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História Blessed Destiny - Capítulo 8


Escrita por:


Notas do Autor


Hey people's!!! Como vão? Espero que bem!

Sobre este capítulo: Primeiro vocês vão adorar (Eu espero né hahahaha) e depois vão querer me matar. Mas vou deixar tirarem suas próprias conclusões!

Espero que gostem babys! Boa leitura!

Capítulo 8 - Hot Dreams


Fanfic / Fanfiction Blessed Destiny - Capítulo 8 - Hot Dreams

[...] Tantos sorrisos por aí, você querendo o meu. Tantos olhares me olhando e eu querendo o seu. Eu não duvido, não, que não foi por acaso. Se o amor bateu na nossa porta, que sorte a nossa. [...] 

 

     Que sorte a nossa - Matheus e Kauan 

 

28 de Novembro de 2020:

 

Ela sentiu uma mão subindo pela sua perna, fazendo uma trilha com os dedos, assim como arfou quando essas mesmas mãos apertaram fortemente a sua bunda. No mesmo instante, ele se voltou ao seu rosto, e lhe beijou. Um beijo ardente, cheio de necessidade e paixão. Eles pararam pela maldita falta de ar. Ele a olhou. Um olhar tão singelo, refletindo o sentimento de ambos. 

 

- Tão linda - Damian sussurrou. Seus rostos colados um no outro. 

 

No instante seguindo, ela sentiu beijos e mordidas sendo desferidos em seu pescoço. Ela mordeu o lábio tentando evitar um gemido, mas falhou miseravelmente. As mãos afoitas do rapaz percorriam todo o corpo da loira, se concentrando na perna e virilha. Tudo que Lucy pode fazer no momento foi gemer. 

 

Ele se levantou, ficando ajoelhado na cama, a trazendo junto. Ele pegou a bainha da blusa dela, mas antes lhe lançou um olhar significativo, e ela assentiu, o concedendo permissão para retirar a peça, dando de cara com o sutiã preto de renda, que não conseguio esconder os biquinhos endurecidos. 

 

Eles se deitaram novamente. Sua boca fez uma trilha da barriga até o seios. Ela se inclinou, oque facilitou o descarte do sutiã, que foi jogado em qualquer canto do quarto, eles não se importavam aonde. 

 

Sua boca foi aberta e os olhos fechados quando as mãos de Damian envolveram seus seios. Ele colocou o direito na boca enquanto massageava o esquerdo, e ela gemeu, sussurrando o nome dele tão sensualmente, fazendo o pênis do garoto pulsar de desejo. 

 

Mas ela não ficaria para trás. As mãos dela passearam pelo corpo dele, sentindo os músculos e o peitoral definido. Ela envolveu as pernas ao redor da cintura dele, dando melhor acesso a ambos. As mãos delas começaram por trás, sentindo a bunda dele. Elas viajaram para frente, alisando a petuberancia evidente, e ele gemeu contra o peito dela. Ela sorriu maliciosamente, satisfeita com o que tinha causado. 

 

Ele sentiu seu cinto sendo retirado, assim como o zíper da calça aberto, e deixou os seios dela por segundos, a ajudando no processo. Ela o alisou e ele jogou a cabeça para trás, apreciando a sensação. Ela até mesmo deu um beijinho na masculinidade, antes de tirar a cueca que o escondia. E sorriu quando viu o pênis dele em sua frente, ela queria ter ele dentro de si. 

 

No mesmo momento, ela sentiu um puxão e vários botões do short jeans dela voaram pelo quarto, quando Damian o rasgou sem nenhuma cerimônia. Ele se abaixou até a virilha dela, inalando o doce aroma antes de deslizar a calcinha sensualmente pela perna dela. 

 

E ela gemeu quando os dedos dele a tocaram lá. No seu ponto de necessidade, fazendo movimentos circulares. Ela sentiu prazer como nunca antes. Os dedos dele eram ágeis e os sons prazerosos que saiam da boca da garota elevaram o ego do Wayne. 

