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História Blood Rain - Capítulo 6


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Capítulo 6 - Chapter 6 - Peace Meeting


 

Naquela mesma noite, onde todos aqueles “encontros” aconteciam em diversos dormitórios na grande Universidade Federal de Edgewood, Luan e Paulo estão andando pelo corredor, onde ficam situados todos os quartos dos estudantes masculinos da faculdade. Estão vestidos de smokings de cores pretas, visto que acabaram de sair do baile de boas-vindas aos calouros daquele estabelecimento.

Ambos estão nervosos, até está parecendo de que eles fizeram alguma coisa consideravelmente errada. Os vestiários dos dois jovens estão bastante amassados, e algumas partes das roupas parecem estar rasgadas.

Não há mais ninguém naquele grande corredor, porém eles dois estão sempre olhando para todos os lados, se certificando de que, de fato, ninguém iria aparecer ali.

Alguns segundos se passam, e Luan e Paulo finalmente ficam de frente à porta do dormitório deles. Contudo, depois de pegar a chave daquele objeto em seu bolso, o veterano para e olha para o mais novo.

- Luan, olha para mim... – Paulo aparenta estar bem nervoso. – Por favor, você precisa manter isso apenas entre nós, em segredo.

O calouro não diz nada, em vez disso ele fica apenas olhando para a maçaneta da porta, como se estivesse concentrado em abri-la apenas com o poder da mente. Ele mal consegue olhar para o seu colega de quarto da maneira que olhava antes, especialmente agora, depois que fizeram aquela coisa...

- Luan, você está me ouvindo...? – Paulo toca no ombro esquerdo do outro, ainda tremendo bastante. – Se alguém te perguntar o que você fez essa noite, diga que não se lembra porque estava bêbado, ok?

O outro jovem ainda fica parado, sem saber, na verdade, se deve concordar com o Paulo ou continuar sem dizer nada.

- Eu só fui perceber esse seu estado bem mais tarde, e por isso o ajudei e o levei ao dormitório... – O veterano continua a “ensaiar” aquela mentira deles. – E depois disso, eu voltei para a festa e você foi dormir...

Logo, Paulo finalmente percebe que o seu colega de quarto provavelmente não vai lhe responder. Por isso, abre a porta daquele quarto depois de uns dois minutos, fazendo com que os dois entrem ali.

Após isso, a porta é fechada.

 

 

Alguns Dias Antes (Três Dias)...

 

Está de manhã, mais ou menos umas 09hrs14min; o sol nascera bem mais cedo, contudo este dia está bastante quente. E é exatamente por isto que Laísa, também conhecida como Pudden, está vestida de uma roupa mais “leve”: um vestido de cor amarela cheio de rosas e violetas, que bate um pouco acima de seus joelhos. Está também calçando um tamanco vermelho.

A jovem garota está andando pelo enorme campus  da Edgewood University. Há diversos alunos ali que estão, na verdade, a encarando; ela sabe o real motivo desses olhares; sabe que é por conta do seu exposed sobre o seu relacionamento com os garotos Gabriel e Marcos.  Citando eles, a verdade é que Pudden está começando a sentir falta deles. Mas sabe que, principalmente nesse exato momento, não pode se envolver muito com eles; sabe que isso pode estragar a sua reputação, que já está toda ferrada na realidade.

Enfim, Laísa anda por ali, tentando sobreviver a todos aqueles olhares, indo em direção ao corredor dos alunos do curso de Direito.

- Ei, Laísa... – Alguém, de repente, aparece atrás da jovem e taca no seu ombro direito.

Pudden logo se vira e percebe que é uma garota; ela tem os seus cabelos bem curtos e tem a sua cor de pele negra. Ela está vestida com roupas bem na moda atualmente: um cropped amarelo, uma calça jeans azul com vários rasgos, e está calçando o seu All Stars preto.

- Ah, oi Emily... – A outra olha para ela, e fala com a menor vontade. – O que foi? Você também veio tirar satisfação comigo, assim como o Jean fez mais de uma vez?

- O quê?! Não, garota. Tá repreendido ser igual a ele. – A estudante de Moda fala. – Eu vim aqui porque... preciso conversar com você...

