História Blackout - - Capítulo 3


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Categorias Niall Horan
Personagens Niall Horan, Personagens Originais
Tags Criminal, Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, One Direction, Zayn
Visualizações 6
Palavras 1.349
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Ficção Adolescente, Musical (Songfic), Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 3 - The Kidnap


Fanfic / Fanfiction Blackout - - Capítulo 3 - The Kidnap

“Perdão moço acho que você está me confundindo com alguém!” – digo ao belo homem que estava em minha frente, seu perfume bom exalava pelo ar, não pude não perceber seu look estilo bad boy, muito lindo. – “Eu sou a Melinda.”

“É que você me lembra alguém, são muito parecidas! Ambas lindas.” – ele dá um sorrisinho, e tira seu celular do bolso por um momento achei que ele estivesse tirando uma foto minha.

“Obrigada pelo elogio, bom tenho que ir...” – sorrio de volta e vejo o moço acenar dando um “tchauzinho” e assim saio dali de volta para a pensão rezando para que algum daqueles locais me chamassem para trabalhar.

 

Niall Horan narrando:

“Como assim igual a Maya? Isso é impossível, eu trabalho com fotos desgraça!!” – digo ao Zayn pelo telefone, ele jurava que viu uma menina idêntica a Maya, mas eu estava incrédulo aquilo seria impossível, eis que ele me manda a foto, me jogo no sofá boquiaberto, Zayn conseguiu tirar uma foto da menina, era literalmente muito igual quase impossível dizer que não era a mesma pessoa. – “Vem embora logo, precisamos conversar”

“Deixa-me ver” – Liam pega o telefone das minhas mãos, meu coração batia forte, eu precisava ver essa garota de perto. – “É tão igual, que se o Andrew a ver com certeza vai querer mata-la achando que não matou Maya.” – Eis, que bota uma ideia em minha cabeça, eu estava precisando me divertir, e mais que tudo tapar o buraco que Maya deixou.

“Niall, não nos olhe com essa cara, eu sei o que você está pensando e não podemos fazer isso” – Louis já me alerta, mas eu não estava nem aí, foda-se.

“Eu preciso proteger a menina manos, Andrew pode querer fazer algo com ela.” – eu falo. – “E vocês vão me ajudar porque sou eu que mando nesse caralho”

“Você quer a proteger ou fingir que ela é a Maya pra você parar de sofrer?” – Harry fala com toda a sinceridade, mas eu não iria fingir que ela era a Maya.

“Cala sua boca Styles, Liam bola a porra de um plano logo, que eu quero essa vagabunda aqui ainda amanhã.” – Digo, e em questão de segundos Zayn passa pela porta. – “E aí quais informações você conseguiu?”

“Calma dude, eu não interroguei a gatinha não, só descobri o nome que é Melinda” – ele fala se jogando no sofá. – “E honestamente, ela é muito mais linda que Maya, o brilho nos olhos dela é diferente, puro... não sei explicar! Fora o bumbum que é excepcional.

“Cala essa sua boca, antes que eu a arrebente!” – eu falo bravo já aumentando o tom de voz, o que ele pensava que era pra falar assim. – “Agora seus merdas, é pra vocês darem um jeito, quero essa menina aqui AMANHÃ.”

“Okay” – eles respondem e eu subo pro meu quarto, com mil pensamentos na cabeça.

Melinda narrando:

No outro dia, acordei bem cedo, precisava resolver algumas coisas da faculdade e eu teria direito a uma aula experimental, para eu ver como seria o curso. Me arrumei, desci e tomei café, então parti rumo a faculdade, na minha agenda havia um esquema de como funcionava a rota de ônibus da cidade, porque eu iria me locomover neles.

(...)

Tudo resolvido, a aula experimental me fez ter certeza que psicologia é o curso da minha vida, sai de lá um pouco tarde já era oito da noite, infelizmente acabei perdendo o ônibus, pensei em chamar um uber mas precisava economizar um dinheirinho já que a minha realidade era que um emprego estava bem distante. Não era tão longe, mas também não era tão perto. Vou de a pé mesmo, caminhando pelas ruas um pouco desertas, a cada passo eu podia sentir minha liberdade, eu estava liberta do meu pai e isso era tudo pra mim. Vou fazendo planos, daqui dois anos pretendo ter conseguido comprar um apartamento, quero ter um sofá vermelho porque eu acho bastante chique, Elizabeth sempre me julgou por isso, solto um sorrisinho ao me lembrar dela dizer que isso era um “sofá de bordel”. Daqui cinco anos, quero ter o meu consultório e minha casa de dois andares com um jardim incrível. Eu amo fazer planos, isso me faz fazer muito esforço para eles darem certo e garantir minha felicidade.

