História Blood - Capítulo 56


Escrita por:

Postado
Categorias Shingeki no Kyojin (Attack on Titan)
Personagens Annie Leonhardt, Armin Arlert, Bertolt Hoover, Dot Pixis, Eren Jaeger, Erwin Smith, Grisha Yeager, Hange Zoë, Historia Reiss, Kenny Ackerman, Levi Ackerman "Rivaille", Mikasa Ackerman, Mike Zacharius, Moblit Berner, Nanaba, Nile Dok, Personagens Originais, Reiner Braun, Rico Brzenska, Ymir, Zeke Yeager
Tags Abuso, Abuso Psicológico, Alfa, Amor, Amor Proibido, Angst, Ansiedade, Armin, Armin Arlert, Attack On Titan Snk, Bad, Bromance, Confusão, Dark, Decepção, Depressão, Desejo, Destino, Dor, Drama, Drama Psicológico, Eren, Eren Jaeger, Eruri, Erwin, Erwin Smith, Hanji Zoe, Hentai, Híbrido, Horror, Hot, Intrigas, Lemon, Levi, Levi Ackerman, Levihan, Lgbt, Magia, Maldição, Mentiras, Mikasa, Mikasa Ackerman, Mistério, Morte, Obsessão, Ódio, Psicológico, Psicopata, Rivaille, Romance, Sad, Sangue, Sex, Shingeki No Kyojin, Sobrevivencia, Sociopata, Sofrimento, Suspense, Terror Psicológico, Tortura, Traição, Triângulo Amoroso, Tristeza, Universo Alternativo, Vampire, Vampiro, Vingança, Violencia, Yaoi
Visualizações 65
Palavras 1.206
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Harem, Hentai, Lemon, LGBT, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Orange, Romance e Novela, Seinen, Shonen-Ai, Shoujo-Ai, Sobrenatural, Survival, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 56 - Capítulo 55


Reiner foi meu herói sem saber quando ele me ligou alguns minutos depois que a coisa e eu tivemos a nossa "briginha", e eu tive que ir embora da casa desse demônio, mas infelizmente eu tive que dizer que voltaria o mais rápido possível depois.





Floch☆
Oi.
Levi, você está bem?   10:00




Sim, por que não estaria?    10:30




Floch☆
Levi. Não tive coragem de falar isso antes, mas eu vi.   10:30




O quê, não entendi?
Olha, eu estou no serviço, não dá de eu conversar agora.
Nós nos falamos depois.   10:35





Floch☆
Levi... eu vi.
Ele já te bateu antes? 
Eu não acredito que ele faz isso com você.   10:35




         Argh...
         O quão ingênuo você é, Floch?
         Estou vendo que apesar de tudo, você não vê quem é ou o quê Erwin é de verdade. Que tipo de visão você tem dele, garoto? Não vê que ele é um demônio? Você mais que ninguém devia saber disso.





Floch☆
Levi, por favor!!
Fala comigo, o que eu vi está me deixando assustado, Erwin não é violento... não, sim ele é muito temperamental, mas ele não é violento... não com aqueles que estão ao lado dele.
Levi...?!   10:50




Floch... Erwin e eu brigamos, no calor do momento as coisas aconteceram. Ele nunca me bateu antes, ok, nós dois já nos resolvemos, está tudo bem.   11:10





Floch☆
Não, não está tudo bem.
Eu acho que Ewrin gosta de você, e quem gosta não bate...   11:12





Você falou com ele sobre isso?    11:12





Floch☆
Não.    11:12





Ótimo.
Isso não é assunto seu. Não se meta. 

E só para saber, você sabe realmente como Erwin me abordou? Como ele entrou na minha vida? De como tudo começou, eu quero dizer. Me responde.    11:13





Floch☆
Sim.    11:13





E você acha que qualquer relação assim é cheia de flores e arco-íris? Cresça, Floch, você mais do que eu devia saber do que pode acontecer para quem vive nesse mundo... com eles, não seja tão ingênuo.   11:15





         Eu coloco o celular no silencioso ignorando as outras mensagens de Floch. 
        A verdade é que Erwin já tinha me batido duas vezes antes... e uma vez aconteceu dele me bater tanto ao ponto de eu desmaiar... eu nem me lembro o motivo dele ter me espancado, bom, isso pouco importa agora... e a segunda vez, na verdade, essa foi a primeira vez... quando eu não quis mais falar com ele e desliguei o celular na cara dele... ele só me deu um tapa no rosto, isso foi bem no início de tudo, de quando ele só me abrigava a jantar com ele nos finais de semana e depois me beijava com carícias contidas.