Pudden logo fica com uma expressão de confusa, e encara a outra.

- Sobre o quê? O que aconteceu?

Emily, assim que escuta aquelas duas perguntas, começa a olhar para todos os lados daquele local, e então puxa a outra jovem para um lugar mais privado, onde a quantidade de alunos é menor.

- Tá, eu preciso falar com você sobre uma coisa... – Ela começa a falar. - ... mas você precisa prometer para mim que não vai contar para ninguém, especialmente para a reitoria daqui...

- O que é? Fala logo, porra! Tá me deixando ansiosa. – A futura advogada diz, um pouco nervosa do que está prestes a saber.

Fada suspira algumas vezes, e então finalmente revela:

- A verdade é que... não foi o Jean quem fez o seu exposed... – Ela começa. – Fui eu...

Laísa olha para ela com uma expressão de surpresa. Mas por dentro, começava a ficar com raiva; aquela garota praticamente destruiu o sonho dela.

- Mas eu posso explicar, eu juro. – A outra continua. – Foi o Jean quem me pediu para expor aquilo. E eu o fiz porque...

- Por que você é uma puta que só obedece as ordens de seu namorado de merda?! – Laísa a interrompe, quase gritando.

Fada suspira, ficando com um pouco de raiva daquele comentário. Está farta de sempre ouvir esses tipos de coisas, sendo que, na verdade, nem ama mais o Jean e tudo isso é apenas um plano.

- Não, caralho. Porque eu estou fingindo! – Emily grita. – Porque isso tudo é um plano!

A futura advogada escuta aquilo, e fica totalmente confusa. “O que? Como assim um plano?”, ela pensa.

- Do que você está falando...?

- Você acha mesmo que, depois de tudo que o Jean fizera comigo, eu simplesmente ia voltar para ele como se nada daquilo tivesse acontecido...? – A estudante de Moda continua as suas revelações. – Uau...! Parabéns, você praticamente tentou estereotipar uma mulher...

Pudden, ainda ouvindo aquilo, fica mais confusa do que já estava.

- Eu ainda não estou conseguindo entender...

Emily suspira um pouco, e assim revela tudo de uma vez só:

- Eu estou fingindo gostar do Jean, porque é parte de meu plano; é um plano que serve exatamente para humilhá-lo, e nem é só por conta que eu quero me vingar dele. A verdade é que, Laísa, essa faculdade está praticamente fodida em vários aspectos, principalmente em relação ao dinheiro. Como sabe, a família dele é uma das donas dessa propriedade, e pode-se dizer que eles estão quase indo à falência... – A jovem pausa um pouco. – A universidade está sendo sustentada por dinheiro falso, dinheiro de caixa dois...

A outra garota, escutando atentamente àquilo, fica literalmente muito chocada, mas logo volta a ouvir a mesma.

- E com essas várias informações que eu decidi fazer este plano...

- E por que você está me contando tudo isso...? – Pudden pergunta, um pouco receosa de toda aquela revelação para si mesma.

Emily engole em seco, suspira mais uma vez, e então fala:

- Porque... eu sei que você provavelmente é uma das pessoas que mais o odeia... – Ela sorri de modo falso. – E porque eu preciso de sua ajuda...

 

 

Agatha, Ana Luiza e Crislaine também estão andando pelo campus daquela aclamada universidade. A relação das duas primeiras garotas realmente tem aumentado, visto que nesse exato momento elas estão andando de mãos dadas. Enquanto isso, a terceira jovem ainda pensa naquele maldito plano que ela, Gabriel e o Luiz Felipe estão organizando, e como aquilo pode dar errado e trazer graves conseqüências. E claro, ela também não consegue esquecer o que aconteceu com o segundo garoto há alguns dias atrás.

- Mas então, vem cá, o que está acontecendo entre vocês duas...? – A mesma tenta pensar em outra coisa, e então se depara com aquelas outras duas garotas de mãos dadas. – A cada dia que vejo vocês duas juntas, vocês estão mais grudadas uma com a outra.

