História Black Roses - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, D.O, Kai, Lay, Sehun, Suho
Tags Ausbay, Bottom!chanyeol, Chansoo, Chanyeol!bottom, Sebaek, Topsoo
Visualizações 378
Palavras 4.137
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Festa, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


boa leitura. <3

Capítulo 2 - Rosa Laranja


Fanfic / Fanfiction Black Roses - Capítulo 2 - Rosa Laranja

 

Chanyeol estava se sentindo perdido no meio de tantas pessoas.

O homem olhava de um lado para o outro na tentativa de encontrar Kyungsoo no meio de toda aquela multidão, não obtendo sucesso, logicamente. O menor havia ido – a seu pedido – pegar algo para tomarem e isso fazia cerca de cinco minutos, logo causando certa preocupação no Park.

Não poderia ter acontecido algo com ele, certo?

Virou a cabeça quando sentiu uma presença parar ao seu lado e a abaixou, avistando um garoto com porte social e um sorriso de lado no rosto. Sorriu amigável, não fazia à mínima ideia de quem era, mas tinha que mostrar educação, de qualquer forma.

— Park Chanyeol? – a voz soara alta por causa da música e Chanyeol concordou em resposta. – Byun Baekhyun, é um prazer conhecê-lo.

— O prazer é meu. – apertou a mão do rapaz mais baixo e se curvou em seguida.

— Aceita uma bebida? – perguntou ao se sentar ao lado do Park na mesa e enfeitou o próprio rosto com uma feição neutra. – Vejo que não tomou nenhuma até agora.

— Ah, obrigado, mas meu secretário já esta cuidando disso. – sorriu sem graça e passou a brincar com seus dedos. Sentia-se incrivelmente desconfortável quando alguém se aproximava de si como aquele rapaz estava fazendo. – Hm... E você trabalha com...?

— Sou uma das pessoas que farão companhia com a sua empresa. – poupou-se em dizer apenas aquilo, fazendo com que o Park apenas concordasse em acordo e calasse a boca por ali. – E você é comprometido, Chanyeol? Ouvi dizer que-

— Senhor? – uma nova voz se fez presente e Chanyeol olhou, sorrindo logo ao perceber que era Kyungsoo. – Desculpe atrapalhar sua conversa, trouxe sua bebida.

— Não atrapalhou nada, Do. O senhor Byun já estava de saída, né? – perguntou e sorriu para Baekhyun, este que apenas arregalou os olhos pela fala surpresa, mas logo concordou constrangido e se despediu. Não demorou para que a risada de Kyungsoo chegasse aos seus ouvidos, fazendo uma careta confusa nascer em seu rosto. – O que foi?

— Eu não sei se percebeu, mas ele estava afim de manter uma conversa com você, Chanyeol.  Você precisa parar de ser tão ingênuo...

— Sério?! Oh, eu não percebi... – olhou pelo salão a procura do homem que há pouco estava ao seu lado. – Será que ele vai querer falar comigo de novo se eu for lá? Tipo, puxar um assunto?

— Eu acho melhor deixar isso pra lá, ele provavelmente vai vir falar com você novamente, só não expulse ele de novo, ok? – riu mais uma vez e se sentou ao lado do Park, em seguida entregando a bebida para o mesmo.

— Ah, ok. Aliás, por que demorou tanto? Eu fiquei preocupado pensando que você tinha ido embora e me abandonado aqui sozinho com essa gente toda.

— E por que faria isso? Estou em uma festa com meu chefe e ainda com carona, não seria tão besta para sair daqui assim, ainda mais sem avisar.

Chanyeol deu de ombros, limitando-se apenas em tomar a bebida de uma vez, fazendo uma careta quando a quentura em sua garganta se fez presente. O Do riu, antes de fazer o mesmo e despejar todo o álcool por sua cavidade.

Mais algumas pessoas se aproximaram dos dois e mantinham uma conversa curta. Chanyeol, por mais que bebesse, não conseguia manter-se animado, pelo contrário, estava se sentindo cada vez mais cansado.

O Do observava o Park interagir com os sócios e até com pessoas que nunca havia visto na vida, notando neste a pouca vontade que tinha de conversar com toda aquela gente. Sabia da exaustão que o mesmo sentia, mas não podia simplesmente o tirar dali.

