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História Blood Owners - Imagine MCND (Criminal) - Capítulo 6


Escrita por:


Notas do Autor


Depois de tanta pressão da minha irmã, vim atualizar a fanfic que mais cresceu na minha conta ✋🏼

Boa leitura sunshines, 사랑해 여러분👑✨

Capítulo 6 - Capítulo V - O crime perfeito


•Continuação•

•No outro dia, às seis horas da manhã•

Sungjun havia acordado um pouco mais cedo do que de costume, precisava pensar em como iria reunir os membros que por enquanto estavam na máfia, para encontrarem o último membro, esse tal que iria completar o grupo, que mais tarde estariam em enrascadas totalmente ilegais.

Sentado no macio colchão de sua cama, Sungjun se espreguiça e bebe um pouco da água que estava ao lado de onde permanecia sentado. O mesmo sempre buscava se hidratar pela manhã, isso melhoraria seu corpo para um novo dia. Ele levanta sonolento e caminha até o banheiro, logo se despindo e tomando uma ducha quente, isso o faria pensar mais sobre um plano para aquele dia.


(...)

Após sair, o Son se veste com um terno preto e deixa um pouco de sua camisa social aberta, dando apenas um pequeno laço na gravata preta antes de descer para o café da manhã. Os nutrientes necessários para seu corpo estava sendo servidos naquele instante, ele aproveitava cada pedaço enquanto imaginava como encontrariam cada membro da máfia, até achar o último. Não demorou muito até que ele se levantou, e pegou seu paletó preto, se dirigindo a sua BMW que estava estacionada do lado de fora de sua enorme mansão. 

Adentrando a mesma, se dirigiu até a casa do No, que ficava um pouco longe da cidade, literalmente fora. Passou-se uma hora e ele havia chegado no local, o mesmo buzinou duas vezes e um enorme portão foi aberto, fazendo seu carro de luxo adentrar na grande mansão roubada do No, que naquele momento estava sentado do lado de fora lendo um livro sobre assassinato, um de seus clássicos favoritos. 

O Son caminhou lentamente até perto de seu amigo criminoso, que se pôs de pé percebendo sua presença. Soltando uma risada nasal, o No deu sua mão ao homem a sua frente e o comprimentou com um pequeno sorriso:

__ O que faz aqui chefe? Veio me colocar dentro de seus planos psicopatas novamente? 

__ Por um lado sim, também preciso de sua ajuda para realizar algo muito importante. - Completou. 

__ O que seria? 

__ Sabe que precisamos de mais de quatro membros não é? Falo disso com você a muitos anos, desde que decidi formar a máfia. Precisamos de mais um, mas ele tem que me dar uma prova de que realmente é um de nós, e não um... Normal. Entende?

__ Entendo sim chefe, mas como iremos achar outro psicopata? Nós não deixamos tão explícito quando sentimos vontade de matar alguém, apenas aquele cara que matou um homem ao lado da sua boate. Ele foi rápido, e planejou tudo muito bem.

__ Eu concordo com você, realmente muito esperto, seria ótimo para montar os planos caso precisaremos fugir da polícia, ou algo do tipo. Mas como iremos achar outro de nós? 

__ É isso mesmo que eu queria saber, por isso vim aqui. Acha melhor irmos atrás dos outros membros, eles talvez podem nos ajudar nesse quisito. - Huijun explica fechando seu livro em uma página marcada.

__ Vamos, o dia já está raiando, precisamos encontrar o quinto membro logo. - Sungjun o puxa da cadeira e vai até sua BMW que continuava estacionada a frente do portão do No. Os dois companheiros entram e partem para a casa do membro mais novo.


(...)

A estrada estava calma, sem muitos carros, e se tinham, eram apenas um ou dois, isso seria bom para ninguém desconfiar que ali dentro da BMW preta, haviam dois mafiosos. Após uns minutos de estrada, o Son e o No chegaram na casa de um dos mafiosos, o de cabelos azuis. Ele estava bebericando de uma xícara de café, ainda usava um roupão de cor escura. Sungjun novamente buzina na frente do portão, e o mesmo abre em poucos segundos, fazendo o carro adentrar na garagem do Bang. Eles saem do carro e se dirigem a frente do azulado que os comprimenta:

__ Bom dia, vejamos que querem um favor meu, não é? - Ele beberica mais um gole do café. 

__ Sim, mas com certeza é uma coisa que você vai gostar muito de fazer, isso vai envolver um sequestro, e um assassinato. - Sungjun explica. __ Tudo isso vai nos ajudar a encontrar o último membro para a nossa máfia, que por enquanto não achamos, por isso pedimos que nos ajude com um plano, correto? - Sungjun finaliza.

__  Okay, entendi chefe. Começamos o plano hoje a noite? 

__ Sim, só temos que decidir qual será o plano, pra isso vamos na casa do primeiro membro convocado para a máfia, ele sim saberá nos ajudar a fazer isso.

__ Tudo bem, só espere eu trocar de roupa. - O Bang deixa sua xícara na pequena mesa de vidro e se dirige ao lado de dentro da mansão, em busca de algo para vestir. 


