História Bleach Fic - Capítulo 16


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Categorias Bleach
Tags Abarai Renji, Aihime, Aizen, Bleach, Divórcio, Ichigo, Ichihime, Ichika, Kazui, Orihime, Romance, Rukia, Ulquihime, Ulquiorra
Visualizações 135
Palavras 811
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá!!!
Me desculpem pela demora... esses dias foram dedicados a uma outra tarefa, mas não esqueci da fic. Além da minha tarefa, fiquei meio travada nesse capítulo, mas destravei pelo menos um pouco, contudo, me desculpem se a qualidade dele não estiver lá essas coisas.
Eu tento sempre fazer meu melhor, mas não é todo o dia que me sinto inspirada. Além do mais, tbm estou travada em outra história que estou escrevendo, e ainda não consegui sair desse poço de falta de ideias e esse sentimento me deixa frustrada!!!
Me afoguei em jogos de RPG para me inspirar, vi e revi trailers de jogos, ouvi e reouvi a trilha sonora de Lord of the Rings e de Diablo III, mas nada... estou me sentindo presa. Mas deixa isso pra lá... vai passar quando eu menos esperar e obrigada por lerem esse pequeno desabafo.
Eis o cap!

Capítulo 16 - Não se preocupe


Orihime ficou paralisada. Sentia o estômago dar voltas e os joelhos fraquejarem.

Acho... que... morri...

Foi a única coisa que conseguiu pensar.

- Orihime! Orihime!

Quando voltou a si, percebeu que estava sentada na cadeira a frente da mesa de Aizen e que o mesmo mantinha um copo de água na frente dela. Ela piscou uma, duas, três vezes e só então percebeu que Aizen estava ajoelhado a sua frente, com uma expressão preocupada e um olhar assustado.

- A-Aizen... sensei...

- Orihime... você... está bem?

- Eeer... acho que sim... o que me perguntou?

- Esquece a minha pergunta... não imaginei que fosse ficar desse jeito... pensei que teria que te levar para emergência.

- Pode repetir a pergunta? Por favor!

Aizen engoliu em seco.

- Eu perguntei se quer ser minha namorada... oficialmente... – ele abaixou os olhos – Mas acho que não, afinal você ficou desse jeito e...

- Desculpe, é que esse tipo de assunto ainda me deixa... nervosa... ainda mais quando é com o senhor... quero dizer... você!

- Não precisa me responder agora...

- Eu... aceito! – ela respondeu subitamente – Quero dizer, se o sen... s-se você quiser... ainda...!

Aizen pôs o copo d’água sobre a mesa e abraçou Orihime.

- É claro que eu quero.

- É que tudo ocorreu meio de repente... – ela apertava a barra da saia – Eu não sabia o que pensar...

- Sei que está com medo e é natural. Você meio que acabou de sair de um relacionamento e está com medo de se envolver... eu entendo perfeitamente. Mas, ao mesmo tempo fico ansioso por ter você perto de mim. Fico esperando o dia chegar logo só para te ver, ouvir sua voz, sentir seu perfume...

- Dizer essas coisas assim... me sinto envergonhada! - a voz de Orihime era um sussurro.

- Pois não devia. Orihime, eu sou um homem. Não sou um adolescente que faz uma promessa no calor do momento. Eu venho pensando seriamente sobre nós dois e, se estou te pedindo em namoro, não é algo que estou levando como uma brincadeira. Eu quero você. Só preciso saber se você me quer...

- Hm... eu quero... – ela respondeu timidamente.

- Eu prometo que jamais vou decepcioná-la! – Aizen segurou as mãos pequenas.

- E eu... prometo fazê-lo feliz... – Orihime desviou o olhar – Mas... precisamos ir com calma... Kazui... não sei como ele vai reagir a isso tudo. Ele é muito ligado ao Ichigo. Nem consigo imaginar como ele vai se sentir...

- De fato... mas nós não precisamos ter pressa...

- Não... não precisamos. – respondeu sorrindo.

O expediente havia chegado ao fim. Orihime estava indo embora, quando se deparou com Aizen a sua espera na saída do hospital.

- Aizen...

- Estava te esperando... vou te levar em casa, se importa?

- Não... não me importo... – ela respondeu corando.

Eles caminhavam lado a lado na direção do estacionamento. Enquanto Aizen parecia caminhar com naturalidade, Orihme sentia os ombros rígidos e seus dedos apertavam a alça da bolsa como se precisasse dela para se manter de pé.

- Parece tensa...

- S-só não estou acostumada com... essa situação... e... se as pessoas falarem de nós?

- Danem-se as pessoas. Eu só me importo com o que você pensa.

Aizen abriu a porta do carro e Orihime entrou. Era estranho a situação, mas não que achasse ruim, afinal Aizen se mostrava sempre gentil e atencioso e ela gostava disso, mas ao mesmo tempo parecia irreal e simples demais.

- Sei no que está pensando... – ele declarou subitamente, tirando-a de seus pensamentos. – Está achando que estamos indo muito rápido e que algo não parece certo, não é?

- A-acho que sim...

- Orihime, me prometa algo...

- O que?

- Que nunca vai ocultar o que pensa ou sente de mim, certo? Eu sou um homem prático e objetivo. Quando quero algo, eu procuro os meios mais viáveis para alcançá-lo. Não sou muito sentimental nem gosto de complicações desnecessárias. Mas sei que não pensa como eu e respeito isso e quero aprender a lidar com seu jeito de ser. Mas não leio mentes então terá que facilitar as coisas para mim um pouco, entende?

Orihime sorriu.

- Entendo... e... me desculpe por parecer... deslocada. Acho que já havia me condicionado a ficar sozinha para sempre e estou estranhando compartilhar meu dia a dia com alguém além de Kazui e da Rangiku.

- Isso seria um verdadeiro desperdício... – observou Aizen segurando o queixo dela – Eu não consigo, sabia...

- Não consegue o quê?

- Olhar a sua boca e não fazer isso...

Aizen a beijou. Um beijo que já começou quente apesar de lento, pois as línguas de ambos se exploravam com mais acuidade e profundidade. Pararam o beijo, mas ele deixou um beijo na testa dela.

-Não se preocupe demais. Apenas aprecie o momento. As coisas com o tempo farão mais sentido.

 


Notas Finais


Espero que gostem e mais uma vez, obrigada e desculpas.


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