A rua é iluminada pelo farol de um carro, o carro para no meio da rua, dois homens encapuzados descem e foi ali que o desespero bateu em mim, quando eles me pegaram pelo braço, eu esqueci de todos meus planos, sofá vermelho, casa, consultório, tudo...

Eles me jogaram dentro do carro, que tinha mais dois caras, o carro acelerou e dali saímos, não acredito que isso está acontecendo, o medo me fez chorar, quando eles tiraram o capuz pude ver que um deles era o mesmo cara que vi ontem no shopping.

“Você?” – questiono

“Olá doçura.” – ele diz em um tom maldoso.

“O que vocês querem comigo? Eu, eu... Minha família não tem dinheiro, vocês devem ter me pegado por engano.” – eu estava tremendo completamente, nem sei como as palavras saíram da minha boca.

“Você é a garota certa” – o loiro que dirigia fala.

“Eu quero ir, por favor eu juro que se vocês me libertarem eu não digo nada a policia” – eu digo meio as lagrimas, não era possível. Eles apenas riram do que eu disse.

“Cala a boca dessa vadia, porque o choro dela está me irritando!” – novamente o loiro fala, de uma maneira que me fez ter mais medo. Ele me lembrava meu pai, era ele quem falava assim.

“Olha Mel, você é muito linda, mas se você não engolir esse seu choro, vou ser obrigado a usar meu brinquedo.” – o moço que eu já conhecia da loja, tira uma arma do bolso e passa no meu rosto, a aquela altura eu perdi todas minhas forças, com certeza minha pressão estava baixa.

“Zayn, também não pega pesado!” – Um cabeludo que estava na frente, diz, e foi assim que eu descubro o nome do cara da loja.

“Qual é Harry, é assim que se educa vagabundas...” – Eu nunca pude imaginar que em menos de meia hora eu iria me sentir tão ridicularizada com esses nomes baixos que eles estavam me chamando, Zayn não era nada do que pensei, alias nunca pensei que iria o ver novamente.

O carro para em frente a uma casa surreal, extremamente grande, a faixada era moderna e tinha vários homens de preto armados, eles descem do carro e Zayn me puxa para fora e permanece me segurando.

“Por favor, não me matem...” – eu sussurro.

“Fala pra ela quais são seus planos, Niall” – o que ajudou Zayn a me pegar diz.

“Não vou te matar, mas isso não quer dizer que eu não vá te machucar.” – o loiro cujo nome Niall, diz. Eu estava prestes a desmaiar, pude sentir minha visão escurecer e as pernas bambear, Zayn me segurou.

“Ela está assustada, é melhor leva-la pra dentro.” – Harry diz, pelo jeito ele era o único ali que tinha um pouco de noção. Eu preciso dar um jeito de sair daqui, ainda bem que eu estava com minha bolsa que tinha meu celular dentro, porém...

“Leve ela pro meu quarto Malik, mas antes me dá a bolsa da putinha pra eu confiscar” – ele diz e Zayn arranca a bolsa de mim e entrega a ele, após isso sai me arrastando pela casa que era uma mansão e lá fomos parar em um quarto que era bem maior que a pensão que eu morava. Ele me joga na cama e novamente estava eu chorando.

“Mel” – ele estava me chamando por um apelido que apesar de obvio ninguém nunca cogitou me chamar. – “Ninguém vai te fazer mal, e eu não vou pedir desculpas por ter te ameaçado com a arma porque é isto que garotos malvados fazem, e eu sou um” – ele sorri. – “ Ah, e não se atreva a tentar fugir, pode ser bem pior”

“Por que vocês me querem aqui?” – pergunto.

“A gente não. Apenas o Niall...” – ele diz antes de sair, e ali eu fico chorando. Por que diabos Niall me queria aqui?



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