História Blood Moon - (Repost) - Capítulo 3


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Categorias Got7, TWICE
Personagens Chaeyoung, Dahyun, Jihyo, Jungyeon, Mina, Momo, Nayeon, Sana, Tzuyu
Tags 2yeon, Dahmo, Got7, Michaeng, Satzu, Twice
Visualizações 139
Palavras 1.480
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Fluffy, Luta, Magia, Mistério, Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Ayo!

Como estão?

Ligados no 220V?

Não tem aula \0/

Ignorem os erros e BoA leitura~

Capítulo 3 - A tal América


Fanfic / Fanfiction Blood Moon - (Repost) - Capítulo 3 - A tal América

- É cheiro de HUMANO!

ChaeYoung assustada com o grito e com a palavra proferida, pega a "coisa" vermelha e esconde atrás do corpo que ainda permanece na água.

 

- ACORDEM SEUS VAGABUNDOS! – Um homem de aparência fraca gritava de cima da popa à todos os pulmões enquanto virava o timão para à direita.

Mina acabara de entrar no convés principal coçando os olhos, estava com um péssimo humor, graças aos idiotas que batiam as colheres de madeira nas panelas pelos corredores acordando todo mundo.

Jackson subiu ao lado do capitão e deu um beijo demorado em sua bochecha, o capitão colocou a língua para fora e limpou a bochecha rindo.

- É ISSO AÍ! – Jakson gritava. – O CAPITÃO TEM UMA ÓTIMA NOTÍCIA. – Jackson ajuntou os dedos, formando um triângulo com a mão enquanto colocava ao redor da boca para aumentar a sua voz.

- Tá todo mundo aqui? – Dean pergunta com a voz mole, Mina revira os olhos, logo de manhã e ele já está bêbado.

- Não! – YugYeom responde forçando uma voz infantil, Bambam ao seu lado dá risadinhas baixas tampando a boca.

- Então tem que.. – Dean que estava próximo a beirada do barco não consegue terminar sua frase, pela bebida acabou perdendo o equilíbrio e caindo no mar.

- HOMEM AO MAR! – Um homem velho grita.

Logo uma silhueta passa rapidamente pelo meio do convés se jogando ao mar.

- Acho que todo mundo já deve estar aqui. – Mark fala depois de contar os marujos.

- Ok, então lá vai! – Akira diz sorridente. – Ontem nós tívemos um ótimo retorno de nossos esforços. – Mina revira os olhos novamente. – Nós conseguimos acumular muitos tesouros. – Um brilho de ganância tomava conta dos olhos da maioria dos presentes ali, principalmente de Akira. – Então eu como Capitão desse navio. – Akira assumiu uma pose arrogante. – Prorrogo nossa “estadia“ nesse porto. – Disse fazendo aspas com os dedos.

Logo um coro de assovios e gritaria preencheu o convés, estavam comemorando, muitos tinham conseguidos mulheres por uma noite naquele porto, além das carteiras batidas de marinheiros bêbados e desavisados, imersos demais na diversão com as garotas para notarem.

A atenção é tirada para um ser que sobe no convés pela escada lateral do navio carregando um corpo, JB e Dean.

- Eu ouvi certo ou entrou água salgada em meu cérebro? – JB pegunta sorridente fazendo com que os marujos ali rissem.

- I iuvi cirti i intriu íguia silguidi im miu círibri? – Mina falou debochadamente enquanto fazia uma voz fina, óbvio que ela praticamente sussurrou para que ninguém ali ouvisse, mas BamBam e YugYeom ouviram e riram baixinho.

- É isso mesmo filho! – Akira fez um joinha com os polegares. – Se preparem porque estamos indo para lá! Desfazer as amarras, levantar âncoras e Içar velas, vamos à todo vapor para estibordo! – Akira disse enquanto virava o timão todo à direita.

Os marujos se apressaram a ir para seus postos e executarem suas funções, Mina foi para o seu quarto, já que eles iriam para o porto ela tomaria café por lá mesmo. Pegou alguns de seus desenhos e colocou em sua bolsa, prendeu sua pistola em seu cinto escondendo-a, fez uma trança fina em seu cabelo e prendeu alguns enfeites nele, logo em seguida colocou seu chapéu com estilo.

Sentou na cama pegando o pergaminho de dentro de sua bolsa, aproveitou para olhar o desenho do navio naufragado que havia feito na madrugada enquanto esperava chegar ao porto.

 

 

 

- Momo leve o lixo para fora, logo abriremos e não quero que os clientes sejam espantados pelo mau cheiro! – Um senhor baixinho e gordinho reclamava enquanto arrumava as cadeiras de seu bar/restaurante.

- Hai! – A garota loira disse enquanto terminava de passar o pano no chão.

- Momo eu não entendo japonês, será que dá para falar minha língua? – O gordinho olhou com cara de tédio.

Momo chacoalhou a cabeça;.

- Desculpa. – Sorriu sem graça e foi retirar o lixo, abriu as porta dos fundos com dificuldade, afinal estava com um saco preto pesado cheio de lixo ocupando suas duas mãos.

Arrastou o saco até uma lata grande e quadrada azulada, a tintura estava judiada pelo tempo, mas mesmo assim dava para distinguir a cor.

