História BloodLycan - A Saga dos irmãos Mool - Parte 1 - Capítulo 3


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NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Mistério, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 3 - Vingança


Fanfic / Fanfiction BloodLycan - A Saga dos irmãos Mool - Parte 1 - Capítulo 3 - Vingança


Era de manhã, por volta das 9h. Um homem assistia ao jornal local, sentado em um sofá espaçoso, que emanava um cheiro de suor e óleo, impregnado no tecido. A campainha tocara, fazendo com que o homem se levantasse contra sua vontade e seguisse em direção à porta. O homem era enorme e seu corpo transbordava pela sua calça mal apertada. — Pois não? — disse abrindo somente um vão da porta.
— Bom dia Sr. — disse o garoto que tocou a campainha e não pode evitar de notar sua gordura.
— Está olhando o que pivete?
— Nada... Por favor, gostaria de saber se o senhor pode me arrumar um pouco de pão e água? — Allec fez uma expressão comovente. — Não tenho dinheiro, por favor, moço o senhor pode me ajud...
— Eu tenho cara de padeiro? — interrompeu o homem.
— Nã... Não senhor... — balançou as mãos negativamente em resposta, mas que serviu de sinal para alguém do fundo da casa, que ficava próxima ao bosque.
John espreitava atrás de algumas árvores e ao ver o sinal, olhou em volta para checar se havia alguém por perto e correu ligeiramente até o varal da casa. Apanhou algumas roupas e retornou para o bosque sem ninguém notar sua presença.
— Olha aqui moleque! Se você não sair da minha frente agora, eu juro que te tiro a força.
— Cal..Calma... Desculpe-me senhor. — respondeu Allec, que deu alguns passos para trás, com as mãos na altura dos ombros em sinal de defesa.
— Vamos! Saía! — gritou furiosamente fazendo com que Allec desistisse de seu apelo e corresse para o fim da esquina. 
— Que merda, a gente não pode nem assistir TV sossegado! — resmungou o homem batendo a porta.
Allec correu e olhou para trás, mas o homem já havia sumido.
“Ufa, até que foi fácil...” — pensou distraído e acabou trombando em alguém.
— Hey, cuidado aí! — disse um garoto de uns 15 a 16 anos.
— Me desculpe... — respondeu Allec e seguiu em frente a passos largos.
— Espera aí! Eu conheço você!
Allec olhou para trás para ver se o reconhecia.
Ao olhar nos olhos de Allec o garoto lembrou-se de John, devido à mera semelhança. — Você é irmão daquele idiota, não é? — disse e segurou o riso. — Aquele otário da turma C! — afirmou com gosto para atingi-lo psicologicamente, pois menosprezava ambos, mas Allec não demonstrou reação e apenas o encarava.
— Vamos Allec! — John apareceu no final da esquina e já vestia as roupas “emprestadas”. John reconhecera o garoto, mas olhara somente para seu irmão, ignorando completamente a existência do valentão, como fazia na escola quando o garoto o atormentava.
Allec permaneceu em silêncio e seguiu na direção de seu irmão, dando as costas para o valentão.
— Ah! Você está aí! — disse e sorriu maliciosamente. — O que foi perdedor, o gato comeu sua língua?
Conforme Allec se aproximava, John tomou o passo e também deu as costas para o garoto.
O valentão perdia a paciência e seguiu ambos. Ao se aproximar de John notou algo familiar. 
— Hey! Estas roupas são minhas! — correu na direção deles com intenção de esmurrá-lo. — Devolva-as agora!
John se virou e segurou o punho do rapaz sem o mínimo de esforço e lançou lhe um olhar frio, estando agora bem próximos.
— Seu... Desgraçado... — tentou se soltar, mas a mão de John parecia estar soldada a sua. — Haaaaa! — lançou um chute em direção ao maxilar de John. Já havia derrubado dezenas de idiotas como os Mool com aquele golpe, mas foi aí que seu corpo foi simplesmente arrancado do chão. John havia feito o menino subir por cerca de um metro antes que caísse como um boneco pelo chão. Pela primeira vez em sua vida, o menino havia sentido o verdadeiro medo tocar suas entranhas. John, o perdedor. John, o caipira estranho e inútil que sempre lhe serviu como uma descartável diversão cruel, o havia chutado com a força de um aríete. O garoto ainda não sabia, mas o impacto o faria puxar daquela perna a vida inteira. 
Sentira um peso em seu joelho esquerdo, John pisara nele. Pegou-o pelo cabelo e o levantou numa altura suficiente para sussurrar em seu ouvido.
— Você as quer? Venha pegar! — John riu e afirmou lentamente. — Seu perdedor!
O garoto sentira seus olhos umedecerem contra sua vontade, e lágrimas começaram a escorrer, pois algo em John o fazia sentir medo. Resmungou tentando livrar seu cabelo da mão de John.
