História Blood, Tears and Stigma (BTS) - Capítulo 7


Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Ansiedade, Bipolaridade, Boy X Girl, Depressão, Drama, Girlband, Kpop, Passado, Remédios, Shipps Entre Os Grupos, Sonho, Tiadokpopers
Visualizações 21
Palavras 3.773
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Ficção Adolescente, Fluffy, Harem, Hentai, LGBT, Lírica, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oiiii esse capítulo, possivelmente pode ser alterado ou algo do tipo... Mais está aqui o cap oito... MinPuppy (eu), KesiaNeko e a revisão da NirvaNinna, mas ele foi escrito por eu e kesia... A meta era chegar aos 20K... Mais não deu... Então vai os 3K mesmo...

Boa leitura, bejin bejin e até as notas finais

Capítulo 7 - Preparativos


Aaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhh.....

Não conseguimos acreditar que mais um ano, BTS, estará na Billboard!!!

As A.R.M.Y.'s se esforçam muito. Bem não é à toa que ganhamos como melhor Fandom.

Faltavam alguns dias para a Billboard, e a droga da internet? Não está funcionando.

-AAAAARGGGGHHH!!- Ale puxa os cabelos pela frustração - Por que essa merda foi sair justo hoje que temos tempo para votar?

-Concordo... - Lory diz sem expressão e com o olhar distante.

-Ôh... Satanás, tá tudo bem aí? - Pergunta Bia e Lory só assente.

-Tá mas não tem como ajeitar isso agora? - Madeline diz ao telefone - Precisamos da internet já! ... Não, não podemos esperar muito... Moça estamos com pressa... Eu tô calma...

-O que houve? - meio que como um sussurro Kally diz.

-Vão ajeitar essa merda?!- Pergunta Carol

-Moça... É pra hoje -

Madeline foi impossibilitada de continuar a sua "conversa" com a mulher da internet por uma certa jovem de cabelos agora ondulados e negros, com alguns fios sobre o rosto que tomou o celular de suas mãos.

-Escuta aqui caralho... A gente não paga caro por essa merda todo santo mês, para que quando mais precisamos essa porra não funcione... Eu estou cagando se a culpa é sua ou não, e eu falo como eu quiser a boca é minha e a voz também!... Teu trabalho, minha querida, é justamente resolver este nosso problema, não ficar com o cu pregado numa cadeira, repetindo a mesma bosta... cinco minutos, nem mais nem menos ou eu juro que vou aí e enfio o meu CPF no teu rabo... E um péssimo dia! - Lory desliga o celular e joga-o de volta para a dona e olha para as expressões boquiabertas que algumas faziam. - Que foi agora caralho?

- Tu tomou teu remédio? -Ale pergunta muito preocupada.

- Não vão me dizer que agora só vão querer me ver drogada? Vão tomar no cu!

-Ei ei! O que caralhos tá acontecendo? Já chego e vej- -Nath se interrompe ao ver a expressão de Lory - Tu tomaste teu remédio?

- AH QUER SABER EU CANSEI!!! VÃO TUDO DA O CU INFERNO!!!- Lory grita e sobe correndo as escadas arrancando um suspiro sôfrego das seis.

-Omma... - Diz Larissa com a voz embargada de choro.

-Tô indo...

-----×------×-----

Pov Lorynna

Aquela conversa toda estava me irritando...

Já não bastava a pressão da faculdade, tinha as coisas no restaurante que não iam bem, tinham as coisas de A.R.M.Y. e a treta que tive com o homem no ónibus. Aquele filho da puta não perde por esperar! Ah ele vai pagar caro por passar a mão em mim!!!

Essa é a infeliz realidade no Brasil... Há muitos históricos de aliciações e estupro.

Em resumo: eu tava puta!! Meu modo Yin/Alfa lúpus tava à tona...

Sentada no chão do banheiro, abraçada as minhas pernas com os olhos fixos no chão com a água gelada do chuveiro caindo em minha nuca.

"Será possível que você não entende!!!"

"Para de gritar!"

"Isso não nos leva a lugar algum."

"Tudo isso só trás tristeza para..."

Eu só assistia a tud-

-Elas estão discutindo? - Diz a voz feminina... Sabia que era a Omma, nem precisava me dar ao luxo de olha-la.

