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História Blood, Sweat and Tears - (Park Jimin) - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


E olha eu aqui, com mais história.
Espero que vocês curtem.
E sobre essa capa, toda feita pela maravilhosa @Sratomlinson_, estou nostálgica com o trabalho maravilhoso dela, minha parceira no projeto @BtsWels, deem um pulo lá.
Fiquem agora com a história. Beijos.

Capítulo 1 - A rotina dela...



Ela abre os olhos, dez minutos antes do despertador tocar. Nunca o ouvir tocar. No mesmo instante, ela se levanta da cama, quase em um pulo, segue para o banheiro. 

  

Você a acompanha? — Seokjin pergunta, admirando o crepúsculo. 

  

Não! Gosto de dar privacidade para ela. Sempre permaneço deitado. 

  

Hm! — Seus olhos permanecem fixos, nos últimos raios do sol, refletindo na imensidão das águas do mar. — Continue

  

Ela sai do banheiro, minutos depois, com o cabelo já amarrado. Tira o pijama e deixa em cima da cama. Veste rapidamente uma roupa e poucos segundos antes do despertador tocar, ela o desliga. 

  

Porque então, ela coloca o despertador? — Ele finalmente me olha. 

  

Não sei, segurança, vai que ela não acorda. 

  

Ele começa a andar devagar, com as mãos dentro dos bolsos, o acompanho. 

  

As águas do mar bate em nossos pés. O vento forte vindo do oriente, faz nossos cabelos balançarem. 

  

Então ela sai? 

  

Sim, ela se mudou para um quarteirão de distância do emprego, no mesmo dia que conseguiu a vaga de secretária. 

  

— A quanto tempo ela trabalha lá? 

  

A dois anos. Ela chega e se senta na sua mesa, como o filho do patrão dela sabe que ela chega cedo, poucos minutos ele aparece, todos os dias, a mesma coisa. 

  

— Qual o problema disso? 

  

Ele não trabalha lá, vai apenas para assediar ela. 

  

— Porque ela não denúncia? 

  

Pelo pai do rapaz. — Ele me olha confuso. — O patrão dela é um bom homem, ajuda ela de todas as formas, não costuma a encher de serviços e sempre oferece dias da semana para ela descansar, ela que não aceita, ela atura o rapaz, apenas por causa do pai do mesmo

  

— Como ele é com ela? 

  

— Ele dá em cima dela, sempre que o pai dele não está presente. Tenta beija-la, fala como imagina ela em uma cama, não tem um dia que não a chame para sair, para ir em um motel, ele já chegou a enviar para o computador dela, um vírus com um vídeo pornô, que abriu durante uma reunião do pai dele. 

  

— E o que o patrão dela fez? 

  

— Como ela não explicou quem tinha enviado, todos acreditaram que era coisa dela. Mas como o patrão dela é muito bom, a perdoou, nunca mais tocou no assunto e aumentou o salário dela, com medo dela sair de vergonha. 

  

— Ele é um bom homem. 

  

— Ele é, o filho dele que não presta. 

  

— Fora isso, ela tem mais algum problema no serviço? 

  

— Algumas meninas têm inveja dela, por ela ganhar mais e tem a namorada do filho do patrão, que odeia ela. 

  

— Ciúmes? 

  

Isso. 

  

— Hm! Continue. — Seokjin se senta na areia da praia, me sento do lado dele. 

  

— Ela sempre almoça no serviço, o que facilita a vida do filho do patrão dela. Ele costuma levar comida e sempre dá para ela. São poucos minutos que ele é diferente com ela. 

  

— Ela aceita

  

— No início ela não aceitava, aí ele prometeu que durante o almoço, ele jamais iria fazer, ou dizer nada que desagrade ela, se ela comesse o que ele levasse, e parasse de comer as quentinhas que ela estava comprando. 

  

Um ponto para o rapaz. 

  

— O único ponto. Eu o odeio. 

  

— O que ela faz depois do serviço? 

  

— Ela sai as seis da tarde, depois que todos já foram embora, deixa tudo organizado para o dia seguinte. Assim que ela chega em casa, ela arruma a casa, incluísse a cama, que ela vai se deitar algumas horas depois. 

  

— Ela sai durante a semana? 

  

— Não, nem nos finais de semana. Durante a semana, ela coloca em dias todas as anotações e faz pesquisa para estar sempre por dentro da bolsa de valores, dentre outros assuntos que envolve o emprego. Nos finais de semana, ela faz algumas compras, paga as contas e entra em contato com a família. 

  

— Onde a família dela mora

  

Em outro Estado. Eles são bastante preocupados com ela, mas ela não costuma dizer o que realmente está acontecendo. Sempre conta apenas detalhes que os fazem sorrir. 

  

Ela não tem amigas? 

  

— Algumas colegas, que sempre convida ela para sair, mas ela sempre diz não. 

  

Ela é bastante caseira. 

  

— Focada, ela quer muito guarda dinheiro para poder comprar uma casa para a mãe dela. 

  

Ela ganha bem, em dois anos ela não conseguiu ainda? 

  

A mãe dela tem um problema de coração, ela costuma mandar dinheiro para ela, para o tratamento. Na época que descobriram, ela teve que dá todo dinheiro que ela guardava. Para fazer todos os exames. 

  

Veja pelo lado bom, imagina se ela não tivesse nada. 

  

Realmente

  

Gosto da forma que você fala dela. 

  

— Como assim? 

  

Você fala de uma forma diferente. 

  

Respiro fundo. 

  

Se eu não te conhecesse, diria que essa respiração funda, é um sinal de algum sentimento. 

  

Claro que não. — Ele ri. 

  

Estou brincando, você não se apaixona. — Ele se levanta. — Tenho que ir. Acredito que sua moça, está em casa já. — Ele sai sorrindo. 

  

Me levanto. 

  

É claro que não tenho “algum sentimento”. Eu tenho um, bem específico. 

  

[…] 

  

Entro na casa dela. 

  

Ela está usando os fones de ouvidos, limpando a casa distraída. 

  

Passa perto, consigo sentir o cheiro doce que o cabelo dela tem. 

  

Ri, amo a ver dançando com a vassoura, ela vai em direção a cozinha, ela canta como se estivesse em um show. 

  

Um show, só para mim. — Sussurro. 

  

Vou direto para o quarto, me deito na cama e fico esperando-a. 

  

Ela trocou os lençóis. — Ela faz isso pelo menos duas vezes por semana. — Amo. 

  

— Merd*! — Ela grita da cozinha. 

  

Corro para ir ver. 

  

— Eu amo essa música. — Ainda estar com os fones, dançando mais agitada. 

  

Volto para o quarto sorrindo. Me deito novamente. 

  

Posso dizer que quase morri do coração!? 

  

Fico deitado com os olhos fechados. Depois de um bom tempo, sinto ela se deitando na cama. 

  

Abro os olhos de leve e a vejo se cobrindo. Ela dorme sempre rápido. 

  

Me levanto da cama e dou a volta. Me agacho perto dela e passo o dorso da mão no rosto dela. 

  

Eu te amo. — Ela se meche e tiro minha mão, não posso acordar ela. — Eu te quero. — Volto a passar minha mão no rosto dela. — Estou disposto a tudo para poder conseguir ficar para sempre com você. 

  

Um anjo da guarda dizer isso. — Uma voz sombria sussurra perto do meu ouvindo. — É bastante tentador. 

  


Notas Finais


Espero que tenham gostado, de coração.


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