 

Ela se contorceu quando sentiu um dedo sendo introduzindo dentro do seu interior. Sendo posto e retirado constantemente. Bem, até Damian introduzir mais um dedo, enquanto continuava a estimular o clitóris com o dedão. 

 

Ela pode sentir o prazer se intensificando e soube que estava próxima do orgasmo. Ele também se deu conta quando sentiu a vagina dela se apertar contra seus dedos. Ela estava tão próxima da borda, e já podia ver as estrelas, quando parou. Ele parou de a satisfazer. Seu corpo se acendeu, pedindo por mais. E ele riu com o resmungo que ela soltou.

 

Para compensar, ela se levantou, e rasgou a camisa dele com bastante brutalidade. Virou as posições, sentindo a ereção dele tocando sua bunda. Ela se inclinou e o beijou nos lábios, no pescoço, e fez uma trilha pelo abdômen sarado. E então se encaixou, prestes a deslizar. 

 

 

P.O.V Lucy 

 

O despertador soou, indicando que já eram 6:20 da manhã. Mas a minha mente não estava se importando. Tudo em minha cabeça girava e pude sentir as cobertas totalmente úmidas. Flashs do meu "sonho" passaram por minha cabeça e eu me amaldiçoei. O que diabos havia acabado de acontecer? Bem, eu acabei de ter um sonho erótico! Com o maldito do Damian Wayne! Aposto que eu estou parecendo um tomate agora. 

 

Me levantei, um pouco zonza. E após escovar os dentes, joguei uma água no meu rosto, na esperança de me acalmar. Mas não foi o suficiente, meu coração ainda pulsava acelerado. E depois de me despir da minha camisola, entrei debaixo do chuveiro. A água residia na opção mais fria, na tentativa de acabar com o fogo que ainda se encontrava em mim. 

 

Eu estava em choque comigo mesma. Mas não podem me julgar, quem não estaria abalada? Eu tenho plena consciência de que a nossa relação, digo, entre Damian e eu, era muito mais que uma amizade. Embora eu negasse constantemente. E sei bem que nossos sonhos tem sempre algum significado, embora muitas vezes possam parecer totalmente sem sentido, eles refletem os pensamentos e situações que ficam rondando a nossa cabeça. Palavras da minha psicóloga, sra. Johnson. 

 

E por mais que odiasse admitir, Damian Wayne é o assunto predileto da minha cabeça e do meu coração nos últimos tempos. Mas esse "sonho" passou dos limites certo? Mas quem eu tô querendo enganar? Seria uma tremenda de uma mentira se dissesse que nunca imaginei algo parecido aos acontecimentos sonhados, e me irrita dizer, mas, por um momento eu desejei que não fosse apenas um sonho. Que suas mãos realmente exploraram todo o meu corpo, que pude sentir cada pedacinho dele, que minha pele ficou marcada pelo seu cheiro e que tive a sensação de ser preenchida por ele. Na mesma hora senti um calor crescer no meio das minhas pernas e me obriguei a parar com esses pensamentos indecentes. Céus, oque esse garoto está fazendo comigo?!

 

Depois de passar por bons minutos debaixo do chuveiro, me vi obrigada a me retirar, já que aparentemente o calor que se encontrava em mim havia se dissipado, e se tornou insuportável tomar banho com a água congelando a essa hora da manhã. 

 

Procurei apressadamente uma roupa confortável no guarda roupa e bufei ao lembrar do meu compromisso matinal, me dando conta do porque o despertador tinha tocado tão cedo. Com todas essas emoções recentes, havia me esquecido completamente da minha sessão de treinamento com Damian. O que era um absurdo, já que eu praticamente implorei para ele me ensinar a lutar. Porém o que me incomodava era o fato de ter que ficar tão próxima de uma pessoa, após ter um sonho sexual com ela. Que Deus me ajude! 

 

Escolhi uma calça legging e uma blusa preta colada, com um top cinza por baixo, calcei um par de tênis confortáveis e por fim fiz um rabo de cavalo em meu cabelo. Sim, quem me visse diria que iria sair para me exercitar, o que é, em partes, verdade. 