__ Okay, mas quem é ele? Você sempre conhece pessoas assim? - Huijun indaga seu chefe com um ar de deboche na voz.

__ Assim como?

__ Parece que você sempre está lá para os crimes, parece que adivinha quando um assassinato vai acontecer! - Huijun exclama assustado.

__ Sou ótimo para saber das coisas, e se fizermos tudo certo, podemos achar o último membro e assim fazer a máfia, que nos ajudará com muitas coisas futuras. Aliás, ele se chama Bang Junhyuk, o homem que quase matou outro na cafeteria. Agora vamos voltar para o carro, não quero mais ficar parado aqui no sol. - Sungjun reclama voltando para sua BMW. Huijun o segue.

Depois de um tempo, JunHyuk volta arrumado com uma calça preta e uma blusa social branca sem gravata. Ele adentra o carro do chefe e ambos vão para a casa do Song, que ficava no centro da cidade de Seoul, um pouco mais longe do que a casa dos outros dois anteriores.


•Delegacia de Seoul, oito e vinte e cinco da manhã•

O clima na delegacia estava pesado. Estavam até certa altura tentando achar quem poderia ser o criminoso por trás do quase assassinato do "homem da cafeteria". O delegado observava o quadro de suspeitos com uma caneta e uma prancheta na mão. Tentava ligar os pontos dos crimes cometidos durante aquela semana, e via qual dos criminosos se encaixava com o perfil do Bang. O cabelo azulado era a principal característica do mesmo, e isso era nítido. O problema era que havia muitos homens de cabelo azul na Coréia, o que dificultava tudo. 

__ Senhor? Saiu mais uma denúncia. - O ajudante chega dizendo em bom tom.

__ Denúncia? O que aconteceu dessa vez? 

__ A mulher que deu as características do suspeito do quase assassinato na cafeteria, está morta. Acharam o corpo dela dentro de uma sala de produtos de limpeza, na cafeteria. Achamos que quem fez isso foi o mesmo garoto de cabelo azul. 

__ Já levaram o corpo para autópsia? 

__ Sim, ele está sendo investigado.

__ Okay, vamos lá. Preciso retirar conclusões sobre o que está acontecendo na cidade, esse caso está né deixando louco. 

Ambos vão para o necrotério.


•Delegado on•

Bem, me chamo Jeon Jungkook, tenho vinte e seis anos, e trabalho como delegado a dois anos. Nunca me envolvi em buscas por assassinos em série, mas pelo visto, dessa vez estou em um. Meu ajudante se chama Kim Namjoon, ele tem vinte e quatro anos, e se formou a um ano, por isso que é meu ajudante por enquanto. 

Depois de um tempo dentro da viatura, chegamos no necrotério, que estava vazio, apenas um médico estava ali a frente do corpo da garota. De longe pude perceber que havia um corte muito grande em seu pescoço. O sangue estava seco no local e também havia hematomas no seu corpo. 

Nos aproximamos da mesa larga e o médico começa a falar:

__ Pelo o que eu estava vendo aqui, ela foi assassinada primeiro com esse corte no pescoço, e depois foi espancada. Acho que o assassino gostou de brincar com ela, do jeito psicopata claro. Como o sangue ainda está aqui e meio seco, então ela morreu ontem ou antes de ontem. Não vejo muitos microorganismos no corte, então ela estava num local ventilado. 

__ Dá pra ver se tem alguma impressão digital? 

__ Não. Eu pesquisei bem com a luz azul e não vi nada. É bem provável que o assassino tenha usado luvas e as jogados fora depois. Agora aonde, não sei. 

__ Okay. E os hematomas? Como o senhor acha que foi causado? 

__ Um dos policiais que vieram aqui me mostrou um martelo que estava do lado do corpo da vítima, ele também estava com sangue no cabo, deve ter usado para bater no corpo da vítima. 

__ Entendi. Achou algo no martelo? - Pergunto enquanto assinava algumas coisas na prancheta. 

__ Não também, mas os policiais acharam isso aqui. - O médico entrega um papel que tinha uma impressão digital feita de sangue. __ Analisei bem, e tanto o sangue quanto a impressão foi feito com o dedo da vítima, talvez esse tenha sido a marca registrada do assassino. Tanto que vocês podem ver aqui que o dedo dela realmente foi feito um corte com uma agulha para pessoas com diabetes, que foi encontrado dentro da boca dela.

 Pego aquela agulha e olho bem ela.

__ Okay, muito obrigado doutor. Qualquer coisa que achar no corpo da vítima, ligue para nós o mais rápido possível. 

__ Tudo bem. 

Saímos do necrotério e fomos para a delegacia novamente, em busca de novas provas.

•Delegado off•


•Na casa do Song•

Os três comparças haviam chegado na casa do Song, que naquele instante treinava tiro ao alvo com uma espingarda em seu quintal. Como sua casa era um pouco dentro das matas, ninguém via o que acontecia, e se viam, eles já sabiam que Minjae treinava tiro ao alvo, então ninguém se preocupava.

