História Blasfêmia prt.2 (Jitzu) - Capítulo 5


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Categorias TWICE
Personagens Chaeyoung, Dahyun, Jihyo, Tzuyu
Tags Jitzu
Visualizações 78
Palavras 760
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Lemon, LGBT, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Sobrenatural, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


O cap ficou curto porque não tive ideias muito boas, mas espero que gostem


Leiam as notas finais.

Capítulo 5 - Preguiça


Já faziam alguns dias que Tzuyu e Jihyo se falando através de Allice e por enquanto tudo corria bem, bem para a Chou, que tinha reconquistado a confiança da Park.

—Mas enfim como eu vou fazer isso —Jihyo perguntou enquanto tentava pensar em como ajudar a Chou.

—Bom, você disse que ia me ajudar e bom você é uma freira…

—Noviça.

—Enfim, você deve saber como faz para encontrar o que estou procurando —a taiwanesa já estava ficando meio nervosa, tinha que manter o personagem a todo custo, mas se Jihyo resolver ir muito longe com a questão religiosa a Chou estaria fodida.

—Bom eu vou ver minhas opções e já te aviso. Quero muito ajudar, mas, no memento eu estou muito cansada.

—Eu sei que estou tomando muito do seu tempo.

—Não tem problema, é sempre bom ajudar as pessoas.

—Mas eu quero me redimir —a mais velha se levantou e foi até a menor e a pegou pelas mãos e a levou até a cama —Deita de bruços—a coreana olhou para a taiwanesa um pouco assustada —Calma, eu não vou fazer nada —Jihyo riu sem graça —A menos que queira.

Os olhares se fitaram por alguns segundos; Jihyo abriu a boca na tentativa de responder o comentário da Chou, mas nada veio em sua mente, por tanto preferiu desviar o olhar.

—Olha lá o que vai fazer —disse se deitando como a Chou avia mandado.

A taiwanesa levou suas mãos até às costas da Park as massageando.

—Isso é bom —Jihyo disse se acomodando melhor em meio aos lençóis da cama.

—Eu sei, e só vai melhorar. Eu vou te dar um dia de rainha, não vai precisar fazer nada é só me pedir —a coreana a olhou com um pequeno sorriso, não estava acostumada a ter as coisas assim tão facilmente, mas poderia se acostumar só por hoje.

—Está bom.

É assim foi feito, Tzuyu fazia tudo que a Park pedia e com forme o tempo foi passando a mais nova passou a não fazer muita coisa. Afinal era seu dia de rainha.

—Jihyo —a mais velha das freiras chamou a castanho.

—Sim, senhora Jeon —em tom formal se apresenta a frente da mulher idosa que por breves instantes passeia os olhos por todo o local vendo certa desordem no mesmo.

—Me faz um favor, vai fazer a colheita do dia —a Park assentiu com um sorriso, mas estava xingando a velha por dentro —E se possível arrume o seu quarto, está uma bagunça.

—Sim senhora.

Acompanhou com os olhos a figura idosa se distanciar do local e imediatamente se virou pra a Chou.

—Fassa essa coisa por mim? Por favor —fez bico para garantir que Tzuyu o fizesse.

—Claro, estou aqui para isso —Jihyo sorriu —Mas com uma condição.

—Qual?

—Eu quero outro beijo —disse com um sorriso largo.

—Tudo bem.

Imediatamente a taiwanesa puxou a cintura da menor, colando seus corpos rapidamente e tomou os lábios da Park sem ao menos avisar. Jihyo segurava os ombros da Chou enquanto a mesma segurava seu rosto com a mão esquerda. Tzuyu pediu passagem com a língua e logo foi cedida mas com um pouco de receio por ser o primeiro beijo de língua da Park, mas já tinha ouvido falar que era só relaxar e tentar ao máximo acompanhar a outra, e assim fez.

—Ótimo —Tzuyu cortou o beijo e foi fazer as coisas que Jihyo avia lhe pedido.

A mais nova levou a mão até os próprios lábios e deixou um sorriso bobo escapar, a Park tinha realmente gostado do beijo, e não sabia se se sentia feliz ou culpada por isso.

[…]

Alguns dias depois.

Jihyo estava deitada lendo um livro qualquer quando Tzuyu entrou no quarto.

—Eu ainda não estou acreditando que conseguiu me convencer a fazer as suas tarefas de novo —a coreana se levantou e deu um selinho na Chou.

—Consegui porque você é boba.

—A é assim, eu não caio mais nessa.

—Tzuyu —disse abraçando a taiwanesa de forma manhosa —Lava a louça pra mim.

—Não.

—Por favor.

—Você está ficando muito preguiçosa —quando a Chou pronunciou tais palavras que Jihyo se tocou do que estava fazendo, a tempos está a desobedecer as leis de Deus.

—Ceus, o que eu estou fazendo —a Park levou as mãos até a cabeça —Preciso concertar isso.

A coreana saiu do quarto o mais rápido possível na tentativa ingênua de concertar tudo, mas já era tarde, Park Jihyo estava mergulhada no pecado e para sua sentença ser concreta estam faltando dois pecados cruciais na lista.

Luxúria e ira


Notas Finais


Eu vou deixar vocês escolherem o próximo Luxúria ou Ira? Comentem ai.

Eu não vou fazer o pecado da gula, por motivos de que não tenho a mínima ideia de como colocar isso em uma fic séria.


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