História Blank Space - Namjin - Capítulo 7


Escrita por:

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin)
Tags 2seok, Hoseok, Jimin, Jin, Jinkook, Jinmin, Jungkook, Lemon, Namjin, Namjoon, Suga, Taehyung, Taejin, Vmin, Yoonjin
Visualizações 86
Palavras 2.750
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Harem, Lemon, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shonen-Ai, Slash, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Finalmente Namjin!!!!! Uhulll!!!!

Obrigada a todos pela paciência.
Desculpem qualquer erro aí no texto.

Boa leitura, J-hope you enjoy.

Capítulo 7 - I'll write your name


Fanfic / Fanfiction Blank Space - Namjin - Capítulo 7 - I'll write your name

  

Namjoon fazia o chaveiro da chave do carro girar em torno do dedo indicador, aplicando uma força resultante centrípeta com o pulso. Quem o via andando a passos lentos pelo estacionamento do instituto de comunicações não adivinharia que, por dentro, estava corroído de dúvida e ansiedade.

Tudo que Yoongi contara só corroborava na decisão de se manter firme, mas a mensagem que recebera de Jin não deixava sua cabeça e imaginação fértil em paz. As belas feições do cantor teimavam em sair-lhe da cabeça.

— Uh... aí vem meu baby boy. Você sempre se veste gatinho desse jeito? - disse a figura coberta de sobretudo escuro, encontada no capô do seu carro. Estava também com uma máscara preta e óculos de sol.

— Mesmo com esse disfarce todo dá pra saber que é você, Jin hyung. - destravou o veículo. - Como adivinhou que esse é meu carro?

— Não adivinhei, Namjoon, memorizei a placa. E pare de zoar com meu disfarce. Não é todo famoso que tem direito a uma identidade secreta, que nem você.

Namjoon apenas deu de ombros, abrindo a porta do carona, fazendo um gesto com a mão para que Jin entrasse.

— Obrigado por aceitar meu convite. - disse, tirando a máscara, dobrando-a e a colocando num bolso interno do sobretudo.

— Bom, você veio atrás de mim...me deixou sem escolhas. - pôs a chave na ignição e girou. - Mas, de qualquer maneira...se pagar minha comida, não vejo problema em ter um encontro.

— Quem vê até pensa que é pobre.

— É bom manter o disfarce; "identidade secreta", sabe?

— Certo...mas você escolhe pra onde vamos.

Entraram numa sorveteria que ficava na ponta sul da universidade, aonde frequentavam os estudantes das exatas, que certamente não saberiam identificar um ídolo caso vissem um. Era aonde costumava tomar sorvete com Suga e pôr a conversa em dia com ele. Namjoon fez os pedidos no balcão, já pagando os sorvetes com uma nota que Jin tirou da carteira e lhe entregou.

— Tinha me esquecido o quanto esse campus é grande pra termos que cruzar o caminho de carro. - foram até uma mesa no canto, afastada das janelas.

— Você já estudou aqui, não foi hyung?

— Ah, sim, mas só por insistência da minha mãe. Segundo ela, se a vida de cantor não desse certo eu deveria ter um plano "b" em mãos. - se sentou, de costas pro resto da loja. - E você, Namjoon? Por insistência de quem está aqui?

— Insistência de ninguém. Eu... gosto de estudar.

— Hm... entendi.- os pedidos chegaram. Uma banana split para Jin e um milkshake pro Namjoon.- Obrigado. - agradeceu. A garçonete olhou de rabo de olho, meio achando algo de estranhamente familiar no cliente, mas logo fez uma reverência e voltou para trás do balcão.

— Isso que acabou de acontecer... - fez um gesto com a colher na direção da moça. - Você diz que é por causa da sua família, mas não é verdade. É por coisas assim que você não quer revelar sua identidade pros seus fãs. Tem medo do quanto a vida de celebridade vai te reprimir, não é?

— Co-como... como adivinhou? - estava com os olhos arregalados, a mão apertando o copo de plástico do milk shake de morango, fazendo um pouco do chantilly do topo transbordar borda abaixo.

— De novo, Namjoon, eu não adivinhei, só liguei os pontos na ordem certa.

— Você é inteligente demais pro meu gosto. - sugou uma boa quantidade de creme pelo canudo. Estava começando a ficar nervoso. Não gostava quando as pessoas o liam fácil daquela maneira. Era possível que ele fosse transparente assim?

Um joelho do mais velho roçou no seu por debaixo da mesa. Engasgou.

