História Black Swan - Capítulo 7


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Categorias TWICE
Personagens Mina, Momo, Nayeon, Personagens Originais, Sana
Tags Aventura, Ballerina, Ballet, Drama, Girl&girl, Hirai, Japanline, J-line, Mina, Momo, Myoui, Nayeon, Sana, Twice, Wjsn
Visualizações 35
Palavras 1.208
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), FemmeSlash, Fluffy, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Não, isso não é miragem. Graças a Deus é uma atualização de BS, desculpem pelo atraso de quase três meses. Finalmente entramos em uma nova fase de BS que será já a decisiva para o final.

Não me matem ainda!!

See ya :)

Capítulo 7 - Capítulo Seis


Mina estava animada com tudo aquilo, principalmente porque a senhora Minatozaki prometeu que iria colocá-la na escola de balé caso ela concordasse em ir para a escola com Sana e Momo. Logo a adoção seria legalizada e tudo seria bem mais fácil pelo fato da mulher ser uma senhora de muitas posses e o melhor de tudo, ter adotado duas crianças já crescidas.

Em torno de três meses o conselho tutelar havia permitido a guarda temporária de Momo e Mina, a fim de avaliar se as garotas se acostumariam com o novo lar e seriam bem tratadas pela nova família. Caso tudo desse certo a guarda definitiva seria entregue e assim a senhora Minatozaki teria oficialmente três filhas. Momo também levou bons puxões de orelha da senhora Nakamoto por ter fugido do orfanato com Mina, mas ao menos a menina havia conseguido finalmente ter uma família e a fuga das duas meninas não havia sido ruim ao todo.

Momo não estava animada para ir a escola, mesmo com Sana lhe prometendo que seria divertido ficarem na mesma sala. Ela também não queria deixar Mina sozinha com crianças que não conhecia, mas sabia que ora ou outra isso iria ocorrer. Mina estava totalmente focada em ser uma boa aluna para assim fazer com que a senhora Minatozaki a matriculasse na escola de balé. Era a única razão que a mantinha feliz por mais que soubesse que ficaria distante de Momo durante sete horas.

De noite mal conseguia dormir pensando no quão bom seria quando entrasse na escola de balé e em tudo que aprenderia ali. Não era á toa que estava tão ansiosa para ir a escola. No início da manhã foi uma das primeiras a acordar e a arrumar-se enquanto Sana e Momo mais pareciam duas lesmas desanimadas.

A senhora Minatozaki ficou impressionada com a determinação de uma garotinha de apenas treze anos de idade. De fato era incrível saber que uma menininha jamais desistiria de seu sonho sendo que crianças tendem a mudar de opinião facilmente. Mina não. Ela sabia o que queria e lutava por isso. A senhora Minatozaki não sabia, mas essa era uma coisa que a garota havia herdado de sua mãe biológica. A determinação e a perseverança.

Oito horas as aulas começariam então todas precisavam estarem prontas antes das sete já que Sana era a que mais se atrasava, principalmente na hora de arrumar-se para escola. Sete e quarenta as meninas caminhavam pelos corredores, Sana mais a frente tentando achar a sala a qual Mina estudaria. Momo seguia ao seu lado, desanimada com a ideia de deixar a melhor amiga sozinha em um lugar, até então, desconhecido.

— É essa aqui. — Sana disse mostrando uma porta de madeira branca onde acima havia uma placa escrita "Sétimo Ano" tanto em inglês quanto em japonês. — Boa sorte e não converse com as meninas metidas que sentam no meio. — Aconselhou a garota antes de dar um forte abraço na mais nova.

— Ok, não irei conversar com nenhuma menina que senta no meio. — Mina garantiu com um sorriso tímido, afastando-se de Sana.

— Você irá ficar bem? — Momo perguntou, apreensiva.

— Irei sim, Onee-chan. Não se preocupe com isso. — Mina respondeu tentando parecer convincente, mas na realidade ela não sabia. Nunca havia frequentado uma escola então não sabia o que poderia esperar dela.

