História Blacklist - Capítulo 2


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Categorias Bangtan Boys (BTS), O Poderoso Chefão
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, Jikook, Kookmin, The Godfather
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Palavras 2.849
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá, meu amores!
Como vocês estão?
Espero que tenham gostado do primeiro capítulo dessa fic. Eu estou indo para o segundo capítulo e tentando dar o melhor de mim para vocês.
Sem mais delongas, boa leitura a todos e até as notas finais!

Obs: O escrito em itálico representa o pensamento dos personagens.

Capítulo 2 - Eu prometo


O-o que?! Eu não acredito... 

- J-Jungkook, eu não imaginava que você iria me ajudar. - Disse em um tom de voz extremamente baixo, tentando evitar com que qualquer pessoa pudesse ouvir, principalmente Sr. Park, que estava dormindo há poucos metros do quarto de Jimin, no fim do corredor escuro e extenso, coberto por um tapete vinho sobre o piso de madeira do início ao fim, nas paredes, também com uma tonalidade escura, quadros e obras que appa apreciava muito estavam pendurados por toda parte. 

Notou o perigo que ambos estariam correndo naquele momento, então, Jimin tentou ser estratégico e o mais rápido possível. - Entra. Você não pode ser visto aqui..! - Sussurrou novamente, segurando a barra da jaqueta de tecido grosso e escuro que cobria o garoto, puxando o menino para dentro do seu quarto. Antes de fechar a porta, conferiu dos dois lados do corredor, eliminando qualquer possibilidade de alguém ter visto Jungkook. 

Assim que fechou a porta, virou-se um pouco envergonhado por ter sido pego de surpresa saindo na espreita, na tentativa de aprender algo que nunca havia nem tentado antes. Jimin não sabia se agradecia o garoto, então apenas deixou o orgulho tomar conta de si mesmo, tratando a ação do maior como uma obrigação, enquanto na verdade, ele sabia que Kook havia salvado a sua vida e evitado que fizesse mais alguma merda.  - Então, nós temos que sair daqui, não podemos praticar tiros dentro da minha casa, ent... -

Jungkook fitava o mais baixo desde que colocou seus pés dentro do quarto, retirando o cigarro aceso dos lábios, pressionando a ponta com brasa na sua jaqueta de couro, apagando-o e colocando o pequeno cigarro, quase no fim, dentro do bolso traseiro da calça. Prestando atenção nas palavras do menino, formou uma expressão confusa ao entender o certo o que o mais velho planejava fazer. - Não, espera aí! Você iria atirar na rua? Iria atirar em local público? Você caiu e bateu a cabeça ou é problemático assim mesmo, Jimin? Quem planta tanta merda na sua cabeça? Você tem idéia de que isso iria parar no ouvido do seu pai logo de manhã, não tem? Ou esqueceu que o padrinho tem ouvidos por toda a cidade? É, realmente, que bom que eu apareci, pelo menos eu consegui evitar que o herdeiro parasse nas mãos de promotores e policiais, ah, sem contar nas famílias rivais que tem total entendimento de quem você é. Puta que me pariu, ainda estou me perguntando o motivo de eu ter aceitado ajudar você fazer a maior merda da sua vida. Okay, primeiramente, não iremos pisar fora de casa até você saber montar uma arma, colocar as balas, travar e destravar. Ou está achando que é apenas apertar o gatilho? - Na sua última pergunta, diretamente para o menor, deixou uma risada debochada ecoar não muito alto pelo cômodo fechado, arqueando as sobrancelhas e se sentando sobre o colchão macio, coberto por um lençol de seda preto.

Jimin abaixou a cabeça durante quase todo o sermão do mais alto, mordiscando levemente seu lábio inferior, rubro e carnudo, esperando com que Kook terminasse por fim o as suas reclamações. Quando o silêncio se estabeleceu no ambiente, Jimin ergueu lentamente sua cabeça, tentando desviar ao máximo seu olhar com o do garoto, deixando um arfar pesado escapar, antes de começar a responder todos os questionamentos.  

- Eu não tinha pensado dessa forma... Eu achei que seria mais simples, parecia ser mais fácil... Você disse que seria apenas praticar, daí eu resolvi que iria praticar, mas...

- Iria praticar sem ao menos ter uma arma? Me explica isso direitinho, Jimin. Você não tem uma arma, certo? Como iria conseguir uma?

- Não tenho, mas eu... eu iria pegar uma escondido. Eu sei que temos um arsenal grotesco de grande. Ninguém nem iria perceber que uma pistola sumiu. Aposto que uma pistola não seria o foco no meio de tanto armamento pesado.  

