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História Black Swan- TobiIzu - Capítulo 19


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Capítulo 19 - Sob as Estrelas- Parte 3


Fanfic / Fanfiction Black Swan- TobiIzu - Capítulo 19 - Sob as Estrelas- Parte 3

🏴‍☠️

Tobirama estava distraído quando um soco quase acertou sua mandíbula. Graças aos seus reflexos, ele conseguiu interceptar o punho do Ômega com sua mão.

— Muito bem! — Tobirama o elogiou.

Estava ensinando o garoto a lutar há pelo menos três dias, e essa tinha sido a primeira vez que o pequeno quase conseguiu lhe atingir.

— Não foi nada bem, ainda não consegui te acertar um soco. — Izuna lamentou — E estou cansado, suado e com fome.

— Vamos fazer uma pausa então. Você pode tomar banho quando quiser, estamos cercados por água, eu vou pe-... — O Alfa parou de falar repentinamente e girou a atenção ele — Espera, por que você quer me bater ?

— Oh... não é bem assim, não quero agredi-lo, eu só... bom, eu só queria conseguir acertar uma única vez.



— Izuna, você foi criado a vida toda como se fosse um boneco de porcelana. Eu estou há mais de dez anos no mar, claro que-... — Tobirama parou de falar ao notar o olhar cabisbaixo do Ômega. O que ele estava falando era de fato verdade, mas não iria lhe custar nada falar alguma coisa que realmente o motivaria. Ele cerrou o punho que havia interceptado o golpe de lzuna, atrás das costas, fazendo com que sua palma fosse pressionada com força pelos dedos — Além do mais, seu soco foi bem forte. A minha mão está doendo até agora.

Izuna mordeu o lábio, desconfiado.

— Só está falando isso para que eu me sinta melhor.

— Então veja você mesmo. — Tobirama abriu a mão mostrando sua palma avermelhada.

O Ômega a encarou perplexo e um sorriso logo apareceu em suas feições.

— Uau... quer dizer, desculpa. Não quis bater tão forte. Estava empolgado...


— Não se preocupe. — O Capitão apontou para a água — Tome seu banho.

— Mas só tenho essas roupas, a noite faz bastante frio mesmo com o abrigo.

— Então tire-as.

Choque rasgou o rosto de Izuna.

— Não vou me despir na sua frente!

— Pode ficar apenas com as íntimas. — A expressão no rosto do Ômega permanecia a mesma — Izuna, eu já vi tudo. Você estava bastante exposto naquele leilão.

— M-mas é diferente… o que está fazendo ?! — Questionou pasmo quando o Alfa começou a despir-se.

— Não é óbvio? — Tobirama retirou a camisa de botões e a jogou no chão — Estou tirando a minha roupa para dar um mergulho.

De uma só vez, ele abaixou as calças juntamente com a peça íntima. O Ômega ficou mais vermelho que um tomate, e imediatamente ele cobriu o rosto com as mãos.


— Pelos céus, Senju! Vista-se!

— Só se você tirar a roupa também.

— Não! Vista pelo menos a roupa debaixo que eu... e-eu tiro.

Tobirama riu divertido, balançando a cabeça. Ele fez o que Izuna pediu e cobriu suas partes íntimas.

— Pronto.

— Está coberto?

— Sim.

— Tobirama, se você estiver ment-...

— Vai logo. — o Alfa interrompeu.

Izuna abriu uma pequena brecha entre o indicador e o dedo médio, para espiar se o Alfa realmente havia cumprido com sua palavra. Ele abaixou as mãos quando o viu vestido com apenas sua roupa íntima. Tobirama sabia que se ficasse olhando, ele nunca teria coragem de tirar a roupa na sua frente, então se ocupou pegando sua lança enquanto fingia verificar se o punhal estava bem posto na arma que usaria para pescar.

Izuna respirou fundo e tirou primeiro as suas calças, em seguida se livrou da camisa, dobrou-as direitinho e as empilhou em cima de uma pedra. Quando ele se voltou para o Alfa, viu que Tobirama já estava dentro do mar, com a água mais ou menos cobrindo metade de suas coxas.

“E, que coxas...” — Izuna pensou.

