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História Blood - Capítulo 8


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Notas do Autor


Liam vai para sua entrevista de emprego sem saber o que lhe espera.
E com os exames da pequena Morgan, as coisas fogem de controle...
Espero que gostem de mais esse capítulo.

Capítulo 8 - Oito


Fanfic / Fanfiction Blood - Capítulo 8 - Oito

 

        

Suéter de gola alta...

Horas mais tarde, quando Payne sentou-se na parte traseira do veículo de volta, se perguntava onde diabos ia encontrar um suéter de gola alta?

Segurou a garganta e massageou o lado que ele tinha tatuado e se perguntou se poderia encontrar essa merda na casa de seu pai. Apenas esse pensamento lhe fez desejar beber algo mais forte...ou uma injeção cheia de lembranças vagas.

Não chegava nem perto do quarto de seu pai, desde sua morte. E para tirar isso de sua cabeça, olhava para seu reflexo no vidro da janela enegrecida do veículo.

Nenhum deles havia tido um bom momento essa noite. Não que o treinamento fosse uma festa, mas sim, machucava de certa forma, quando era obrigado a encontrar suas próprias falhas na cabeça.

__ Vou as duas da madrugada. - Novo levantou-se e se aproximou de Payne - quando é a sua entrevista?

__ Em meia hora. - esfregou suas tatuagens, pensando que aquelas marcas trabalhariam contra ele - tenho que me apressar, aliás.

__ Boa sorte. -Novo desejou de forma honesta.

__ Você também. - Payne retribuiu a gentileza.

__ Suponho que sejamos apenas nós dois indo atrás desse trabalho. - sua voz assumiu um tom cortante - Peyton já tem dinheiro suficiente e está longe de deixar que um emprego remunerado se interponha em seu hábito de fumar maconha. Boone não necessita do dinheiro também  e Paradise  e Craeg já estão fornecendo segurança extra na Casa de Audiências, em suas moites de folga.

__ Teria preferido ir contra outro macho. - Payne não estava ansioso para competir com Novo.

Isso fazia dele sexista? Achava que sim. Entretanto, a brincadeira provavelmente era pra ele. Ela era tão boa na luta e no tiro como ele, sua resistência quase como a dele, seu cérebro um pouco a frente do dele. Além disso, a garota não parecia um assassino em série como ele.

Ok, deixaria seus piercings de fora, estaria...quase normal. Mas Payne também tinha zero habilidades pessoais, então era quase certo que Novo o venceria na entrevista.

__ Quer fazer uma aposta amistosa? - Novo sugeriu.

__ Sobre o que?

__ Quem consegue? O perdedor tem que pagar o jantar.

Payne não estava em condições nem de pagar por um kitkat, então como pagaria por um jantar se perdesse?

__ Combinado. - concordou afinal.

Vinte minutos depois o veiculo parou. A noite estava amargamente fria e ninguém ficou para conversar. Payne desmaterializou para a casa de seu pai e teve o estranho pensamento de que jamais chamou aquele lugar de seus "pais", porque não havia pais envolvidos na maldita coisa.

Havia sido construída para sua mãe e não tinha concretizado o trabalho de mantê-la na família. Dessa forma, o telhado e as quatro paredes eram nada, além  de um monumento a fraqueza de seu pai para uma fêmea.

Ao entrar, estava contente por não haver eletricidade, sem luzes para acender. Payne não aguentava a cozinha, odiava olhar para ela e exalou através do espaço pouco profundo. as escadas para o segundo andar eram curtas e íngremes, subiu-as de dois em dois degraus, seguindo para a única porta aberta.

Sempre manteve o quarto de seu pai fechado.

Seu quarto era um colchão no chão, roupas empilhadas e não havia muito mais do que isso. Inferno! Nem sequer dormia ali muitas vezes, porque a lareira estava no andar de baixo e ele precisava ficar aquecido.