— Tenho que parecer esperto pro meu futuro namorado inteligente, não é?

— Ainda está confiante quanto à ideia de que vamos namorar, pelo visto.

— Ué, você não está?

— Não levo jeito pra essas coisas. Relacionamentos, namoros e tudo o mais.

— Pode não levar jeito pro namoro, mas para o "tudo o mais" você certamente leva jeito.

— Também não. Sério, eu seria um péssimo namorado em tudo.

— Não é o que parece, lendo suas músicas.

— Hyung... - a jovem atendente não estava escutando a conversa, mas estava especialmente interessada na voz que com toda certeza já havia escutado antes. - Não é por nada, mas acho melhor a gente dar no pé logo.

Se apressaram em terminar os doces e voltar pro carro a passos rápidos, evitando que Jin pudesse ser avistado.

— Podemos continuar conversando na sua casa?

— Você ainda quer conversar? Sinto lhe avisar, mas caso realmente queira me conhecer, vai durar mais de um dia.

— Sei que isso leva tempo, mas hoje minha meta é seu corpo.

Namjoon podia ter correspondido a investida direta ou simplesmente ter deixado Jin em algum lugar, ao invés de ter ido pra casa com ele. Sempre tão prudente, não entendia por que não estava tratando de fugir daquela situação, apenas deixando rolar como se não soubesse aonde aquilo iria dar. Namjoon tinha medo de sofrer consequências, mas, no fundo, gostava de flertar com o perigo.

— Pode ficar à vontade. Quer chá? - deixou a mochila no sofá e foi rumo à seu quarto. Morava num daqueles apertamentos feitos para uma pessoa só, do tamanho de uma caixa de sapatos, mas era um lugar até arrumado.

— Você sabe o que eu quero. - Jin tirou o sobretudo, o deixando sobre o braço do sofá antes de seguir o outro até o quarto. - E sabe que não é chá.

— Jin, eu...- Namjoon tirou a camisa; o ato era costume seu, desde sempre, de se livrar da camiseta assim que chegasse em casa, então não se preocupou muito com o par de olhos em seu tronco desnudo e o assobio que veio em seguida. - Olha, eu tô muito na sua, não vou negar. Te vendo só por vídeo eu pensava que cinquenta por cento de toda essa perfeição era só maquiagem, mas deu pra notar que você é bonito assim mesmo, ao vivo, até um pouco mais.

— Beleza, você tá na minha, eu tô na sua, então fechou, bora se pegar.

— Porém... Uma pessoa...na qual eu confio bastante... Me alertou sobre como você lida com os caras...e como eles ficam no final de tudo, depois do que você faz com eles. A última vez, e única, em que passei por um término de namoro, foi muito difícil superar. Sinceramente, não quero passar por isso de novo.

— Hã - riu, debochado, se encostando no guarda-roupa, com as mãos nos bolsos da calça. - Alguém te alertou, é? Hm...Deixa eu adivinhar... Min Yoongi? Aquele açúcar em cubo, ficou pondo minhocas na sua cabeça, aposto que é porque morre de ciúmes de mim até hoje.

— Não era você que morria de ciúmes dele? Yoongi é meu melhor amigo, hyung. Ele me avisou porque sabe o quanto eu vou sofrer.

— Errado, Nam. Ele te avisou porque te conhece e sabe o poço de covardia que você é. Alguém que lançou meia dúzia de álbuns com diss pra Coréia inteira mas nunca mostrou a cara, que piada! Não é a toa que levou um fora uma vez e depois nunca mais quis saber de ninguém. Você tem medo. É só isso. Se diz monstro mas não passa de uma criança assustada, chorando até hoje, apavorada pelos monstros de debaixo da cama.

— Quem você pensa que é pra falar do que tenho e do que não tenho medo. - bateu na porta atrás dele, aonde estava encostado. - Quem é você pra falar das minhas escolhas? - bateu com a outra mão do outro lado. Os rostos a poucos centímetros de distância. Os olhos se encarando mutuamente, sem piscar. - Se eu não passo de um bebê chorão, você não passa de uma "puta". Se acha orgulhoso, gabando-se dessa fama de "vagabunda" que tem? - Droga! Droga! Mil vezes droga! Que poder era aquele que o mais velho tinha sobre ele? Eram tão raras aquelas explosões de humor. - Serial killer devorador de corações! Há! Quanta bobagem! - sim, seu coração já estava mastigado com aquelas poucas palavras de Jin, que lhe disseram tudo. - Yoongi deve estar mesmo apaixonado pra te considerar alguma coisa. - Jin que era um monstro, só podia. Era assustador demais o quanto fora certeiro quanto ao seu caráter. - Eu não estou. Eu não tenho medo de você.