Eram bem desenhadas, assim como todo o corpo do Alfa. Ele não era exageradamente musculoso, mas seu corpo era bastante definido. Ele poderia ficar o dia inteiro alí, assistindo o Capitão fincar sua lança na água, e pescando seus peixes para as próximas refeições. Mas a maré estava branda, Izuna aproveitaria para banhar-se com calma e se refrescar. O dia estava bastante quente.

Izuna caminhou devagar até que as pequenas ondas, vez ou outra, cobrisse seus pés por completo. Ele viu que dentro da cesta feita com o material da própria floresta, já estava com peixes suficiente para os dois e um pensamento divertido lhe veio a mente.

Tobirama estava parado feito uma estátua, com o braço que empunhava a lança erguido, pronto para lançar a arma e capturar um peixe azarado que passe pela sua mira. Subitamente, Izuna se lançou exatamente onde alguns peixes estavam. Ele causou uma grande movimentação na água, fazendo com que todos os peixes fugissem para longe.

— Você tá espantando os peixes. — O Capitão tentou repreender de uma forma séria, mas logo sorriu ao ouvir a risada do Ômega.

— Já tem o bastante. — Izuna explicou, apontando para a cesta — Por que quer pescar tantos ? Quer fazer um banquete? — Tobirama colocou as mãos na cintura e só agora percebeu o quanto já havia pescado. Assustou-se quando um jato de água foi lançado em sua direção — Vamos nos divertir, só um pouquinho...

Tobirama fechou os olhos e passou a mão no rosto. Novamente, outro jato de água foi lançado nele.


— Izuninha... — Em meio a um sorriso ele limpou o rosto outra vez, jogando a lança na areia e virou-se para o Ômega: — É melhor você fugir...

Izuna soltou um gritinho quando o Alfa mergulhou na sua direção, e então apressou-se na tentativa de fugir dele. Enquanto tentava correr dentro da água, ele lançava mais água para trás, tentando atrapalhar a vista do Capitão. Sua estratégia não funcionou por muito tempo, e logo Tobirama conseguiu alcançá-lo. Ele o agarrou pela cintura e o ergueu, jogando seu corpo na água mais ao fundo. Izuna submergiu, demorando para aparecer. O Alfa não se preocupou, pois sabia que ele estava brincando, só não esperava que o Ômega iria aparecer bem diante dele.

Quando emergiu, Izuna apoiou as mãos em seus ombros e o afundou na água, fugindo outra vez. Tobirama voltou a persegui-lo, enquanto Izuna lançava mais água como da primeira vez. Eles permaneceram durante um bom tempo brincando e se divertindo na água, até que ficaram cansados e a fome se fez presente.

Izuna ficou com a tarefa de buscar mais lenha e galhos secos, enquanto Tobirama limpava os peixes, retirando suas escamas e vísceras. Após a refeição, eles se colocaram a terminar de construir a enorme fogueira que serviria como sinal, para quando alguma embarcação fosse avistada e eles pudessem ser socorridos. Estavam perdidos naquela ilha há quase três semanas, mas a esperança de serem resgatados continuava forte no coração do Ômega. O Capitão parecia mais realista, acreditava que nunca seriam encontrados, mas demonstrava seu otimismo pelo garoto.

À noite logo após o jantar, Izuna sentou-se em um pequeno tapete esverdeado, onde pequenas graminhas faziam fronteira com a areia da praia. Haviam algumas nuvens no céu, mas ainda nenhum sinal de chuva. Os únicos pontos que iluminavam aquela noite, eram as estrelas.

Izuna ouviu passos atrás de si, e perguntou quando o Alfa se sentou ao seu lado:

— O que você acha que eles estão fazendo?

— Minha tripulação? — Izuna assentiu — Pelo que conheço do meu contramestre, eles estão procurando o terceiro fragmento.

— Mas depois disso eles tentarão encontrá-lo, certo? Você é o Capitão deles.

— Claro. — Tobirama sorriu ao afirmar, mas por dentro ele duvidava disso. Haviam alguns membros totalmente fiéis à ele, mas ele também sabia que se tratando de piratas, a riqueza em ouro e prata valia muito mais que a lealdade — Mas eu não me importo em ficar perdido nessa ilha para sempre, se você estiver comigo.

O Alfa apoiou ambas as mãos atrás da nuca e deitou no chão de frente para o céu. Izuna refletiu suas palavras mas ficou em silêncio, logo fazendo o mesmo movimento, e também deitou-se sobre o chão gramado.