         - Levi... oie... - Petra passa o braço na frente do meu rosto acenando.
         - Oh... perdão, eu estava pensando...
         - Deu para notar. - ela diz com gentileza - Se... se você quiser, eu assumo daqui... 
         - Não. Eu já abuso demais da sua boa vontade.
         - Nada disso, você me contratou para isso... e eu sei muito bem como resolver as coisas por aqui sem você, patrão. - ela diz orgulhosa desse fato.
         Eu conheço a Petra a tempos, foi Isabel que nos apresentou, antes Petra era minha assistente quanto eu trabalhava na universidade, ela ainda estuda lá, mais agora eu a contratei como minha secretária/assessora aqui nas Indústrias Ackerman.
         Ela é uma garota de alma gentil, diferente de alguns que me culparam da morte de seus filhos, ela não, Petra podia ter morrido junto do irmão se o Reiner não a tivesse levado embora minutos antes... Ela me ajuda, paciente e sábia com as palavras.





         - Não. Não. Para casa dos Jaerger... - digo ao agente ao meu lado no volante.
         - Mas... o Braun, ele avisou que o senhor tem consulta com a Dr. Brzenska. - o agente diz.
         - Sim... mas, não é agora. - afff... Reiner! 
       Como Petra me garantiu que daria conta sem a minha presença eu fui embora, ela sabe muito bem que eu odeio aquele lugar e as pessoas de lá, não é nada pessoal, eu só não gosto muito disso... apesar de eu ser bom em gerenciar e criar novas formas mais avançadas de armas tanto para defesa ou ataque.

         - Oh... Levi! - Carla diz surpresa ao abrir a porta.
         - Oi, tia.
         - Entra, meu amor. - eu entro e ela olha para o agente dentro do carro.
         - Sim... ele vai esperar no carro... 
         - Levi... você não tem uma sessão com Rico? - ela diz cruzando os braços. 
         - Sim e por isso eu serei breve... eu... tia, você pode me fazer um favor...?
         - Levi? - ela me olha com desconfiança.
         - É algo simples, eu só quero que a senhora não comente para o Grisa... por favor... é algo pessoal.
         - Bom... isso vai depender do que você quer.
         - Eu quero que a senhora me dê o contato de Pieck... é esse o nome dela, né? Eu não me lembro... faz muito tempo que não falo com Zeke.
         - Se você quer falar com a namorada de Zeke, por que não pede isso ao próprio Zeke? - ela pergunta desconfiada.
         - Por que como eu disse, eu não falo há um tempo com o idiota do filho do seu marido. - digo calmamente.
         - Ei!!! Não se esqueça que meu marido tem dois filhos. - ele diz brincalhona.
         - Eu sei... e eu disse o filho dele e não o da senhora... - digo com um sorriso inocente.
         - Uhh...
         - Então? Pode me fazer esse favor? Eu quero falar com ela. - digo.
         - É por que seu padrinho não pode saber?
         - Não é que ele não pode sabe, é que ele vai começar a me encher o saco... sabe como ele é.
         Ela ri e se aproxima.
        - Meu amor. - Carla segura meu rosto com as duas mãos e me olha nos olhos - Tudo que seu tio e eu queremos é que você e seus primos se deem bem e sejam amigos, unidos como irmãos, eu sei que nós não somos de fato seus tios biológicos e os meninos primos de verdade, mas Kenny não é o único tio que você e sua irmã possuem... então não nos afaste, não o queremos longe de nós meu amor... 
        - Eu sei, tia... Mi e eu os olhamos sim como nossos tios, sim... posso garantir. – digo e ela sorri com ternura fazendo meu coração apertar... merda! Eu posso ser muito bem o motivo de vocês um dia se machucarem.
         Zeke, esse será muito útil, já que a especialidade dele é a manipulação de armas biológicas em campos de batalhas.
         Isso mesmo!
         Mas, eu tenho que entrar em contato com Pieck, ela é a comandante da unidade táticas especiais dos soldados de algumas regiões da Rússia.
         Esquadrão Panzer... acha que eles serão úteis.
         Talvez, mesmo porque eu só preciso mesmo é da comandante...

         - Aqui. - Carla volta e me entrega um cartãozinho com número e emails da mulher.
         - Tchau... - digo e ela me dá um beijo na bochecha com sorriso maternal.
         Ao sair da casa o agente corre e me abre a porta do carro para irmos ao consultório de Rico.




 

 



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...