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História Blacken my heart - Capítulo 10


Escrita por:


Notas do Autor


EITA GENTE
É AGORA VIU E VAMOS DE REVELAÇÕES
espero que gostem
perdoem os erros e tudo mais
obrigada por tudo
se cuidem!!!
playlist da fic aqui https://open.spotify.com/playlist/5bnDe0qlBXZxiY7uTx1dgp?si=taMMHrqfTxyOOMyuCzvQlg

Capítulo 10 - A distante casa


Fanfic / Fanfiction Blacken my heart - Capítulo 10 - A distante casa

– Então, preciso te levar a um lugar. – Hyejoo disse ainda em meu abraço. – Você poderia vir comigo? Sei que não sou muito boa com essas coisas, que das ultimas vezes apenas te arrastei para os lugares, e te peço desculpas. Você quer vir até a minha casa?

                    – É claro que sim. – disse perto de seu ouvido, sua cabeça estava ainda em meu ombro, tomei coragem e passei meus dedos por seus cabelos, afagando o seu ser sob o meu toque, espero que eu esteja ajudando pelo menos um pouco.

                    Hyejoo se separou lentamente e agarrou a minha mão, começamos a voltar até a moto. Ela me soltou momentaneamente e fora abastecê-la, como se fizesse isso sempre naquele local, não fiz mais perguntas, pelo menos não agora. Não quando ela própria iria me contar o que é que fosse, teria de acreditar, teria de apenas acreditar em Hyejoo, por mais que isso fosse difícil, estava uma pilha de nervos ainda, tudo o que estivera acontecendo nesses últimos dias apenas era demais para mim, era muita emoção para meramente dias. Acho que tinha vivido nesses poucos dias tudo o que não vivera uma vida inteira.

                    A morena colocou algumas notas em cima do local a qual estava, uma simples mesinha ao lado a qual abastecera, depois acenou para mim e entendi que deveríamos voltar, subi na moto depois dela e coloquei meu capacete. Agora estávamos mais tranquilas do que uma hora atrás. Hyejoo colocou seu capacete, tirou a chave de seu bolso e colocou na moto a qual gemeu embaixo de nós e senti aquela nova sensação de adrenalina correr por minhas vezes, será que iria me acostumar? Espero que sim.

                    Lentamente Hyejoo virava a moto para podermos engatar e pegar a estrada novamente, mas antes disso Hyejoo pegou as ambas de minhas mãos e levou até sua cintura, se entrelaçando em sua barriga.

                    – Segure assim, é melhor. – ela disse e assenti e enquanto isso meu coração fazia algo que já estava se acostumando, senti uma pontada em minha barriga e quanto mais o toque de Hyejoo se fazia presente mais meu corpo parecia gostar dele.

                    – Obrigada.

                    Enquanto agradecia Hyejoo já tomava a estrada e acelerava, não tão rápido quanto antes, estava a velocidade que podia relevar. Não demorou muito para que tomássemos a pista novamente onde se encontrava bem mais cheia do que antes, o que não fora um problema para ela, apenas transpassamos todos os carros que estavam ali. Era uma mini viagem que não demoraria tanto, agarrara um pouco em Hyejoo, do jeito que ela me mostrara e realmente era muito mais eficaz do que o modo que segurava mais cedo. Apoiei minha cabeça em seu ombro enquanto corríamos, ela pareceu se mexer um pouco, mas não se importou, tampouco, me pedira para sair.            Mas, o problema era o tamanho dos capacetes, então logo tive que sair, pois Hyejoo não conseguia dirigir muito bem, mesmo que não tivesse me pedido para sair, senti que era necessário.

                    Acelerando entre os carros percebi que lentamente o sol mudava de cor, e pensei em minha mãe, e em como ela iria me matar quando chegasse até nossa casa, ou poderia dizer que dormiria na Jiwoo, não seria um problema, pois sempre estávamos uma na casa da outra, quando descesse da moto iria mandar uma mensagem para ela, e outra para Jiwoo pedindo que mentisse caso minha mãe ligasse, o que não era nada certo, mas acho que não teria oportunidade como essa, e pensando naquele carro preto podendo estar por aí, não era uma boa ideia ir para casa agora. Embora, uma hora devesse voltar.