— Incrível como o céu está lindo hoje. — Izuna afirmou cortando a quietude — Cheio de estrelas.


— Naruto disse que quando o céu está assim, é porque a lua voltará a iluminar a noite.

Izuna assentiu. Seus olhos varreram pela vasta imensidão escura do firmamento, mas ainda não tinha visto nem sinal da lua. O tempo se estendeu na completa calmaria. Estava tudo tão quieto, que os únicos sons que Izuna escutava eram o barulho das ondas beijando a praia, e seus próprios pensamentos. Ele fechou os olhos e pôde ouvir a voz do seu pai, quando anunciou que arranjara um marido para ele, quando tinha apenas quinze anos:

“ — Filho, este é o Comodoro da Marinha Real, Indra Ushura.. — Izuna fitou o oficial com curiosidade, não fazia ideia do porque estavam sendo apresentados. Logo, seu pai fez questão de explicar: — Eu o escolhi como seu noivo, e a partir de hoje ele lhe fará visitas para cortejá-lo. Para que assim se conheçam melhor.

O homem que era visivelmente bem mais velho do que Izuna, se aproximou tomando sua mão e beijando as costas dela, afirmou:

— Com todo respeito, sr. Uchiha, mas seu filho é ainda mais belo do que imaginei.

Izuna queria apenas livrar a sua não daquele desconhecido e correr para trancar-se no quarto. Ele sabia que esse momento iria chegar um dia, mas não imaginou que seria tão cedo. Mal fazia um ano em que tivera seu primeiro heat, e seu pai já estava lhe empurrando um casamento.

Conquanto ele não quisesse isso com todas as suas forças, Izuna apenas reprimiu esse sentimento e sorriu cumprimentando o Comodoro.

— É uma honra conhecê-lo, Sr. Indra. ”

Embora não fosse tão experiente de vida, Izuna sabia exatamente o que estava sentindo. O receio sempre o fizera temer seus próprios sentimentos, mas durante o tempo em que conviveu com o Capitão Tobirama, ele os expressou tão naturalmente que aquilo o assustou um pouco.

Seu destino já estava selado, desse modo, ele não poderia se interessar por nenhum outro Alfa. Ele pertencia ao Comodoro e sempre teve medo de se impor contra isso. Mas, não mais. Izuna estava farto de reprimir seus verdadeiros sentimentos.


Se mesmo o Capitão, que também parecia ir contra a corrente, camuflando suas emoções por trás de uma máscara dura, baixou sua guarda e confessou a ele seus sentimentos. Izuna devia ao Alfa, a mesma atitude. Ele abriu os olhos e notou que Tobirama permanecia concentrado, observando as estrelas. E após longos minutos em silêncio, o Ômega tomou um longo suspiro e o chamou:

— Tobirama?

Aquela foi a primeira vez que Izuna o chamou pelo seu primeiro nome. O Alfa franziu o cenho e o fitou com curiosidade.

— Sim?

— Eu sinto o mesmo.

— O que quer dizer com isso? — Tobirama indagou, desconfiado.

Izuna pousou sua mão no peito do Alfa, exatamente acima do coração. Ele podia senti-lo bater tão rápido, assim como o seu estava.

— Que eu também me apaixonei por você. — O Capitão ergueu as costas do chão e permaneceu sentado, esperando que o Ômega terminasse de falar: — Que se dane o Comodoro e esse casamento. Eu quero ser seu. E também quero que seja apenas meu.

A pequena mão de Izuna subiu do peito, até se encaixar no rosto do Alfa. Ele se aproximou até encostar suavemente seus lábios nos dele. Tobirama aprofundou o beijo conforme curvava o seu corpo para frente, ficando acima do de Izuna. Ele continuou beijando-o enquanto retirava cada botãozinho de sua camisa, deixando seu peito e abdômen completamente expostos.

— Você tem certeza? — Tobirama perguntou, interrompendo o beijo.

Izuna assentiu com a cabeça e respondeu:

— Faça-me seu.

