História Blue - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Kim Seokjin (Jin)
Tags Assasinato, Drama, Jin, Morte, Violencia
Visualizações 7
Palavras 1.370
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Adolescente, Fluffy, Policial, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


E mais outra! "Matei" a saudade de escrever, finalmente :3 Feliz estou!

Capítulo 1 - Oneshot: Azul


Não sabíamos como ele agia, não sabíamos com ele pensava, só sabíamos que ele era talvez, o pior assassino que já tivemos em nossa cidade. Eu sou o Oficial Kim Seokjin e trabalho na corregedoria da delegacia de polícia, sendo que fui transferido há apenas alguns meses.

A cidade estava um completo caos. Com um assassino à solta e a falta de competência da polícia, é claro. Eu estava com minha parceira neste caso. Ela era minha mais fiel amiga e até pouco tempo nos envolvemos, no sentido romântico da palavra. Ela é sem igual. Destemida. Confiante. Bonita e muito mandona – mas gosto disso nela  :v

Eu a adorava, desde que começamos a trabalhar juntos nas patrulhas.

Os homens da corregedoria, incluindo o chefe deles – que era meu pai – sempre diziam que tínhamos tudo para dar certo. E eu, bem, acreditei neles. Eu era louco por ela e não pensei duas vezes na noite em que finalmente a pedi em noivado.

Parceiros de polícia por longos dois anos e agora, recentemente noivos.

--

- Jinie, acho que vou revisar os papéis do caso 37. 
Ela me disse no fim de nosso expediente. Era o caso do Serial Killer que estávamos à caça.

- Amor, não precisa fazer isso. Deixe para amanhã, temos coisas para fazer hoje. – sorrio, sugestivo pra ela.
Ah, eu realmente queria tê-la apenas para mim aquela noite. Faz tempo ~

- Por favor Jin... seu pai pediu pra que entregássemos isso antes do almoço. – ela respondeu, dando-me um sorriso ladino. – Prometo que vamos aproveitar melhor amanhã.
Ela me deu uma piscadela e colocou o dedo sobre os lábios avermelhados com aquele batom mate com cheirinho de cereja. Sei que não deveria, mas pensamentos sujos fritaram meu cérebro.

- Vou ficar, então. – digo.

- Não, vá pra casa. Está tudo bem, vou terminar no máximo em duas horas.

Assenti, reprimindo os lábios.

- Tá... mas tente não desmaiar na mesa, de novo.

Ela riu e beijei seus lábios, antes de me despedir e voltar para casa.

Assim que cheguei, tirei meu uniforme e resolvi tomar um banho morno. Eu estava cansado e faminto – tanto da minha noiva, quanto de comida mesmo – resolvi cozinhar algo para mim e guardar para quando ela chegasse.

Onze e meia. Liguei para ela.

Sem resposta.

Ainda estava no prazo, então imaginei que estivesse fazendo o relatório.

Meia-noite. Liguei novamente.

Continuou sem resposta. Suspirei.

Ela talvez tenha desligado o celular.

Fiquei deitado no sofá com o celular ao meu lado e no volume máximo, caso eu pegasse no sono e ela me ligasse.

---

6h48 da manhã.

Sou acordado pelo barulho da campainha a tocar. Levanto cansado e com as costas levemente doloridas e ao atender, percebo que era apenas o meu pai.

- Olá, garoto. Você viu sua noiva?

Ele perguntou, entrando em casa. Ela ainda não tinha chegado (?) Se tivesse, com certeza, teria me ligado ou me acordado. Meus olhos se agitaram, eu não sabia se...

- Jin, está me ouvindo?

- Desculpe, pai. É que... espere um pouco- corro para pegar meu telefone.

Não haviam chamadas perdidas, apenas duas mensagens de texto dela. Arrastei os dedos sobre a tela e as mensagens eram:

Uma às 00:45 – “Querido, terminei o relatório. Já estou voltando para casa, vou de táxi, chego em 20 minutos.”
E outra à 2h24 – “5-7-9-6-4”

- Jin?

Meu pai se aproxima e o olho desesperado. Minha noiva estava desaparecida e uma combinação de números que eu não sabia o que era! Ele liga para o serviço de emergência, além de contatar todos os policiais de plantão da delegacia naquela manhã, declarando o desaparecimento dela. 
Eu estava louco, desesperado, surtando... o que aconteceu com minha garota??

