História Blue eyes - Capítulo 6


Escrita por: ~ e ~fanbulous

Postado
Categorias Lendas Urbanas
Personagens Personagens Originais
Tags Ação, Bruxas, Lobisomens, Lobos, Romance, Tortura, Vampiros, Violencia
Visualizações 45
Palavras 1.704
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Ficção, Hentai, Luta, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Survival, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Canibalismo, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Notas do Autor


Capitulo finalmente

Capítulo 6 - Capitulo VI


Fanfic / Fanfiction Blue eyes - Capítulo 6 - Capitulo VI

Mal consegui pensar em outra coisa além do beijo que eu e Nicolas trocamos ontem. O pior é que eu tinha gostado, fico vermelha só de lembrar. Estava sentindo meus instintos a flor da pele por conta do stress, para não acabar perdendo o controle e causar muito estrago, decidi ir até a floresta.

Ao chegar lá notei uma atmosfera diferente, o ar estava mais pesado e os animais pareciam prontos para correrem. Segui devagar e alerta até o rio no centro da floresta. Ao chegar o ar parecia mais pesado ainda, estranhei e comecei a farejar o ar à procura de algo diferente. Mas não precisei do meu olfato para encontrar o motivo daquela atmosfera. Era enorme, possuía uma armadura enferrujada, uma espada que com certeza é muito maior que duas claymore, olhava-me parado no meio do lado, um demônio errante.

Meus pelos eriçaram, senti minha boca secar e as pernas estremecerem, estava preparada para fugir ou lutar. Então mais rápido do que uma criatura daquele tamanho deveria ser veio em minha direção, e tentou me acertar um golpe com a espada. Rapidamente pulei desviando do golpe, passando por cima do ombro da criatura, ao notar que eu iria cair no lago caso passasse direto, apoie-me no ombro do mesmo e saltei para o lado. Por conta de tudo ter sido muito rápido rolei um pouco no chão, mas levantei-me rapidamente, logo desviando de outro golpe de espada, desta vez saltando para traz.

Não poderia apenas desviar, caso contrario acabaria morrendo, preciso atacar também. Com isso em mente tomei impulso e pulei em seu braço no qual a espada estava empunhada, meus dentes atravessaram e travei a mandíbula com o máximo de força, o demônio soltou um urro e com o outro braço segurou-me e retirou-se de seu braço, me lançando para cima. Dei algo parecido com um mortal no ar caindo em pé no chão, dirigindo-lhe um rosnar e meus dentes dos quais escorriam o sangue negro.

Ele trocou a espada para a mão não danificada e a meneou em minha direção antes de vir para cima, rapidamente saltei para a esquerda, porem, diante de meu desvio ele meneou a espada novamente para a esquerda, a mesma passou cortando um pouco dos pelos do meu pescoço e arrancando meu colar que voou longe. Aproveitei a situação e ataquei-o pulando em costas, mordendo e com um puxão arrancando a armadura que lhe cobria as costas. Antes que eu pudesse morder suas costas o mesmo segurou-me e lançou-me no chão, demorei dois segundos para desviar de um chute que com certeza me quebraria as costelas.

Estava em total desvantagem, pois ao contrario dele eu não posso andar na água, oque torna meu espaço de luta limitado. Hora de uma retirada estratégica.

- “ pra onde ? “ – pensei, acabei me lembrando que naquela floresta havia alguns locais de mata aberta, uma campina bem grande é o ideal.

Ao lembrar da grande campina, pus-me a correr em direção à mesma, sendo acompanhada de perto ou melhor perseguida de perto. Por vezes quase fui acertada pela espada do demônio, e isto estava me deixando nervosa, preciso agradecer à minha estamina um dia desses. Ao chegar corri mais alguns instantes antes de parar e virar-me em direção ao meu perseguidor, agora eu tenho bastante espaço e vou poder utilizar alguns poderes.

Meu símbolo de nascimento foi raio, então consigo utilizar alguns tipos de magia relacionado a raios e eletricidade. Sendo dois de ataque, um de defesa e três magias de suporte relacionadas à conseguir me curar bastante rápido oque é bastante útil. Mas só consigo utilizar uma por vez, por conta de não ser uma maga ou feiticeira. Decidi utilizar a de defesa, pois estou conseguindo atacar bem.

- “ ARMIS” – ao dizer tal palavra uma áurea elétrica rodeou-me e em menos de cinco segundos uma lustrosa e bela armadura azulada cobria meu corpo, da armadura brotavam pequenos raios que lhe davam um ar brilhante.

A criatura não pareceu recuar e veio em minha direção, levantou a espada e desferiu um golpe extremamente forte, quase acertando-me. Contra ataquei pulando em seu ombro, mordendo entre o pescoço e o ombro, afundando meu dentes ali. Ao tentar me golpear, soltei seu ombro caindo em pé na sua frente. Agora seu braço com espada estava ao meu alcançe. Aproveitei o momento, invocando uma das minhas magias de ataque.

- “ tempestas” – a armadura desapareceu dando lugar a vários raios ao meu redor.

Sem hesitar ataquei seu braço mordendo o mais profundo possível, libertando os raios. Como aprendemos na escola carga positiva chama carga negativa e visse versa, e logo vários raios foram atraídos e acertavam a demônio consecutivamente, agradeci mentalmente por ele utilizar uma armadura de ferro, pois, ajudava a atrair os raios. Eu não era afetada pois este é meu símbolo. Logo o cheiro de carne queimada estava no ar e o mesmo havia parado de se mover e começava a cair. Soltei seu braço pulando para traz e observando-o cair no chão. Mas um pouco e sua armadura derretia. Parei minha magia, sentando e colocando a língua para fora.