- Você só pensa merda, caralho. É claro que iriam perceber, sabe como? Acho que você esqueceu que Namjoon e Jin vão todos os dias ao arsenal, eles conferem balas e armas toda manhã... Caso falte uma, eles passam para o padrinho e se não aparecer quem pegou, ah, provavelmente vai haver mortes. Imagina só, se o filhinho querido resolve pegar uma, daí eles conferem e, opa! Tem armamento faltando aí, hein? Padrinho vai perguntar um por um da família, até para você, mas você vai negar e ele vai acreditar no filho dele, então, pode ser que ele cisme comigo ou com o Yoongi por exemplo e resolva, simplesmente nos degolar por deslealdade, já que não tem proibição de nós pegarmos armas, o problema é não contarmos que pegamos, provavelmente cabeças iriam rolar e sem que fossemos culpados. Você iria gostar? Iria matar mais gente sem saber atirar do que se soubesse. 

- Ele mataria vocês?! Não! Não é possível!  Eu não acredito nisso, Jungkook... 

- Jang morreu pelas mãos de Namjoon e Taehyung, Jimin. Ele tinha vinte e quatro anos, ainda não tinha vivido nada, mas o padrinho nem pestanejou. Desobedecer uma ordem é assinar um documento de morte. 

- Eu... E-Eu tinha me esquecido...

- Sabe que eu vou morrer, não sabe? Sabe que eu assinei esse documento assim que pisei nesse quarto hoje.

- Não, Kook! Eu não vou deixar te matarem! Eu vou aprender a atirar e daí voc-

- O único jeito de não me matarem, é não saberem que você sabe atirar. Não pode dar uma brecha, Jimin. Porque eu serei o primeiro a desconfiarem, já que eu ensinei muitas coisas a todos daqui. Estaria óbvio que você me procuraria. 

- Eu prometo que ninguém nunca vai saber, nem sequer imaginar qualquer coisa sobre Jimin e armas. Eu prometo. - Jimin caminhou rapidamente até o mais alto, inclinando-se para baixo, ficando na mesma direção que a face de Jungkook e esboçando um sorriso curto e fraco sobre os lábios corados. - Promete confiar em mim? -

- Eu prometi isso quando aceitei arriscar a minha vida pela sua... Diferente do seu pai, eu, Hoseok e Yoongi, acreditamos que você deveria aprender a se defender por conta própria e não viver apenas no casulo que ele te colocou. 

- Eu vou ser grato por isso acho que para todo o sempre... Eu não sei o que dizer... Apenas obrigado. 

- Disponha. Não diga nada, senta aqui do lado, vamos começar com essa droga logo. Vou te ensinar a tirar e colocar balas, certo? 

- Uhum... - Jimin se ergueu novamente, esticando o corpo e se sentando ao lado do moreno, deixando alguns palmos de distância, fitando toda a extensão do corpo do menino, dos seus fios pretos até os pés cobertos. Eu nunca imaginei que Kook pudesse ser assim... Quero dizer, de um jeito que ninguém nunca viu ou pôde conhecer, acho eu, que nem appa o viu ser assim alguma vez. Ele sempre se demonstra tão quieto e calado, se nega a expor seus sentimentos e a demonstrar suas opiniões íntimas. Eu nunca pensei ver Jungkook falar que arriscaria sua vida por alguém. Isso realmente me chocou, porque eu sei que se eu vacilar, já era o meu Jungkook, meu novo protetor... Para com isso, Jimin! Que meu o que? Ele não é nada de meu, está louco, é? Ele é do appa. Pare de pensar merda e foque. Você precisa focar. 

O moreno retirou a arma bruta que envolvia seu corpo, deixando-a sobre a cama extensa, enquanto segurou apenas a glock. - Você vai começar por essa pistola, é mais simples, mas seu tiro já é muito potente. Não sei o que eu tenho na cabeça para começar a te ensinar com uma arma dessas, mas okay. Isso que vamos fazer é simples, basta você segurar a pistola aqui, com o dedo próximo, mas ao mesmo tempo distante do gatilho, está vendo? - Kook segurava a pistola nas duas mãos, para que influenciasse o menor a iniciar assim, para ter mais segurança e a arma não escapulir de início das suas mãos. - Primeiramente, você vai tirar o cartucho, a partir daí você tem duas opções, carregar ou descarregar a pistola. Outra coisa, cada arma tem um tamanho de munição exata, acho que sabe disso, não é? Não precisa responder, se não sabe, descobriu agora. Voltando, caso queira descarregar a arma, igual eu vou fazer agora, você retira as balas dessa maneira aqui. - Jungkook explicava e manuseava o objeto em suas mãos de acordo com o que falava, tentando ser o mais explícito possível. O moreno entregou o cartucho com as balas dentro e a arma nas mãos do garoto, este que prestava total atenção em todas as palavras do moreno. Jimin segurou os dois objetos, manuseando com cuidado e totalmente desajeitado, de acordo com o passo a passo que Kook o ensinava. Ficou todo enrolado com os objetos durante tempos, mas por fim, depois de muita prática, assim como Kook havia falado, tudo ficou mais fácil e rápido. Ambos ficaram até a madrugada enchendo e esvaziando o cartucho de balas, quanto mais rápido, melhor. Jungkook estava orgulhoso do menor. Mesmo que fosse algo tão pequeno, tão mínimo para o moreno, era possível ver o sorriso que o garoto loiro esboçava, totalmente focado nos objetos em suas mãos. 