Assim que ouve aquilo, a caloura de Psicologia fica um pouco corada. Ana Luiza sorri de maneira fofa, e então diz:

- Ah, eu acho que foi o destino sabe...

- Mas gente, se você tivesse me avisado que eu iria ficar de vela, eu nem iria vir com vocês... – A estudante de Culinária fala, sorrindo um pouco e logo depois fazendo uma expressão de debochada.

As três garotas sorriem, e então quem finalmente decide perguntar à Cris é a mais nova, Agatha.

- E você, Cris? Não tem nenhum garoto ou até mesmo garota, talvez, que você queira...? – Antes de fazer esta pergunta, Aggy olha para todos os estudantes daquela universidade que estão naquele campus neste exato momento.

- Hum, talvez tenha um menino, na verdade... – A jovem diz, se lembrando mais uma vez de Luiz Felipe e daquela cena que tiveram juntos há dias atrás. – Mas eu ainda não tenho certeza o que sinto por ele sabe...

- Bom, a única coisa que você deve fazer, então, é esperar o tempo decidir por vocês dois... – A crush de Ana Luiza ainda diz, sorrindo.

- Uau, você realmente vai ser uma psicóloga! – A veterana do curso citado fala, dando um beijo na bochecha esquerda da mais nova.

As três estudantes ainda andam por aquele local da grande faculdade, percebendo que a quantidade de alunos já estava diminuindo, visto que os mesmos provavelmente já estavam indo em direção às suas respectivas salas de aulas. E então, ainda naquela parte daquele lugar, de repente, Agatha, Ana Luiza e Crislaine vêem algo super estranho e totalmente diferente do normal.

Há duas jovens conversando bem próximos às mesmas; essas duas parecem estar nervosas, principalmente a mais alta, que aparenta ser mais velha do que a outra.

E sim, aquelas três garotas as conheceram logo de cara.

- Ai meu Deus, aquela é a Maria Fernanda...? – A mais nova daquele grupinho encara bem aquelas duas meninas, e logo percebe que realmente uma delas é a sua colega de quarto, estudante de Dança.

- E aquela é a professora de Dança, a Camila...? – Ana pergunta, um pouco confusa daquela cena.

A professora de Dança faz algumas expressões faciais, aparentando estar muito nervoso, mas tentando ao máximo não demonstrar raiva na frente de sua aluna.

- Isso não é estranho...? – Um garoto, de repente, aparece entre aquelas três garotas e comenta aquilo, também vendo a cena de Camila e Mafe. – Pode parecer uma simples conversa de aluna e professora, mas tenho certeza que não é. – Marcos continua falando, se lembrando rapidamente do que vira naquele dia: Camy e Mafe se beijando praticamente em público.

- O que você quer dizer com isso...? – Cris logo se vira para ele, e pergunta, se mostrando curiosa.

- Eu realmente não quero criar nenhuma fofoca, então é por isso que peço que não contem a ninguém sobre isso, mas... – Ele ainda diz. - ... no outro dia, eu as vi se beijando...

- O quê?! – Ana Luiza quase grita, um pouco chocada com aquilo.

- E parecia que não era a primeira vez que elas se encontraram daquele... jeito. – Marcos tenta encontrar uma palavra para aquela ocasião.

Aggy, também surpresa com aquilo, apenas encara para a sua colega de quarto, que estava um pouco longe delas, e pensa: “o que aconteceu para você estar fazendo isso, Mafe...?”

 

 

- Camy, por favor me escuta...! – Maria Fernanda ainda vê que a sua professora e também crush está bem nervosa com toda aquela situação.

- Professora! Eu sou a sua professora, Maria. Não me chame assim! – Camila fala, quase gritando, nem percebendo de que há pessoas observando aquela cena.

Elas, na verdade, estão discutindo porque a sua aluna viera até a mesma para conversar sobre o beijo que tiveram há alguns dias atrás. Daquele tempo para cá, elas pararam de se falar, especialmente por conta da Camy, que ainda não sabia como reagir àquilo.

- Você realmente precisa parar de falar comigo em horas que não são necessárias... – A professora fala, tentando se acalmar. – Você não percebe o quanto isso é arriscado?!

- Eu não me importo com isso!

