História Blackout - (Semi) - Capítulo 9


Escrita por: ~

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Categorias Demi Lovato, Niall Horan, Selena Gomez, Zayn Malik
Personagens Demi Lovato, Niall Horan, Personagens Originais, Selena Gomez
Tags Demi G!p, Demi Lovato, Niall, Romance, Selena Gomez
Visualizações 232
Palavras 1.458
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Adultério, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oooo eu aqui com o último capítulo de hj.
Espero que gostem.
Qualquer erro ajeito depois.
3/3

Capítulo 9 - 09


Fanfic / Fanfiction Blackout - (Semi) - Capítulo 9 - 09

O SABOR de Selena era exatamente igual a ela: fruto proibido. Doce, quente, entorpecente, viciante. Demi sentiu a hesitação e a surpresa dela, sentiu o gosto da salmoura das lágrimas.

Demi interrompeu o beijo, afastando-se da tentação de pilhá-la e explorá-la. Passou a mão pelo cabelo. 

– Isto foi passar dos limites. Desculpe-me. 

Selena balançou a cabeça.

 – Não. – Selena envolveu o pescoço dela com seus braços e puxou-lhe a cabeça para si. – Por favor, não se desculpe.

O hálito de Selena a aqueceu. Os lábios carnudos se moldaram aos dela, e a fantasia ganhou vida. Selena a beijou; foi quente e intenso.

Demi sabia que ela estava furiosa com Niall. Sabia que Demi era uma vingança. Sabia que devia ir embora. Mas ao mesmo tempo que sua cabeça lhe dizia uma coisa, o coração dizia outra.

Que Deus a ajudasse, pois retribuiu o beijo. Seis meses de paixão reprimida se desencadearam dentro dela. Demi havia convivido com as fantasias. E agora envolvia a personificação em carne e osso daquelas fantasias em seus braços.

A língua de Selena sondava os lábios dela, e o último vestígio de resistência a abandonou. Demi enterrou as mãos no cabelo dela e a puxou para si.

Selena fazia pressão contra ela, a raiva, a frustração quase palpáveis. E então aquilo se foi, sendo substituído por alguma coisa menos volúvel… e muito mais perigosa. Selena se acalmou, a boca agora oferecendo mais do que tomando. Oferecendo. Demi aceitou e retribuiu.

Demi deslizou as mãos do cabelo dela para a seda cálida dos ombros nus. Selena gemeu de encontro à boca dela e estremeceu. A razão tirou férias. Demi afundou de costas no sofá, e Selena a seguiu, deitando-se de encontro a ela, entre as coxas musculosas. Os quadris dela pressionavam a ereção que Demi era incapaz de negar. Os dedos de Selena penetraram o cabelo dela enquanto Demi explorava cuidadosamente a tepidez quente da boca sensual.

Ela passava as mãos pelas curvas das costas de Selena. Adoraria fotografar a curva adorável de seu pescoço, desnudada pelo cabelo preso. Demi a tocava com a reverência de um artista.

A intensidade do beijo dela a chocou. Selena se pressionava de encontro à ereção dela em súplica, e Demi gemia de encontro à boca delicada. Demi enchia as mãos com a fartura arredondada do traseiro dela e a puxava com mais força para si. Selena deslizou uma das pernas para cima de Demi, capturando a coxa dela, se abrindo para ela.

Demi correu os dedos pela seda das pernas dela, as juntas roçando o meio da calcinha. Ai, Deus do céu, ela estava úmida!

– Demi… – gemeu Selena –, você sempre me…

Selena forneceu a ela, com essa frase, uma verificação de sanidade ativada por voz. Demi recuou e se apoiou sobre um cotovelo, embora Selena permanecesse entre suas coxas.

O que diabos ela estava fazendo? Encontrava-se a um segundo de deslizar o dedo por sob o elástico da calcinha de Selena e tocá-la intimamente. Demi tomou fôlego e buscou algum grau do autocontrole que se perdera instantes atrás.

Selrna permanecia em cima dela, o corpo pressionado de encontro ao de Demi. A excitação dela se misturava ao perfume, era um aroma inebriante.

– Desculpe. – Mas o quanto Demi lamentava se continuava com uma das mãos na deliciosa parte de baixo dela? Afastou a mão e esfregou a testa.

Selena fugiu para a outra ponta do sofá. Demi se sentou, sentindo falta da pressão dela entre suas pernas, como se uma parte vital sua tivesse sido amputada.

Selena ainda tinha lágrimas pendendo dos cílios. A paixão pesava suas pálpebras. Os beijos de Demi haviam deixado seus lábios inchados e vermelhos.

– Sinto muito. – Demi tornou a se desculpar. – Eu não queria… isto não devia ter… Perdi o controle.

– Por favor, não peça desculpas, Demi. Você não forçou coisa alguma para cima de mim. Eu deitei em cima de você. – Ela desviou o olhar, deixando a linha tênue do nariz e a curva da bochecha em um relevo sombrio. – Deve estar me achando uma ordinária.