                    Será que ele ainda estaria rodando por aí, procurando uma moto que corria entre os carros. Olhei para os lados e vi carros quase como idênticos, não consegui identificar, e olhando as placas dos que estavam ali percebi que aquele que nos perseguira não tinha placa, o que era mais ainda perigoso e suspeito. Alguém não queria ser descoberto de jeito nenhum. Estava quase abraçada com Hyejoo, e a sensação era nova e totalmente maravilhosa, a adrenalina parecia se mesclar com esse sentimento e algo parecia transbordar dentro de mim. Eu estava assustadoramente e totalmente dentro disso, o que é que fosse, com Hyejoo.

                    Entramos de novo na área residencial e mudamos a rota, ao invés de passarmos perto de minha casa fomos em direção à esquerda, onde algumas vezes já estivera com minha bicicleta tentando me distrair. Pegamos uma rua que era comprida, as ruas eram bem pavimentadas, as casas com modelos iguais, mas cores diferentes. Não havia tantas crianças na rua, mas mesmo assim parecia cheia. Continuamos andando por o que parecia ser uns quinze minutos até paramos virarmos a direita e entrarmos em uma área que não possuía tantas residências, deste lado elas eram bem afastadas uma das outras e parecia bem difícil o acesso, Hyejoo fazia curvas sinuosas e fora em frente,  mas, desta vez parou na última casa daquela rua. Uma casa de dois andares que tinha tons de cinza, não havia tantas janelas, e as que tinham estavam fechadas, na porta era visível que havia mais de um cadeado, e o quintal não era convidativo. A garagem parecia conter um portão mais forte do que as casas ‘normais’ e poderia perceber que a segurança daquela casa era melhor do que as das demais.

                    – Tem muito tempo que não venho aqui. – Hyejoo disse parando a moto.

                    – Mas, não é a sua casa? – perguntei enquanto tirava o capacete.

                    – Era. Agora não paro mais em um só lugar, não é seguro.

                    Tudo bem, isso certamente era MUITO curioso, porque ela não parava em um só lugar? Porque sua casa era desse jeito, tão bem guardada? Com toda essa segurança? Era difícil não fazer perguntas, mas sei que elas viriam na hora certa, Hyejoo ainda aparentava ainda muito preocupada, olhava para os lados atentamente enquanto nos encaminhávamos para a entrada da casa. Tirou uma chave do molho e colocou na primeira fechadura, e depois fez com as demais. Ela não estava nada bem, podia sentir isso, e tal pensamento me trouxe a tona o sangue em sua blusa, tinha completamente esquecido disso dado às aventuras a qual passamos.

                    – Hyejoo, o sangue em sua blusa, você se machucou? – perguntei enquanto ela abria porta.

                    – Um pouco, me deixe primeiro verificar se está tudo bem. – ela disse entrando na casa e me deixando para ali.

                    Aguardei esperando que ela voltasse. A moto estava parada em frente à garagem, percebi que não estava mais tão nova como da vez que a vi primeiramente. Olhei ao redor, a casa mais próxima estava longe, parecia muito deserto. Havia prédios no horizonte, mas a rua estava vazia, não havia pessoas, nem carros, nem o que é que fosse. Estava tudo vazio.

                    Lembrei-me de pegar o meu celular e vi que tinha ligações de minha mãe, isso não era um bom sinal. Disquei o seu número e logo ela atendeu.

                    Mãe desculpe a demora.

                    Park Chaewon, espero que tenha uma boa desculpa.

                    Fiquei pensando na desculpa, tentando arranjar algo, qualquer coisa, uma mentira que fosse bem convincente. Como adolescente é uma coisa bem irresponsável.

                    Eu estive com Jiwoo no colégio, estávamos ajudando os alunos com dificuldades nas matérias de exatas, você sabe como é difícil, mãe.

                    Espero que não esteja mentindo, Chaewon.