— Seu... Seu monstro!
John farejava o cheiro de medo transbordando do garoto, que fazia o máximo para se libertar, mas sem nenhum sucesso. Sentiu pena, mesmo depois de tudo que ele havia feito durante todos esses anos. Era apenas mais uma presa indefesa igual aos pássaros que apanhara mais cedo. Este pensamento o fez focar nos batimentos cardíacos do garoto. O lobo dentro dele começou a lutar para sair contra sua vontade, pois aquela sensação sobre uma presa indefesa o contagiava. Seu lado animal ficara louco ao ouvir os batimentos de desespero e brotara uma vontade enorme de dilacerar carne e devorar vísceras, sendo invadido pela sensação de poder seus olhos começaram a mudar juntamente com suas presas. Por sorte foi surpreendido por um grito inesperado do garoto e este pensamento cessou-se, enquanto Allec permanecia aturdido.
— Paiiiiiiiii... — gritou choramingando.  — OW PAI!
O homem enorme que conversara com Allec surgiu novamente e olhou na direção de seu filho, que encontrava-se caído no chão e com John sobre ele. — O que diabos está acontecendo Jack? — gritou de volta e foi se aproximando dos garotos para apartar a briga, notou a presença de Allec e disse surpreso. — Você de novo? — começou a correr com dificuldade. — Vou dar uma surra em vocês dois!
Os dois olharam surpresos para o homem que corria de maneira desengonçada. John largou com tudo o cabelo de Jack, que o fez bater a cara no chão e os irmãos bateram em retirada.
 
Após Allec se despedir de seus amigos de escola, os dois andaram mais uns 20min até chegarem ao porto de barcos. Aguardaram até que alguns passageiros embarcassem em um navio de cruzeiro, com dois andares e piso revestido em marfim. Aproveitaram que os responsáveis pelo embarque voltavam a atenção aos novos passageiros, e se infiltraram como clandestinos, dando a volta no navio pela água. John escalou o navio com suas garras e Allec em suas costas. O objetivo era ficar fora da visão de todos durante a viagem. Chegaram até a sala dos motores e se esconderam em um canto que não possuía passagem para os tripulantes.
Depois de um tempo no mar, ambos estavam famintos, pois já fazia 24 horas que não se alimentavam. 
— Maninho, estou com fome...
— Não dá pra aguentar? — John perguntou, mas seu estômago também doía.
Allec balançou a cabeça negativamente e encostou-se à parede.
— Vou tentar encontrar algo, ok?
— Obrigado maninho.
— Não precisa agradecer, precisaremos nos alimentar, sabe-se lá quanto tempo de viagem ainda temos pela frente... — John disse observando o ambiente e encontrou uma grade da ventilação a dois metros do chão e completou. — Não saía daqui está bem?
— Ok.
Depois que engatinhou alguns minutos na ventilação, John passara por um salão de jogos que cheirava a álcool e tabaco, o deixando enojado. Em seguida passou por cinco quartos vazios, até que no próximo encontrou duas jovens conversando. A que estava sentada na cama possuía cabelo negro que contrastava com sua pele cor de neve. A outra moça com apenas a roupa de baixo fitava o espelho segurando dois vestidos, dona de um cabelo cor de fogo e pele levemente morena, chamara a atenção de John que ficou hipnotizado e corou ao vê-la. Logo voltou a realidade quando um chihuahua começou a latir em sua direção e se afastou da grade.
“Não perca o foco John!” — pensou.
As moças brigaram com o cão devido ao barulho e alguns minutos depois saíram do quarto. John observou o cachorro que o encarava rosnando. Desparafusou a grade, retirando-a com cuidado e saltou a mais de 5 metros de altura. Encurralara o chihuahua que choramingava, o pegou no colo e começou a acariciá-lo, demonstrando que não era inimigo. Quando a cadela parara de tremer John quebrara o pescoço, matando-a de forma indolor. 
Quando foi pegar impulso para saltar em direção à ventilação, as vozes das moças se aproximavam do quarto. Seu coração disparou e arrumou o cão na almofada no chão, como se estivesse dormindo e se escondeu embaixo da cama bem no momento em que abriram a porta.
A moça de cabelo cor de fogo foi até a mesa próxima ao espelho e pegou algo. — Sabia que tinha esquecido aqui... — ela olhou ao redor e notou que o cão dormia e sussurrou. — Fifi até dormiu.
— Sim, vamos, estão nos esperando. — disse a outra moça já saindo do quarto.
— Estou indo! — retrucou e trancou a porta em seguida.
John soltara um suspiro de alívio, pegara o cão e viu em um panfleto que o navio destinava-se a cidade de Merrowmash.
