História Blackbird (McLennon) - Capítulo 16


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Categorias The Beatles
Personagens John Lennon, Paul McCartney
Tags Álcool, Aventura, Drogas, Gay, George Harrison, John Lennon, Novela, Paul Mccartney, Ringo Starr, Romance, The Beatles
Visualizações 44
Palavras 1.315
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção Adolescente, LGBT, Saga, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oiiiii (sou muito cara de pau, mas não desistam de mim please), bem... me desculpem a demora, mas estou cheia de trabalho para fazer, fora que estou me sentindo mal emocionante, mas irei superar, acreditem.
Nesse capítulo iremos focar mais em Starrison (por isso o título), é um capítulo um pouco mais curto, mas não deixa de ser importante. Aaaaaah, eu já ia me esquecendo de agradecer os 40 likes, vcs são fodas, mas já falei de mais. Boa leitura ♡

Capítulo 16 - Aquela baranga não te merece!


Fanfic / Fanfiction Blackbird (McLennon) - Capítulo 16 - Aquela baranga não te merece!

Por George 

Paul estava animado hoje, ele havia me contado tudo o que seu pai disse. Eu estava feliz pelo meu amigo, fazia tempos que não o via assim tão vivo, realmente a música liberta qualquer um. O fato de estarmos em uma banda pode ser bobagem para muitos, mas para nós tem um significado importante, é uma válvula de escape da realidade dura em que vivememos.

Descemos do ônibus e Paul continuava falando:

- Ah, já ia me esquecendo de falar, o John foi lá em casa ontem a noite - Paul diz com um sorrisinho bobo. Já estava na cara que um era afim do outro, só faltava ambos assumirem. - Ele ficou jogando pedrinhas na janela, achei que era uma criança, mas não... era ele. - disse suspirando. Não pude deixar de rir.

- Você está parecendo uma garotinha apaixonada. "Ai o John isso, ai o John aquilo"! - digo imitando uma voz feminina muito mal feita diga-se de passagem. Paul deu um tapa forte no meu braço. - Aí, doeu!!!

- Para de ser idiota George! - ele diz bravo.

- Foi mau, mas é o que parece. Vai me dizer que não sente nada pelo cabelo de curupira? - digo e pude ver as bochechas redondas do McCartney ficarem vermelhas. Paul não me engana, somos amigos deis de crianças.

- E-eu? Afim do Lennon? C-claro que não! - ele diz gaguejando.

- Pode negar o quanto quiser Paulina, mas eu sei que você tem uma quedinha por ele. - digo fazendo uma expressão safada. 

- Não! O John é só... Meu amigo, assim como você. - ele diz nervoso.

- Você e eu nunca nos beijamos na boca. - digo na zoação e pude ver seus olhos ficarem do tamanho de pratos.

- C-como você sabe? - Paul disse assustado. Ah então era verdade?

- Hmmm McCartney quer dizer que beijou o ruivinho e não me contou? Que belo amigo você é! - digo de uma forma dramática com a mão no peito.

- Eu admito... eu e John nos beijamos depois da nossa apresentação no The Cavern Club, na casa dele - ele diz com a voz baixa.

- Tudo bem Paul não vou te julgar por ter beijado o John, eu sei que ele é um gato, só fiquei chateado por não ter me contado antes. - digo tentando reanimá - lo.

- Me desculpa Geo, eu só fiquei sem cabeça com tudo que aconteceu. 

- Te entendo, mas você sabe que pode contar tudo para mim de uma forma digamos... "mais relaxada" - digo fazendo uma breve aspas com os dedos.

- Eu sei... Obrigado Geo de verdade. Agora vamos para a aula da Eleanor, só Deus sabe o escândalo que ela fará se chegarmos atrasados de novo.

- Vamos. - disse e em seguida andamos até a sala.

(...)

Já estava na hora da saída, iríamos ensaiar na casa do John como de costume. Paul tinha mandado mensagem para Lennon contando as boas novas, John não podia conter sua felicidade, iria estar na porta do colégio como sempre fazia (ótimo! Vela).

Ao sairmos vimos John parado na frente do portão usando seus óculos escuros. Ao ver o ruivo Paul se derreteu todo (igual sorvete no sol) e abriu um sorriso, o mesmo fez Lennon ao ver o McCartney.

- Oi George, Macca! - o abraçou. - É um prazer te ver de novo. 

- Digo o mesmo John, estou muito feliz de estar de volta! - Paul diz retribuindo o abraço do ruivinho.