                    Não estou, mãe.

                    Hm, sei. E onde está agora?

                    Na casa de Jiwoo, posso dormir aqui? Por favor? Estamos maratonando uma série nova, a mãe dela pediu pizzas, por favor, por favor.

                    Minha mãe ficou calada por alguns segundos que pareceram horas, mas tudo que podia era esperar, e torcia para que ela deixasse.

                    Tudo bem, mas me mantenha informada.

                    Obrigada. Obrigada, mãe. Pode deixar. Obrigada, te amo.

                    Também te amo, filha, e juízo.

                    Sempre. Beijos.

                    Desliguei o telefone rindo de nervoso, como podia estar mentindo tão descaradamente, mas não tive muito tempo de pensar e logo liguei para Jiwoo, ela demorou a atender e já estava quase desistindo até que ouvi uma voz que não era dela.

                    Celular de Kim Jiwoo.

                    Quem é?

                    Dá-me isso aqui, Sooyoung! – ouvi Jiwoo falando ao fundo. Sooyoung? Elas já estavam juntas? Mas, essas meninas são rápidas demais.

                    Alôu? Chaewon? Olá!!

                    Jiwoo? É isso mesmo que eu ouvi? Sooyoung estava com seu celular? Vocês estão juntas?

                    Então... Isso foi culpa sua! Eu não sei se te mato ou te beijo e abraço.

                    Eu prefiro a segunda opção.

                    E eu não sei. Mas, aconteceu algo?

                    Eu quero os detalhes depois, viu. Enfim, eu estou com Hyejoo na casa dela.

                    E depois eu que sou rápida.

                    Cala a boca, e me escuta, doida. Eu estou aqui, mas minha mãe acha que estou na sua casa, então se ela ligar, por favor, me acoberta, eu nunca te pedi nada.

                    Na verdade, pediu sim, mas eu vou te ajudar.

                    Obrigada, Jiwoo! Eu te amo.

                    Também, xuxu. Agora que já conversarmos vou voltar pra Sooyoung, temos uns assuntos para discutir.

                    Sei... vai lá Jiwoo, se divirta, beijos.

                    Desliguei o telefone rindo comigo mesma enquanto escutava a porta ser aberta e ver uma Hyejoo mais tranquila me deixando entrar.

                    – Venha, está tudo bem.

                    Entrei finalmente na casa de Hyejoo e percebi o quão escuro era ali. Tudo parecia em seu devido lugar, mas algo estava estranho, era tudo muito sem vida. Os moveis pareciam intocados, algumas coisas estavam com poeira, o chão rangia sob os meus pés. Hyejoo se adiantou e acendeu algumas luzes que faltavam e pude dar uma olhada melhor na casa. Ela estava parada olhando a minha reação, as mãos em seus bolos, mas depois tirara a sua jaqueta e percebi que  a macha em sua blusa aumentara, o que me deixara um tanto preocupada.

                    – Hyejoo... O que aconteceu?

                    – Alguém que não gosta de mim. – ela disse rindo fracamente. – Vou procurar algum antisséptico, venha comigo.

                    Ela andou na frente e a segui, percebendo que a casa não recebia visitas tinha muito tempo. Hyejoo entrou no banheiro que parecia estranhamente muito limpo, se olhou no espelho primeiramente e depois abriu a gaveta. Achou algodão e um liquido que parecia ser o antisséptico. Hyejoo levantou a blusa, e teve dificuldade. Quando pude ver sua pele tomei um susto, pois o corte estava muito feio, o sangue secava, mas ainda havia um buraquinho que ainda jorrava o liquido vermelho. Hyejoo molhou o remédio no algodão e tentou passar, mas seu rosto fez uma careta, devia estar doendo muito.

                    – Deixe-me ajudar. – disse e esperei sua resposta, ela ponderou por alguns minutos, mas finalmente me deixou ajuda-la com um aceno de cabeça.

                    Cheguei mais perto e peguei o algodão de sua mão, passei levemente no machucado enquanto sua respiração se tornava mais forte do lado do meu rosto.