Ela esfregou a nuca, arrependido. Nutria o máximo respeito por Selena… ordinária nunca lhe cruzara a mente. Demi a beijara para mostrar a Selena o quanto era desejável, porque dizê-lo não iria funcionar. Em vez disso, ela comprometera ainda mais a autoestima de Selena.

– Nunca. Você estava chateada, eu passei dos limites, e não vai acontecer de novo. Jamais tive a intenção de me aproveitar de você. 

Selena balançou a cabeça. 

– Você não se aproveitou de mim. Fui eu que passei dos limites. – Selena tocou a mão dela, e então recuou num tranco quando percebeu o que acabara de fazer. – Não quero que fique constrangida, Demi. Não vou me jogar em cima de você outra vez.

Demi quase comentou que Selena devia fazer uma boa ideia do quanto ela havia gostado, já que Selena estivera cavalgando sobre a crista de sua ereção. Aquilo a deixou excitada, mas de modo algum representou um problema. Seu corpo berrava que Selena podia se jogar em cima dela a qualquer dia, de qualquer jeito, a qualquer hora.

Selena se encolheu, posicionando um dos pés sob o corpo. Ela alisava o encosto do sofá com os dedos.

 – Você sabia sobre Niall? 

Niall. Muito melhor do que falar sobre aquele beijo. 

– Não. Em nenhum dos aspectos. Ele nunca nem ao menos deu uma pista sobre ser gay ou sobre estar interessado em alguém que não fosse você.

Embora talvez os sinais tivessem estado lá, mas Demi não os notou por ser obtusa demais para isso. Niall era um desgraçado por traí-la e envolver Demi na história, mas Demi acreditava que Niall se importava com Selena.

Agora ela se sentia magoada a traída, mas ainda devia se importar com Niall. Como amiga, era papel de Demi se assegurar de que nem Selena nem Niall fizessem nada precipitado a respeito do futuro dos dois, algo do qual se arrependeriam mais tarde. Era assim que uma mulher honrada se comportava. 

Selena bufou.

 – Sinto-me um pouco menos estúpida por você também não ter percebido nada.

– Achei que Niall estivesse brincando quando me contou.

– Bem, eu sei que ele nunca iria orquestrar um blackout, mas que conveniente… Assim Niall poderia prender você para me contar, aquele tratante desgraçado!

Demi conteve uma risada. Selena definitivamente tinha um vocabulário bem variado. Nunca ia querer aquela mulher com raiva dela.

– Sei que está magoada, Selena. Eu também ficaria. Mas de manhã irá se sentir diferente. Você e Niall podem resolver isso.

Selena cruzou os braços, gesto que fazia coisas incríveis com seu decote já incrível, e lançou um olhar altivo para ela. 

– Por que não telefona para ele? – arriscou Demi, mais uma vez. 

Demi passara tempo suficiente com mulheres para saber que conversar, desabafar era importante. E Niall, que evitava conflitos em todas as oportunidades, não haveria de iniciar uma conversa.

– Fale com Niall. Eu vou para o quarto para lhe dar um pouco de privacidade.

 Selena ergueu a mão com firmeza, o nariz empinado. 

– Isso não vai acontecer. Não tenho nada para dizer a Niall. Bem, talvez uma coisinha ou duas, mas não enquanto ele estiver lá, com seu novo amante. – Ela balançou a cabeça. – Não, obrigada. E nem mesmo quero pensar no que eles devem estar fazendo agora. 

– Somos duas, então. 

– E o que há para se dizer senão que ele é um traidor? Espero apenas que Niall não tenha me passado nenhuma doença que pegou enquanto transava por aí… 

– Ele disse que foi sexo seguro. 

– Espero que não tenha mentindo a respeito disso.

 – Não. Eu perguntei a Niall sem rodeios. 

– Que alívio. Então, além de obter satisfação por xingá-lo, não tenho mais motivos para falar com Niall. Não tem volta, e não há como seguir em frente. Estamos jogando em times diferentes agora. Eu tinha umas dúvidas há algumas semanas, e isso resolveu tudo.

Selena teria tido dúvidas, mesmo? O ceticismo de Demi devia ter ficado evidente.

– Eu sei o que está pensando, Demi. Claro que é um jeito conveniente de salvar minha reputação, mas é verdade. Desde que comecei a ter… – Selena parou, como se quase tivesse revelado algo que não deveria. – Bem, desde que comecei a pensar duas vezes. E eu vinha tendo uma sensação crescente de que Niall tentava me moldar para ser o que ele queria que eu fosse.

Niall dissera brincando certa vez, durante um encontro em casais com Demi, que tinha melhor senso de estilo do que Selena. Demi também recordou de outro comentário, de que Niall precisava levá-la às compras. Nas duas ocasiões, Demi achou que Niall passara dos limites. Demi gostava do senso de estilo dela. Não sabia muito bem o que dizer. 

– Niall tem ideias muito específicas. 

– Sei. Acredite, Demi, meus pais têm tentado me moldar por tempo suficiente. Eu reconheço os sinais. Independentemente disso, Niall e eu somos passado. 

O que deixava Selena livre. Demi, porém, continuava limitada pelas fronteiras da amizade.


Notas Finais


Então?
Ate qualquer dia cm outro capítulo.


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