1. Spirit Fanfics >
  2. Blood, Sweat and Tears ( Bang Chan - Stray kids) >
  3. Intensidade

História Blood, Sweat and Tears ( Bang Chan - Stray kids) - Capítulo 4


Escrita por:


Notas do Autor


Não sei que título colocar para esse cap KSNSKDNDKDNDKD
não sei como fazer hot sorry, então quem souber fale com a amiguinha aqui ok?

Normalmente vai ser só nos fins de semanas que vou postar porque minha escola é dois dias intregais, então isso me lasca e também dia de quarta tenho curso, sofro dms.

bjs se lux pra vocês e desculpem qualquer coisa.

Capítulo 4 - Intensidade


Fanfic / Fanfiction Blood, Sweat and Tears ( Bang Chan - Stray kids) - Capítulo 4 - Intensidade





Com a misteriosa e agradável manhã, o aparentemente casal se direcionam a entrada da faculdade, atingindo obviamente vários e vários olhares, sendo eles bons, ruins ou invejosos.

Era notável a química que ambos possuíam sem ao menos se tocarem, só andarem ao lado um do outro já se tornava visível para qualquer pessoa.

O australiano mais novo esperava impaciente por S/n, não gostava nem um pouco dessa aproximação repetina...certo, ele também se aproximou de um dia pro outro junto de S/n, mas isso justamente para proteger a mesma e com um intuito.

O loiro mais novo então criou um possível

motivo para essa aproximação toda, Chan escondia algo muito maior.

Mas logo saiu de seus pensamentos ao avistar um cara com cabelos loiros e uma menor ao seu lado, ela chegou.

Rapidamente se levantou do banco que tinha perto da sala dos mesmos e se aproximou da mesma.

- Você demorou. - O mais novo pergunta cravando o maxilar e olha para o mais velho que arquea as sobrancelhas respondendo a afronta.

- A hora passou muito rápido, mas bom... já estou aqui, né ? - A menor tenta falar sentindo toda a tensão que pairava o ar.

- Canti!! preciso de sua ajuda, não consigo achar o livro que você me recomendou. - Uma garota aparentemente mais velha fala segurando a mão da mais baixa que se assusta.

- Logo agora, Mina? - S/n não queria deixar os dois sozinhos, sabia muito bem que aquilo não iria prestar.

- Sim... por favor Canti...? - A mais velha pergunta fazendo uma carinha fofa e chamando a mais nova pelo seu sobrenome sabendo que S/n não resistiria e assim feito.

- E vocês... se comportem. - A menor fala apontando pros mais altos e logo saindo.

- Qual é a tua ? - Félix pergunta para o mais alto que sorrir.

- Vai me morder? S/n não é sua propriedade. - O loiro mais velho fala se aproximando, ficando cara a cara.

- Você pode estar tentando enganar S/n, mas a mim não... você não sabe com o que pode estar lidando. - O mais novo fala seco e com sua voz grave. Christopher obviamente queria intimidar o mesmo, mas não podia, sabia que o mais novo era policial, então não podia por a missão em risco assim.

- Tcs, se você ta na friendzone, não é culpa minha. - O mais velho fala em um tom irônico, fazendo Felix serrar o punho.

- Se você emitir qualquer ato que me faça te olhar duas vezes, você está totalmente ferrado. - O sinal já havia tocado, logo logo várias pessoas iriam para suas salas, e Christopher não queria ser notado.

- Como eu já disse, a S/n não é sua propriedade. - O loiro mais velho sai com certa brutalidade, fazendo o ombro de Felix ser empurrado.

Estava se envolvendo demais naquela missão, estava em mente só pegar a informação de onde o pen drive estava, não se importando se iria ferir os sentimentos da mesma.

Mas agora não era mais assim, estava se importando demais com ela, talvez estivesse levando a sério mais a missão.

A aula se passou rápido, provavelmente porque o agente estava com a morte do pai da mais nova em mente, falou para a mesma que iria achar quem o matou, e iria mesmo.

Mas para isso, precisava saber o motivo daquilo tudo, não só o pen drive, mas o que tinha nele.

- Bobby? - Christopher fala pelo seu celular pessoal, escutando um suspiro de frustração do mesmo, provavelmente por querer não ser pego pelos seus colegas de trabalho.

- O que você quer Chris? estou no horário de trabalho, se alguém me pega eu es-

- Me encontre as 14:00 no meu apartamento. - O australiano pede em um tom autoritário, fazendo o do outro lado da linha revirar os olhos e confirmar.

Precisava saber de tudo, se iria continuar com esse trabalho, precisava saber em quê estava metido e do que o pen drive se tratava, só assim, sabendo mesmo o que levou o pai da menor ser morto por um tiro tão certeiro.

