? Sevilha? Londres? Paris?


O assassino permanecia calado, sua máscara não permitia que mostrasse suas expressões, mas estava impassível por baixo da mesma, seu seus olhos azuis eram sombrios e frios o suficiente para causar arrepios.


Vos fiz uma pergunta, verme assassino! — Woodes se aproximou de Turner que aproveitou para imobilizá-lo e fazer os guardas levantarem seus mosquetes. — Não atirem, idiotas!


Turner pegou uma bomba de fumaça e a jogou no chão, fazendo que uma nuvem de fumaça impedisse a visibilidade dos guardas e então os atacou. O primeiro teve a garganta cortada, o segundo teve a lâmina do mosquete do primeiro atravessando seu peito, o terceiro teve o pescoço quebrado, o quarto morto com as lâminas do moreno em seus olhos, o quinto e o sexto tiveram o mesmo destino que o primeiro. Agora restava apenas Rogers que tossia por conta da fumaça que havia invadido suas narinas e ocultado sua visão. Sua outra sensação foi a de uma dor no abdômen após levar um forte chute do assassino que o fez cair no chão para fora do estabelecimento.

O homem saiu da fumaça que estava se desfazendo rapidamente por conta do vento e ficou de frente para Woodes caído no chão, com a expressão que Turner esperava ver para sua satisfação, e por debaixo daquela máscara ele sorriu, um sorriso sombrio que a muito não havia estado em seus lábios. Rogers estava com uma mão em seu estômago enquanto se arrastava para trás ainda olhando o assassino com receio de se virar e acabar morto. Turner apenas se deliciava com aquela cena, o homem que se vangloriava por ser o maior caçador de piratas ali no chão com medo em seus olhos, Ryan estava sentido de não ter uma corda para enforcá-lo para que ele sentisse o desespero de ficar sem ar, o desespero para conseguir respirar, a sensação de estar se afogando fora da água, porém não era o momento, se fosse para fazê-lo assim teria de ser em Nassau, ali ele teria uma boa plateia, onde homens e mulheres iriam rir de sua morte como os mais “civilizados” faziam após um pirata ser enforcado.

Turner sacou suas lâminas ocultas fazendo Woodes estremecer, e então Márquez apareceu ao lado do caçador de piratas e jogou duas bombas de fumaça, Ryan avançou, mas os dois já não estavam mais ali. O assassino olhou para os lados e para o céu, os localizaria com mais facilidade se fosse pelos telhados, foi o que fez, subiu rapidamente até o telhado e deu um assobio para chamar Hórus – sua águia. Aquele ser alado voava pelos céus fazia tempo, era um animal inteligente e havia visto quem seu mestre procurava. A ave planava pelo local até que avistou tal mulher – sem Rogers – e mergulhou em sua direção, fazendo com que Ryan a localizasse.

Márquez estava no telhado de um estabelecimento, a águia circulava em cima do local, Turner aproximou-se lentamente da mulher, ambos mantinham um silêncio mortal e perturbador, Ryan deu dois passos na direção da templária que como reflexo acionou suas lâminas ocultas. “Como ela às conseguiu?” Era o que o assassino se perguntava, sentiu seu sangue ferver com as possibilidades, era uma traidora ou então uma maldita que matara um de seus irmãos e as tomou como troféu, e em resposta o assassino fez o mesmo já se posicionando para o ataque, seria imprudente partir diretamente para o ataque sem mais nem menos, agir pelo impulso deixaria muitas brechas abertas para que ela o golpear em locais de seu corpo que poderiam matá-lo em questão de segundos, e não a daria este gosto.

Turner avançou a atacando e ela por sua vez defendeu-se de seu ataque, o moreno a deu uma rasteira mas ela havia sido mais rápida e se esquivado, ela com certeza se manteria na defensiva, estava calma, com certeza não perderia tempo com ele, a qualquer instante iria fugir, mas por enquanto não poderia permitir. Avançou novamente e ela bloqueou seu ataque e quase perdeu seu equilíbrio no telhado, o moreno aproveitou e deu uma rasteira na mesma que rolou caindo do telhado em um monte de fenos e logo saiu dali com pressa. Ryan a seguiu pelos telhados, a águia os acompanhava no céu, e a templária estava um pouco mais a frente que o assassino mas isso não o impediu de conseguir a alcançá-la. Quando o moreno saltou para o chão ela foi em direção a igreja localizada no centro de Havana e conseguiu misturar-se em meio à multidão de fiéis.

Ryan circulou o local em terra e sua águia no céu, chamaria atenção se entrasse ali, principalmente com sua máscara, e então por um momento pensou, quando foi a última vez que havia entrado em uma igreja? Ia a igreja com sua mãe quando ainda estava viva, Amélia Cortez...por que pensara nela naquele momento? Aquele não era uma situação de sentimentalismo, precisava focar em encontrar a maldita.

Foi então que sentiu um cheiro, cheiro de algo sendo queimado e ao ver o que era, sua infeliz surpresa fora ver as roupas de Márquez sendo consumidas pelas chamas. “Vaca esperta!” foi o que pensou. Turner sentia raiva de si mesmo, pensar em coisas tão banais em um momento como aquele, ele não se perdoaria por aquilo tão facilmente. Teria mais oportunidades mais tarde, mas agora deveria voltar a taberna, Mary e outros assassinos iriam reunir-se ali em poucos minutos. Então foi o que fez, deixou a igreja e foi novamente até aquele local com um forte cheiro de rum e urina.

Em poucos instantes Ryan estava naquela taberna com Black, um cão que havia encontrado no novo mundo quando era somente um filhote, desde então ele havia virado seu fiel companheiro. O assassino entrou ali e se sentou em uma mesa no canto, não iria beber nada, apenas esperaria por todos. E então, uma mulher entrou, uma assassina, com pinturas em seu rosto, uma parte de Turner sabia que a conhecia, e não dormiria em paz se não descobrisse quem era.


Notas Finais


❝ • ━━ Este será o penúltimo capítulo para deixá-los por dentro da trama, o próximo já saíra com os aceitos, por tanto quem ainda não enviou suas fichas, não perca tempo. ❞

❝ • ━━ Iremos deixar no próximo capítulo o link com o jornal, não iremos avisar por outros meios, fiquem atentos. ❞

❝ • ━━ Seria interessante colocar a opinião de seu personagem em alguns comentários. ❞

❝ • ━━ No jornal também terá informações das frequências de capítulos. ❞


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