História Black suit (Jihope) - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jungkook, Suga, V
Visualizações 46
Palavras 1.319
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Ficção, Lemon, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - Me chamo Jung


Festas sempre foram corriqueiras para o jovem empresário Park Jimin, aquela era só mais uma na semana, fim de ano chegando e com ele mais e mais eventos, não que  fossem obrigatório para ele, mesmo assim comparecia a quase todos. Aquele evento não era diferente, as pessoas de sempre, os assuntos de sempre, nada que fugisse do seu normal e para Park Jimin era ótimo assim, realmente não havia motivo algum para reclamar ou querer sair dali, como um bom jovem de 21 anos ele adorava uma festa, por mais que não fosse como a grande maioria da sua idade. O  Park tirava o máximo de proveito de todos aqueles eventos, sempre conhecia uma pessoa nova que julgava interessante e nesse dia ele estava a procura de um rosto desconhecido, de algo que lhe chamasse atenção para uma conversa e quem sabe uma boa dança, garotas da sua idade eram sempre seu grande alvo, namorou algumas que conheceu dessa forma, sua atual namorada- que conheceu em um dos eventos-  não estava no país então ele apenas procurava uma boa companhia.

Para o azar do jovem, à noite não estava sendo a mais produtiva, as garotas ou estavam acompanhadas ou eram aquele tipo que ele fazia questão de manter-se longe, a solução era tomar alguns drinks e curtir o resto da festa, foi o que fez, bebeu e dançou até cansar. No momento estava sentado em um dos banquinhos do bar apenas observando, olhava para todos os cantos e via várias pessoas se divertindo, gostava muito daquele ambiente e em partes daquelas pessoas também.

Não notou quando fixou o olhar em um só ponto, quando olhava para um só rosto e um só sorriso. Não lembrava se conhecia aquele rapaz- mas o achou bonito, muito bonito- nem se havia o visto alguma vez, mas ficou ali olhando o desconhecido conversar e dançar, observou cada movimento, mesmo de longe pode ver algumas tatuagens pelos braços e pescoço. O desconhecido dançava acompanhado de alguém, mas tudo que o Park via era um único corpo se movendo e o deixando hipnotizado, curioso e deveras assustado.

 Também não notou quando o rapaz o encarava de volta mesmo que estivesse dançando, talvez se perguntando de o porque alguém esta lhe fitando sem ao menos o conhecer, Park desviou o olhar rapidamente, virou a taça de Manhata e se levantou, já era hora de ir embora então foi ao banheiro apenas para lavar o rosto e sairia  em seguida, não voltaria a olhar o rapaz. Já no banheiro Jimin terminava de secar as mãos quando viu a porta abrir e por ela entra o então desconhecido tatuado, talvez tivesse ficado um pouco sem graça, bom estava encarando um desconhecido, ele poderia ter se sentindo ofendido- não é educado encarar as pessoas.

Terminou  de secar as mãos e quis sair de lá, foi em direção a porta, porém o desconhecido em questão não lhe deu passagem.

“ nos conhecemos?” o rapaz um pouco mais alto que se o perguntou, Jimin não o respondeu, apenas o encarava sem ação alguma “ nos conhecemos?” disse outra vez.

“ hum não, quer dizer, acho que não” disse em voz baixa, não desviou o olhar, nem sabia porque insistia em olhar para aquele rosto.

O outro lhe encarava com um ar altivo, olhos semicerrados e um expressão até então desconhecida, passava a língua entre os lábios e vagava com os olhos pelo corpo do Park. O mais alto começava a andar em direção a Jimin sem desviar o olhar, o menor recuava sem entender o que estava acontecendo, se perguntava o que aquele cara queria, andou de costas até ir de encontro com a parede, mas o mais alto ali não parou, andou até estar com  corpo colado ao do menor, pôs os braços cobertos de tatuagens um ao lado do rosto de Jimin e o outro na cintura do menor, apertou ali, aproximou o rosto os lábios perigosamente aos do Park, fazendo com que um sentisse a respiração um do outro.