Sacudo a cabeça em concordância.

-Chegaram numa conclusão?

Não respondo.

-Por que parou? É pro seu bem-

-Me deixa mal...

-Sem ele você fica... Fica... doente e eu não suporto te ver assim.

-...Eu.

Ouço passos se aproximando, como meu olhar estava fixado no chão, vi a mais velha parar a minha frente, em seguida sinto uma mão repousar cautelosamente sobre meu ombro direito na sequência a água gelada para de cair em minha nuca..

-Ttal (filha) olha para mim... Vamos convers-

-Vai embora...

-Eu-

-EU MANDEI VOCÊ CAIR FORA DAQUI!!! - Ela grita fazendo-me encará-la.

Nath se levanta e sai parando rente a porta e fala frígida sem virar para me encarar:

-Não reclama quando ficar sem isso...

Fecha a porta com certa raiva.

Em um ato rápido vou até a porta de coloração branca e tranco a mesma virando de costa para o objeto e encostando-me na madeira fria, olho para frente me encarando no espelho, cabelo levemente molhado, roupa encharcada, olhos vermelhos e inchados, me aproximo apoiando os braços na pia apertando com força o mármore branco, me olhava no espelho vendo as lágrimas rolarem sem piedade pela face avermelhada.

"Oi gatinha"

"Ahhhnn que linda"

"Oh lá em casa"

"Parece porcelana"

"Inútil"

"Para de ser lerda! Imbecil!"

"Se gritar você já sabe"

Eu queria gritar, eu queria matar, eu queria fugir, esquecer... Morrer...

Abro uma das gavetas e vejo uma tesoura, estava bem afiada, olho para meu rosto novamente.

"Oi anjinho... Quer ir para minha cama?"

Puxando uma quantidade generosa de cabelo, passo a tesoura, e de novo, de novo, de novo, de novo... Até ficar Curto do tamanho do cabelo do Yoongi.

"Por que tu faz isso? Isso é besteira!"

Olhei para meu pulso, na área que se tira sangue até a monheca, tinha cicatrizes, de variados tamanhos e cores, além de profundidade se bem relativa nas diversas marcas... Se eu sentia vergonha de tê-las? Não. Apenas raiva. Raiva pois não havia conseguido realizar meu maior desejo, morrer.

Com um lado da lâmina vou desenhando por cima das diversas obras, vendo a tinta avermelhada começar a pintar.

Jogo a tesoura para longe caio de joelhos no chão chorando baixo, sem sair nem se quer o barulho dos soluços.

"Princesinha, não doerá nada..."

Minha pele, parecia que... Eu... Eu sentia... Seus toques... Seus beijos...

"Shiiiiii... Eu disse sem barulho..."

A voz morreu, as lágrimas em abundância escorriam o ar estava começando a fazer-me falta.

Olho para meus braços expostos, e começo a esfregar, ambos...

Aquela sensação... Eu sentia... Por quê não saía???

Esfregava o rosto, lábios, pulsos, pescoço, ombros. A respiração irregular...

~~°°°°~~

Pov Narradora' s

As garotas estavam na sala preocupada com a cacheada, não queriam droga-la como a mesma havia dito, apenas queriam ajuda-la a se controlar e ter uma vida saudável. Bianca, Carol, Kally e Alessandra sabiam como ela estava e se sentia, tentavam a todo custo ajuda-la a esquecer esses "problemas".

Alessandra estava andando pela sala perdida em seus pensamentos se controlando para não chorar e preocupar as outras, Bia e Kally estavam sentadas encarando o chão, Carol tentava se distrair mexendo no celular, a Internet havia voltado, Madeline mexia também no celular mas não conseguia parar de pensar na Lory.

- Será que a Omma já acalmou ela? - Alessandra pronunciou ainda dando voltas na sala e mordendo um dos dedos, suas mãos tremiam. Kally e Carol a encararam, ainda caladas, sabia o quanto elas são ligadas.

- Talvez. A Omma é boa em acalmar os outros, principalmente se envolve a cria dela no meio. - Larissa falou encarando o celular.

- Mas a Lory tá sem o remédio, e desde que ela chegou tava meio putassa com alguma coisa. - Foi a vez da Bia falar.