- Mas eu me importo, inferno! – Camila interrompe a fala de sua aluna, gritando, ainda não vendo que há pessoas naquele campo. – Você sabe que eu já fodi com tudo, e eu realmente não posso fazer isso novamente...!

Assim que escuta, Maria Fernanda rapidamente faz uma expressão de triste, mas logo tenta escondê-la. Ela suspira longamente, e logo tem uma idéia que, depois de alguns segundos, revela para a sua professora:

- Se você quiser que eu não fale mais com você, principalmente sobre o nosso... beijo... – Ela pausa um pouco. - ... eu não falo. Você agora tem o total espaço dessa porra de mundo...! – E então, assim que fala aquilo, Mafe sai dali.

E assim que ela se afasta de Camy, a mesma começa a se sentir um pouco culpada.

 

 

Luan e Paulo também andam por aquele campus, juntos. Ambos os dois garotos, mas principalmente o segundo, estão tentando esquecer daquela inesperada visita do noivo dele, o Kenichi. Paulo ficara bem desconfortável com aquela situação, porque sabe que o Luan também ficara. E sim, o mesmo provavelmente sente algo diferente pelo calouro do curso de Cinema, apesar de não saber se deve comentar algo ainda, visto que precisa lidar, a partir de agora, com o seu próprio noivado.

Kenichi o revelara que estará dormindo na casa de seus pais, que fica há alguns quilômetros desta cidade intitulada como Edgewood. E é por conta disso, que Paulo precisa rapidamente conversar com o Luan sobre isto.

- Luan, eu sinto muito... – Ele começa a falar para o garoto que está logo do seu lado direito. - ... por aquela estranha visita do Kenichi...

O mais novo, ao ouvir aquele nome do noivo do outro, ligeiramente se lembra daquela agonizante cena que tivera no outro dia com os dois noivos. Assim, ele sorri fraco, olha para o mais alto e fala, suspirando:

- Está tudo bem, Paulo... – Pausa um pouco. – Ele é o seu noivo, certo...? Aquele quarto não é só meu, você também pode dividi-lo com quem quiser...

- É exatamente sobre isso que acredito que precisamos conversar... – O veterano de Cinema ainda diz, de modo bem lento.

Logo que ele fala aquilo, um outro garoto, de repente, chega ali entre eles, já mostrando o seu sorriso sarcástico. Ele está com roupas quase formais, e com um sapato muito fora de moda.

- Olha só, se não é o meu casal favorito daqui da faculdade... – Jean fica no meio entre os dois jovens. – Mas então Paulo, já contou para o seu noivo sobre você e esse garoto aqui...? – Ele pergunta, apontando para o mais novo.

Paulo rapidamente revira os seus olhos, já se irritando com aquilo.

- Ou então, vocês podem tentar fazer um ménage à trois... – O que acabara de chegar ali ainda fala. – Acredite, eu conheço pessoas que amam fazer esse tipo de coisa... – O mesmo fala, se lembrando automaticamente de Gabriel, Laísa e Marcos.

- Meu Deus, você realmente não consegue parar de ser tão idiota, não é?! – Paulo comenta, tentando se acalmar.

- Mas eu só estava tentando lhe dar algumas dicas sobre a sua relação...

- Dicas de como ser uma pessoa ridícula? Acho que ele não precisa. – Uma garota, juntamente com mais um menino, aparece ali, e fala aquilo para o Jean.  – Você mesmo já carrega toda a ridicularidade que pode-ser ter aqui na faculdade...! – Karla que diz, ao lado de Heitor.

Jean olha para os dois jovens que acabaram de chegar, e então mostra aquele mesmo sorriso para os tais.

- Karlinha, minha querida amiga, como você está? – Ele pergunta, agora olhando para o veterano de Direito. – Você deve ser o Heitor, certo?

O tal garoto acaba não respondendo, já que pensa que não deve nenhuma satisfação àquele outro. Mas logo, o próprio Jean continua a falar:

- Karla, você já está sabendo que o seu namoradinho não tem pai? Ele morreu de câncer!

