História Blood and Chocolate - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Tags Bts Em Geral, Ficção, Jungkook, Romance, Seres Mitológicos
Visualizações 434
Palavras 1.359
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fantasia, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Terror e Horror, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


OLÁÁÁ!!!!! UHUUU parei
Oih gente, aqui sou eu trazendo a primeira fic à vcs... Espero que gostem e q se divirtam com essa fic... Qualquer coisa... Deixa nos comentários e... Acho q é isso. 😂😂😂
Boa leitura ( já deu pra perceber que não sou muito boa com palavras de apresentação, mas relevem por favor 😊🤗🤗🤗)

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction Blood and Chocolate - Capítulo 1 - Prólogo

*FLASHBACK ON*

Eu tinha 11 anos quando tudo aconteceu. Estavamos voltando de um jantar de comemoração do aniversário do papai : eu, mamãe, papai e Jullie minha irmãzinha mais nova. O Relógio marcava 23:07 e Jullie dormia em sua cadeirinha tranquilamente, enquanto eu prestava atenção na música que tocava no rádio: Someone like you - Adele. Não pude deixar de notar que o velocímetro marcava uma velocidade alta. Só deu tempo de quatro coisas acontecerem: Um clarão, um grito,  a batida,  e logo tudo estava escuro. 

(...)

Ao abrir meus olhos, me deparei com uma claridade enorme, e pisquei várias vezes para me acostumar com a luz. Quando tive uma vista plena do local, tentei me levantar,  mas vários fios me seguravam, olhei para os lados e eu estava em uma sala totalmente branca, ví também um medidor de batimentos cardíacos à minha direita, foi ai que caiu a ficha : "Por que estou no hospital? ". 

Comecei a chorar e a orar para que aquilo fosse um sonho...  Queria abrir meus olhos e sentir minha mãe fazer cafuné em meus cabelos dizendo: "Calma meu amor, é só um sonho, mamãe está aqui ."


-- Ah vejo que acordou querida -- escuto uma voz suave vindo da minha esquerda adentrar o local me fazendo levar um pequeno susto -- Como se sente? 


Virei minha cabeça em direção à voz e ví uma mulher de idade média com uma prancheta em mãos, ela estava toda de branco;  chegava a me lembrar um pequeno gato que tive. 


-- O-Onde... -- coloquei a mão em minha cabeça ao sentir uma pontada forte na mesma, logo me sentando de vagar na maca-- Onde estão meus pais? 


-- Calma querida, mais tarde falamos sobre eles ook? -- Ela disse se aproximando rapidamente e me deitando delicadamente. 


-- ONDE ELES ESTÃO ?! ONDE?!  EU QUERO VÊ-LOS -- retirei sua mão de meu tronco rapidamente à dando um susto. Me desenrosquei daqueles aparelhos tentei descer da maca mas ela não deixou. As lágrimas, os gritos e meus soluços já não conseguiam mais ser contidos por mim -- ONDE ESTÁ MINHA MÃE ?!  

Ela se aproximou mais de mim, me abraçando forte. Desabei em seus braços, apoiando minha cabeça em seu ombro já imaginando a resposta. Ela se proxima de meu ouvido e sussura calmamente :


--Eles se foram _______.


Foi a gota d'água. Comecei a gritar e me espernear para tentar sair do seu aperto. Mas logo ela fala algo em alta voz, mas não prestei atenção por conta de meus choros. Logo, entraram apressados dois homens,  e me seguraram fortemente enquanto eu gritava : "É MENTIRA !! É MENTIRA !! NÃO NÃO!!  ME SOLTEM EU QUERO VÊ-LOS !!! " e outras coisas desconexas.  Então eles me prenderam na maca e esticaram meu braço o forçando a virar para cima com as veias expostas,  apenas sentir a agulha em minha pele me desesperava ainda mais. Senti meu corpo amolecer, e eles me soltarem. 


-- E-Eu prec-ciso de-deles... 


(...)

Lentamente senti meu corpo despertar e pude me mover, mas não como eu queria. A porta é aberta e eu me deparo com a mesma enfermeira de hoje mais cedo.  Ela sorri gentil para mim. Se aproxima devagar olhando a prancheta em mãos. 


-- Está melhor querida? -- pergunta-me com um sorriso simples. 


-- Sim,  obrigado por perguntar -- fui educada em responder. Meus pais sempre me disseram " quando alguém perguntar como está você e sua famíla ou algum conhecido, diga a verdade,  e logo após, agradeça".


-- Que bom...  Bem _______, vim falar sobre sua família -- ela respirou fundo e se ajeitou à meu lado, logo, me sentei na maca para prestar atenção, já não conseguindo conter as lágrimas -- B-Bem, infelizmente, você foi a única sobrevivente do acidente, seus pais sofreram ferimentos graves, e a Jullia, por mais que ela estivesse na cadeirinha, ela não resistiu quando chegou aqui -- ela secou minhas lágrimas que já caíam com frequência. Meu choro era silencioso,  mas meus soluços eram ouvintes -- M-Mas veja bem meu anjo, você está bem, e saudável, seus ferimentos foram leves. Preciso que você descanse agora uh? -- disse erguendo meu queixo com o indicador -- Ook? 