— Ok. — Momo respondeu, não muito convencida. — Precisamos ir agora, não é Sana?

— Sim. — A garota assentiu. — Até o intervalo, Mina-chan.

E assim as duas meninas saíram rumo a sala que estudavam fazendo Mina suspirar pesadamente. Era a primeira vez que ficaria sozinha em um lugar sem ter a presença de Momo. Ela não entendia porquê, mas a menina a fazia sentir-se mais segura. Como se nada no mundo pudesse machucá-la se estivesse juntas.

                           ***

A escola não era tão ruim quanto Mina acreditou que fosse, mesmo que ninguém de sua sala houvesse falada com ela. Não que ela se importasse já que sua intenção ali não era fazer amigos. Momo não tinha gostado tanto assim da escola assim como imaginou que não gostaria. Havia diversos professores diferentes com matérias diferentes e Sana era muito calada em sala de aula o que não condizia em nada com ela fora desta. Momo também não havia entendido boa parte dos assuntos, mas acreditou que fosse ser assim. Ela não costumava prestar atenção no que a senhora Nakamoto explicava imagine o que diversos homens diferentes explicavam.

Mina não tinha esse problema já que era muito boa em prestar atenção e aprendia rápido, com somente algumas demonstrações conseguiu resolver contas que nunca havia feito na vida. Porém, estava feliz que as aulas haviam acabado no fim de tarde, não aguentaria mais ficar em uma sala de aula por mais nenhum minuto e também estava sentindo falta de Sana e Momo.

— Enquanto a senhora Minatozaki não chega eu posso ficar observando pela janela? — Mina perguntou encarando o prédio que ficava em frente ao colégio.

Momo suspirou, ela não conseguia negar um pedido de Mina. Encarou Sana que deu de ombros como se dissesse: "Você quem sabe".

— Ok, vá. — Momo respondeu a contragosto. — Mas eu ficarei olhando você daqui, estamos entendidas?

— Sim. — Mina assentiu. — Obrigada, Onee-chan. — E então correu em direção ao outro lado da rua assim que percebeu que o fluxo de carros que passavam havia diminuído.

Encarou encantada a construção do prédio que deduziu ter três andares e caminhou em direção a janelinha que dava uma vista perfeita para a sala onde as garotas um pouco mais velhas que ela ensaiavam. Mina nunca havia visto nada parecido com aquilo, nunca que seu quarto pequeno no orfanato poderia se comparar aquela sala cheia de espelhos e barras. Era incrível ver todos aqueles espelhos espalhados pelo local e as garotas dançando com uma sincronia perfeita enquanto a professora estava a frente ditando o que elas deveriam fazer. E Mina ficou encantada até mesmo com a postura da professora causada por anos de balé, era simplesmente perfeito a forma como ela conseguia deixar a coluna inteiramente reta. Será que um dia ela também conseguiria?

Qualquer pessoa que observasse a aula de uma turma mais velha que si iria achá-la difícil, porém Mina achou simples o que as garotas que tinham entre quinze á dezoito anos faziam e tentou imitá-las apoiando-se no parapeito da janela, o usando como barra.

Qualquer pessoa que passasse na rua e visse uma garotinha de treze anos de uniforme, fazendo passos de balé, apoiada em um parapeito enquanto encarava uma aula pela janela acharia aquilo estranho. Mas no momento que passou pela rua e viu a menina fazendo aquilo, uma moça parou e encarou-a com atenção. Analisando a destreza com qual a menina imitava os passos das garotas mais velhas. Ficou surpresa com aquilo, pois era deveras surpreendente uma menina de treze anos conseguir ao menos tentar chegar ao nível de uma de dezoito.

A moça, que tinha traços coreanos, sorriu observando aquela cena surpreendente e pensou que com toda certeza aquela menina deveria estar dentro daquele lugar e não observando do lado de fora.

Mas por que ela não estava? Pensou consigo mesma, ela deveria estar e poderia estar. A moça estava certa disso, mas seguiu rumo onde deveria ir ainda pensando nisso. Por que ela não estava?



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