O mesmo ritual foi feito na frente da casa, e dentro também. Minjae parou de atirar, e mordeu o lábio inferior, enquanto colocava a arma no chão. 

__ O que trazem vocês aqui? 

__ Precisamos da sua ajuda para fazer um plano de morte. 

__ Uhum. - O Song resmunga. __ Pra que exatamente?

__ Devemos achar um último membro não é? Pra isso precisamos da sua ajuda, para sequestrados alguém e matar, isso chamará a atenção de outro psicopata. O que acha?

__ Uma ótima ideia, e já tenho um ótimo lugar para fazer isso. Eu vi um homem meio baixo entrando em uma garagem abandonada um pouco mais pra dentro da mata com uma outra pessoa, e depois ele saia de lá desacompanhado, mas eu nunca fui lá pra saber o que era, provavelmente ele mata pessoas lá. Vejo ele indo lá semana sim, semana não, e semana passada ele não foi, então... 

__ Okay, vamos fazer o assassinato lá então. Precisamos de um plano, um sequestro é difícil. O que vocês sugerem? - Huijun diz confiante.

__ E se sequestrarmos alguma mulher bêbada que vem da balada? Provavelmente da balada no chefe terá alguma hoje. - Minjae diz brincando com os dedos.

__ Ótimo. Hoje às meia noite quero todos a frente da minha boate. Por favor, venham disfarçados. Nos fundos da boate tem um local que eu uso para fazer esse tipo de coisa, quando vocês chegaram lá, verão. Entenderam? A propósito façam o que fazem de melhor, sei que vocês já mataram alguém na vida, não é?

Todos concordam.

__ Ótimo, bom. Até a noite.




(...)

Todos estavam dentro de uma van preta, daquelas de filme. Os quatro integrantes estavam de roupas pretas e de máscara preta no rosto, tudo isso para disfarçar o fato de que iriam matar alguém. 

Quando se aproximou das meia noite e meia, uma mulher saiu de dentro da boate bêbada claramente. Ela rua enquanto andava com dificuldade pela rua deserta. Seu telefone começou a tocar e ela pegou de dentro da bolsa com muita dificuldade, enquanto falava sozinha. 

•Ligação on•

__ Filha, onde você está?! Olha que horas são!

__ M-mãe, eu acabei de sai-ir da boate! Daqui a pouco eu estou em casa! 

__ Espero mesmo! Por que não chamou um táxi? Hein?!

__ Aah! E-eu consigo ir pra casa sozinha! Tenho dezenove anos! 

__ Meu Deus, o que fiz pra merecer isso?! Então até mais tarde! E toma cuidado sua idiota! Não quero te procurar na rua a essa hora da madrugada! 

__ Tá bom mãe! 

•Ligação off•

A moça andou mais um pouco e parou ao lado de um poste, se agarrando no mesmo. Ela colocou as mãos na cabeça e gemeu de dor, a mesma sentou no chão e desmaiou.


De dentro da van Huijun pergunta:

__ O que aconteceu?

__ Fiz a melhor coisa do mundo. Pedi para meu barman colocar um soro na bebida dela, justamente para que ela não gritasse enquanto estivéssemos a sequestrando. Odeio quando isso acontece. - Sungjun diz e revira os olhos. __ Os sequestradores! Vão!

Huijun e JunHyuk saem da van. Os dois olham para todos os lados afim de verem se alguém os espionava, mas não. Eles adentram na van com a moça que continuava desacordada e coloca uma algema em seus punhos, juntamente com uma corda em sua boca, para que quando ela acordesse, não gritasse.  Minjae dá partida em direção ao local onde achariam o último membro.


•Enquanto isso com Nam Seungmin•

•Nam Seungmin on•

Mais uma vez me estressei hoje. Aqueles incompetentes da minha empresa não sabem fazer nada direito! Quase desviaram milhões de dólares sem querer! Só não consegui matar o responsável, por que ele foi beber com os outros supervisores, mas se não fosse por isso, eu ia ver sangue hoje. 

De qualquer forma, vou para meu esconderijo organizar algumas coisas, já que lá também eu escondido algumas coisas valiosas. 

Adentro meu carro e parti para aquele local.


(...)

Depois de muito tempo na estrada chego no tal lugar. Parecia que tem alguém aqui, pois sinto cheiro de gasolina recém chegada. Ando mais um pouco e me deparo com uma moça presa em uma cadeira no meio da garagem abandonada. Ela estava desacordada.

Me aproximo dela olhando para todo os lados. Seguro o rosto da garota e ela acorda. A mesma começa a fazer barulhos com a boca e eu apenas sorrio. Irei matar alguém hoje! 

Ouço um som saindo de trás de umas caixas de papelão e de repente alguém sai dali armado. Levanto meus braços e pergunto:

__ Quem é você, e como descobriu meu lugar secreto?

A pessoa abaixa a máscara e sorri ladino para mim.

__ Te peguei.










 


Notas Finais


Continua no próximo capítulo 👑✨


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