Certo, Christopher estava mesmo interessado mais do que deveria nesse trabalho e isso poderia o levar a ter sérios problemas.

...

- O que tem naquele Pen drive ? - O loiro pergunta diretamente para o mais alto de cabelos castanhos.

- Você sabe que não posso falar nada desse tipo. E dá pra colocar uma camisa? - Jiwon fala olhando sério para o australiano que revira os olhos.

- Não importa, fala logo o que tem na merda do Pen drive Bobby. - O mais novo sabia que só daquele jeito pra fazer seu colega falar.

- Você não deveria saber que o pen drive possui todas as informações do sindicato, junto com todos os crimes, todos os terroristas e assassinos de aluguéis a mando do sindicato e que a maioria dos atentados dos países foi a mando do mesmo. Então não me pergunte porque não vou falar pra você. - Jiwon fala olhando para o australiano que ficou de boca aberta.

- Quem ele contratou para matar o pai da S/n ?! - O loiro pergunta se aproximando do mais alto e se sentando.

- Você não deveria se menter nisso, Chris. seu trabalho é só achar o lugar onde o pen drive está. - Jiwon fala olhando para o menor ao seu lado que passa as mãos pelos cabelos.

- Quem matou o policial? - Jiwon sabia que aquelas informações poderia por em risco sua vida, a vida do australiano e de todas as pessoas ao seu redor. mas talvez o mesmo poderia acabar com tudo isso.

- O cara é o melhor assassino de aluguel do mundo todo. Só as pessoas de muito poder o acham ou já viram ele. na verdade, acho que até mesmo nós já víamos ele mas não sabemos, afinal ele é como um fantasma na sociedade.

E ele não é só um assassino de aluguel, ele pode ser o que você quer que ele seja, mas depende da quantia que você pode o oferecer. - O mais alto dalí fala olhando para o australiano que tem seu semblante sério. - E respondendo sua pergunta, eu não sei o nome dele e nem como achar ele.

O silêncio de Christopher fez Jiwon ficar confuso, ou melhor, desconfiado.

- Você não está criando sentimento pela garota... ou está ? - A pergunta do mais velho fez o agente ficar tenso, óbvio que não estava.

- Eu sou um agente, Jiwon. Não costumo brincar com o trabalho. - O loiro se levanta e caminha até a janela.

- Certo... se lembre que você só tem mais 5 dias. - O mais alto fala deixando o lugar fazendo o australiano suspirar.


...


Os dias foram se passando e uma certa chama foi crescendo entre o loiro e a garota a qual era só seu alvo.

Ao longo dos quatro dias que se passaram, o loiro só foi criando mais afeto pela mais nova, até que chegou ao ponto que sabia onde aquilo iria terminar, sabia que tinha entrado na pior roubada de sua vida e que obviamente seria mais um trabalho que não iria funcionar.

Sabia dos riscos que ele e a Canti corria, mas o que podiam fazer ? ele já havia entrado de cabeça nesse trabalho, e por isso, daria até seu sangue, suor e lágrimas.

E aproveitando, os dois australianos se "amigaram" para ser mais específica, aprenderam a conviver juntos, até porque Christopher sempre estava com a Canti e assim virse e versa.

S/n já não sabia como controlar aquilo, antes achava que o loiro só queria brincar consigo ou algo do tipo, pensava que ele seria só mais um dos garotos o qual só achava bonito, mas não, o loiro a fez ver o mundo de outra forma e de alguma maneira, parecia que ele era mais verdadeiro quando estava a sós com a mais nova, e talvez fosse realmente verdade.

Christopher sabia muito bem que em breve seria pressionado para falar algo que sabe, sabia que em breve alguns dos capangas iriam atrás dele e que provavelmente o matariam, provavelmente.

Mas ele não estava se importando com mais nada, até porque quando descobriu o que realmente tinha dentro daquele pen drive, tudo se encaixou em sua cabeça e viu o que realmente iria fazer.

Estava com um objetivo em mente, iria encontrar quem matou o pai da mulher que havia tomado o seu coração, iria encontra-lo nem que já estivesse enterrado nas mais profundas terras de um cemitério.

- Christopher bang... para onde está me levando? - A Canti pergunta colocando suas mãos em cima da do maior que estava em seus olhos.

- É uma surpresa, princesa. - O loiro fala em um tom risonho. - Calma, vamos subir um pouco e já chegaremos, é grama, não se preocupe.

- Está de noite e se você estiver me levando para alguma ceita ou querer me matar, pode sabendo que eu sei me defender, seu australiano besta. - A menor fala no mesmo tom que o mais velho, o fazendo rir.