Passou os olhos por seu próprio "guarda roupa" de camisetas pretas e ajustadas, jeans pretos e casaco ou capa de couro ocasional. Não porque esperasse que um suéter de gola alta fosse aparecer ali como num passe de mágica. Era mais por que precisava preparar o psicológico para passar pelas coisas de seu pai.

Dez minutos depois, sem luzes em qualquer lugar, estava no corredor e abrindo a porta do quarto do pai. O espaço pequeno não passava de sombras em tons de cinza, como se seu auto ódio tivesse sugado a cor de tudo.

Sequer olhou para a cama, que ainda estava desarrumada, desde a última vez que seu pai havia dormindo nela. E já fazia dois anos...

Não tinha fotos de sua mãe para olhar. Havia poeira acumulada por cada pequena peça ali dentro e uma das janelas tinha rompido a trava e permitia a entrada de folhas secas e um pouco de neve.

Parecia que seu pai estava assombrando aquele lugar. Quando um arrepio percorreu sua espinha, moveu-se rápido até a pequena cômoda, com certa brutalidade abriu as gavetas, com as mãos agitadas. Encontrou o que procurava no fundo de uma das gavetas.

Parecia estranho usar aquela peça que havia sido de seu pai. Quando fechou a gaveta com um  empurrão, saiu apressado, como se estivesse sendo perseguido. Prometeu jamais entrar ali outra vez.

Já em seu próprio quarto, retirou sua camiseta e vestiu a blusa de seu pai, se certificando que o pescoço estava totalmente coberto. Retirou todos os piercings e o próximo passo era se armar.

Fora da casa, nem se incomodou em fechar a porta. Não havia eletricidade para acender o alarme , além disso, realmente não se preocupava com nada que havia abaixo daquele teto.

Seria até um alívio se alguém invadisse e ateasse fogo ao lugar. Não que isso fosse provável. Morava em lugar afastado, seu vizinho mais próximo estava a mais de dois km de distância e, provavelmente, trabalhava como um burro.

Mesmo antes de se desmaterializar para o endereço da entrevista, sabia que estava na área nobre da cidade. E sacudiu a cabeça para a estrutura de pedra diante de seus olhos. Devia ter pelo menos uns três andares de altura. Com cerca de setecentas persianas negras e uma porta da frente que mais parecia a entrada do parlamento ou de uma biblioteca municipal. Era quase inacreditável que uma família vivia ali.

Antes que desistisse da entrevista de trabalho sem nem ao menos começar, Payne respirou fundo e engoliu sua amargura, sem poder evitar pensar que aquele era um lugar onde seu pau seria contratado para trabalhar. E foi em uma casa como essa que seu pai foi morto durante os ataques...

Havia um discreto interfone e levantou a mão para tocar, mas a pesada porta foi aberta e havia um mordomo parado lá, vestido com um uniforme impecável.

__ Você é Liam Payne? -perguntou o macho com uma dicção perfeita.

Por algum motivo completamente inútil, o cérebro de Payne pareceu travar. Abriu a boca, mas nada saiu. Parecia um bêbado incômodo parado lá sem dizer nada.

__ Senhor? - o mordomo insistiu - você é Liam Payne?

__ Sim, sou eu. - respondeu finalmente.

__ Entre, por favor. - o mordomo deu passagem para ele - vou avisar meu mestre que já está aqui.

__ Obrigado.

Algo sobre aquela criatura o fazia querer parecer menos idiota do que era na verdade.  E isso o fez parar exatamente onde estava. Dilatou seu olfato e respirou enquanto o mordomo em traje de pinguim falava alguma coisa e depois se afastava, indo na direção de uma porta fechada.

Girando lentamente em círculo, continuou a testar os aromas do lugar. O grande vestíbulo aberto, saguão, qualquer que fosse o inferno que chamassem aquilo, poderia facilmente acomodar três casas como a que ele vivia. E ainda tem espaço para uma pista de boliche, uma piscina e talvez uma pista de patinação no gelo.

E as coisas colocadas ao redor do espaço aberto, como em uma catedral, pareciam muito antigas e realmente caras. O chão era de mármore branco e cinza, havia cristais pendurados por toda parte e pinturas a óleo, em quase todas as paredes.