Quando ambos notaram, já eram 3:27 da madrugada e os dois deveriam estar apresentáveis para um almoço  que o Sr. Park faria para comemorar o novo "noivado" de Yoongi com uma moça que apenas o padrinho conhecia. Era um casamento de aparências, o motivo, apenas os dois sabiam, não foi algo discutido na família. Mas todos nós sabíamos que Yoongi adorava se relacionar com prostitutas. Não uma, mas umas seis de uma vez, então era difícil de imaginar Yoongi se casando por amor. O amor dele era sexo, drogas e dinheiro. 

Alguns assuntos eram de extremo sigilo entre o padrinho e o membro da família, isso contava como favores, confissões e pedidos. Algo que não envolvesse ninguém da família. Mas, caso envolvesse mais alguém da família, o assunto era discutido entre todos, reunidos em uma sala de jantar, escritório... Dificilmente fora de casa. Em locais públicos, os assuntos tratados eram com pessoas de fora, como promotores, policiais, chefes de gangues, chefes do tráfico, pois assim, era a maneira de diminuir os riscos de sermos assassinados. Era uma estratégia para fugirmos do caixão que nos buscava incessantemente.  

Kook deixou que Jimin montasse a pistola uma última vez, antes de guardar a arma entre a jaqueta e a camisa interna, voltando a arrumar a AK-47 sobre o corpo, se organizando e caminhando lentamente em direção a porta. Jimin, antes do moreno sair, conferiu o corredor novamente, como estava deserto e silencioso, fez um sinal para que o maior pudesse ir. O loiro sorriu para o mais alto, erguendo seu braço e tocando com as pontas dos dedos a mão de Jungkook, sussurrando o mais baixo possível. - Obrigado... -

Kook não respondeu, apenas acenou com a cabeça, como se quisesse dizer: "Disponha." O maior caminhou em direção a escada, sumindo da visão de Jimin assim que se aproximava da parte completamente escura do corredor. 



(...)


Jimin despertou com o som de pessoas conversando no andar de baixo, eram vozes diferentes, tanto masculinas, como femininas. O garoto se espreguiçou e ergueu-se da cama extremamente macia e confortável, aquelas camas conhecidas por curar qualquer dor nas costas. Resolveu tomar um banho e se vestir apropriadamente para a ocasião, vestindo o que poucas vezes vestia, um terno e gravata. Penteou os fios finos e loiros, se ajeitando e esguichando um pouco de perfume sobre a pele sensível e branquinha. Sentiu seu estômago "roncar" por conta da fome, mas felizmente acordou quase na hora do almoço e como demorou no banho, a comida estava pronta. Ao desceu, encontrou todos os sete rapazes, Taehyung, Hoseok ao seu lado conversando, Jin e Namjoon se servindo de bebidas alcoólicas diversificadas, umas escuras, outras coloridas... Yoongi estava junto ao appa, que sorria ao conversar com os parentes da noiva e expor todas as qualidades de Yoongi para a outra nova família. A noiva estava ouvindo tudo, completamente encantada com o que ouvia, mal sabe que tem alguma armação naquele casamento e eu iria descobrir em pouco tempo. Estava perdido em meio aquela zorra de pessoas, desnorteado e com muita fome, Jimin caminhou silencioso e discreto até a cozinha e se surpreendeu ao encontrar Jungkook em pé, apoiado em um balcão de mármore branco, de costas para a porta, distraído observando a paisagem visível da janela, e como sempre, fumando um cigarro que estava pela metade. Se aproximou em passos leves sobre o piso escuro e brilhante, apoiando-se no balcão, ao lado do maior, observando-o de cima a baixo, e notando como o moreno estava bonito, usando um terno preto e uma gravata azul escuro, seus fios estavam alinhados e seu perfume masculino exalava junto a fumaça forte, com um leve odor de menta. Ele está tão bonito e... meu deus, eu nunca havia visto ele desse jeito. Ele está realmente outra pessoa. Menos desleixado, menos 'bad boy' e bem mais atraente... Ash, Jimin! Você não pode achar ele atraente! Ele é o membro da sua família e mesmo que não tenhamos parentesco algum, isso deve ser evitado... Huh, será que eu puxo assunto? Devo falar alguma coisa? Pensa... pensa... - Eu não me encaixo em reuniões com desconhecidos... - 