                    – Está doendo muito? – perguntei.

                    – Um pouco, mas, vai passar.

                    Continuei cuidando de Hyejoo até que o corte estava limpo, e podia perceber que estava fundo. Procurei na gaveta e achei uma gaze, coloquei-a por cima e colei-a em seu corpo com um pouco de fita crepe. Hyejoo abaixou seu braço com certa dificuldade, e pensei como ela teria passado todo esse tempo com esse corte e dor. E percebi que fora desde que me encontrara no colégio, e era muito tempo, devia estar esse tempo sofrendo, me senti muito mal.

                    – Obrigada, Chaewon. – ela disse fechando a gaveta. – Vamos para sala.

                    – Tudo bem.

                    Voltamos para sala e logo nos sentamos no sofá preto que havia ali. A televisão que há muito tempo não passava nada nos encarava. Hyejoo descansou alguns minutos e não disse nada, não iria conseguir cobrar nada dela depois do que tinha passado, poderia esperar. Hyejoo encostou sua cabeça no sofá e respirou fundo, vi seu peito subir e descer, seus olhos abertos observando o teto da casa.

                    – Bom, acho que está na hora.

                    Meu coração se apertou, sabia o que viria a seguir, finalmente iria descobrir um pouco da vida de Hyejoo.

                    – Já aviso de antemão que você pode não gostar de mim quando eu acabar a história, e você pode ter todo o direito disso, quer dizer, você tem todo o direito. Às vezes, nem eu gosto de mim mesma. Você não está presa a mim, Chaewon. Posso providenciar segurança para você, se você quiser a gente pode nunca mais se ver.

                    – Hyejoo? O que você está falando? – perguntei enquanto me virava para ela e encarava seu rosto. Hyejoo ainda olhava para o teto, procurando alguma coisa, procurando respostas talvez. A blusa manchada ainda em seu corpo, o cansaço em seu olhar, a falta de forças em seu corpo, era devastador olha-la nesse estado, como poderia deixa-la.

                    – Só estou avisando, Chaewon. Agora vamos lá. – Hyejoo disse enquanto virava para me olhar atentamente, pegou o seu celular, procurou um pouco na galeria e finalmente me mostrou uma imagem.

                    Parecia ser uma foto de família. Uma mulher e um homem em seus trinta anos estava abraçando uma menininha pequena em seus braços, ela sorria e brincava com o cabelo da mãe, enquanto seu pai fazia cocegas. O sorriso tão grande em seus lábios que era difícil ver seus olhos, seus cabelos negros e marcantes. A foto emanava felicidade, mas ao olhar o rosto de Hyejoo não era isso que via.

                    – É a sua família? – perguntei e ela confirmou com a cabeça. – Onde eles estão?

                    – Mortos.

                    – O que?

                    – Isso mesmo que você ouviu. Mais precisamente, assassinados.

                    – Como assim, Hyejoo? Você... Você.

                    – Minha mãe era comissária de bordo e o meu pai um jornalista. Eles se conheceram em uma de suas viagens a trabalho, e desde então tinham se tornado inseparáveis. Pareciam ter sidos feitos um para outros, e de seu amor eu nasci, eles estavam muito felizes. Minha mãe tinha parado suas viagens e cuidava de mim, e meu pai continuava com seu trabalho no jornal da cidade. Eu cresci e desde cedo minha mãe sempre me ensinou a me defender bem, e enquanto crescia me fascinava ainda mais por luta e então meu pai me colocou em aulas de kung fu, e nas horas vagas ele gostava de caçar e então me passou seus conhecimentos básicos em tiro e armas, era nova, mas ele sempre me ensinou a ser responsável e não brincar com coisas sérias, eles me criaram bem... Bom, eu acho.

                    Escutava atentamente tudo o que Hyejoo dizia e meu coração batia fortemente, vi em seus olhos e neles o que parecia ter sido uma vida muito difícil.