- Será que aconteceu algo grave na rua? - Kally perguntou meio hesitante.

- Bem provável, já vi ela sem remédio e ela não chegou a surtar dessa forma, só a irritação diária, mas nada fora do comum - Carol falou encarando agora o teto, deixou o celular no colo e estava deitada com a cabeça no braço do sofá.

- Será que ela agrediu alguém? - Kally perguntou encarando todas.

- Não. - Madeline e Alessandra falaram juntas.

- Ela consegue se controlar, mesmo querendo não iria pular no pescoço de alguém. - Ale falou com certa alteração na voz.

- Tu sabe como ela é, né? - Carol perguntou.

- Mesmo que fizesse saberíamos ca- Bia foi interrompida pela presença da Omma na sala, ela estava com a cabeça baixa e o cabelos agora em um channel ondulado e vermelho degradê escondiam o seu rosto.

- Omma? - Ale falou se aproximando da mais velha. Estava com receio e certo medo da mais velha começar a gritar, já que mesmo sendo baixa ainda conseguia espancar qualquer lutador de UFC. - O que aconteceu lá?

- Ela gritou comigo dizendo pra eu ir embora. Me expulsou como se eu fosse um cachorro. - Falou calmamente passando a mão no rosto, deixando Ale ainda mais apreensiva.

- Posso tentar falar com ela? - A loira de pronunciou novamente. Temia pelas duas, a Omma e a Lory quando estressam-se, são agressivas e batem de frente.

- Melhor não Ale! não quero que ela grite contigo também Ttal, e muito menos te bata. - Olhou pra loira sentindo o peito se apertar, era sempre assim quando umas das meninas estavam na pior, ela sentia todo o peso e se culpava por não ajuda-las.

- Eu vou tomar cuidado, eu prometo omma. - Ela falou calmamente.

- Eu vou com ela pra ajudar - Bia se pronunciou, essa conseguia enfrentar Lory de frente sem problemas.

- Tá bem... - Suspirou. Kally e Larissa estavam a abraçando de lado, deixando a mais velha sentada no sofá entre as duas. A dupla corajosa partiu em direção ao banheiro e bateram na porta.

- Lorynna? Abre a porta por favor! - Ale falou num tom de voz alto o suficiente pra outra ouvir e calmo. - Queremos te ver.

- A gente quer conversar. - Bia falou em seguida, não demorou muito para a porta ser aberta e darem de cara com Lorynna com as roupas molhadas, um cabelo curto, braço sangrando e olhos vermelhos e, bem levemente, inchados. - Podemos conversar contigo agora?

A cacheada estava tendo um enorme conflito interno, uma parte dizia pra xingar até a quinta geração de cada uma, outra parte queria dizer pra ceder e abraça-las, outra queria ficar sozinha. A loira abriu os braços em direção a cacheados e esperou ela fazer por conta própria, fazer algo sem o consentimento dela é pedir pra morrer, literalmente. Lorynna aceitou o abraço devagar, ainda hesitante com o que fazer, estava mais que uma confusão na cabeça da garota. Rodeou os braços no pescoço da loira, devido a diferença de altura, e encostou a bochecha na cabeça dela, Bia apenas observava tudo calada esperando o momento certo de agir.

Nenhumas das duas estranharam o que ela havia feito com o cabelo e braços, esperavam coisas do tipo vindo da morena, e não falaram nada, não era preciso, era como uma comunicação silenciosa entre as três, nenhuma precisava falar pra saber as coisas.

- Quer ir pro quarto? - Ale perguntou, se afastando um pouco do abraço. A outra confirmou com a cabeça e foram pro quarto das três, entraram e se sentaram na cama da mais alta entres elas, vulgo Bia - Quer falar alguma coisa ou fazer algo?

- Não... - Lory falou, Bia se aproximou e pegou o celular, abriu o aplicativo de músicas e pôs uma das poucas músicas calmas que ela tinha, com as três era assim, a música acalmava. A loira pegou uma toalha e passou a secar os cabelos e a costa da garota, Bia foi no guarda-roupa e pegou uma muda de roupa limpa para Lory, entregou pra mesma e fechou a porta do quarto. Não tinha vergonha de se trocar entre as três então fez tal coisa, em seguida voltou a se sentar na cama encarando o nada a sua frente. A mais baixa pegou a roupa molhada e saiu do quarto levando pra pia, na área de lavar atrás da casa. Bia pegou uma caixinha plástica que guardavam remédios e deixou em cima da cama.