 A música aos poucos foi ficando mais baixa e os dois olharam para o palco, onde um homem bem vestido e de porte forte subiu. Ele carregava um pequeno papel em sua mão direita e na outra um microfone. O maior suspirou aliviado ao constar que estava perto do fim e poderia, finalmente, voltar para sua amada casa e descansar.

Um breve discurso foi feito e Chanyeol estaria mentindo se dissesse que prestou atenção em uma frase inteira dita pelo homem até então desconhecido. Kyungsoo balançava a cabeça de um lado para o outro enquanto carregava em seu rosto um sorriso de lado. Já deveria imaginar que seu chefe iria beber mais do que devia.

~(...)~

O discurso acabou e as pessoas começaram a aplaudir ao mesmo tempo em que uma luz forte foi direcionada ao rosto do Park, este que fechou os olhos com força e gemeu quando seus olhos queimaram pela luz surpresa sobre eles.

O Do sorriu sem graça pela situação que o outro se encontrava e olhou em reprovação para este, antes de se aproximar com cautela perto da orelha deste, logo sussurrando em seu ouvido.

— Você deve subir ao palco, Chanyeol. – disse e se afastou. Viu que o mais alto abriu seus olhos e olhou de um lado para o outro, como se estivesse tentando lembrar onde estava, o que fez o Do revirar seus olhos. – Ah, eu não acredito nisso.

Bufou e segurou o braço do Park, logo o dirigindo para o palco e ajudando este a subir. Por mais que estivesse bêbado, ainda conseguia associar algumas palavras. E não era como se fosse passar vergonha, certo? Não era o único bêbado ali, aliás.

— Primeiramente, boa noite á todos. – disse e sorriu, com sua típica voz embargada de bêbado. Kyungsoo levou uma mão até a testa e negou com a cabeça, sabendo que dali em diante coisa boa não viria, ou viria, mas em algum momento o Park iria passar vergonha e sabia disso. – Gostaria de agradecer á todos que comparecem a esta festa, é um imenso prazer ter novas companhias conosco e empresas apoiando nosso trabalho, e aqui, com meu secretário, Do Kyungsoo, gostaria de dar boas vindas aos novatos na empresa e que se tiverem algum problema ou dúvida, não hesitem em se dirigir ao Do. Sem mais, obrigado e temos essa festa encerrada.

E Kyungsoo teve a certeza de seu pensamento quando Chanyeol, ainda grogue pela bebida e pelo sono, caiu do palco de uma vez, apagado. E teria ido direto ao chão se o menor não houvesse o segurado.

~(...)~

Kyungsoo batia a ponta dos dedos no volante enquanto o sinal não abria. Faria um tempo desde que haviam saído da festa e Chanyeol simplesmente capotou em seu carro, ainda dormindo, claro.

Estava constrangido pelo ocorrido, mas sabia que o chefe ficaria mais que si quando acordasse no dia seguinte e estivesse sóbrio.
Pensava para onde deveria levá-lo, se fosse para seu apartamento, ficaria envergonhado pela bagunça do local, se fosse para a mansão de Chanyeol... Não aconteceria nada, e seria mais fácil para cuidar do mesmo.

Despertou de seus pensamentos quando ouviu buzinas atrás de si e olhou para o semáforo, reparando que o sinal já estava verde. Sem esperar mais, voltou a dirigir. Quanto mais chego chegasse á mansão do Park, melhor seria.

~(...)~

Alguns empregados e seguranças se aproximaram do Do quando este adentrou a residência com um Chanyeol desacordado em seus braços, Kyungsoo apenas os tranquilizou e disse que o máximo que aquilo iria resultar, era uma dor de cabeça forte no Park. Pediu para que uma das empregadas levasse remédio e água para o quarto de Chanyeol e logo saiu, indo em direção ao quarto.

Kyungsoo não se desesperou quando o Park acordou, muito menos quando este resmungou coisas desconexas, já era de se esperar, aliás.

Mas foi na hora que o maior se deitou em sua cama e agarrou o corpo do Do junto ao seu e sorriu sacana, que o mais novo engoliu em seco e sorriu sem graça, tentando se levantar e tirar o corpo do outro de perto de si.

— Kyung... Fica comigo por essa noite, por favor. – o tom de voz do rapaz de cabelos um pouco bagunçados e sorriso perverso nos lábios, era arrastada, assim como embargada.

