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História Black Label - Capítulo 4


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Notas do Autor


。˚˚₊‧₊ 。.꒰black label, grupo de garotinhas₊˖˚⋆
oi meu povo que come pão com ovo, e eu demorei para um santo caralho né não? sim é sim
mas enfim, to sem pc e essa é a realidade do pobre, mas felizmente minha prima resolveu deixar eu usar o pc dela aos finais de semana, enfim, vamos ver até quando vai essa onda de bondade dela né, mas estamos aqui com o capítulo lindo né? é

AVISO -
CENAS SENSÍVEIS E QUE TALVEZ POSSAM DESPERTAR GATILHOS, no capítulo todo.

Capítulo 4 - 04:: Visual


Fanfic / Fanfiction Black Label - Capítulo 4 - 04:: Visual

 

 

DANBI, A VISUAL

Mãos ásperas passavam por todo seu corpo, apertava e beliscava como se tivesse sobre si alguma posse, como se tivesse sobre si algum tipo de poder. Seus olhos embaçados pelas lágrimas miravam a janela embaçada pela chuva forte e pesada que caía do lado de fora, enquanto em um aparelho sonoro, uma melodia suave de um piano fazia com que seus soluços fosse meramente ofuscado. A dor em seu corpo, não se comparava com a dor de sua alma sendo quebrada; embora tudo ali lhe trouxesse motivos para ter ódio, era daquela melodia sinfônica que ela mais sentia raiva, como poderia algo que outrora fora tão lindo, agora lhe causar repulsa. 

 

— Danbi… 

 

Aquele era seu nome? Nunca havia sentido tamanho nojo do próprio nome como naquele momento. O que havia feito para receber aquele castigo? Havia feito tudo certo, em qual momento errou? 

 

—  Danbi… 

 

“Não, não chame o meu nome.”

 

— Yah, Son Danbi! — A voz suave do manager a fez se erguer com certa rapidez, enquanto o encarava assustado, Brighit por alguns segundo se sentiu culpado por tê-la assustado, mas já estava na hora de irem para a empresa, e a menina não tinha sequer se movido — Perdão! Mas estamos atrasados, se levante e arrumasse, o café da manhã tá na mesa. 

 

A morena apenas concordou, sentindo os olhos aguados deixarem as lágrimas caírem, enquanto em sua mente aquela melodia ainda fazia eco. Cobriu os ouvidos com a mão, e deixou o corpo balançar para frente e para trás, enquanto se entregava a um choro silencioso e cheio de angústia; no entanto o momento não durou o suficiente para deixar pelo menos um pouco de tudo sair por seus olhos, pois instantes depois, quando o cheiro de tudo a sua volta finalmente se tornou presente para ela, saiu correndo em direção ao banheiro, se escorando na privada branca e deixando todo o jantar da noite passada ali mesmo. Vomitando até que nada mais, além de líquido estivesse saindo.  Nabi apareceu na porta do banheiro, momento depois dela dar descarga e sentar-se sobre a privada de tampa fechada. 

 

— Está doente? — A líder questionou, e a menina, mesmo abatida, sorriu e negou — Está mentindo! 

 

— Não estou, Unnie! 

 

Ambas se encararam, e Danbi respirou fundo, deixando os ombros caírem. Não era mentira, não estava doente… Estava com algo bem longe de doença, apesar do sentimento ser semelhante. 

 

— Unnie… 


 

[...] 

 

 Duas semanas atrás, uma garoa fraca caia por sobre sua cabeça e ombros, coberto por um moletom preto assim como o gorro. Danbi havia acabado de sair de mais um dia de treino, estava exausta e aquela sensação de azia não a deixava pensar com clareza. Conseguiu terminar seus treinos vocais sem despejar todo o café da manhã sobre a professora, agora estava ali, andando pela calçada molhada, com o corpo congelando de frio por causa da maldita garoa; dentro do bolso do casaco estava duas caixinha compridas, sendo apertadas por suas mãos pequenos e suadas. 

 

O tempo não era o dos melhores, mas ironicamente, combinava com a tormenta interior que estava sentindo, em passadas rápidas, chegar até o pequeno local onde vivia, nunca fora tão cansativo e trabalhoso. Ignorou qualquer que fosse o cumprimento do porteiro e correu para dentro. Embora já suspeitasse do motivo de todo o mal estar, e cansaço, ela queria ter ao menos uma confirmação concreta do que estava acontecendo. 

 

Assim que entrou em seu quarto, ela tirou a roupa molhada e pegou as duas caixinhas dentro do bolso do casaco, se meteu dentro do banheiro pequeno e bagunçado, com o coração batendo na garganta e lágrimas nos olhos. A vontade de vomitar estava ali, mas ela engoliu a bile e respirou fundo, as mãos estavam tão frias quanto pedras de gelo, e suadas, tremendo como se sentisse uma frio desesperador, mas na verdade, era sua ansiedade e angústias dando sinais de avanço. Danbi sentia medo do resultado, mesmo que já suspeitasse, ter uma certeza lhe assustava, e ainda havia a possibilidade de não ser nada. 

 

Pegou o primeiro teste, abriu a embalagem e respirou fundo, tinha que ser feito, ela precisava de respostas. Precisava confirmar, o que já sabia. Com medo e tremendo, ela fez, as lágrimas escorrendo de seus olhos, o peso do mundo em seus ombros. Quando olhou o resultado, no entanto, ela desabou, os joelhos magros batendo duro contra o chão, o corpo tombando para frente contra o vaso sanitário e a mente turva. O choro evoluiu de pequenos soluços, mas uma lamúria cheia de dor. 

 

Deu positivo. 

 

[...] 

 

— Eu apenas comi alguma coisa ruim ontem, e por isso estou assim. — Danbi respondeu, respirando fundo e parando em frente a pia, começando a fazer sua higiene matinal — Não se preocupe, sério. 

 

Nari não estava convencida, e mirava a menina atentamente, mas Danbi não parecia querer falar e a mulher respeitou o espaço da companheira de grupo, pelo menos naquele momento. Confiando na visual, a líder deixou o banheiro, o que fez a mais nova respirar fundo e se curvar para frente, sentindo aquele peso e medo lhe arrebentar as costas. 

 

— Droga…


Notas Finais


Nossa queridinha Danbi passando por situações complicadas, mas a pergunta é: Quem nesse grupo não está no maior perrengue? Pois é. Danbi é a personagem da minha alma gêmea @jamixpottar <3

É ISSO! espero não demorar mais 200 anos pra postar, né kkkk
mas até lá fiquem com meus beijinhooos


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