 

Fui parar na cozinha, e é óbvio que ninguém tinha acordado ainda. Ainda tinha alguns minutos até o horário combinado, e iria usar cada segundo deles para colocar meus pensamentos no lugar. 

 

Eu, sinceramente, não estava com a menor fome. Sendo assim, enchi um copo com um suco qualquer que achei na geladeira e me sentei no sofá, vendo o tempo passar e olhando para o nada. O som do elevador e uma voz conhecida - até demais - soou nos meus ouvidos. 

 

- E não é que ela realmente conseguio acordar cedo? - falou Damian com ironia, se atirando no sofá, bem do meu lado. 

 

- Achei que depois do dia de ação de graças tinha aprendido a não duvidar de mim - provoquei. 

 

Dei uma melhor reparada nele. Ele trajava uma bermuda e camisa, junto com tênis. Era notável o suor que escorria, assim como seu rosto ofegante e cabelos bagunçados, e por mais que eu odiasse admitir, ele estava sexy demais para o bem da minha imaginação. 

 

- O que tava fazendo? - perguntei. 

 

- Sair pra correr - ele respondeu simplesmente. 

 

- Caiu da cama? - brinquei. 

 

- Gosto de acordar cedo - respondeu sorrindo. E que sorriso, senhor Jesus! 

 

- Você é, realmente, uma caixinha de surpresas - falei brincando. Ele deu de ombros, rindo. 

 

- Olha, eu vou tomar um banho, me espera na sala de treinamento - ele falou. Me deu um beijo na bochecha e saiu. 

 

Não, você não leu errado. Ele deu um beijo na minha bochecha! E tinha que ser agora? quando o meu corpo tá sensível a toques de proximidade, principalmente o dele? É claro, justo agora ele resolve que é uma boa investir em mim. Mas não importa, isso não vai dar certo, e eu não posso ariscar acontecer novamente. 

 

Fiz o que ele pediu e me movi até a parte mais escondida da torre, só uma preocupação se ouver emergência. Passei um tempo sozinha, e pra acabar com o tédio, fiquei olhando para as muitas armas de treinamento deles. 

 

Eu realmente adorei arco e flecha, mas o que fez os meus olhos brilharem foi o bastão. Como uma verdadeira fã de filmes de ação, eu fiquei maravilhada, é preciso dizer. Quando tomei coragem, e peguei o pedaço de metal em mãos, outras o tomaram de mim. 

 

- Iniciante. Sem armas - Damian falou. 

 

- Mas porque? - fiz biquinho. Ele riu.

 

- Não tem nenhuma experiência, temos que começar do básico - ele disse serio - As suas técnicas de luta.  

 

- Já chutei muitos traseiros por aí - respondi dando de ombros. Ele me olhou indecifrável. 

 

- Chega de papo furado. Vem aqui - ele falou sem humor, me indicando até o meio do tatame. 

 

Sua expressão era seria, como um professor ensinando uma aluna. Fiz o que disse e me posicionei no lugar. Senti ele atrás de mim. 

 

- De um soco no ar - ele falou. 

 

Movi o punho para frente. 

 

- De novo - ordenou. 

 

Mais um. 

 

- Com mais força - falou. 

 

Outro. 

 

- Arrume a postura - o obedeci. 

 

De novo. 

 

- Alinhe para a esquerda - falou. 

 

Fiz do jeito que pediu. 

 

- Assim tá bom - falou indiferente. 

 

- Só bom? - falei ofendida. 

 

- Pra inexperientes, é até que foi bom - disse sem nenhum traço de humor - Quero ver sua postura nas pernas agora. 

 

- O que é que minha perna tem importância em dá um soco? - perguntei bufando. 

 

- Toda a importância. 

 

Após dizer isso, ele me puxou pela cintura e separou meus pés, deixando uma a frente e outro pra trás. Pude sentir sua respiração em meu pescoço e eu me vi amolecendo por dentro. 

