História Blandet - Capítulo 12


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Blandet, Killers, Leon, Mistério
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Palavras 1.402
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Seinen, Shonen-Ai, Shounen, Suspense, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 12 - Arco (I) - Hell's Gate - Partida e Chegada


10 de Janeiro do ano 3000 – 17h45min da Tarde - Hell’s Gate

 

Malena Kimberly estava em seu escritório verificando alguns documentos quando ouviu duas batidas em sua porta. Ao ouvir as batidas ela pediu para a pessoa em questão entrar.

- Desculpe interrompe-la diretora. – Disse Patrícia logo que entrou.

- Sem problemas. Precisa de alguma coisa?

- Trouxe a autorização para liberar um prisioneiro da solitária. – Respondeu Patrícia entregando uma pasta com papeis dentro.

Malena abriu a pasta e assim que viu o nome do prisioneiro sua expressão ficou séria.

- Ela já vai ser solto?

- Ele passou três meses na solitária senhora.

Malena suspirou, mas acabou assinando a autorização e entregou a pasta a Patrícia que agradeceu.

- Patrícia está indo tudo bem com você? – Perguntou Malena.

Patrícia ficou surpresa com a pergunta, mas com um sorriso responde:

- Sim! Estou bem. Porque a pergunta?

- Estou preocupada. Você é muito gentil para ser uma guarda. Ainda mais aqui em Hell’s Gate onde está cercada por demônios o tempo todo. – Respondeu Malena.

- Não se preocupe senhora. Sei muito bem que os prisioneiros daqui não são normais.

- Ótimo! Não esqueça. Jamais subestime um killer. – Disse Malena num tom sério.

- Sim! Com sua licença. – Disse Patrícia antes de sair.

‘’Espero que ela fique bem’’ – Pensou Malena assim que Patrícia saiu.

 

Sing e Leon estavam conversando no pátio quando um jovem garoto se aproximou deles.

O jovem também tinha cabelos e olhos cinza prateados. E também usava um guizo como pulseira na mão esquerda.

- E ai Sing! – Cumprimentou o jovem.

Sing arregalou os olhos ao ouvir a voz daquele jovem.

- O que você tá fazendo aqui?! – Perguntou Sing nervoso.

- É assim que você fala comigo depois de três meses! Que frieza! – Respondeu o jovem que logo em seguida percebeu a presença de Leon.

- Quem é esse ai? – Perguntou o jovem.

Sing ficou na frente de Leon e gritou:

- Fique longe dele!

Leon estava confuso com essa situação.

- Sing quem é esse garoto? – Perguntou Leon curioso.

- Eu sou Note Lullaby antigo colega de cela do Sing – Respondeu Note com um sorriso.

- Note... Lullaby... Vocês são parentes?! – Perguntou Leon surpreso.

- Não somos parentes próximos. Mas pertencemos ao mesmo clã. Eu e Sing temos uma ligação. – Respondeu Note enquanto olhava pra Sing.

- Entendo...

- E você quem é? – Perguntou Note.

- Não é da sua conta! – Gritou Sing antes que Leon pudesse responder.

Note percebeu que os guardas estavam olhando muito pra eles. E antes que a situação piorasse ele resolver sair dali.

- É melhor eu ir. Não quero voltar pra solitária tão cedo. Nos vemos depois Sing. – Disse Note enquanto se retirava.

- Sing porque você ficou tão irritado? Ele não é seu amigo? – Perguntou Leon.

- Leon me prometa uma coisa. Jamais se aproxime do Note!. – Disse Sing apertando seus punhos.

 

10 de Janeiro do ano 3000 – 19h45min da Tarde – Em um Condomínio... – Nova York.

 

George estava estacionando o carro no estacionamento do prédio em que mora. Hoje ele decidiu voltar pra casa para descasar um pouco. Na verdade ele não queria voltar mais foi obrigado pelo agente K3 Inugami Oda a se ausentar por uns dias.

A ultima coisa que George queria era descansar. Sua busca por respostas ainda não havia terminado. Ele precisa descobrir mais coisas sobre os killers. Contudo tinha um limite de até onde ele podia chegar.

Depois de pegar o elevador ele subiu até o oitavo andar. Ao chegar à porta de seu apartamento, antes que pudesse pegar na maçaneta da porta ele sacou sua arma. George pressentia que havia alguém dentro do apartamento e isso o deixou nervoso.

Ele imaginava que talvez fosse uma emboscada tramada pelos lideres mundiais para silencia-lo. Ou que alguém havia descoberto que ele estava buscando por mais informações sobre os killers.

De qualquer maneira ele precisa tirar a prova e descobrir quem é o invasor e seu objetivo. George chutou a porta e entrou com a arma em punhos. A sala estava escura, mas a luz da noite iluminava o local já que as cortinas estavam abertas.

