História Blood Moore ( Institute Iredalle ) - Capítulo 4


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Bruxos, Escolhidos, Hibridos, Lobos, Magia, Romance, Vampiros
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Palavras 806
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Luta, Magia, Romance e Novela, Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Hey hey! RSS

Nossa parte dois kkkk

Cap bônus( postado logo em seguida!), pq vcs são uns amores!

Boa leitura! ♥ ♥ ♥

Capítulo 4 - II. Alucinações ( Parte II)


Fanfic / Fanfiction Blood Moore ( Institute Iredalle ) - Capítulo 4 - II. Alucinações ( Parte II)





Em meio as trevas, gritos ecoavam estridentes, de forma aterrorizante, pelo vazio. Deles eram transmitidos à mim variados tipos de emoções. Algumas eram como: desespero, medo, pânico e outros sentimentos semelhantes a estes. Sentimentos terríveis de agonia. 




Eu me sentia completamente perdida e desnorteada ali, sem saber o quê fazer e como reagir a todos eles. Eles simplesmente surgiam do nada e desapareciam pelo vazio. Eram de diversas vozes, e todas elas me pareciam ser femininas e de alguma forma até familiares. 




Eu estava vagando solitariamente por aquele longo e duvidoso caminho, sem rumo algum, quando em meio a toda aquela nebrina negra que me envolvia  Helena surge em minha frente. Ela estava caiada ao chão, sentada contra a parede de nosso quarto enquanto abraçava seu corpo. Surpreendida por sua presença eu me questiono sobre como ter chego ali, porque, afinal, eu com certeza não estava no orfanato até alguns instantes atrás...



- P-por favor - seu sussurro chamou-me a atenção novamente. Ela tremia e cada vez parecia se encolher mais e mais. Como se tentasse fugir de algo. Como se estivesse tentando se proteger de alguma coisa. Olho ao redor e noto duas coisas: Sim, aquele realmente era o nosso quarto e que além de nós duas não havia ninguém. Só havia uma alternativa. Talvez ela estivesse tentando se proteger... De mim? O quê havia com ela? Será que ela não estava me reconhecendo? Poderia ser que talvez a escuridão estava a desnorteando. Estava tudo realmente sombrio. - tenha piedade de mim. Piedade. - ela chorava e soluçava incontrolávelmente de pavor.



- Helena... - eu tentei me aproximar cuidadosamente dela, tentando não assustá-la ainda mais, mas ela grita:


- Não! 



Meu corpo paralisa sob seu pedido a mim. Ergo novamente meus olhos até ela e noto o quão próxima estávamos agora. Já ela, não me olhava. Eu tinha que fazê-la me ver para que pudesse me reconhecer. Foi por isso que me abaixei e ajoelhei-me em sua frente.



Levei minhas mãos até suas bochechas, sentindo contra meus dedos a textura macia de sua pele,  e erguendo cuidadosamente seu rosto a mim eu paraliso assim que consigo vê-la por completo. 



Com o rosto banhado de lágrimas ela finalmente retribui meu olhar.  Seus olhos estavam sem vidas me olhavam sem esperança. Mas o que atrai minha atenção por completo é o corte profundo em sua bochecha. Ele sangrava e seu sangue escorria até seu pescoço.




Sang--




De repente, me sinto quente, como se estivesse dentro de uma fornalha. Muito mais quente do que havia me sentindo naquela manhã, quando ainda estava de cama. Minha cabeça parece girar e e tudo ao meu redor disfocar. Não vejo mais Helena ou mesmo o quarto onde estávamos. Me sinto desesperada por estar sendo completamente dominada por aquele sensação. E então... Prazer. 



Um completo e delirante prazer me preenche por inteira e meu corpo inteiro parece se aliviar nele. Era como uma sensação incrível tivesse adentrado em mim. E Mesmo não sabendo de onde estava surgindo eu me sentia afogar cada vez mais nele. Era tão bom... Tão... Bom. E eu queria mais dele. Muito mais.



H-hmmmm.




- Por favor - de algum lugar em meio aquela nebrina de prazer e trevas a voz de Helena surge. Como um roçar suave e fraco em minha mente. 

- Por favor,  Ivyy! - ela grita desesperadamente, me assustando.




E, então, eu finalmente acordo.





Em meus ouvidos o zumbido de seu grito ainda ecoava, como se tudo tivesse realmente acabado de acontecer. 



Meu peito descia e subia de forma irregular. Meu coração doía de tão acelerado que estava por motivos desconhecidos. Que sonho mais louco... 




Olho para cima e é nesse momento que percebo algo. Mas... o quê? 




Mesmo com minha visão embasada* eu consigo enxergar aquele belo céu acinzentado. De forma lenta eu sentei-me sobre o chão coberto de neve do pátio do orfanato. Eu conhecia esse lugar.




O que eu estava fazendo no pátio, afinal? Como eu cheguei até ali? Eu me questiono, enquanto olho ao redor. Será que eu... Sou sonâmbula?



Será...? Indago-me. Não teria outra explicação melhor para como eu ter chego ali sem ser essa.



Eu nunca imaginei algo assim sobre mim, então isso era uma descoberta (risos). O quê será que Helena diria quando descobrisse que dormir no pátio do orfanato? Com certeza ela caçoaria de mim até a morte. Então ponderaria sobre contar ou não à ela.



Melhor volta logo para o quarto. 



Então me apoio contra o chão para levantar totalmente. 




No ato, algo vai de encontro com meu toque. Era duro e gélido, como uma pedra de gelo. Além do fato de que algo pegajoso parecia ter sujado a minha mão. 



Lentamente, virei minha cabeça ao quê quer que fosse aquilo. E meu corpo paralisou no mesmo instante. 



Por quê? 



Bem,




Havia um corpo bem à minha frente. 


Notas Finais


Ohhh, my God! O quê será q está acontecendo nesse orfanato? Um corpo? E o q foi esse sonho????

Meu Deus!

Mas e aííí??? O que acharam? Gostaram? Dêem suas opiniões! Elas são muito mais do que bem vinda rss ♥ Pf, me avisem sobre quaisquer erros que posso ter cometido, seria de grande ajuda!

Byyyyye! Até a próxima ♥ ♥ ♥


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