Jimin permaneceu parado, a respiração um pouco pesada denunciava o nervosismo, enquanto o outro lhe mutilava com os olhos, tão perto. o maior colou ainda mais o corpo ao de Jimin, colocou uma das pernas entre as do Park deixando-as afastadas, desceu a mão que estava na cintura até a perna esquerda a levantou, fazendo o menor se desequilibrar e ficar ainda mais confuso e perdido. Não mudou a expressão, olhava fixamente nos olhos do garoto, apertou forte a coxa que apanhara- Jimin estava perdido- abrindo mais as pernas e friccionando sua pélvis e um pênis desperto naquela região. O menor mordeu os lábios, mas que merdas estava acontecendo ali? Não conseguia sair, mal conseguia respirar.

“ me chamo Jung” disse antes de morder o lábios inferior do outro, acariciando com mais força a coxa, se impulsionando para frente, desceu dos lábios para o pescoço onde mordiscou e chupou “ não precisa dizer seu nome se não quiser” com a outra mão apanhou a outra coxa fazendo o outro subir em seu colo, Park quase não tinha reação, a única coisa que fez foi passar os braços em volta do pescoço do homem. Jung passava o nariz pelo pescoço do menor deixando beijos leves lá, o Park se arrepiava com cada um deles- que merda que eu to fazendo, mas que droga é essa?- falava mentalmente, estava tão perdido e envolto com tudo aquilo, não conhecia aquele cara, nunca encostou em outro cara, Park Jimin sempre foi heterossexual, então porque diabos estava deixando alguém fazer aquilo?

Pensando assim o menor se remexeu no colo do tal Jung, em vão, quanto mais se remexia, mais sentia algo encostar em sua bunda, algo duro- ele já sabia o que era- se assustou, o outro acariciava sua coxas com força, beijava seu pescoço com vontade, Jimin precisava sair dali- não que quisesse- então tomou uma atitude.

“ e...eu não sou gay” disse ofegante, sentiu o corpo que lhe carregava para e aos poucos lhe deixar no chão, ouviu um sorriso abafado e pouco debochado.

“ sério? Por que não disse logo?” o maior disse se afastando ainda com um sorriso sacana nos lábios. Park não disse nada, então Jung foi se afastando até virar de costas e sair do banheiro. Ficou apenas um Jimin perdido e ofegante. O que aconteceu ali? Será que havia bêbedo tanto que teve uma alucinação? Não, não pode ter sido isso, na verdade não foi e o pau duro entre suas pernas eram a prova de que foi real.

Jimin lavou o rosto uma, duas, até 5 vezes, mas aquela cena não saia da sua cabeça, a sensação das mãos nas coxas, da respiração na sua pele, queria esquecer, mas como? Desde que se lembra, sempre foi hetero, nunca se quer olhou pra outro cara,  nunca ao menos  pensou no assunto. Então que merda era aquela? Por que ainda estava duro? E por que havia gostado daquilo?

Lavou o rosto pela sexta vez, tinha que criar coragem para sair de lá, afinal, o tal Jung estaria lá fora e ele não queria ver aquele homem de novo- ou queria. Com coragem ou não teve que sair. Ainda perdido e pouco excitado, Jimin foi em direção ao salão onde acontecia a festa, mesmo inconscientemente passou os olhos por todos os cantos daquele lugar e felizmente ou infelizmente não havia sinal do desconhecido. Jimin suspirou pesado, um misto de alivio e duvida, sentiu alguém tocar seu ombro, se espantou mas virou-se para ver quem lhe tocava.

“ desculpa incomodar senhor, mas alguém deixou isso aqui para lhe entregar” um garçom estendeu a mão e nela havia um papel, Park pegou com estranheza. Abriu e viu que havia algo escrito ali em uma letra caprichada.

“Te perdoo por estragar meu fetiche de uma boa foda no banheiro, mas só perdoo porque sei que vai me compensar, nos vemos em breve”



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