- Como ela tá Alessandra? - Kally perguntou assim que viu a loira voltando da área, atraindo os outros três pares de olhos.

- Esta calma, mas estamos indo com cuidado, não queremos que ela surte de novo. - Falou com calma. Assim como a mais velha das três, Ela não gostava quando uma das meninas estavam com problemas e não podia ajudar de alguma maneira.

Voltou para o quarto sem falar mais nada e entrou, viu a "maleta" na cama e a abriu, em seguida pegou os remédios dentro limpando os cortes e sangue em seus braços, pescoço, rosto e ombros, em seguida colocando os curativos, enfaixando pra garantir que não iria sair com facilidade. Com seu tempo morando com a cacheados aprendeu a cuidar de feridas melhor que antes, a tornando a "segunda enfermeira" do grupo.

- Eu quero morrer... - Lorynna falou depois de ter se deitado de barriga pra cima encarando o teto. O peso das palavras atingiu em cheio as outras duas.

- Não fala besteiras Lorynna, sabe que as coisas não são assim! - A morena não era uma das mais otimistas do grupo, mas num momento desse tinha que ser e dar todo o apoio, pois não era um simples momento de crise existencial normal de qualquer pessoa, era um problema psicológico e emocional que todas tinham com frequência e gravidade relativas, nenhuma naquela casa teve uma vida normal, ou "agradável", mas tentavam sempre se reerguer e erguer as outras em seu momentos de fraqueza, como está acontecendo no momento. - Você tem que tomar seu remédio.

- Eu não vou tomar aquela droga! - Quase gritou encarando a morena que se mostrou impassível.

- Você precisa! - Insistiu a loira.

- Não! - Se levantou da cama encarando as duas, que ainda estavam sentadas na cama, antes ao lado da morena. - Você não vai me drogar!

- Lorynna você tem que tomar! - Falou Bia firme. A cacheados negava com a cabeça.

- Se você tomar vai ajudar a controlar. - Tentou falar Ale, Lory negava com a cabeça freneticamente. - Olha como você fica quando está sem remédio, além de não conseguir se controlar se machuca física e psicologicamente. Não queremos isso pra você Lorynna.

- Eu não quero tomar a droga daquele remédio! - Insistiu novamente.

-Lorynna PARA DE BIRRA!!!- Bia grita - Você vai tomar essa porra por bem ou por mal!!

A morena vai até a mais velha e com o polegar enfia o remédio na boca dela, enquanto Lorynna fazia de tudo para não tomar. Não viu saída, não teve escolha. Empurrou Bia e lhe desferiu um soco no rosto, obrigando a morena cair e ser aparada por Alessandra.

Com a respiração rápida e irregular, percebeu seu ato, e chorou, olhou para a menina no chão e saio em disparada para fora, desceu as escadas encontrando as outras lá, que lhe olharam de supetão.

-Você tá melhor?

Ela sai correndo abre a porta e sai cidade a fora correndo pelas ruas frias de Osasco, tinha que por a mente no lugar e esfriar a cabeça.

Alessandra estava em choque, Bia estava deitada na cama com a mão sobre a boca sentindo leve gosto de sangue, a loira a ajudou e desceram a escada com certa urgência, as meninas no andar de baixo estava tentando entender o que havia acabado de acontecer e se desesperaram quando elas chegaram no cômodo.

- O que aconteceu? - As quatros peguntaram ao mesmo tempo.

- Ela não quis tomar o remédio, enfiei na goela dela e a viada me deu um soco e saiu correndo! - Bia falou irritada com a mão ainda na boca, se sentou no sofá e encarou o chão.

- Pera... ela tomou o remédio? - Carol perguntou com certo receio.

- Sim. - Respondeu a loira, não demorou mais que dois segundos pra entender a preocupação da prima. - Temos que ir atrás dela, se não ela vai cair no meio da rua e sabe Deus o que pode acontecer.

- Como vamos encontrá-la? - Kally perguntou.