Izuna estava com o rosto corado, mas manteve o contato visual com o pirata. Todo o sangue do Alfa parecia querer se concentrar em seu pênis, e ele o sentiu ficar completamente ereto sob o tecido de suas calças. Tobirama mirou seus lábios novamente, dessa vez com mais voracidade. Ele deixou sua boca seguindo caminho pela linha da mandíbula e pescoço, enquanto Izuna inclinava a cabeça para trás, dando-lhe mais acesso a sua área cervical.


Descendo um pouco mais, o Alfa deteve-se em seu peito, a língua explorava a área fazendo o Ômega ofegar, curvando as costas para obter mais daquele contato. Tobirama sentiu uma das mãos do Ômega explorar seus cabelos com os dedos, indicando que ele estava gostando daquilo. Os dedos do Alfa prenderam-se no cós de suas calças, e com cuidado, ele as puxou para baixo juntamente com sua roupa íntima.

O pênis de Izuna também estava rígido e melado por seu pré-semen, assim como seu ânus lambuzado pela sua doce e particular lubrificação, que escorria conforme ficava cada vez mais excitado, ao toques de Tobirama. O Alfa acomodou-se no meio das pernas dele e admirou por alguns segundos, a forma de um Ômega sendo tocado pela primeira vez.

Izuna deixou que um gemido escapasse de sua garganta, no instante em que o Alfa tomou sua ereção entre os lábios e a chupou com vontade, se deliciando com aquele delicado sabor. Tobirama abriu a boca e acomodou todo o falo, chupando e lambendo enquanto seu dedo já inteiramente úmido pelo lubrificante, seguia explorando a área anal do Ômega.


Tobirama pressionava o seu indicador, fazendo círculos ao redor. Até que, sem aviso, seu dedo deslizou para dentro e Izuna mordeu o lábio tentando conter um outro gemido. Tobirama sentiu que seu pênis ficou ainda mais rígido ouvindo o pequeno gemer tímido daquele jeito. Um segundo dedo deslizou para dentro, e o Ômega dessa vez moveu os quadris, sentindo seu interior ser massageado pelos dedos longos do Capitão. Izuna estava extremamente excitado, seu corpo não parava de expelir seu fluído natural e ele movia os quadris necessitando de mais contato. Ele queria que o Alfa fosse mais fundo, e Tobirama também já não estava aguentando vê-lo se contorcer. Ele precisava preenchê-lo completamente antes que o Ômega gozasse.

Tobirama retirou os dedos de dentro dele, e o Ômega choramingou em protesto, o Alfa foi ligeiro quando abriu a calça e expôs para fora o seu pênis que também já estava encharcado pelo seu líquido pré seminal. O Alfa abriu e espalhou as coxas do loirinho um pouco mais, encaixou a ponta do seu membro no ânus do Ômega e curvou o corpo para frente até estar com o rosto rente ao de Izuna, o suficiente para sentir sua respiração ofegante tocar suas faces. Ele manteve o peso do seu corpo sobre os antebraços e moveu os quadris para penetrá-lo.


Vagarosamente, Tobirama ia tomando mais da cavidade do Ômega. Obrigando suas paredes internas a dilatarem-se para receber seu membro. Izuna fechou os olhos com força, e seus dedos agarraram a grama ao seu lado.

— Oh… céus... — O Ômega choramingou e mordeu o lábio com força.

Assim que acomodou-se inteiramente  dentro do corpo do Ômega, Tobirama permaneceu imóvel por um tempo. Ele sabia que Izuna estava sentindo um certo incômodo inicial, aquela era a sua primeira vez e machucá-lo era a última coisa que ele queria na vida.

Com cuidado, inclinou o corpo ainda mais, até que seus abdômens estivessem encostados um no outro.
Tobirama depositou diversos beijos pela derme do Ômega, ao passo que acariciava seu rosto e movia as mãos entre os fios pretos, que tornaram-se úmidos com o suor.

— Vai passar, meu amor... — Tobirama sussurrou em seu ouvido e logo depois chupou o lóbulo de sua orelha — Não vou me mover até que diga que eu posso.


Izuna abriu a boca e ofegou, deixando que alguns gemidos escapassem. Seu corpo reagia positivamente aos toques do Alfa, sua pele se arrepiava a cada contato quente e úmido que a língua de Tobirama proporcionava, ao morder levemente e chupar cada centímetro da pele que cobria sua delicada clavícula.