Depois de se alimentarem os dois adormeceram até o resto da viagem, e só foram despertar com o tranco da parada do navio.
Esperaram até que todos saíssem e ao longe escutavam alguns dos tripulantes chamando pelo cão desaparecido. Sentiram um puxão nas golas das camisas e notaram que um homem enorme os havia descoberto.
— O que fazem aqui? — disse o homem erguendo a gola dos dois. — Quero ver a passagem dos dois!
— Não estamos com elas senhor. — respondeu John.
— Não? Então terão que pagar pela viagem viu, que não é nada barato!
— Mas nós nã... 
— Hey garotos, vamos! — afirmou uma senhora junto de seu marido acenando para os dois interrompendo a fala de Allec.
Os dois irmãos se entreolharam se perguntando se realmente aquela mulher falava com eles.  
— A senhora conhece esses dois? — perguntou o tripulante.
— Sim! Eles estão conosco... — respondeu calmamente e continuou. — Vamos meninos não podemos nos atrasar!
Allec e John se entreolharam novamente desconfiados e foram em direção ao casal.
— Me desculpem pelo engano.
— Tudo bem, tenha uma ótima tarde. — disse a mulher se retirando quando os dois se aproximaram. — Não olhem para trás... — sugeriu baixinho, colocando as mãos sobre os ombros dos dois que obedeceram.
Já bem distante do navio, John parou e disse. — Muito obrigado por nos ajudar lá trás!
— Não foi nada, Freddy e eu percebemos que estavam em apuros e decidimos ajudar. Aliás, quais seus nomes?
— Sou Pedro e este é meu irmão Lucas. — respondeu John.
— Olá. — disse Allec timidamente.
— Que gracinha... Como eu já disse meu marido se chama Freddy e meu nome é Esmeralda. — disse sorrindo.
— Prazer em conhecê-los! — responderam os irmãos.
— Agradeço novamente pelo o que fizeram por nós, mas precisamos ir... — continuou John.
— Onde estão seus pais? — perguntou Freddy.
 John disse a primeira coisa que veio em sua mente.
— Nossos pais estão na Europa, nós viemos visitar um tio...
— Oh meu Deus! Vocês estão sozinhos então? — Esmeralda pegou nas mãos dos dois. — Vocês estão bem?
— Estamos não se preocupem. — respondeu Allec perdendo a timidez.
— Desculpem perguntar, mas onde mora o tio de vocês? — perguntou Freddy.
— É umas duas horas de caminhada ao sair da cidade.
— Hum, entendo... — respondeu Freddy.
— Mas já está escurecendo, vocês tem algum lugar pra ficar esta noite? — perguntou Esmeralda. — Vocês podem encontrá-lo amanhã durante o dia.
— Não. — respondeu Allec.
— Mas não se preocupem a gente dá um jeito. — completou John não querendo tomar mais tempo deles.
O casal se entreolhou e ela acenou com a cabeça.
— Por que vocês não vêm conosco esta noite? Moramos há algumas horas daqui, e não me levem a mal, mas é que vocês aparentam estar exaustos.
— Agradecemos pela generosa oferta, mas não queremos incomodá-los. — respondeu John. — Precisamos ir me desculpe e muito obrigado novamente! — afirmou John e se retirara em seguida puxando Allec pela mão, que não teve reação e olhava para o casal que os observava indo embora em silêncio.
Allec acenou para o casal que retribuiu o aceno e em seguida encarou John, como se quisesse dizer alguma coisa.
— Não Allec... Não são dignos de nossa confiança, mesmo eles tendo nos ajudado... 
— Mas... Mas nós nem demos uma oportunidade para isso... — resmungou baixinho sendo puxado pelo irmão.
— Não importa. — e seguiram rumo à floresta.
Após sumirem de vista o casal se entreolharam e Freddy pegou o celular.
— Acho que encontramos... — disse sorrindo para a pessoa na linha. — São dois jovens, certo?... Não sei, mas eles batem com a descrição... Tá bem, eu e os outros iremos averiguar. Eu ligo de volta... — Freddy encarara sua esposa e apenas acenou positivamente.
O vento dançava com as folhas das árvores e a sensação térmica cairia em breve. John e Allec se infiltraram alguns quilômetros na floresta antes de pararem para descansar.
— John está frio aqui... — Allec disse enquanto sentava em uma raiz e apertava seus braços.
— Pelo menos é mais seguro do que a selva urbana. — respondeu ajeitando-se em um canto próximo da árvore e gesticulou com as mãos para que o seu irmão se aproximasse.
— A gente podia estar numa cama bem quentinha agora… — retrucou descontente se aproximando do irmão.
— Eu sei Allec, mas nós não podemos simplesmente confiar em qualquer um, pois eles podiam muito bem ser Evis.