- Vamos nos separar em duplas e qualquer coisa dá um toque. Caso alguém a ache a leve pra casa ou chama o bonde pra lá. - A loira novamente falou, indo em direção ao quarto. - Se arrumem logo, nós temos que achar aquela criatura antes que ela faça algo.

- Mas...- Nath se interrompeu antes de continuar a falar, se levantou e caminhou em direção ao quarto. - Vamos rápido meninas e tomem muito cuidado. Se alguém quiser fazer mal dêem um chute no saco e saiam correndo ou me gritem pra eu mesma matar. - Seria engraçado, típico da ruiva quando está nervosa, mas estavam todas desesperadas.

Todas acenaram com a cabeça e seguiram para o seu quarto, algumas trocaram de roupa, enquanto outras apenas pegaram seus pertences que poderiam ser úteis. A divisão ficou como no quarto: Alessandra e Bia, Kally e Carol, com a diferença que Madeline ficou com Nathallya, saíram de casa e cada uma foi em uma direção, seguiram pelas ruas e passaram e lachonetes, lojas, e até posto de gasolina pra ver se a cacheada não estava dentro de tais lugares, quando viram que a mesma não se encontrava nas redondezas decidiram ir aos lugares preferidos de cada uma. Talvez assim a achassem, o problema era que era longe, o que daria ter mais tempo.

Demorou cerca de uma hora para acharem ela, a mesma estava sentada num banco de praça, com as mãos na cabeça e a mesma baixa, soluçava e parecia cansada.

- Lorynna! - A mais velha delas gritou indo em direção a garota que levantou minimamente a cabeça para a encarar. Estava com sono, cansada, cabeça dolorida, e querendo chorar, muito. - Você tá bem??

Ela negou e a baixa se aproximou a passos meios hesitantes enquanto Madeline observava um pouco afastada, Nath se sentou ao lado dela no banco e foi imediato, Lorynna a abraçou e segurou as lágrimas, ela só queria um porto seguro agora.

- Vamos pra casa, todas estam preocupadas contigo. - Ela falou calma, a cacheada concordou com a cabeça e se levantaram do banco, seguiram em direção a casa ainda abraçadas e Madeline ligou para as outras avisando o que havia acontecido. Todas sentiram um enorme peso de medo e preocupação ter ido embora de seu ombros.

Foram as primeiras a chegar na casa, com cerca de cinco minutos depois chegaram Carol e Kally.

- Você tá bem? - Ambas perguntaram com muita preocupação se aproximando da cacheada. Ela apenas confirmou, estava bem melhor em comparação a mais cedo, a mais velha havia acalmado ela é sem falar que o remédio estava fazendo efeito, por incrível que pareça, ela não estava agressiva com o remédio, e sim calma, dócil.

- Você se machucou? - Kally perguntou.

- Não... - Respondeu simplista.

- Sabe o quanto eu andei? Meus pés estão me matando, ai! Vou ter calos agora! - Carol se largou no sofá dramatizando e arrancando um leve sorriso discreto da cacheada. - Nunca mais saia na rua de noite, já viu as nojeiras que acontecem lá?! Olha, na próxima vez que for surtar faz de dia, assim é melhor pra mente de todo mundo. - Fez mais uma pose dramática.

- Porque? - Madeline perguntou rindo.

- Só andando na rua vi quatro casais trepando, um bando de drogado cheirando pó e o estado deplorável que se encontra os mendigos...

Bem não era à toa que Carol era considerada a mais dramática, porém, a mais otimista e realista.

Lory estava lutando para ficar acordada, mais mesmo sobre o efeito, do remédio, sentia raiva e a sua companheira de vida, a culpa.

Em seguida de uns trinta minutos chegou Alessandra e Bianca, foi nessa hora que o clima ficou tenso, as morenas se encararam, ambas com raiva no olhar, Bia não conseguia disfarçar, mas Lory tem essa "habilidade especial" que somente Ale e Nath reconhecem.

-Lory vamos? Eu te levo. - A mais velha entre elas diz.

As duas se levantam e vão para o quarto da menor, que se deita na beliche de baixo e em questão de segundos apagou... Agora era esperar amanhã.