-- Sim...  E --funguei -- Me desculpe por mais cedo.  


-- Não se preocupe com isso _______. Eu vou indo, vamos procurar seus parentes mais próximos para cui... 


-- E-Eu não tenho -- ela franziu o cenho confusa, comecei a chorar novamente, ela me abraçou novamente, recebi de sua parte um "Pode continuar se quiser ", e asenti lentamente -- Eu não tenho parentes próximos, meu pai era filho único, e seus pais morreram no seu nascimento, minha mãe tinha uma irmã mas ela faleceu a dois anos e não podia ter filhos, os parentes mais próximos que tenho são meus avós maternos, porém eles moram na Coréia do Sul, apenas moram lá, não são naturais de lá. E agora, sou a única descendente deles. 

-- WoW, você é bem inteligente para sua idade.--  Ela acariciou minhas madeixas -- Não se preocupe, vamos entrar em contato com eles. -- Ela se levantou e ia saindo do quatro quando deu a volta nos calcanhares como se tivesse lembrado de algo, e se aproximou novamente -- Ah quase esqueci, mais tarde um enfermeiro vai trazer seu almoço, e alguns remédios pra você tomar. Se alimente direitinho. Ta bom? 


-- Tah... Obrigada moça. -- dei meu primeiro sorriso sincero do dia. Senti minhas bochechas esquentarem por conta do que eu iria falar -- Desculpa perguntar,  mas qual seu nome ? 


-- Ah sem problemas,  meu nome é Thayane...  Mas pode me chamar de Thay. 


-- Ook, obrigada Thay. 

*QUEBRA TEMPO*

Depois de dois dias minha família foi velada. Meus avós vieram assim que souberam da notícia, eles trouxeram roupas de presente para mim, então fui do hospital direto para o enterro deles. Eu chorei o tempo todo em silêncio, em um canto com um copo de chá calmante em mãos. Até descidirmos ir para minha casa, que daqui algumas horas,  se tornaria minha antiga residência. 

(...)

Ao girar a chave e empurrar a porta, uma onda de sentimentos invadiu meu peito.  Sem perceber, lágrimas já escorriam por minhas bochechas rosadas. 


-- Que tal nos mostrar seu quarto e arrumarmos suas coisas? -- vovó disse repousando sua mão sobre meu ombro esquerdo como forma de conforto. 


-- Sim... Claro -- funguei mais uma vez e puxei sua mão para subirmos as escadas. 


Sempre que digo meus avós, pensam que eles tem 70 ou 80 anos,  sendo que eles ten a mesma idade: 58. Eles são bem imperativos e ageis. Até eu fico no chinelo.  


Subimos as escadas e adentramos o cômodo. Ao empurrar a madeira envernizada, e adentramos.  Observei cada detalhe : as paredes azul bebê claras, meu guarda- roupas, minha estante, criado-mudo ao lado de minha cama box, meu "mini escritório ", e entre outros móveis. Seria a última vez. E a que mais sentirei saudades. 


-- Vamos começar então? -- vovô perguntou com um sorriso singelo,  e apenas confirmei com a cabeça. 

*QUEBRA TEMPO* 

-- Senhores passageiros, o vôo destinado à : Coréia do Sul, que está marcado para : 00:30, já está na pista de decolagem. Por favor, aproximem-se do portão de embarque.


Já estavamos no portão de embarque quando decido dar mais uma olhada para trás, me recordando dos dias em que iamos para a Coréia ver meus avós, mas hoje : é uma ida sem volta. Após apresentar os documentos, entramos no avião e rumamos á meu novo lar. 

* FLASHBACH OFF* 

* 6 ANOS MAIS TARDE *

Minha avó me pediu para ir ao mercado comprar alguns ingredientes para o jantar.  E lá estava eu, voltando para casa com muitas sacolas, em meu relógio de pulso marcava exatamente 19:00.


-- Aish to atrazada pro jantar, vovó me mata.-- Começei a andar rapidamente para casa,  mas parei instantaneamente no meio da calçada ao ver uma loja de doces -- Nossa,  moro aqui a anos e nunca vi essa loja ali.  Será que sou tão despercebida assim? 

Não sei o porquê mas aquela loja me deixou muito curiosa. Eu precisava ir até lá. 

* Eu precisava *


Notas Finais


FOI ISSOOOOO
Pessoal, desculpem algum erro, e espero que tenham gostado. Talve eu poste os Capítulos nos finais de semana ou em dias como esse ( terças e quintas ) . Obg por lerem e pela atenção.
Bjinhos 😘😘😘


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