Passou o antebraço na testa par limpar as gostas de suor e bufou apoiando seus antebraços na beirada do porto que dava para o mar, o cheiro era desagradável pela lixeira ao lado, mas a vista era de tirar o fôlego.

Momo se permitiu pensar enquanto olhava para o mar que parecia calmo, mas era extremamente traiçoeiro, estava com saudade de sua família. Havia saído de seus país natal, Japão, em busca de ótimas oportunidades de empregos na América, todos em sua vila falavam dessa tal América, Momo havia ido em um barco ilegalmente então não viu muitas coisas boas como diziam.

Mas pelo menos tinha um emprego e uma casinha velha alugada, não queria nem imaginar o que estaria fazendo em seu país Natal, provavelmente morrendo de fome e tendo que roubar devido à falta de empregos.

Um grito vindo de dentro do restaurante fez Momo pular assustada, provavelmente era o seu chefe brigando com algum funcionário, abaixou a cabeça, respirou e se dirigiu para dentro do estabelecimento.

Uma garota pálida observava tudo atentamente, ela vinha todos os dias no mesmo horário para observar aquela garota linda, ela deixava apenas seus olhinhos para fora da água para não ser pega.

Tinha algo naquela menina de franja que deixava a garota pálida fascinada, ela levantou um pouco apenas para procurar a garota de franja, seus ombros caíram assim que percebeu que a garota não voltaria hoje.

Com certeza amanhã voltaria no mesmo horário.

 

 

 

 

- Boa sorte marujos, se não couber nos bolsos, guardem nas cuecas! – Akira terminou a frase com uma gargalhada escandalosa.

Os marujos desceram desesperados quase caindo na água pela rampa de madeira que conectava o porto com o navio, Mina acabava de entrar no convés principal, estava ansiosa apenas para comprar mais daquelas maçãs suculentas e vender alguns de seus desenhos.

Assim que colocou os pés no porto, seu nariz contorceu pelo mau cheiro de esgoto misturado com perfume barato, seus ouvidos foram invadidos pela barulheira, ignorar isso era o único jeito, já sabia onde ficava a barraca de maçãs, então fez o caminho.

Mina passava uma imagem imponente, andava com passos firmes, arrancava suspiros por onde passava, elegância e frieza era a sua marca registrada, claro que quem a visse assim, jamais imaginaria que a garota é extremamente gentil e doce.

Mina avistou um homem alto e bem gordo parado em frente à barraca de maçãs, ele parecia discutir com o idoso, empurrou algumas maçãs para o chão, Mina ficou alarmada e se aproximou com passos rápidos.

Em questão de segundos esse mesmo homem dá um tapa no idoso, o que fez com que o Sr. caísse da cadeira, Mina correu e se pôs na frente do Sr. abrindo os braços.

- Se quiser bater nele, vai ter que passar por cima de mim! – Mina diz com uma expressão fria, apesar do medo que está sentindo do homem.

- Não se meta no que não lhe diz respeito magrela estúpida! – O homem grita furioso, Mina não move um músculo, jamais iria deixar que aquele canalha encostasse um dedo no idoso, se fosse preciso, ela apanharia no lugar.

O homem levantou o braço pronto para dar um tapa no rosto de Mina, essa que fechou os olhos esperando pela porrada, antes que o homem descesse o braço, sentiu algo ser acertado fortemente em sua cabeça.

Com o impacto se inclinou um pouco para frente, Mina abriu os olhos pelo barulho, avistou uma figura um pouco mais alta que ela a alguns metros dali segurando uma cesta grande.

 

 

 

 

- Dahyun por onde andou? – NaYeon perguntou curiosa enquanto balançava as pernas na água.

DaHyun havia acabado de passar pelo buraco no navio naufragado.

- Ah, fui dar uma volta. – Respondeu calmamente enquanto se apoiava no que sobrava do piso para subir no navio desviando de NaYeon, logo perdendo sua cauda.

- Aonde? – Somi que estava deitada no canto daquele cômodo do navio perguntou sem muito interesse.

- Por aí. Cadê a Chae? -  Mudou de assunto.

- Tá enfurnada no quarto. – Somi respondeu jogando um pouco de água nas costas da Nayeon.

- Yah! – naYeon repreendeu a mais nova, que mandou um beijo, fazendo a mais velha revirar os olhos.

- E a Tzu? – DaHyun perguntou assim que chegou à uma porta no cômodo.

- Sei lá, ela é estranha, então deve estar fazendo coisas estranhas. – Somi responde logo bocejando em seguida.

- Qualquer coisa estarei no meu quarto. – DaHyun comunica antes de sumir pela porta.

- Ainda quero saber como aquele cheiro de ontem veio parar aqui. – Somi diz rancorosa.

- Vá dormir Somi, você se preocupa demais com coisas bobas. – NaYeon mostra a língua para a mais nova.


Notas Finais


Eita, quem será o salvador ou salvadora misterioso(a) da cesta na mão?

JB parece ser tão gentil...

Momo sua linda, apareceu finalmente e tem uma stalker ;3

Somi, entusiasta de Xeroquê Rolmes...

See ya~


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