História Blood - Capítulo 55


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Categorias Shingeki no Kyojin (Attack on Titan)
Personagens Annie Leonhardt, Armin Arlert, Bertolt Hoover, Dot Pixis, Eren Jaeger, Erwin Smith, Grisha Yeager, Hange Zoë, Historia Reiss, Kenny Ackerman, Levi Ackerman "Rivaille", Mikasa Ackerman, Mike Zacharius, Moblit Berner, Nanaba, Nile Dok, Personagens Originais, Reiner Braun, Rico Brzenska, Ymir, Zeke Yeager
Tags Abuso, Abuso Psicológico, Alfa, Amor, Amor Proibido, Angst, Ansiedade, Armin, Armin Arlert, Attack On Titan Snk, Bad, Bromance, Confusão, Dark, Decepção, Depressão, Desejo, Destino, Dor, Drama, Drama Psicológico, Eren, Eren Jaeger, Eruri, Erwin, Erwin Smith, Hanji Zoe, Hentai, Híbrido, Horror, Hot, Intrigas, Lemon, Levi, Levi Ackerman, Levihan, Lgbt, Magia, Maldição, Mentiras, Mikasa, Mikasa Ackerman, Mistério, Morte, Obsessão, Ódio, Psicológico, Psicopata, Rivaille, Romance, Sad, Sangue, Sex, Shingeki No Kyojin, Snk, Sobrevivencia, Sociopata, Sofrimento, Suspense, Terror Psicológico, Tortura, Traição, Triângulo Amoroso, Tristeza, Universo Alternativo, Vampire, Vampiro, Vingança, Violencia, Yaoi
Visualizações 87
Palavras 1.215
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Harem, Hentai, Lemon, LGBT, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Orange, Romance e Novela, Seinen, Shonen-Ai, Shoujo-Ai, Sobrenatural, Survival, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 55 - Capítulo 54