E havia uma lareira. Não como aquela que o manteve aquecido durante o dia. A deles era em mármore negro e tinha esculturas de ouro ao redor dele. A chaminé era tão grande que eles teriam lenha tão grandes como troncos de árvores ali.

Mas não era nada disso que o estava deixando inquieto nesse momento. Foi o que ele pegou no ar. Depois de filtrar o tom amadeirado do fogo crepitante, o sabonete do mordomo e um resquício distante de algum tipo de carne, que foi servido em algum lugar do primeiro andar...além de tudo isso, havia o aroma daquela criatura que o deixou desnorteado na noite anterior.

O primo de Peyton, ou tinha feito uma visita muito recente...ou morava sob esse teto!

Sim, não havia dúvidas. Aquele era o aroma de Zayn!

 

Algumas vezes, os pesadelos passavam na sua frente e machucavam as pessoas que amava, mesmo que tenha rezado para acordar...você sabia que não havia despertador prestes a tocar, não haveria pálpebras para levantar, não havia refinanciamento ou substituição que pudesse salvá-lo.

Louis estava atravessando um desses momentos de sofrimento agora.

Morgan estava deitada em uma mesa de exames, com um lençol branco e uma manta dobrada para o lado. Seus membros magros e pálidos, refletindo a partir da luminária acima dela.

A pequena estava tão pálida, seu rosto parecia um papel e estava tremendo, uma concha nervosa e retorcida da menina vibrante e feliz que normalmente era.

Louis estava ao lado dela. Os detalhes do ambiente clínico, do equipamento sonoro apitando e do azulejo branco, todo o aço inoxidável... as pessoas com batas azuis e máscaras, era uma paisagem de sonho. Os dois extremos da consciência se alternavam. A cena entrava e saia de foco aleatoriamente. 

Louis sabia que ia ser difícil conseguir dormir naquela noite. Acreditava que seria porque as lembranças do abuso que Morgan havia sofrido desencadeariam.  Ou o fato de que a menina precisou retornar à clínica na qual viu sua mãe morrer. Ou pela claustrofobia da ressonância magnética, o desconforto dos exames, o tédio pela espera dos resultados dos exames...

Mas não chegou nem perto disso...

Cada um dos principais ossos de Morgan estavam sendo quebrado e restaurado. Inclusive na perna, que tinha a tíbia feita de uma barra de titânio. E sem anestesia, porque a menina era alérgica a ela.

Era indescritível  o horror, a dor, o terror. E era pedir demais que não se voltasse contra Deus nesse momento. Amaldiçoando quem estava lá para essa tempestade perfeita de más notícias.

Placas de crescimento comprometidas por rupturas mal curadas. Possíveis amputações após a transição. Morgan era uma candidata não viável para anestesia geral devido a sua reação anterior a ela.

__ Mais um meu amor. - ouviu a si próprio dizer - você consegue fazer isso.

O pouco de alívio da dor que podia ser dado, não estava sendo o bastante. Morgan pareceu não compreender as palavras ditas pelo pai. A garota estava perdida na neblina de agonia e Louis estava prestes a romper em lágrimas.

Mas não podia permitir um lapso de loucura.

__ A última, está bem? - se inclinou mais para perto da filha - é a última.

__ Eu não posso mais fazer isso. - os olhos de Morgan se abriram, as lágrimas tornando-se luminosas, as grandes manchas roxas que haviam aparecido ao redor dos olhos, a faziam parecer estar a beira da morte - por favor,papai...faça-os parar...

__ Mais um. Eu prometo a você, apenas mais uma. - Louis afastou a franja e beijou a testa de sua garotinha - segure minha mão. Vamos. Aperte tão forte quanto você precisar.

__ Eu não posso fazer...por favor, papai...me ajude...

Os soluços sacudiram o corpo da menina, dando a impressão que a camisola do hospital estava presa em uma brisa. Louis também começou a chorar. As lágrimas rolando por suas bochechas e caindo sobre o colchão fino na mesa.