— Eles pareciam ser legais, mas pra você qualquer um deles é perigoso. — resmungou deitando-se ao lado do irmão.
— Não confio neles e ponto! — disse virando-se e ficara de costas para Allec, preparando-se pra dormir. — Além do mais, quando for mais velho irá entender, pois ninguém oferece a própria casa como abrigo para dois estranhos. Agora durma, porque levantaremos cedo amanhã!
01h da madrugada…
John despertou assustado, mas não se moveu. Olhou ao redor e notou a floresta silenciosa. Começou a farejar e se levantou devagar, para que Allec não acordasse. Um cheiro familiar chamou sua atenção. Deu alguns passos em direção do fedor e avistou luzes de lanternas. Abaixou-se imediatamente e se escondeu atrás de uma raiz. Observou por alguns segundos e foi ao encontro de seu irmão.
— Allec, acorda, agora! — sussurrou e o chacoalhou levemente.
— O q...
— Sssshhhhh! — John o interrompeu e gesticulou em sinal de silêncio. — Venha, mas ande abaixado... — sussurrou.
Andaram abaixados até descerem uma ribanceira e após disso correram algumas centenas de metros até encontrarem uma toca de algum animal, cercada de arbustos. Os dois se espremeram entre as raízes da toca e ficaram em silêncio. 
Alguns minutos depois, as árvores próximas foram surpreendidas por luzes intensas e escutaram conversas aleatórias. John farejou duas fêmeas, quatro machos e também muita prata junto deles.
Eram Evis, agora John tinha certeza. Começou a rosnar baixinho quando avistou um pé próximo dos arbustos que cercavam a toca. Ambos os irmãos tremiam, mas respiraram aliviados quando um dos homens chamou o ser próximo à toca e as luzes foram para outra direção.
Esperaram até que o fedor deles se distanciasse. John saíra primeiro e observou o ambiente. Em seguida fez sinal para que seu irmão se juntasse a ele.
John suspirou e começou a se despir.
— O que está fazendo? — perguntou Allec.
— Segure-as pra mim. — disse e entregara suas roupas, não prestando atenção na pergunta de seu irmão e se afastou um pouco.
John esticou seu braço direito observando seus músculos se modificarem, transformou-se mais rapidamente e se agachou por alguns segundos soltando alguns rosnados. Voltou a se levantar quase terminando sua transformação. Encarou Allec e disse.
— Preciso que as leve pra mim, vou precisar delas mais tarde.
— Tá... — Allec respondeu e observou seu irmão se posicionar em sua forma quadrúpede. 
— Suba, precisamos sair do território deles e rápido, porque aqueles humanos eram caçadores! Há muito chão para andarmos, mas nada melhor do que ir correndo! — afirmou se agachando.
— Verdade... Obrigado John.
— Não acostuma não... — John disse após Allec subir em suas costas e começou a andar depois de rir. — Tá ficando difícil de ti carregar.
— Eu vou emagrecer, prometo! Melhor ainda, vou me transformar em breve você verá! — respondeu com um breve sorriso e esfregou os pelos do pescoço de John como se revidasse todos os cafunés que seu irmão lhe dera.
— Pare com isso! Me dá cócegas e não consigo correr assim... — John rosnou e se contorceu ao receber os cafunés. — Vê se segura bem aí! — após o alerta, John respirou fundo e sentiu sua pelagem acima das orelhas serem agarradas de leve. Deu alguns passos e correu para o norte. 
Eles percorreram um longo trajeto em algumas horas com a velocidade sobre-humana, uma das habilidades dos lycans. Já amanhecia quando John sentira outro cheiro familiar, que os levou até uma estrada pavimentada. De onde estavam enxergavam ao longe pequenas luzes após algumas montanhas. 
— Allec olhe!
— Que cidade é essa John?
— Vamos descobrir... — disse caminhando para o meio da estrada e se agachou para que Allec descesse. 
— Vamos correndo?
— Não me desculpe, estou faminto e cansado, se continuar nesta forma atacarei o primeiro animal que vier pela frente, também não posso garantir que me controlaria perto de um humano. — respondeu e voltou para sua forma humana.
— OK maninho... Toma. — disse lhe entregando as roupas.
— Obrigado. — John se vestiu rapidamente e começou a andar rumo à cidade ainda se vestindo.
Allec o seguiu e comentou olhando para trás por um momento. 
— Tomara que passe algum carro logo pra gente pegar carona.
— Eu acho pouco provável, tá na cara que passa um carro aqui a cada um ano. — disse olhando brevemente para trás.
— Aff John, deixa de ser pessimista, a mamãe brigaria com tu se visse essa sua negatividade. 
— Não sou negativo, é a realidade! Apresse o passo que quando menos perceber nós estaremos lá.
 


Notas Finais


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