— Não tem medo, Namjoon? Então prova. -As pupilas do mais novo em chamas, o rosto sério transbordando ódio sem aparentar mover um músculo. -Vai, mostra pra mim. - pôs as mãos atrás do pescoço alheio, lhe oferecendo a face. Estava obscado. Queria mais daquilo. Mais daquele Namjoon frustado e agressivo. - Mostra que não teme o que eu posso fazer contigo.

Trincou os dentes e fechou os punhos. Jin, poucos milímetros mais baixo, estava acurralado entre a porta de madeira e seu corpo, mas era ele quem estava sem saída. Sem escolhas. Sem chances. Diante de alguém que sequer o conhecia mas que o via sem véus nem disfarces. Sem máscaras nem lentes.

Essa era a especialidade que Jin adquirira com o tempo. De desarmar, de despir, de entrar sem pedir licença.

Namjoon o beijou finalmente, atacando seus lábios numa avidez carregada de raiva. Um ódio que nem sabia a quem dirigir, mas que queria colocar pra fora.

Jin escorregou pela superfície a que estava encostado, até o mais novo segurá-lo firme pelos cotovelos. Uma vez que era acostumado a sempre tomar o controle de tudo, a começar pelo beijo, tentava achar uma brecha a caminho da liderança, mas Namjoon não parecia disposto a ceder o comando. A boca abilidosa do rapper o conduzia a um total entorpecimento. O gosto do milkshake de morango na língua macia praticamente um sedativo. Tão bom...

Seus joelhos estavam por um fio de perderem por completo as forças de apoio. Levou os braços até às costas nuas, arrastando na pele em aquecimento as palmas, que trilharam caminho até os ombros e se seguraram ali.

Namjoon segurou firme na cintura do mais velho, virando-o e o jogando na cama, partindo o beijo com um estalo violento. Jin murmurou e ia reclamar da brutalidade, mas o mais novo o calou com mais um beijo.

— Não se atreva a reclamar de nada que eu fizer. Você quis jogar, mas dessa vez não é você quem faz as regras.

Suspirou pesado, fazendo sim com a cabeça, se deixando levar por aquela onda inconscientemente de conformação.

— Tira tudo. - ordenou-lhe despir-se, enquanto se livrava das próprias roupas ainda restantes.

— Uau!...- Jin não conseguiu segurar a interjeição. Que corpo lindo, puta que pariu! Ofegou ao que o homem subiu na cama e foi até ele engatinhando. Os olhos puxadinhos o escaneando por inteiro.

Como um felino prestes a saborear a presa abatida, foi arrastando o nariz desde sua virilha até a clavícula, cheirando-lhe todo o torso.

— Namjoon...hã...- o outro arrastava os lábios e língua por todo seu pescoço, às vezes roçando os dentes, numa ameaça de marcá-lo, mas nunca o fazendo. Estava enlouquecendo com aquilo.

— Mal comecei e já está gemendo meu nome desse jeito?- Chupou-o no queixo com carinho, passando os polegares nas auréolas dos mamilos, arrancando mais gemidos alheios - Por que tão sensível? Hm? - tocou nos bicos rijos e os precionou.

— Nam...awn...- ele muito menos entendia o motivo de estar tão vulnerável. Era a primeira vez que se sentia daquela maneira.

— Não é a primeira vez de nenhum de nós dois... - chegou o rosto para bem próximo à sua audição - Mas podemos fingir que é... já que você está assim...

— Não faz isso comigo, Namjoon...- pediu em tom de choro. - Não pega leve... Não demora... Ignora os meus gemidos...

— Ignorar seus gemidos? Jamais. - pronunciou a última palavra com sensualidade na voz grave.

— Nã... não me tortura...- continuava sendo estimulado nos mamilos. Os lábios resvalando por sobre seu ouvido fazendo-o perder as estribeiras. - Own... Joonnie...

Namjoon movia a pélvis contra a dele, fazendo os membros se arrastarem lenta e provocantemente.

— Nam, vai logo para a parte que eu quero. - arfava, puxando os cabelos castanhos sem dó, ainda sendo atiçado através do pescoço.

— Então pede. - intensificou o movimento com o quadril, segurando na cintura alheia de maneira processiva com uma mão, a outra deixando carícias na coxa da perna que o prendia num laço. — Implora. Quero te escutar suplicante.