- Bom... Vamos?  - interrompo o clima dos dois.

-  Vamos. - John confirmar. E assim seguimos até o ponto de ônibus.

(...)

Depois de alguns minutos chegamos a casa do Lennon. O tal Stuart Sutcliffe  estava lá com uma tremenda cara de bunda ao ver o Paulie, detesto esse sujeito. Mas ao olhar bem para o lugar senti falta de um certo alguém.

- Cadê o Ringo? - digo curioso.

- Ele não vai vir hoje. - o tal Stuart me responde.

- Mas por quê? - pergunto perplexo.

- A Maureen terminou com ele, o coitadinho está devastado. - John diz com uma expressão triste.

- Bem feito pra ele, sempre avisei que a tal Maureen não era flor que se cheire. - Sutcliffe disse seco. Babaca sem coração.

- Stuart é melhor calar a porra da boca, não escolhemos de quem gostamos, não é mesmo? - John o pergunta.

- Não. - ele diz engolindo em seco e abaixando a cabeça. 

- Ótimo, agora vamos começar. - Lennon encerra o assunto. Ainda bem que o John repreendeu aquele idiota, se não eu iria sujar minhas mãos de tanto o surrar.

(...)

Depois do ensaio perguntei para o Lennon onde era a casa do Ringo, eu precisava o ver e me oferecer para ajuda-lo. Me despedi de todos e peguei um ônibus até o local, andei um pouco e não demorou muito para avistar a casa na qual John haviam descrevido.

- É aqui 433. - digo para mim mesmo. Toco a campainha, não demorou muito, uma senhora elegante me atendeu.

- Sim? - diz a mulher. 

- Boa tarde senhora, eu queria falar com o Ringo, ele está? - pergunto.

- Sim, entre por favor! - a mulher diz me dando passagem e em seguida fechando a porta. - O Ringo está muito abatido, não quer comer nem beber nada... Estou preocupada com meu filho. - ela diz com um olhar triste. Me partindo o coração.

- Vou ver se consigo falar com ele senhora Starkey. - digo e ela sorri.

- Obrigada, como você se chama? 

-  George... George Harrison - digo.

-  Prazer em conhece-lo George, me chamo Elsie Starkey. O quarto do Richard é a primeira porta a direita, pode subir. 

- Obrigado senhora. - digo e em seguida subo para o quarto do mesmo. Bati duas vezes na porta.

- Eu não quero comer mãe, me deixa sozinho. - ouso a voz do mesmo.

- Não é sua mãe, sou eu o geo, posso entrar? 

-  Pode. - ele permite e assim entro no quarto. Ringo estava péssimo, vestia um pijama azul e tinha seus cabelos bagunçados, seus olhos azuis que combinavam com o pijama estavam vermelhos, certamente estava chorando. 

Fiquei parado por um longo tempo o encarando.

- E-eu fiquei sabendo o que a Maureen fez. - digo gaguejando. Ringo não me olhava diretamente, sua atenção estava na janela.

- Veio aqui prestigiar minha desgraça? - ele diz ainda sem me olhar.

- Claro que não. Vim porque sou seu amigo e não quero te ver sofrer. - digo me aproximando dele e sentando em sua cama. - Não gosto de ver seus olhinhos azuis tristes, são tão lindos para estarem derramando lágrimas por qualquer pessoa. - falo e ele finalmente me encara.

- Como ela pode fazer isso comigo geo? Como? Ela disse que nunca me amou, só estava comigo para fazer ciúmes no tal Jacob. Como eu fui burro, Stuart tinha razão. - Ringo diz secando suas lágrimas.

- Não diz isso, não diz que aquele puto infeliz estava certo. Todos nós erramos rings, não escolhemos de que gostamos. -  digo desanimando. Eu estava dando conselhos para o garoto no qual eu gostava, estava na minha frente chorando por uma piranha que não merecia seu sofrimento. - Por favor não chore, aquela baranga não te merece! - digo acariciando seu rosto, fitando seus olhos tristes. Ringo deu um pequeno sorriso, que já significava muito para mim.

- Que bom que você está aqui George, sua amizade significa muito para mim. - ele diz me abraçando apertado, no qual eu nem exitei em retribuie na mesma intensidade.

- Imagina... É para isso que servem os amigos, não é mesmo? - digo revirando os olhos. Se ele soubesse que eu quero ser muito mais do que seu amigo.



Notas Finais


Friendzoneeee


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