O moreno desviou o olhar para Jimin assim que ouviu sua voz ao seu lado, esboçando um sorriso fraco, sem vida, enquanto murmurava sem força alguma. - Eu nunca me encaixei em quase nada... - 

- É por isso que prefere ficar afastado de todos? - Jimin tomou coragem para perguntar o que tanto queria: Qual o motivo dele ser tão fechado, enquanto na verdade, Jungkook sabe ser atencioso e outra pessoa completamente diferente do que todos já viram? 

- Eu gosto muito de refletir. Refletir sobre tudo e todos. Sou muito observador, Jimin. Eu sou calado, porque qualquer palavra pode ser mortal nesse nosso meio. O silêncio é a chave para desvendar todos os segredos, basta saber usar essa chave ao seu favor. - O moreno deixou uma risada nasal escapar, erguendo o braço e envolvendo por trás dos ombros do mais baixo, puxando seu corpo para mais próximo do dele, enquanto sussurrou quase inaudível. - Eu gosto da sua inocência, ela te deixa muito mais..- Muito mais?! Fala, Jungkook! - Ah, quer saber? Esquece... - O moreno se afastou, cortando o contato direto que tinha com o menor naquele momento, caminhando silencioso,  de volta para a sala e deixando Jimin sozinho na cozinha, completamente confuso e sentindo algo queimando no fundo do peito, muito desconfortável, mas era suportável,  e tinha que ser, já que teria de fingir toda a felicidade do mundo agora, sorrindo para todos daquela sala, como se não houvesse algo mais feliz que aquele dia.


(...)


Durante o almoço, quando todos estavam sentados em seus lugares, em volta da mesa imensa que cobria dois quartos da sala de jantar, a conversa paralela predominava no cômodo alegre e animado. Tudo estava se saindo perfeitamente, os sorrisos pareciam ser reais, menos o de Jimin, que queria apenas largar todos naquela sala de jantar e subir para o seu quarto. Para dormir, deitar, ler... ou talvez só refletir. Quem sabe assim ele acharia a chave para resolver seus problemas que só se acumulavam. Eu tinha vontade de correr, aquilo estava me sufocando, aquelas pessoas que nunca havia visto, as vozes, misturadas com risadas... Parecia uma cena de horror e naquele momento, tentou focar em algo que pudesse acalma-lo e viu. Talvez focar naquilo pudesse lhe causar mais problemas, e mesmo depois do que aconteceu, olhar Jungkook distraído e perdido nos seus próprios pensamentos, parecia algo aconchegante, fez lembrar o verdadeiro Kook, aquele que se mostrou pela primeira vez, como se tivesse retirado toda sua roupa, mas não viu seu corpo nu, apenas a sua alma nua.

Era tarde quando os parentes da noiva de Yoongi saíram de nossa casa, Jimin estava exausto, tanto por ter dormido minimamente noite passada, quanto por diversos problemas rodarem sua cabeça. Sabe quando seu corpo está ali, mas seu eu interior não está presente? Foi assim que eu me senti, é assim que eu estou. Você só quer se deitar e tirar todo o peso do corpo de cima de si e dormir até o outro dia, acordar apenas quando estiver realmente bem. Porém, nada nunca está realmente bem... 

Em meio aos seus devaneios, Jimin subiu para se arrumar para deitar, já que não suportava mais ficar com os olhos abertos, enquanto todos estavam na sala de estar, reunidos no bar, conversando e comemorando por algum motivo, maioria bêbados e fora de si, enquanto Jungkook... Ah, eu não sei de Jungkook, ele conversou com appa no escritório e depois sumiu. Mas ele estava sóbrio, éramos os únicos sóbrios dessa casa.

Ao estar arrumado para dormir, já em baixo das cobertas de seda, iniciando seu sono, foi adentrando em um pensamento novo, que levava em um sonho que jamais havia tido... Jungkook.




Notas Finais


O QUE SERÁ QUE O KOOK IRIA FALAR PARA JIMIN NA COZINHA?!

Espero que tenham gostado desse capítulo! Logo, logo eu faço outro para vocês, vou tentar sempre atualizar os capítulos, o mais rápido possível.
Me perdoem se haver algum erro de escrita ou algo do tipo, eu sempre faço os capítulos na pressa e talvez saia com algum errinho, me desculpem por isso.
Até logo, beijos, pessoas!


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