— Eu vou cuidar de você por hoje, Chanyeol, nada mais que isso. – suspirou, assim que conseguiu se soltar dos braços do outro e recebeu em troca um bico descontente. – Vem, vamos logo, tenho que trocar suas roupas e depois dar um remédio para você conseguir dormir, será horrível amanhã acordar com uma puta dor de cabeça.

Ao dizer isso, o Do repuxou os lábios, formando assim uma careta. A cena que veio a seguir não lhe causou ânsia, por mais que devesse, mas só pensar no fato de que teria que cuidar daquilo tudo o deixava um pouco irritado. Chanyeol inclinou sobre o carpete ao lado de sua cama e permitiu com que o vômito saísse por sua boca, logo trazendo um cheiro desagradável ao quarto.

— Ainda não sei por que insisto em cuidar de você quando bebe, sério... O que teria acontecido caso eu ainda estivesse abraçado á você, hein? – riu nasalado ao imaginar a cena de si mesmo banhado de vômito e torceu o nariz. Observou o maior colocar tudo para fora e, quando constou que esse havia terminado, se aproximou. – Vamos tomar um banho, ok?

Passou uma das mãos pela cintura do maior e este, por instinto, passou um dos braços pelo pescoço do Do. O trajeto até o banheiro – que por sorte era ao lado do cômodo que estavam – foi um pouco complicado, entre tropeços e resmungos por parte do Park, mas nada que Kyungsoo já não estivesse acostumado.

Despir Chanyeol e fazer com que este entrasse na banheira com toda a certeza foi a parte mais complicada para Kyungsoo. Em meio a tapas, resmungos e xingamentos, o menor finalmente conseguiu fazer com que o chefe entrasse e deixasse com que o Do o banhasse.

Para a surpresa do menor, banhar Chanyeol fora consideravelmente fácil. Levou um tempo até tirar o mesmo da banheira e levá-lo para seu quarto, para que pudesse vesti-lo e, finalmente, colocá-lo para dormir.

Algo que não aconteceu como o Do planejava.

Quando o Park abriu seus olhos – justamente na hora em que Kyungsoo estava o deitando em sua cama – o mesmo agarrou o braço do menor e fez questão de juntar o corpo deste com o seu. O que fez o Do arregalar seus olhos.

— Eu pedi para que você ficasse comigo, Kyungie. – o tom baixo, porém rouco, do maior fez com que Kyungsoo suspirasse. Park Chanyeol conseguia ser uma completa criança quando queria, ainda mais bêbado.

— E eu disse que não iria, vamos, Chanyeol, me largue. – ao ter o pedido negado, o Do revirou os olhos e forçou para sair dos braços do mais velho, algo que não funcionou. – Park Chanyeol, me solte.

— Não vou parar até que você diga que irá dormir aqui e comigo. – e Chanyeol virou o corpo de Kyungsoo na cama, logo subindo por cima deste e passando suas pernas pela cintura do mesmo, em seguida sentando sobre a pélvis do menor, que suspirou pelo contato repentino.

— Eu fico, mas saia de cima de mim, ok? – levou as mãos até as laterais do maior e apertou na intenção de fazer com que este saísse de cima de si. Algo que fez Chanyeol formar um bico em seus lábios e levar as mãos até o peitoral do mais novo, se apoiando ali.

E Kyungsoo achou aquela posição putamente perigosa e tentadora.

— Mas essa posição é tão boa.

E, merda, ter um Park Chanyeol bêbado, com os cabelos molhados pelo banho recente e sobre seu pênis fazendo movimentos nada sutis não era uma coisa muito boa para sua sanidade.

— Chanyeol, saia de cima de mim, ou eu não vou me responsabilizar. – disse entre dentes e apertou mais a cintura do mesmo, arrancando um sorriso sapeca deste.

— E o que vai fazer, Kyungie?

E ter o mais alto o chamando pelo apelido, de forma manhosa e arrastada enquanto sorria fingindo inocência foi o suficiente para fazê-lo trocar as posições, ficando sobre o Park.

— Eu te odeio muito, Chanyeol.

~(...)~

Kyungoo tirou sua camisa social e a jogou em um canto qualquer da sala, logo pegando uma das mãos do maior. Ao passo que Chanyeol parecia absorto em tudo aquilo, Kyungsoo distribuía beijos pela tez do outro, enquanto usava sua mão vaga para apertar e marcar a pele da cintura do mesmo.