 

- Deixe o direito mais para frente - sussurrou no meu ouvido - E o esquerdo um pouco para trás. E ajeite a coluna também. Tenta agora. 

 

Ele agia como se fosse a coisa mais normal do mundo estar sussurrando com a voz rouca no pé do meu ouvido. Tive que fazer um esforço gigante para me concentrar e mover minha mão com o punho fechado para frente. 

 

- Tá vendo como tem mais precisão? - ele perguntou e eu assenti. Sua presença tão próxima ainda me causava correntes elétricas. 

 

- É, acho que tinha razão - falei baixo, afinal ele estava perto o bastante para ouvir. 

 

- Quero ver seu chute agora - ele disse, passando a mão sugestivamente pela minha coxa, e me amaldiçoei por sentir tantos arrepios com seu simples toque. 

 

Eu estava respirando fundo, buscando meu controle sobre minha calcinha, mas uma idéia ocorreu em minha mente. Ele parecia tão centrado e tirar a minha concentração, e eu me dei conta de que ele estava brincando comigo, me testando. Então se é jogar que ele queria, ótimo. 

 

Movi minha perna como ele pediu. Só que pra trás. E acertei o seu joelho com tudo. Admito que pensei seriamente em acertar a região mais íntima dele, mas não sou tão má assim. Ele se abaixou, reclamando da dor, e não pude evitar rir. 

 

- Mas que porra garota - ele reclamou - Isso foi golpe baixo. 

 

- Doeu é? - falei irônica. 

 

Ele pareceu se recuperar da dor, e me olhou. No instante seguinte, senti meu corpo sendo prensado em outro e meu braço sendo virado, causando uma leve dor. Percebi que ele havia me puxado e virado, fazendo eu ficar com as costas prensadas em sua barriga. 

 

- Se acha muito esperta não é? - comentou ironicamente, sua boca bem perta do meu ouvido - Mas sabe que é só mexer a minha mão, que o seu braço quebra - ele disse enquanto prendia ainda mais o meu braço direito. 

 

Me virei pronta para protestar, mas seus olhos encontraram o meu, e eu me perdi totalmente neles, esquecendo tudo ao meu redor. Encontrei a sua boca, e a vontade de experimentar verdadeiramente tudo que fizemos em meu sonho, foi muita. Ele pareceu sentir o mesmo que eu, já que soltou meu braço, e me virou novamente, deixando nossos rostos a centímetros um do outro. Senti uma de suas mãos em meu rosto, na minha bochecha, e me preparei para fechar os olhos. Mais um pigarro me fez despertar. Olhamos para entrada e o sorriso cínico que nos esperava. 

 

- Desculpe interromper os pombinhos, mas Damian, precisamos de você agora - Wally anunciou - É urgente. 

 

Eu finalmente retomei minha consciência perdida, e me afastei, alternando meu olhar entre Wally e Damian. 

 

- Continuamos depois - Damian se dirigiu a mim, eu simplesmente assenti positivamente. 

 

Ele saiu com Wally, que não poupou o sorriso e uma piscadela a mim antes de ir embora. Me sentei e respirei fundo. Botando meus pensamentos e minha razão em ordem, sem querer, deixei lembranças tomarem conta de mim, e cheguei a uma conclusão:

 

Isso definitivamente não pode acontecer outra vez. 

 

 

[...] 

 

 

   P.O.V Autora 

 

Wally West e Damian Wayne caminhavam lado a lado pelos corredores da torre titã. Mas o sorriso torto que o primeiro carregava no rosto, foi o bastante para o segundo saber aonde o amigo queria chegar. 

 

- Desembucha logo - Damian falou, redirecionando seu olhar ao velocista, que abriu um sorriso debochado maior ainda. 

 

- Então, você e a Lucy é? - perguntei com malícia. 

 

- Não estava acontecendo o que você está imaginado - o Wayne disse - Ainda - ele completou, sorrindo. 