George então viu a silhueta de alguém parado perto da janela olhando pra vista da cidade. Com um capuz azul escondendo o seu rosto George não conseguia identificar se era um homem ou uma mulher.

- Mãos na cabeça! – Gritou George.

O invasor de virou, mas George ainda não conseguia identificar o seu gênero por causa do capuz que usava e da baixa iluminação.

O invasor tentou se aproximar dele e nervoso George disparou a arma duas vezes. Os tiros voaram em direção ao invasor que rebateu todos os dois tiros  usando uma lâmina que parecia uma espada.

George arregalou os olhos pelo que havia visto. O invasor então começou a se aproximar novamente segurando a espada que exalava uma nevoa gelada sobre a lâmina e isso deixou George assustado. Com a arma ainda apontando para o invasor a tensão logo despareceu quando as luzes se acenderam.

- Hum! Desculpe a demora Aqua mais aquele peixe realmente não me fez bem. – Disse Ricardo enquanto voltava à sala com a mão esquerda na barriga.

- Ricardo?!... – Disse George surpreso.

- Oh! Achei que você nunca voltaria pra casa. Faz três dias que estamos aqui te esperando. – Respondeu Ricardo com um sorriso.

Com o susto em ver Ricardo vivo. George acabou desmaiando. A surpresa e seu cansado tanto mental quanto físico contribuíram para essa reação.

Depois de alguns minutos George acordou deitado no sofá e Ricardo estava em pé na sua frente. Ao ver Ricardo ele se levantou rapidamente com os olhos arregalados.

- Não... Foi um sonho? – Gaguejou George.

- Achei que você tinha infartado. – Disse Ricardo sorrindo.

- Como você pode estar vivo? Pode me explicar o que está acontecendo Ricardo? – Perguntou George confuso.

O sorriso no rosto de Ricardo desapareceu e sua expressão ficou séria.

- Vou te explicar tudo... – Respondeu Ricardo.

Ricardo contou tudo que havia acontecido desde a missão da Antártida até ele chegar aqui. George ficou com uma expressão pensativa e nervosa. Era nítido o suor frio escorrendo pelo canto de seu rosto. Assim que Ricardo terminou de contar toda história George respirou fundo e disse com um sorriso:

- Estou feliz por você estar vivo.

- George eu que agradeço por ter acreditado em mim. - Disse Ricardo aliviado.

- Também quero pedir desculpas à senhorita Aqua por minha indelicadeza. – Disse George.

- Não se preocupe com isso. Afinal nos que invadimos sua casa sem permissão. – Respondeu Aqua.

- George não quero ser inconveniente. Mas não vi aqui só para vê-lo. Preciso de um favor.

- Um favor?

- Sim. Preciso que procure por informações sobre um killer no banco de dados da Divisão K.

- Quem seria esse killer?

- Leonteu Alfeu.

- O que tem de tão especial nesse killer?

- Aqua está procurando por ele. E desejo ajuda-la.

George ficou um pouco pensativo sobre esse pedido, mas no fim acabou aceitando.

- Tudo bem. Aceito seu pedido. Mas quero que me retribua esse favor.

- Retribuir? Como?

- Quero que me mande relatórios sempre que descobrir algo novo na Red Zone.

- Não sabia que estava interessado na Red Zone!

- Antes eu não estava. Mas agora que sei que UDU está escondendo muitas coisas da gente passei a ter mais interesse pelos killers. Aceita meu pedido?

- Não vejo problemas em aceitar! – Respondeu Ricardo sorrindo.

 

 

10 de Janeiro do ano 3000 – 22h45min da Noite – Hell’s Gate - Madagascar.

 

Um helicóptero aterrissava num heliponto em cima do prédio principal da prisão. Assim que aterrissou o Dr. Willian Natzweiler acompanhado pela Dr. Angelina Brigs foram recebidos por Patrícia e alguns guardas que iriam carregar as suas malas.

- Seja bem vindo de volta Dr. Willian Natzweiler. – Disse Patrícia com uma continência.

- Obrigado! Você é nova aqui? Não me lembro de tê-la visto da ultima vez que estive aqui.

- Sim! Faz poucos meses que fui transferida pra cá. – Respondeu Patrícia.

Depois de ouvir a resposta de Patrícia o Dr. Willian virou sua cabeça para o horizonte e ficou olhando para a vista ao arredor da prisão. Ele sorria e parecia feliz por algum motivo. Curiosa Patrícia perguntou:

- O senhor parece muito feliz. Algum motivo especial?

- Nada em especial... Só estava pensando em como é bom estar de volta. – Respondeu ele ainda sorrindo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



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