Por mais que soubesse que não deveria prosseguir com aquilo, o Do não se importou em fechar a porta, apenas se levantou e a encostou. E não tardou em voltar para o colchão, juntando seu corpo ao do chefe.

Arregalou os olhos em surpresa ao sentir os lábios do Park sobre os seus, um beijo fora iniciado, um beijo carregado de luxúria e ansiedade. E o Do talvez nunca admitiria em voz alta, mas os lábios do mais velho lhe deixava igualmente inebriado como o mesmo, e não pensava nisso apenas por conta do álcool presente no ósculo.

Kyungsoo aproveitou que o maior se envolvia cada vez mais no beijo e levou as mãos até a calça que o mesmo usava. Achava-se um idiota por precisar tirar aquela calça que marcava tão bem o corpo de seu chefe. Ah, merda, a que ponto chegou em tão pouco tempo deitado com o rapaz?

Chanyeol elevou um pouco seu quadril, ajudando o outro a tirar sua roupa com mais facilidade, e não demorou muito até ter suas roupas por qualquer canto do cômodo, assim como as de Kyungsoo.

O mais novo separou seus lábios dos de Chanyeol, apenas para apreciar melhor a nudez do mais velho. O mesmo corou ao ver que o amigo o encarava, e deu um tapa no ombro esquerdo do mesmo, este que olhou surpreso para o Park e levou uma das mãos até o local atingido, sentindo uma leve ardência.

— Por que fez isso? O que eu fiz?

— Pare de me encarar desse jeito, esta me deixando constrangido, e eu odeio isso. – o Do sorriu com aquela fala, sabia do Park ficar constrangido quando alguém o encarava por muito tempo, ou até mesmo quando tinha que tirar fotos.

Kyungsoo não disse mais nada, apenas levou os lábios até o mamilo do garoto e o mordeu com pouca força, fazendo com que o rapaz abaixo de si gemesse em surpresa, seguido de um rosnado. E, merda, aquilo era a puta de uma provocação. O Do não continuou com aquilo, não no momento, sabia que o mais velho era extremamente sensível em diversas partes de seu corpo e gostaria de provar mais do mesmo quando estivesse dentro de si, proporcionando-lhe mais prazer.

O mais novo abriu as pernas do chefe – com um pouco de dificuldade, já que o garoto aparentava estar envergonhado demais –, e posicionou-se entre elas. Estava impaciente e ansioso, e sentia que Chanyeol estava da mesma forma. Ao contrário, não teria o provocado, certo? Levantou as pernas de seu submisso e deixou cada uma sobre seus ombros, não tardando em levar sua boca até uma delas e morder a carne.

A tez antes branca ganhava uma coloração arroxeada aos poucos por conta das sucções do Do. E não era como se Chanyeol não gostasse, pelo contrário, gemia em deleite com tudo aquilo. Sentia-se tão satisfeito por conseguir acabar com o controle do secretário com tão pouco.

O mais novo suspirou um tanto tristonho ao notar que a coxa do maior estava tão avermelhada ao ponto de não conseguir marcá-la mais. Mas, por mais que sentisse vontade de repetir o ato com a outra, sua ansiedade era tanta que chegava a martelar sua cabeça. E com Chanyeol não era diferente. Procurava deixar todos os pensamentos que mais tarde o deixaria com vontade de se atirar da ponte.

O mais novo levou sua mão até o falo, até então, intocado do mais velho e fez movimentos lentos e circulatórios. Chanyeol se esperneava de ansiedade e nervoso, queria que Kyungsoo fosse logo com aquilo e, ao mesmo tempo, queria aproveitar mais da sensação do mesmo o provocando e proporcionando a si aquele prazer e, mesmo com o álcool presente, não era o que ansiava tanto sentir, mas lhe fazia revirar os olhos em volúpia da mesma forma.

O Do vendo o estado do rapaz abaixo de si, passou a mover sua mão pela extensão do mesmo. Chanyeol nem desconfiava, mas o moreno usava aquilo como uma distração, mesmo sabendo que o Park sentisse uma dor mínima, aliás, sabia muito bem que o amigo não era virgem, o que, de fato, facilitava um pouco as coisas. Enquanto o garoto fechava seus olhos ansiando pelo orgasmo, Kyungsoo respirou fundo e aumentou os movimentos no membro do mais velho.