 

- Esse é o meu garoto - Wally riu, dando tapinhas nas costas de Damian - Resolveu seguir meus preciosos conselhos e investir de verdade nela agora? 

 

- É, eu resolvi - ele disse convicto. 

 

- Vamos ver no que vai dar então - o West comentou. 

 

 Adentraram o lugar mais secreto da torre, encontrando todos os outros titãs reunidos, em volta dos vários equipamentos de última geração. 

 

- O que era de tão importante? - o Wayne perguntou, se sentando relaxado. 

 

- Se lembra daquele robô do ataque do banco? - falou Rachel, o vendo assentir - A polícia ficou de descobrir quem havia o programado, mas eles não conseguiram encontrar nada. Na verdade, segundo as palavras deles, eles rastrearam, mas levou há milhares de endereços diferentes. Eles disseram que nunca tinham visto algo assim, e passaram o caso para nós. 

 

- E de todos, você é o que mais tem conhecimento em tecnologia - Mutano completou. 

 

- Deixa eu ver isso - Damian disse, desacreditado que pudesse ser tão difícil assim. 

 

Rachel passou papéis e papéis, mostrando dados e tabelas a Damian, que passou bons segundos analisando, até que a expressão de surpresa e incredulidade passaram por seu rosto. 

 

- O que foi? - Wally perguntou. 

 

- É que... É realmente difícil - ele admitiu - Eu também nunca vi algo assim. 

 

- O que aquele robozinho tinham de tão especial? - Kory perguntou descrente. 

 

Especial. Essa palavra passou na mente de Damian, assim como lembranças perturbaram seu rosto. Rachel percebeu. 

 

- Damian? Tá tudo bem? - ela perguntou.

 

- Quando o derrotamos... O robô falou algo... - ele ponderou. 

 

- O que ele falou? - Garfield perguntou. 

 

- Bem, ele disse "A vingança dele começou" - parafraseou, ponderante. 

 

As expressão chocada e desacreditada passou por todos. Eles foram obrigados a lembrar.

 

- Não é possível! - Wally foi o primeiro a se pronunciar. 

 

- Ele não pode ter... Ou pode? - Mutano perguntou, desejando ouvir um "não" como resposta. 

 

- Ele falou que ia, mas... - Rachel riu, se obrigando a não acreditar - Era só um blefe não é? 

 

- Para a nossa sorte, eu espero que tenha sido realmente um blefe - Damian falou. 

 

- De todo o jeito, precisamos ficar atentos - Rachel disse. 

 

- E rezar para não ser o que estamos pensando - Kory disse. 

 

Todos concordavam com a alienígena. Porque se for verdade, e realmente estiver acontecendo, eles terão um grande problema em frente. E podem esperar pelo pior. 


Notas Finais


Então? Gostaram? Espero que sim!

Primeiro: Sei que queriam que fosse real, mas *alerta de spoiler* também está chegando hahahaha!

E já que estamos falando, precisamos comentar sobre isso: Lucy teve um sonho erótico rsrsrs! Omg! Seguinte: Não é o primeiro hot que escrevo, mas é o primeiro que posto. E mesmo não tendo descrito o ato final, ficou bom?

E não é que o Damian resolveu ~ finalmente ~ investir na Lucy? Pois é meus amigos, mas a história não vai ser tão fácil assim. Peço que fiquem atentos a alguns detalhes nas falas da Lucy! *emoji do macaquinho com as mãos na boca*

Puts Wally, tinha que atrapalhar? Hihihi! Mas pelo menos ele incentivou o Damian, não é mesmo?!

Aposto que já tinham esquecido daquele ataque do robô não é? Mas isso será um ponto MUITOOO importante na história! Sim, mistério no ar... tururu... Quem será essa tal pessoa ahm?

Obs: Esse capítulo foi um pouco menor, mas prometo compensar no próximo!

Então é isso meus queridos leitores! Espero do fundo do coração que tenham gostado!

Me contém nos comentários o que acharam!

Até sexta que vem bitch's...

Kisses

- G


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