História Blanche - Capítulo 4


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Categorias As Peças Infernais, Os Instrumentos Mortais
Personagens Abbadon, Agramon, Alexander "Alec" Lightwood, Alexei De Quincey, Amatis Graymark, Anna Lightwood, Asmodeus, Axel Mortmain, Camille Belcourt, Cecily Herondale, Céline Herondale, Charlotte Fairchild, Church, Clary Fairchild (Clary Fray), Eidolon, Gabriel Lightwood, Henry Branwell, Hodge Starkweather, Imogen Herondale, Irmão Enoch, Isabelle Lightwood, Ithuriel, Jace Herondale (Jace Wayland), James "Jem" Carstairs, Jem Carstairs, Jeremiah, Jessamine Lovelace, Jocelyn Fairchild, Jonathan Christopher Morgenstern, Jordan Kyle, Kaelie, Lilith, Luke Graymark, Magnus Bane, Maryse Lightwood, Maureen Brown, Max Lightwood, Max Michael Lightwood-Bane, Nathaniel Gray, Personagens Originais, Rafael Lightwood-Bane, Ragnor Fell, Rainha Seelie, Raphael Santiago, Raziel, Robert Lightwood, Sebastian Morgstren, Senhora Black, Senhora Dark, Simon Lewis, Stephen Herondale, Tessa Gray, Valentim Morgenstern, Will Herondale, Woolsey Scott
Tags Blanche, Destruição, Universo
Visualizações 4
Palavras 527
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Ficção, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Saga
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 4 - Magnus Bane


Na manhã seguinte, andando como um gato pelos corredores tristes do Instituto, encontrava-se Liebel, fugindo do lugar como se este a tivesse torturado cada minuto que passara. Seus únicos movimentos fora de rota foi o quarto de James, deixando um pequeno pingente de uma rosa.
 
  Ela caçou Magnus Bane como um rato perseguia um queijo, e em cada pub ou esconderijo de lobos, ela estava lá, ameaçando-os a revelarem onde o feiticeiro se escondia no momento.
 Liebel ganhara um nome de uma fada não muito esperta em ludibriar como era do feitio de seu povo.
Woolsey Scoot estava junto a Magnus, e foi para lá onde a garota teleportou-se usando um Portal feito por suas runas. Bateu a porta somente duas vezes, impacientemente. Notou que havia sido ignorada, e então o barulho que seguiu-se foi estridente, entrou como se caminhasse pelas nuvens, mesmo que estas fossem os restos de madeira deixado pela porta. Magnus e Woolsey estavam no topo da escada, olhando-a.
 - Belo chute.- Começou o lobisomem, no tom de sarcasmo usado sempre por aqueles que se acham invencíveis.- Mas espero que pague pela porta.
- Magnus Bane. Você me deve milhares de favores, além de sua lealdade.- Murmurei, ignorando o lobo. Meus olhos encaravam as pupilas de gato do moreno na escada, parecendo surpreso e um pouco amedrontado.- E eu vim cobrá-los.
- Entendo que precisa controlar-se para não explodir o mundo, mas você sabe que poderia derrotar tudo isso num piscar de olhos, então por que não o faz?- Murmurou-me em resposta, num tom misto de curiosidade e receio.
- Porque eu não irei interferir na história do Tempo. Sabes que eu não tenho o direito de mudar o rumo da vida de todos.- Sussurrei, suspirando.- Mesmo que eu possa, não quero ter de fazer isso.
 Agora ao meu lado, Magnus abraçou-me de forma como um irmão abraça sua irmã. Afagou-me os cabelos e pôs-me em sua frente.
- Diga-me em quê precisa de mim e eu irei fazer o meu melhor.- Foi suas últimas palavras antes de eu jorrar as palavras de um plano que poderia nos levar a morte.

  À tarde, estávamos eu e Magnus novamente abrindo as portas do Instituto, caminhando solenemente até a biblioteca, onde saberíamos que iríamos encontrar Henry e Charlotte. Contei a estes o plano, e começamos a planejarmos e recrutar os dispostos a ir. No fim, havia somente 7 pessoas.
 Eu me sentia mal ao saber que não poderia contar a eles quem eu realmente era, mas ignorei o pensamento, eles não deveriam saber disso. Como se lendo meu pensamento, Magnus surgira ao meu lado.
- Não sei como você lidou com toda a dor que lhe foi rogada, Lie.- Me sussurrou, ao pé de meu ouvido.- Mas deve ter sido de forma fantástica, pois é a criatura mais poderosa e mortal do mundo, mas ainda assim, se parece com um frango ressecado e doente.
 Abafei o riso, negando com a cabeça. Era por isso que eu tinha Magnus como meu primeiro protegido, e consequentemente, fragmento mais forte.  Ele era Magnus mesmo quando estava indo em direção à morte somente porque eu pedi para ele vir comigo



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