Jin puxou-lhe ainda mais os cabelos da nuca, mordendo a boca e fechando os olhos. Era sério, aquilo? Teria de pedir? Não bastava ter assumido a liderança sem sequer perguntar das suas preferências, não deixando a menor esperança de ficar por cima, com suas provocações? Ainda tinha que o obrigar a pedir? Quanto seu orgulho teria de ser sacrificado pra poder transar com aquele deus grego que destruía eu coração a cada segundo?

Quer saber, que se dane! O orgulho que preste contas mais tarde, não ia perder aquela oportunidade, não com a encarnação da sensualidade por cima dele, susurrando em seu ouvido.

— Quero que você me foda! Por favor, Namjoon! Me fode com vontade, antes que meu coração exploda no peito, por favor...

— Se prepara. - sorriu satisfeito, afastando-se o mínimo para que ambos pudessem trabalhar, confortáveis, mas ainda se olhando.

Jin deixou saliva sobre os dedos indicador e médio antes de levá-los até o ânus. Murmurou por conta da dor inicial, mas logo toda a ardência virou prazer, com a ajuda da visão do mais novo se masturbando, sentado sobre as próprias pernas, entre as suas abertas. Não suportariam muito mais.

Namjoon trouxe Jin pela nuca para um beijo mais lento e apaixonado, sincronicamente conduzindo o pênis até a entrada fracamente alargada, mas que o engolia sem reclamar.

— Hm!...hm...- gemia em seus lábios, tentando não apartar o beijo por conta da necessidade de gemer, mas não obteve sucesso. - Há!... Áh... Na-Namjoon...

— Hm... - também queria gemer. O rosto belíssimo contorcido em prazer era a pura perdição. Os olhos fechados, as sobrancelhas juntas em concentração, os lábios grossos partidos derramando lamúrias de luxúria. - Delícia...- sibilou, capturando o lábio inferior numa mordida forte, junto de uma estocada mais profunda no interior apertado.

— Ãh... - recolheu o sangue da ferida aberta pelos dentes do mais jovem. Este o empurrara mais na cama, até estar completamente deitados. Pegou sua perna e pôs por cima do ombro, facilitando que acertasse o ponto certo dentro dele. - Nam...Joon...hm!...- segurou-lhe o rosto com as duas mãos. Os cabelos molhados em torno da testa suada. Os olhos felinos brilhando.

Era tão bonito. O nariz pequeno perfeito acima da boca de lábios fartos. Queria beijá-los de novo. Puxou o rosto pra si e o beijou. Queria beijá-los pra sempre.

— Jin...ah, tão apertado... caralho!

Abraçou-o pelos ombros, deixando sulcos pela pele das suas costas.

— Hm...grande, ãh...gostoso! - mordeu-lhe o pescoço, sentindo o clímax chegando.

Gozaram. Namjoon primeiro, Jin logo depois, sentindo a porra quente o queimando por dentro. Ambos dormiram abraçados, exaustos, sem se importarem por estarem melados de tantos diversos fluidos corporais, que por algum motivo lhes pareceu reconfortante.

— Jin...Jin hyung. - Namjoon chamou. Sabia que o mais velho já estava acordado. - Já está escuro. Eu...te levo pra sua casa.

— Eu não quero. - virou na cama, ficando de frente pra ele e o abraçando, escondendo a cabeça em seu peito. - Se você me levar pra casa depois...depois nunca mais vai querer me ver.

— Eu até havia pensado em fazer assim, mas... - afagou os cabelos lisos. - Não sei se vou querer fugir de você... depois de hoje.

Aquilo era tão estranho. Já havia transado e descansado depois do orgasmo forte, mas seu coração não parava de acelerar.

— Namjoon... - cheirou a pele abaixo do seu nariz. O aroma do perfume ainda perceptível apesar do cheiro de sexo impregnado no quarto. Começou o dia crente de estar indo atrás de sua próxima vítima, do próximo nome da sua extensa lista de ex-namorados, mas, poxa, Namjoon deu-lhe uma bela de uma rasteira. Estava destruído. Todo o mundo mágico que criara para si mesmo a fim de se proteger de qualquer tipo de apego estava desmoronado.

— Eu...acho que te amo.



Notas Finais


É isso.
#Salve Namjin otp da nação.

Caso você tenha gostado, caso você não tenha gostado, caso você tenha achado uma bosta, comunique seus sentimentos, fala pro Brasil como foi ler essa historinha.

     Bj e é nois.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...