— Preparação? – perguntou receoso, deixando sua preocupação clara em sua fala.

— N-não, não precisa, você sabe que não.

— Mas eu me preocupo. – o sorriso de Kyungsoo fora sereno, fazendo com que o maior franzisse sua testa em certa confusão e surpresa. – Então...

O mesmo levou sua mão até o criado mudo ao lado da cama de casal e abriu a gaveta do móvel, não demorou até sentir o tubo mediano entre seus dedos, logo tirando o lubrificante de dentro da gaveta e colocando sobre a mesma, e claro, o Park acompanhava todos os movimentos sentindo-se um tanto quanto nervoso.

Arregalou seus olhos ao sentir as pontas dos dígitos do Kyung em sua entrada junto àquele liquido gelado, adentrando-a com certa rapidez e sem cuidado algum.

Chanyeol se perguntava onde estava aquele Kyungsoo que se dizia preocupado consigo.

Um gemido sôfrego escapou pelos lábios do mesmo ao sentir o desconforto do tal ato, levou suas mãos até os fios do Do e os puxou levemente. Não era algo que o incomodasse, mas, de qualquer forma, se preparava para o que veria a sentir em seguida.

O Do levou outro dedo a entrada do maior e passou a movimentá-los mais rápido. E Chanyeol adorava a sensação de ter os dedos de Kyungsoo dentro de si, mas toda aquela enrolação estava lhe deixando levemente irritado. E era como se o Do houvesse lido sua mente, não que duvidasse de tal possibilidade. O mais novo ajeitou as pernas do amado em seus ombros e deixou um selar em cada uma, causando um breve arrepio no mesmo, que fez este rir com o breve contato em sua pele.

Kyungsoo levou a mão até seu próprio membro e o direcionou a entrada do submisso, não demorando em adentrar seu falo. Fora entrando aos poucos, sem pausa, mas com cuidado e lento o suficiente para que o mais velho não se sentisse desconfortável em momento algum. E Chanyeol sorriu com aquilo, tanto que esqueceu o desconforto psicologico que sentia naquele momento apenas para apreciar como o outro estava sendo cauteloso consigo, mesmo que não precisasse.

A atmosfera do quarto estava quente, entre arfares e gemidos, o cômodo era acobertado pelo calor entre os corpos. Os olhos do Park se reviravam em puro êxtase enquanto o mais novo suspirava de olhos fechados ao ter seu membro apertado, era quente e prazeroso, e se dissesse que não estava se segurando naquele momento, com toda a certeza estaria mentindo.  As mãos de Kyungsoo agarraram a cabeceira da cama – um pouco sobre a cabeça do maior – e apertou a madeira com força entre seus dígitos.

As estocadas logo começaram, e o Park jurou poder ver as estrelas quando sua próstata fora surrada com violência logo na primeira estocada. Um efeito que julgou ser por conta do álcool, logicamente. Kyungsoo jogou sua cabeça para trás e gemeu enquanto apertava ainda mais a cabeceira da cama entre suas mãos e se retirava de dentro do rapaz, apenas para voltar com mais força em seguida. Os dedos do Park foram da cabeça do Do até o colchão, apertando o tecido com força entre seus dedos.

Os movimentos eram rápidos e fortes, fazendo com que ambos desfrutassem daquele prazer cada vez mais e mais. A madeira batia contra a parede e o som que ecoava pelo quarto do móvel, fazia sincronia com os gemidos sôfregos e choramingos que escapavam da boca do mais alto. As estocadas eram rápidas e passaram a ser sem cuidado, aliás, Kyungsoo não ligava mais para o raciocínio e estava sem paciência para ser cuidadoso. Os gemidos preenchiam o cômodo junto ao som dos corpos se chocando com força, ao mesmo tempo em que o Do pensava que deveria ir com calma, pensava em ir cada vez mais fundo e rápido, era uma confusão interna que ele não sabia como resolver.

As pernas fortes e apertáveis do submisso entrelaçaram-se na cintura do outro, este que apenas sorriu e levou suas mãos até as coxas do garoto sem parar as estocadas um segundo se quer. Kyungsoo revirou seus olhos em puro prazer ao acertar a próstata do garoto novamente e o mesmo contrair-se.