Sendo um lúpus, Izuna também possuía o gene mais forte, e com isso, seu interior se adaptou com mais facilidade. A dor que sentia foi sendo substituída por uma nova sensação. Seu pênis se contraiu quando o Capitão beijou e em seguida, chupou a curva de sua mandíbula. O corpo de Izuna moldou-se as suas necessidades, ele sentiu seu ventre contrair-se a medida que ansiava por mais de seus toques.

— Tobirama… — Izuna murmurou baixinho.

Ao ouvi-lo chamar seu nome, o Alfa mostrou-lhe toda a sua atenção:

— Sim, meu coração — Capitão Tobirama respondeu, deixando um simples beijinho em sua bochecha. Timidamente, Izuna arriscou mover os quadris e olhou diretamente nos olhos do Alfa, com um mudo pedido para que Tobirama se movesse dentro dele — Posso fazer isso?


Izuna mordeu o lábio e assentiu. Tobirama moveu seu quadril lentamente saindo de dentro dele, no momento seguinte ele deslizou penetrando-o novamente. Tobirama estava atento as expressões feitas pelo pequeno Ômega, ele sentia o quanto o corpo menor necessitava mais daquilo e investiu outra vez, agora com mais intensidade. Izuna gemeu quando sentiu o membro do Alfa entrar mais fundo em seu canal e tocar em seu ponto mais sensível. Seu corpo movia juntamente com o do Ômega, a medida que investia gradativamente mais febril.

Tobirama beijava seu pescoço e chupava sua pele delicada com avidez. Aquilo com certeza deixaria marcas. Quando Izuna abriu os olhos, a primeira coisa que ele viu foi a lua. Gigantesca, ela reinava sobre o firmamento cercada por diversas estrelas. Ambas testemunhando a união entre um Alfa e um Ômega. As mãos de Izuna deslizavam pelos braços de Tobi, e se acomodaram entre seus torsos. Ele sentiu cada músculo abdominal do Alfa contraírem-se, a medida que Tobirama movimentava seu corpo sobre o dele.

O Capitão uniu suas bocas novamente, beijando-o com mais afinco e desejo. O Ômega apertou suas pernas ao redor dos quadris de Tobi quando sentiu um formigamento surgir em seu baixo ventre, sendo seguido por contrações em sua musculatura anal. Ele gemeu ofegante contra os lábios do Alfa, e logo estava explodindo de prazer, enquanto seu falo expulsava todo o seu gozo entre seus corpos. Ao sentir que as paredes do Ômega se contraíram ao redor de seu pênis, Tobi sentiu que ele havia tido o seu primeiro orgasmo, e que depois daquilo não conseguiria aguentar por muito tempo. Alcançou seu ápice pouco tempo depois, preenchendo o corpo do Ômega com seu fluído quente.

Izuna desatou as pernas que ainda cercava os quadris do Alfa e sentiu seu corpo amolecer sob o dele. Tobi sentiu o mesmo mas não deixou que todo o peso do seu corpo caísse sobre ele, em razão disso, ao se retirar do corpo do Ômega ele deslizou para o lado e fechou os olhos. Por alguns segundos, eles ouviram apenas o barulho do mar mesclando-se ao som de suas respirações arfantes. Tobirama puxou Izuna com cuidado, e deitou a cabeça dele em seu peito, passando os braços ao redor de seu corpo e o pequeno Ômega se aninhou no quentinho do Capitão.

— Como você está? — Tobirama perguntou.

— Incrivelmente bem. — Izuna suspirou ao receber um beijo no topo de sua cabeça.

— De todas as coisas boas que já aconteceram na minha vida, você, de longe, é a melhor delas.

Izuna deslizava a ponta dos dedinhos sobre a pele do Alfa. Seu peito estava suado, causando um pequeno brilho devido a luz da lua. O Ômega ponderou sobre o que acabara de acontecer e sobre seus futuro, enquanto observava o peitoral do Alfa subir e descer com sua respiração calma.

— Eu quero ir com você, Tobirama. — Izuna exprimiu — Quando nos resgatarem, eu quero ir com você. Seja lá para onde for, eu quero ficar com você.

Tobi inspirou profundamente. Seu abraço se tornou mais forte ao redor do pequeno quando respondeu:

— Eu jamais deixaria você ir à algum lugar sem mim.


Notas Finais


Capítulo Soft 🌟


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