Fungando. Rezando por força. Absolutamente perdido. Louis fez uma nota mental de chutar a próxima pessoa que lhe dissesse que tinha todas as respostas.

__ Havers, pode nos dar...

Quando olhou para cima, encontrou o médico e duas enfermeiras de pé. E o olhar que recebeu foi cheio de compaixão. O que era difícil de aceitar, sabendo o que Havers já tinha feito com sua irmã Marissa.

Mesmo assim, nunca foi criticado em sua profissão.

__ Vamos apenas respirar. - Louis voltou a atenção para Morgan - vamos lá...respire comigo...

A ressonância magnética havia mostrado que a menina estava em risco de uma deformidade catastrófica quando ela passasse por uma transição. Para os vampiros, seu padrão de crescimento até a maturidade estava comprimido dentro da singular explosão, que ocorria durante sua transição. 

Era como se , no paralelo humano, um menino de quatorze anos de idade, se convertesse em um de vinte e cinco fisicamente, em questão de seis horas.

 No caso de Morgan, havia uma série de curvas sutis e não sutis em seus ossos longos, por causa das fraturas anteriores. E Louis  havia notado, mas não havia abordado as razões para elas ou suas implicações.

A questão era que, quando esse crescimento acontecer, essas deformidades poderia se separar completamente, porque a força da expansão poderia estar fora do ângulo.

O resultado final? Amputação!

Se todos ou a maioria dos membros dela. Porque durante cerca de seis meses após a transição, em vampiros, os ossos não eram capazes de fundir suas faturas.

A decisão foi tomada para corrigi-las agora. Uma decisão feita poe Morgan. A garota não queria ter que voltar em um mês, ou um ano ou dois,  ou cinco anos para fazer isso. Nada mudaria e não havia motivo para que a perspectiva passasse por sua cabeça.

Mas isso tudo estava sendo demais para a menina e para todos os envolvidos.

__ Eu não posso...eu não posso fazer isso...

Louis estava de acordo. Na verdade, não podia fazer isso nunca mais. Era muita dor. Esgotou e ultrapassou todas as expectativas. Ultrapassou todos os limites do suportável. Sabia que havia um objetivo maior ali, mas já tinham feito o suficiente. 

__ Harry...pode entrar? - Morgan gaguejou ao pedir.

__ Com certeza. Quer os outros também?

__ Não! Porque estou chorando. - Morgan fungou envergonhada - eu não sou valente...como eles.

__ Sim, você é muito valente. - Louis piscou diversas vezes, na tentativa falha de conter suas próprias lágrimas - meu coração, você é a pessoa mais corajosa que eu conheço.

Havia uma tradição na cultura vampírica , pela qual  os machos da espécie não faziam parte das intervenções médicas em fêmeas. Morgan era uma pequena guerreira, mas não suportaria metade daquilo sem a presença e as palavras de conforto de um dos pais. Por isso Louis estava ali, sendo o mais controlado de seus dois pais. E devido a seu caso especial, foi permitida a permanência de Louis durante os exames.

Mas a pequena guerreira precisava de mais uma exceção ali, antes de desistir de vez de toda aquela dor. Então Louis nem pediu permissão de Havers, porque realmente precisavam  de algo mais para ajudar a menina a terminar aquilo.

Doc. Jane foi chamá-lo e , quando Harry entrou, Louis não pode evitar. No momento em que encontrou seus olhos, engasgou tanto que não conseguia respirar. E o primeiro movimento de Harry foi correr até ele, abraçando-o, apertando, sussurrando algo no ouvido, as palavras que não se registraram, o tom forte e firme que significava tudo. 

O vínculo que tinham como casal os fazia compartilhar a mesma dor, preocupação e frustração, por tudo aquilo que sua menina estava enfrentando.