- - -

Hoje faz três dias do sumiço de minha noiva. Meu pai estava fazendo das tripas coração para encontrá-la, mas me mandou ficar longe da delegacia por isso. Não sei como nem porque, mas os supervisores – ou as pessoas com mais autoridade que meu pai – diziam que eu era o principal suspeito. Obviamente, eu quase matei todos eles. Eu é que estava desesperado para encontrar minha namorada e sou o suspeito número 1?!

Meu pai e meus colegas pediram para que eu fosse para casa naquela noite, beber, comer, fazer o possível para tentar não me meter no caso. Além do fato de que eu não estava mais comendo nem dormindo direito. No fim, só estavam preocupados.

- - -

Quinto dia.

Eu estava em casa, com diversas garrafas de Heineken ao redor de minha mesa. Não bebi para esquecer, mas sim pra tentar dormir. Nem os remédios ajudavam na tarefa e eu estava à um tris de explodir. Até que ouço a porta da frente ser aberta.

Era uma das amigas de minha noiva. Ela veio tentar me confortar, disse que estava tudo bem, mas nem ela – o que parecia – estava confiante o suficiente para isso. Os detetives estavam investigando todos os parentes, amigos, conhecidos, qualquer um. Mas eu continuava sendo o suspeito número, já que fui o último com quem ela falou. Até tentaram confiscar meu celular, mas graças ao meu pai, não o fizeram.

Meus dedos batiam em minha caneca de café enquanto eu rolava a tela das mensagens para cima e para baixo, vendo suas últimas mensagens. E aquela maldita combinação de números. O que queria dizer, meu Deus?

---

Sexto dia. Eu ainda continuava suspenso. 
---

Sétimo dia.

Eu finalmente pude ir à delegacia, logo após dar minhas declarações aos detetives. Seguido de um “encontrem ela por favor...”

Um de meus amigos mais próximo, Kim Namjoon, era um de meus antigos parceiros e resolveu me ajudar a minha investigação por contra própria. Eu ia encontrar minha noiva por conta própria, ou nunca!

Nam investigou vários telefonemas do celular dela – ele era meio hacker, por isso, meio que fizemos amizade mais facilmente - mensagens, caixa postal, qualquer coisa que indicasse um caminho para o significado daquele enigma. Em menos de duas horas, recebo um telefonema anônimo.

- Alô?

- Olá, Oficial. – a voz parecia rouca. Como se estivesse gripado.

- Quem fala?

- Logo logo descobrirá, meu amigo. – ouvi sua risada ao fundo e algo batendo com força contra o chão.

- Quem está falando??! – gritei quase sem perceber.

Um dos oficiais responsáveis do caso me vê.

- Ei, garoto! Me dê este telefone! –

Antes que ele tirasse o objeto de minhas mãos, a voz disse:

- Rua West Village, nº 145. Azul.

E a ligação é desligada.

O oficial me olha torto.

- Com quem estava falando, garoto? –

Olhei para ele, sem responder. Ele olhou fixamente para mim e depois, com raiva, saiu da sala.

---

Naquela noite, fui para casa e contatei Namjoon e o parceiro dele Jooheon para me ajudar. Disse à eles tudo que sabia e Nam logo conseguiu o endereço. Saímos da casa e entramos em seu carro, indo para a tal West Village.

Surpreendentemente, vimos que era uma casa normal. Uma casa em que morava uma senhora de idade, que assim que nos viu, ficou nervosa.

- Senhora, você mora sozinha aqui?

- Sim, só eu e meu neto moramos aqui. Mas ele se mudou há uma semana. –

Ela parecia confusa e nervosa, muito, muito nervosa.

- Temos que fazer uma investiga... – Nam falava quando somos interrompidos pelo grito de Jooheon.

Nam, a senhora e eu corremos para ver e ele havia achado duas maletas grandes. Uma de cor metálica e outra, de cor azul.

... Azul.

- São maletas de senha?

Jooheon assentiu e eu me aproximei, logo da azul. Coloquei os números 5-7-9-6-4 e ouvi o ‘click’, e a maleta abriu.

Namjoon e Jooheon deram um salto leve para trás e Nam acabou vomitando poucos instantes depois. O corpo de minha noiva estava lá, no caso, apenas partes dele. Repleto de sangue e moscas por toda parte. Seu cabelo, as unhas que ela tinha pintado na semana passada, até o batom dela estava lá.

E nas costas da maleta, escrito com o sangue seco de minha namorada...

“Eu tive que matá-la. Você e ela estavam me perseguindo. Tenho que tirar todos aqueles que me perseguem do meu caminho. E você é um deles, sr. Seokjin. Até a próxima “


Notas Finais


Se tinha o corpo de minha namorada na mala azul, então... o que será que tinha na metálica?


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