- Yah! assim você me magoa brasileira besta... pronto. - O mesmo tira as mãos dos olhos da mais nova que fica de boca aberta ao abrir os olhos.

Estavam em uma parte alta de um gramado enorme que tinha no lugar, onde estavam se dava pra ver toda a cidade iluminada de Busan, os prédios, as luzes e principalmente a luz da lua, que estava cheia.

Ao olhar para baixo, viu uma toalha forrada e sobre si algumas cestas de comidas, o australiano estava mesmo tentando ser romântico.

- C a r a m b a. - A mesma fala com a boca aberta e olha para o mais alto com os olhos brilhando. - Você fez isso tudo?... aaaaaa - S/n fala abraçando forte o mesmo que sorrir singelo.

- Vem cá. - O loiro fala se sentando e chamando a mesma que logo o imita. - Esse é meu lugar preferido.

- Uau, Christopher bang tem um lugar preferido, qual é a da vez ? - A mesma fala sorrindo ao ver o mesmo revirar os olhos.

- Você é Ilária quando quer ser. - Ao falar isso, S/n cai na risada e o olha com o mais brilho nos olhos.

- Obrigada por isso, está realmente lindo. - A mesma fala se deitando sentindo o mesmo fazer o ato.

- Queria te levar aqui faz alguns dias, mas não tivemos oportunidades.

- Isso porque passamos todos os dias juntos... - A mesma fala olhando as estrelas e se lembrando do primeiro "encontro" dos dois.

flashback

- Yah! esse é meu sorvete. - A de cabelos médios fala vendo o mais alto pegar uma boa parte do sorvete.

- Vai ter que pegar daqui. - O loiro aponta pra sua boca vendo a garota ficar vermelha e olhar pros lados.

- Seu pervertido, e se alguém ver? - A menor pergunta dando um soquinho no braço do mais alto.

- Então você seria capaz? uou senhorita Canti...

- O quê? N-não, não é isso... - Puta merda, estava no mais famoso beco da vergonha sem saída.

- Certo... - O loiro responde com certa ironia logo levando um tapa no braço da mesma.

flashback off

- Do quê você rir? - O loiro fala se virando para ficar cara a cara com a menor.

- Do nosso primeiro encontro. - Ao falar isso, a mesma lembrança vem na mente do australiano que sorrir.

- Você não quis pegar o sorvete na minha boca... - O loiro provoca fazendo uma cara travessa.

- Você não presta, seu pervertido.

- Que isso senhorita Canti...- O mais alto fala logo sendo encarado por S/n, despertando certa curiosidade em si. - Porque me olha tanto?

- Estou tentando descobrir o que se passa em sua mente pra terminar o trabalho...

- Certo, então... - O mesmo se senta e olha para baixo, tendo a visão do rosto da nova. - O que meus olhos transmitem para você ?

- Você ta me olhando intensamente, assim não vale. - S/n põe sua mão sobre o rosto e sorrir envergonhada.

- Você não respondeu... - O mais velho fala rouco tirando delicadamente a mão da menor que o fita.

- É indecifrável senhor bang. - A mais nova fala alisando a mão do mesmo.

- Quero dizer que estou apaixonado por você. - Ao falar isso, S/n sente seu coração pular pela boca e seu corpo esquentar totalmente.

- Eu também estou apaixonada por você. - A mesma tenta falar sem travar, porque cara, estava sendo fitada pelo homem mais atraente da faculdade.

Ao falar isso, o loiro se aproxima cada vez mais, até a mais baixa romper a distância e iniciar um ósculo.

estavam imersos e abertos um para o outro, várias e várias sensações e vibrações percorriam intensamente ambos os corpos naquela noite.

O lugar que antes estava frio, parecia quente, o corpo de ambos suplicavam por aproximadade, estavam literalmente pegando fogo.

Com a falta de ar se fazendo presente, a garota quebra o beijo suplicando por ar.

- Sei que será sua primeira vez, por isso entendo se n quiser conti-

- Eu quero. - A mesma o interrompe segurando firme em seus braços malhados, vendo o sorriso e o carinho que o maior lhe dava.

Estavam mesmo ingressando em algo que não sabiam onde iria dar, não sabiam se teria algo que os lhe impedisse de ficarem juntos ou até mesmo eles, de ficarem juntos.

começaram faltando aulas da faculdade para ficarem mais tempos juntos, falando que aulas não os matariam, só os deixariam sem o diploma, e que mal teria para eles naqueles dias?

Só são um casal de apaixonados vivendo intensamente.

Mas Christopher sabia, sabia muito bem como aquilo terminaria.






Notas Finais


esse cara que matou o pai de S/n tem uma ligação enorme com Changbin...
postei e saí correndo fkfnfkfnfkdk


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...