E então tudo mais era sobre aquela garotinha,que escolheram acolher em seus corações e amar,como se compartilhasse o mesmo sangue. Harry olhou a menina e seu rosto perdeu a cor quando notou até o último detalhe sobre Morgan. Suas mãos tremiam enquanto as estendeu e a puxou para um abraço.

__ Seus braços e pernas precisam ser engessados ainda. - médicos e enfermeiros correram para a frente e Louis puxou o o marido de volta - seja cuidadoso, Harry.

Harry quase parou de respirar e colocou a menina de volta na cama, como se fosse feita de vidro.

__ Eu não sou valente. - Morgan se lamentou pra ele.

__ Sim, você é. - disse ele com firmeza, enquanto empurrava seus cabelos para trás - você é imensamente corajosa. Estou muito orgulhoso de você e saiba que eu te amo muito.

Ainda falaram por um tempo, conforme a menina se acalmava e parava de chorar.

__ Só uma última vez. - Havers disse gentilmente para a menina - e depois, tudo estará terminado.

As sobrancelhas de Harry se afundaram profundamente. Louis soube, sem nem perguntar que, as presas de seu amado tinham sido expostas. E sua parte protetora estava considerando rasgar a garganta do médico. Mas isso era instinto e não lógica.

__ Se acalma. - Louis acariciou o braço de Harry - mais um e isso estará terminado.

__ Mais um... - Harry murmurou esfregando o rosto e olhou a filha - nós podemos fazer isso.

Harry assentiu para Havers, que estava apreensivo com toda aquela situação. E depois todo o pessoal médico se adiantou da mesa novamente.

Morgan foi amarrada novamente e sua perna oposta também foi imobilizada. O que Havers tinha que fazer era apertar a coxa e aplicar pressão até que houvesse uma mudança, um estalo.

 E então ele tinha que puxar o joelho até que visse o alinhamento correto  através da pele. O que era relativamente fácil, considerando o quão dolorosamente magra e sem  massa muscular a menina estava.

Uma radiografia seria tomada para se assegurar de que tudo estava como devia e, em seguida, o gesso seria posto e cima, para que o osso se regenerasse e se reconectasse corretamente.

A ruptura e o alinhamento eram tão primitivos, tão brutais que, no meio de toda a maquinaria de alta tecnologia, a técnica se via por debaixo do padrão moderno de atenção.

Mas havia um lado inegável para o corpo, e isso era coisa de louco. Novamente, Louis precisou dar crédito as habilidades do irmão de Marissa. Havers já havia feito isso várias vezes para seu pacientes antes. E tinha sido rápido, decisivo e bem feito com cada membro de Morgan.

Para lhe dar espaço, Harry foi para o outro lado. Sua tremenda altura e largura, como se fosse a Grande Muralha da China, repentinamente havia ocupado o espaço bem ao lado de Morgan. Pegando a mão da menina, ele parecia tão angustiado e forte.

__ Nós podemos fazer isso. - disse para a filha e para Louis - todos nós vamos passar por isso juntos e depois, vamos para casa, ver filmes e comer sorvete. Certo? Antes mesmo de percebermos, estaremos fora daqui, seremos livres. E vamos esquecer toda essa merda acontecendo aqui.

Havers recebeu autorização para fazer. Moveu a pequena camisola hospitalar para cima, expondo um par de de joelhos. Muito grandes comparados com a circunferência de onde nasciam as coxas.

Deus! Enquanto Louis vivesse, sempre teria uma apavorante visão, dessas mãos revestidas com luvas azuis, segurando a coxa de Morgan. Apertando sua carne magra e quando Morgan começou a gritar.

E não demorou mais que uma fração de segundo depois, uma luz brilhante iluminou completamente a sala de exames, tão brilhante quanto uma explosão.

Por alguns instantes, Louis acreditou que as instalações sobre suas cabeças se foram. Mas depois seu cérebro fez uma horrível conexão. E colocando seus olhos para além de Havers, focou em Harry tomado pelo horror.

Não era a melhor hora, mas já era tarde demais...

A besta tinha surgido!

 


Notas Finais




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