— K-kyungie, me d-deixa... – a voz entrecortada e sôfrega do Park se fez presente no cômodo enquanto seu corpo ainda dava solavancos por conta da força exercida pelo mais novo.

— Deixar o que, bebê? – Kyungsoo não era idiota, sabia exatamente o que Chanyeol queria. Ah, mas provocá-lo não iria causa nada de negativo, bom, pelo menos não no momento.

— V-você sabe. – corou com aquilo e deu um tapa no ombro do Do, este que parou os movimentos e riu da atitude infantil do Park. Kyungsoo concordou com a cabeça e retirou-se de dentro do maior, que gemeu descontente ao sentir-se vazio.

Logo, as costas do Do estavam apoiadas na cabeceira da cama e o Chanyeol preparava-se para ficar sobre o mesmo. Este que até então estava surpreso com o fato de não ter passado mal até então.

Segurou o pênis de Kyungsoo e levou novamente até sua entrada, o encaixando em si e descendo sobre o mesmo de uma vez. As mãos do mais novo foram até a cintura do outro e passou a apertá-la com vontade, ao ponto de deixar a marca de seus dedos na pele branca do mesmo.

Um grito mudo escapou pelos lábios desenhados e avermelhados do submisso, não havia lágrimas, aliás, não doía como da primeira vez, mas ainda sim, aquela sensação que tanto o incomodava estava presente ali. As mãos do Do – que antes estavam na cintura do garoto – caíram para suas nádegas.

Kyungsoo, sabendo que aquela ardência passaria em questão de segundos, forçou o quadril para cima começando a estocar mais uma vez. Jogou sua cabeça para trás e abriu sua boca permitindo que diversos gemidos e xingamentos saíssem de sua boca. Merda, aquilo era tão fodidamente bom.

— C-chanyeol, porra, tão a-apertado. – gemeu entre xingamentos e desferiu um tapa estalado na pele judiada de Chanyeol, este que gemeu sôfrego ao sentir o formigamento em sua coxa.

Levou suas mãos timidamente até os ombros do corpo abaixo de si e se focou a subir e descer ainda mais rápido querendo provar mais daquela sensação incrivelmente boa. Os lábios roçaram-se e o hálito de menta de Kyungsoo bateu contra os dentes do Park, este que se preocupava somente em ir mais e mais rápido. Seu membro doía pela falta de contato e isso o fez choramingar como um pedido para o menor, este que apenas se ocupou em marcar a clavícula do garoto antes de levar sua mão á extensão do mesmo.

O cheiro de sexo era forte, o som dos corpos se chocando era alto e – mesmo que tentasse – Kyungsoo não conseguia manter a mesma velocidade em suas mãos comparado com a velocidade que o maior subia e descia em seu membro. Kyungsoo largou o membro de Chanyeol quando este jogou a cabeça para trás e gemeu mais alto que as outras vezes denunciando seu ápice.

Kyungsoo mordeu o lábio com força sentindo o esperma do outro atingir seu peitoral em curtos jatos e levou suas mãos até as nádegas do garoto fazendo com que ele fosse cada vez mais fundo. Chanyeol sorria enquanto seu corpo ficava molengo e os dedos brancos por causa da força usada na hora de apertas os lençóis e, céus, o membro do Do surrava sua próstata de forma tão violenta e funda que o fazia delirar, apesar do cansaço, só conseguia pensar em ir cada vez mais rápido.

E foi com um grito de alivio que o Do foi parando aos poucos o aperto na bunda do garoto e, quando sentiu que este parou os movimentos, forçou o quadril para cima em uma estocada certeira em sua próstata. Chanyeol sorriu satisfeito ao sentir-se totalmente preenchido e saiu pouco a pouco de cima do Do sentindo o liquido do mesmo escorrer por suas coxas.

E foi quando o Park jogou-se ao seu lado na cama, respirando fundo e rendendo-se ao sono mais cedo do que imaginava, que a consciência de Kyungsoo fora voltando aos poucos.

Céus, estava fodido, e não era pouco.

 


Notas Finais


~não betado~
praticamente 1ano que não escrevo lemon detalhadinho aaaadisgrupa se ficou 1lisho.
detalhar festas e lemon é 0% comigo bicho aushauhsuas, desculpa entoa
tirando o lemon ali, espero que tenham gostado e até o próximo nhanha~


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