                    – Tudo estava bem, eu era feliz. Minha vida era boa e eu sabia que tinha pais maravilhosos e que cuidavam de mim, sabia muito bem disso, mas... Mas, isso não durou. Infelizmente meu pai se meteu com as pessoas erradas, estava investigando uma família poderosa para o seu mais novo projeto, e recebia uma boa quantia em dinheiro para isso. Ficara feliz em saber que o dinheiro entraria mais e que poderia comprar uma casa melhor para morarmos e quem sabe até uma viagem para a Europa, eu dizia para ele que era meu sonho. Um sonho idiota. – ela riu, mas não tinha nada engraçado em sua voz. E entendi que era a mais pura tristeza. – Ele continuou a investigação e cada vez que descobria mais coisas ruins sobre essa tal família mais dinheiro ganhava, estávamos indo muito bem, vivendo bem, até que...Até que não mais. Nada estava mais bem.

                    “Ele começou a receber ameaças e até mesmo deixara seu emprego no jornal e nos abrigara em um lugar escondido, mas não adiantou. Minha mãe também tentou despistar o que é que fosse, mas confiou nas pessoas erradas, deram a nossa localização exata, e bom... Os mandantes da tal família nos achou e...

                    Lágrimas deixavam os olhos de Hyejoo, mas a sua feição continuava a mesma, séria, dura e intragável. Suas mãos apertavam os seus joelhos tão forte que fiz menção de pegar, mas ela me afastou, não fiquei triste com isso... Era um momento muito difícil.

                    – E bom, eles nos acharam e mataram os meus pais, eu escapei, mas por muito pouco. Estava no meu quarto treinando para um campeonato onde tinha o sonho de realizar, estava com os fones de ouvido, e só ouvi uma pancada no chão da sala, e então desci lentamente pensando em pregar uma peça em meus pais. Coloquei lentamente meu corpo na escada, mas a cena me assustou muito, eles estavam no chão, ensanguentados, e os homens ainda estavam na casa. Meu pai jogado perto da televisão e minha mãe na ponta da escada. Ela me olhou e colocou o dedo na boca para que eu ficasse quieta, para que eles não me vissem e não me matassem também.  E então lentamente vi a vida se esvair do seu corpo enquanto estava colada no chão, esperando que aquelas pessoa fossem embora e eventualmente eles foram e só resto eu nessa casa.

                    Parecia ter perdido o mundo que estava sob meus pés, o meu coração apertou de tal forma que o ar fora roubado de mim, os olhos de Hyejoo estavam vermelhos e ela deixava que as lágrimas escorressem ao ponto de seu rosto estar banhando delas. Era devastador, ela estava inconsolável e eu não sabia o que falar, queria poder abraça-la, mas não sei se iria querer, não sabia o que fazer, ela...

                    – E foi assim... Fiquei com minha avó algum tempo, mas ela veio a falecer também e então fiquei sozinha novamente, o sistema não ligava para mim e então tracei o meu caminho. Somente eu. Eduquei-me, me alimentei e me criei sozinha para pode buscar vingança contra essas pessoas. Te contei a história, Chaewon, mas agora vem a parte mais preocupante.

                    – O que? Como assim?

                    – Eu participo de uma organização. Não vou falar o nome, pois não quero se coloque mais em perigo do que já está, mas eu...

                    – Você, o que, Hyejoo?

                    – Eu até hoje procuro vingança pelas mortes de meus pais, até hoje procuro o mandante, mas como disse antes... A família é muito poderosa e não deixa rastros, então tenho de ter recursos e dinheiro para isso, já encontrei alguns dos que praticaram o assassinato e os matei, mas eles eram meramente peões, eu estou atrás das pessoas que deram as ordens, os chefões, e para conseguir isso mato pessoas influencias ou simplesmente recebo ordens de pessoas com muito dinheiro que querem ver seus inimigos mortos, mato porque pagam bem. Sou uma assassina de aluguel, e ganho muito bem para isso. Com o ensinamento de luta que tenho, e o aprendizado do meu pai em armas, sou uma das melhores em minha área, se não, a melhor. Então essa é minha história.

                    “Você já pode sentir repulsa de mim, Chaewon, até eu mesma sinto às vezes.”



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