Heitor não agüenta ouvir aquilo; fica rapidamente confusa, e assim se aproxima do outro, fechando a sua mão, e deixando-a ir até o rosto daquele jovem, acertando em sua bochecha.

- Você não tem direito nenhum de falar sobre o meu pai, seu desgraçado! – Heitor diz, logo em seguida, e se afasta dali.

Karla o segue; e depois, Luan e Paulo encontram os seus caminhos também.

 

 

Já está de noite, umas 19hrs16min, e Cris, Gabriel e Luiz Felipe estão todos no quarto da primeira garota. Eles realmente decidiram que irá praticar o tal plano que tanto falaram nesses últimos dias. E estão no dormitório da jovem exatamente por conta disso, já que não podem falar sobre aquilo no quarto do Lipe, por causa de seu colega de quarto, Jeff, e não podem discutir no do Gabriel, também por conta do colega de quarto, o Heitor.

Cris até agora não tem nenhuma colega de quarto, e é por isto que todos eles acreditaram que ali seria a melhor opção.

A garota ainda pensa no que pode estar ocorrendo em sua relação com aquele outro jovem, o Lipe, mas neste momento tenta esquecer, visto que estão tentando falar sobre algo sério.

- Mas então, a gente realmente vai agir com o plano no baile...? – A mesma pergunta.

- Sim. Vamos todos fingir que estaremos naquele lugar para nos divertirmos, mas logo o pegaremos de surpresa. – Gabriel diz, recapitulando o tal plano.

- Vocês acham mesmo que isso vai dar certo...? – Lipe também faz uma pergunta.

Gabriel suspira um pouco, e logo depois responde àquela pergunta:

- Bom, precisa dar certo. É a única forma que podemos fazer para parar o Jean...

Eles três se entreolham, após aquela resposta.

 

 

Emily também está com o grupo, na qual fizeram aquele grande plano para destruir, também, o Jean. Está juntamente com a professora de Dança daquela faculdade, a Camila, o seu ficante, o Jeff e com a Laísa, que conversara bastante nesta tarde sobre todo este plano.

Eles quatro estão no quarto da tal professora, e então, Jeff, que está sentado em uma cadeira próxima à mesa que a Camy usa para as suas anotações, olha para a Pudden, e depois para a sua crush e pergunta:

- Emily, o que ela está fazendo aqui...?

- Jeff, você sabe que ainda precisamos de ajuda... – A garota o responde. – Eu contei tudo para a Pudden, e ela... está disposta a ajudar.

- Sim. Qualquer coisa que vá tirar aquele desgraçado de minha vida, eu estou disposta a fazer. – A mesma comenta também.

- Emily... – Camila, que está sentada em sua própria cama, olha para a outra, e pergunta, de modo bem lento: - Você tem certeza de que contou tudo para ela? Você contou para ela como a gente vai... executar o plano?

Silêncio é criado naquele nem tão grande quarto, mas então, alguns segundos depois, a própria Laísa responde a professora:

- Camy, ela me contou tudo mesmo... – Suspira um pouco. – E como eu disse, eu estou disposta a fazer qualquer coisa para tirar ele, não só da minha vida mas, das vidas de diversos alunos daqui.

Assim que escuta aquilo, Emily mostra um sorriso para a Camy e o Jeff.

 

 

Três Dias Depois...

 

- Luan, eu preciso ouvir você confirmando a nossa mentira! – Paulo fala, ainda preocupado na frente do outro garoto, que até naquele momento não falara nada.

O mais novo ainda não diz nada. Em vez disso, ele se levanta rapidamente de sua cama, e vai em direção à porta, abrindo-a logo em seguida, pois pensa que ouvira um barulho.

- Luan caralho, volta aqui! – Paulo grita.

O calouro sai daquele quarto, e então confirma de que realmente escutara um barulho estranho. É um som meio agudo, parecendo bastante uma sirene.

Paulo agora começa a ouvir este tal, e ligeiramente fica mais nervoso ainda. Ele se aproxima do Luan, que está fora do quarto, e então sussurra perto do mesmo:

- Luan... é a polícia...!

O garoto, que estava quieto até então, finalmente faz uma expressão de chocado, e assim fala algo bem rápido:

- Puta que pariu...!



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