Nath sai do quarto e no corredor calcula suas palavras, ao descer as escadas seu olhar era sério e mortal, atingindo Kally, Carol e Mad... Ale ficou com receio e Bia nem sequer vacilou a face.

Nathallya sabia que ela precisava do remédio, mas sabia que o método usado não foi um dos melhores, o que acataria brigas entre as morenas.

-Bia tu tinha mesmo que ter enfiado o remédio na garganta dela!? - Sua voz era grave e autoritária, não era à toa o status Alfa Lúpus.

-Ela tá bem por conta disso-

-Ela tá bem, tem certeza? Podia ter sido sequestrada ou até pior: ABUSADA SOB EFEITO DO REMÉDIO! Tu quer mesmo que ela tenha mais essa cicatriz no braço,  na pernas e na alma!?

As palavras atingiram em cheio a morena, a culpa começou a lhe consumir.

-Mas não aconteceu nada... Devia era me agradecer!

Ela sobe as escadas a passos largos, chega no quarto e se joga em sua cama, vira e vê Lory dormindo. Sabia muito bem a fera que acordaria amanhã.

(Uma semana depois)

Eles haviam ganhado outra vez na Billboard, lançado outro album e nenhuma das duas morenas estavam se falando.

Era sabado, a única que estava no trabalho era Lory, a terceira mais velha dia de sábado saí 2 horas e já era quatro da tarde. As seis estavam na sala preocupadas.

-E se aconteceu alguma coisa? - Kally pergunta já imaginando o pior. 

-Não... Eu passei em frente à lanchonete e tava lotado... - Ale diz calma (só por fora).

E como mágica a porta se abre revelando uma Loryna com um sorriso de orelha a orelha.

-Que unicórnio te mordeu?? - pergunta Madeline se contagiando com o sorriso

Em resposta Lory começa a rir... Ok, super estranho, mais o que é normal em uma casa com 7 kpopers?

A risada contagia...

(Quebra de Tempo)

As meninas faziam a janta, preocupadas com ninguém mais ninguém menos que a problemática das sete, Lorynna.

Kally, Carol e Ale faziam a comida. Lory lia um livro na sala enquanto ouvia música. Madeline e Bia jogavam Vídeo Game, Mortal Kombat XL.

Era o mais normal a se ver até uma Nathallya eufórica descer as escadas gritando, atraindo a atenção das cinco.

-O que foi? - Ale pergunta parada no hall da porta da cozinha junto das maknaes do grupo.

Nath vai até Lory e lhe retira um lado do fone recebendo um olhar de morte em reprovação da morena.

-Antes de aprender a fazer garganta profunda pra me engolir, escuta... - Respira fundo. - eu tava escolhendo a empresa pra qual mandaria minha audição e... Pensei em mandar uma audição de nós sete...

-Qual empresa? - Madeline pergunta.

-Eu tava pesquisando sobre isso no tio Google e vi que faz três dias que a Big Hit abriu as vagas para audições. - Diz Ale.

-Anta acéfala! A BH não contrata mulheres! - responde Bia

-A gente podia tentar! Só pela experiência. - Carol se pronuncia.

-Não temos nada a perder... -diz Lory.

-EXATO! -Nath Responde apontando para ela.

-Que música?

-Aquela remix de várias músicas românticas ou Loser do Big Bang. - Responde Lory...

-Então será a remix, bad em audição não né! - diz Kally - Não que a remix não seja. Mas é melhor.

Então assim elas passaram o resto da noite e madrugada preparando coreografia e a divisão da música.

As nove horas da manhã de domingo gravaram a dança, e a música, mandaram as fichas e os vídeos e rezaram até para os deuses gregos, romanos, egípcios, chineses, árabes, japoneses, pro Buda, e Deus....

Se passassem, iriam para a Coréia do Sul fazer audições ao vivo e quem sabe virarem trainer e debutar juntas.

 






Continua...


Notas Finais


Bem... Omma revisou tudo direitinho e fez alguns ajustes. Nem é perfeccionista kkkkkk...
O próximo será postado beeeeeem demorado pois as recuperações estão chegando e eu não sou de exatas e algumas de nós tiramos notas baixas então temos que estudar falow...
Vamos tentar ser as mais rápidas possíveis.

Bejin bejin Bae Bae


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