Se passam uns minutos e Erwin só me encara intensamente, mas por alguma razão... ele não parece irado... e sim... preocupado?
         - E então, me chamou aqui para só ficar olhando para minha cara? - pergunto depois de um bom tempo em silêncio. 
         - Cordeirinho... - ele segura meu rosto com as duas mãos de repente - O que está tentando fazer? Huh? 
         - Quê?
        - Me responde... - ele diz passando os dedos nos meus cabelos e desce para nuca, na hora eu fecho os olhos esperando o puxão violento que ele ama fazer em mim quando não respondo rápido o suficiente... mas... mas, ele não faz, ele segura firme como se fosse fazer e solta - Cordeirinho, eu confesso que fiquei um tanto irado com a desfeita que você fez abertamente ontem... mas... 
         Ele toca meu rosto, passando os dedos suavemente pela minha face. Então abro os olhas para olha-lo.
        - Eu ouvi o que sua tia... e suas duas namoradas falaram entre si e o Grisha, quando as conversas ser tornaram variadas e ao mesmo tempo pela sala... o que eles estavam falando me deixou preo...
         - Que coisa feio, ouvindo conversas alheias, Er... - ele põe o polegar nos meus lábios calando-me.
         - Por quê? - ele pergunta de repente - Por que fez isso?
         - O...
        Antes que eu falasse alguma coisa, ele me empurra no sofá segurando meu pescoço com força, mas não me estrangula só aperta o suficiente para me manter parado dificultando-me a respirar... talvez para me deixar assustado.
         - Da próxima vez que você tentar fazer essa estupidez...
         - Fará o quê? - falo com dificuldade, mas eu consigo.
         Ele solta o aperto no meu pescoço e bufa no meu rosto.
     Com essa oportunidade eu o empurro com força para longe, e diferente de como sempre foi, eu consigo empurra-lo de cima de mim para o sofá.
         - Fará. O. Quê, Erwin? - pergunto sentindo a ira florescer dentro de mim.
         - Acha que eu não farei nada? - Ele diz friamente.
     - Sinceramente, Erwin... eu não me importo. Não me importo com o que você vai fazer ou não!! - falo quase gritando.
         E agora sim ele agarra meus cabelos puxando minha cabeça para trás rosnando baixo perto do meu ouvindo.
        - Se acontecer qualquer com alguém que me importo... a minha família... eu me mato... e acabo de vez com essa palhaçada... e não interessa se foi... se foi você... ou qualquer outro... eu me mato... - despejo tudo de uma vez com fúria.
         O olhar de Erwin vacila.
      - Não. - ele sussurra e me puxa para seus braços me apertando em seu peito - Eu não deixarei você se machucar... você é meu! 
         A coisa me espreme contra o corpo como se eu fosse a causa mais preciosa do mundo.
         - Ngh... não... consigo... respirar...
         Ele afrouxa a abraço, mas não me solta totalmente.
        - Eu não sabia que iam atrás de ti, meu doce e precioso cordeirinho. Eu sinto muito. - ele sussurra e beija o topo da minha cabeça.
      - O quê? - eu olha para cima e a coisa aproveita para começar a beijar meu rosto.
         Argh!!!
        Sem paciência, eu viro o rosto me negando, não deixando que ele fique beijando meu rosto. 
         - Espera... - sussurro quando ele me segura e segura meu rosto para ele novamente - Você... você... quê? Está dizendo que você sabia? ... Você sabia que podiam ir trás de mim? 
         Eu sinto meus olhos encherem de lágrimas de puro ódio.
         - Cordeirinho... - ele sussurra suavemente e eu não vejo a hora que dou um tapa na cara dele.
          O estalo da minha mão no rosto dele foi alto, Erwin fica parado como se estivesse surpreso pelo tapa que recebeu, fui tão rápido que ele nem teve reação.
         Mas, em meio segundo, eu já estou no chão tonto e com o nariz sangrando, Erwin me segura pressionando meu rosto no chão e começa a me bater... eu não grito, não emito um som sequer... o único som é da mão dele espalmando meu corpo com força.
         - Nunca... Nunca. Faça. Isso. Novamente... eu não voltou deixar você se matar... então é melhor nunca mais tentar isso novamente... mas, isso não signifique que eu irei te disciplinar se você começar a ser desobediente e audacioso... - ele me vira de barriga para cima e faz menção de me dá mais um tapa no rosto, mas ele para com não próximo do meu rosto, ele me olha com fúria porém em segundos a ira se desfaz junto com o vermelhidão em sua bochecha direita.
         Erwin se inclina e começa a lamber meu rosto tirando o sangue espalhado. Então ele morde e me oferece o punho... e só aí... só aí... eu começo a chorar compulsoriamente...
         - Não... não... - resmungo contra a mão dele.
         - Bebe. Você está machucado... - ele esfrega o punho na minha boca e eu engulo o líquido morno e saboroso...
         Tubo bem.
     Eu sugo tremendo enquanto engulo em sugadas cada vez maiores sentindo o sabor aquecer minha garganta... em um lapso de consciência, empurro meu rosto para trás e começo a tossir apoiando as duas mãos no chão, começando a tremer ainda mais... que merda!!!
         Tudo bem, isso não é tão ruim assim.
         - Tudo bem, tudo bem, meu doce... - Erwin murmurou esfregando as mãos nos meus braços e me abraça por trás.
         Eu me remexo contorcendo meu corpo me afastando dos toques dele e me encolho no chão... merda!!! Merda!!! 
         Desde quando eu acho o gosto de sangue bom?!?! O gosto sempre foi de ferrugem... e isso não é algo bom, nunca será!!! Nunca!!!
         Sim.
         Mas, você sabe que nem todos são assim, há alguns que são apetitosos... e não há nenhum problema nisso...

         - NÃO!!! - grito, e os braços de Erwin me envolve.
      - Shhh... shh... já passou... - ele sussurra e beija minha cabeça - Calma... calma, meu lindo... 
        Eu estremeço enquanto Erwin me embala em seus braços tentando me acalmar.
         - Cordeirinho...
         Eu me viro enterrando o rosto no peito dele, o abraçando para não olha-lo.
         - Meu doce, perdão... não fique chateado comigo. Huh? - ele me acaricia - Ei...
         - Tudo bem, eu não devia ter lhe irritado... eu não fui bom... - sussurro contra seu peito.
         - Ooh você é sim. - ele segura meu rosto me forçando a olha-lo - Desculpa... as vezes eu não sei controlar os nervoso, e você está muito perturbado...
         - ...hnm... - as palavras ficam presas na minha garganta, acho melhor ficar quieto.
        Não é a primeira vez que ele me bate... e depois me pede perdão, apesar de que fazia muitos meses que ele havia deixado de fazer isso...
      Erwin acaricia meu rosto e se curva para frente e eu fecho os olhos quando os lábios dele tocam os meus, ele me beija suavemente passando a língua no interior da minha boca com calma. Nos beijamos por um tempo... sem aprofundar muito, ele passa a ponta da língua em meus lábios e encosta a testa na minha.
         - Por favor, seja obediente... eu odeio ver sua linda e perfeita pele marcada... meu precioso cordeirinho. - ele diz como se realmente lamentasse.
         Eu só aceno.




 

 



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