- “ Acho que exagerei um pouco “ – falei enquanto me deitava no chão, pois havia utilizado magia demais.

- Você luta bem – escutei uma voz vinda de cima de uma árvore, levantei rapidamente quase caindo e rosnando para o local, do qual logo saiu uma faceta calma e um pouco debochada.

- “ O vampiro do supermercado ? Lucan.“ – perguntei enquanto ainda lhe mostrava os dentes, não confio nele – “ desde quando ele esta me observando ? “

- Olha eu não entendo licandes.- disse enquanto me observava resmungar.

- Grrrrrrr – ele deu dois passos para trás diante de meu rosnado.

- Olha eu não sou seu inimigo, a era das trevas já acabou – disse enquanto levantava as mãos em rendição. – além do que você não conseguiria lutar comigo nessa situação mesmo se quisesse.

Pensei durante alguns segundos, ele tem razão. Parei de rosnar e mostrar os dentes, sentei no chão e fiquei fitando-o, calmamente ele veio até minha direção. Ao parar em minha frente retirou do bolso o colar de safira na forma de lobo, “é mesmo eu havia perdido ele durante o combate”. Rodeou os braços no meu pescoço, quase me abraçando. Se ele tentasse algo nessa posição eu poderia simplesmente arrancar sua cabeça com os dentes. Logo ele já havia prendido o colar novamente, utilizando magia de recuperação consertando-o.

- É um belo colar – disse enquanto segurava o lobo azul entre os dedos. – relíquia de família ?

Soltei um pequeno som em concordância, como ele sabe ? Ele soltou um sorriso enfiando a mão na jaqueta, retirando um pingente na forma de um morcego, os olhos do mesmo eram uma pedrinha vermelha.

- Entendo dessas coisas – disse enquanto mostrava o pingente, era bonito. Levantou a mão afagando minha cabeça, logo coçando minhas orelhas, oque ele esta querendo ? – à muito tempo atrás eu tive um amigo muito parecido com você. Ele também dominava raios.

- oof – bufei em seu rosto, pedindo para continuar. Um sorriso sereno tomou sua face, antes dele retirar sua mão de minha cabeça.

- Quer saber mais ?

- Ooof – chacoalhei as orelhas em concordância.

- Bom, para saber mais você terá que se tornar minha amiga – disse enquanto me olhava, no que eu iria pensar em ser amiga dele o mesmo completa – Ou melhor, ter uma amizade colorida.

Rosnei em sua direção fazendo o mesmo rir e se afastar, seguindo em direção a floresta.

- Não se preocupe, podemos começar sendo apenas amigos. – disse antes de sumir na escuridao.

Passei algum tempo deitada antes de me levantar e ir embora.

Ao chegar no meu apartamento tomei um banho demorado e relaxante deitando na cama macia, colocando meu celular para despertar, pois tenho que ir trabalhar amanha. Estava tão cansada que dormi feito uma pedra. Acordei destruída, arrumei-me roboticamente. Vesti uma blusa azul soltinha, uma calça jeans e uma sapatilha, amarrei meu cabelo em um coque, coloquei um lenço tapando meu pescoço – Caso eu entre no cio antes do meu tempo, os alfas ao redor podem querer me marcar, com o lenço eles não vão conseguir morder meu pescoço.

Tomei café em uma padaria no caminho. Ao chegar no trabalho Nicolas descer de um carro, ao notar meu cheiro veio sorridente até mim, me dando um abraço apertado. Acabei lembrando do beijo que trocamos e fiquei totalmente vermelha.

- Como foi seu final de semana ? – perguntou.

- Bom, foi agitado. – respondi enquanto caminhávamos para dentro.

- Agitado como ? – após tomar meu tempo e explicar oque aconteceu na floresta, ele quase teve um enfarto.

- Você esta bem ? Se machucou ? Doi algum lugar ? – ri diante sua preocupaçao.

- Eu estou bem, só com um pouco de dor na lateral do braço, pois, ele me arremessou no chão. – disse enquanto colocava a mão no meu braço.

- ..... – ele se levantou de sua cadeira e veio em minha direção.

- Nicolas ? – ele se ajoelhou segurando meu braço e dando um beijo no mesmo, encostou a testa ali e ficou parado.

- Me desculpe por não poder estar lá para te proteger – disse, e levantou os olhos para mim, possuía um olhar triste, diferente de sua face sempre sorridente.

- Esta tudo bem – respondi-lhe – você não tem culpa de nada.

- Eu prometi que nunca deixaria ninguém fazer mal a você- disse enquanto colocava sua testa na minha- Mesmo que não fossemos amigos sou um alfa e me sinto ainda mais na obrigação de protegê-la.

- Nicolas, é serio esta tudo bem. – o olhar âmbar no meu demonstrava sua tristeza por algo que não foi culpa dele. Ficamos alguns minutos naquela posição, apreciando o silencio.

- Posso beijar você? - perguntou fitando-me, pensei durante alguns segundos.

- Uhum- assenti vermelha como um tomate. Vendo-o sorrir e se aproximar. Segurou minha nuca e beijou-me calmamente, diferente do outro beijo que foi bastante afobado. Ao nos separarmos ele segurou-me pela cintura colando-me encima da mesa.

- Um não é suficiente – disse voltando a beijar-me, dessa vez um pouco mais ousado. Após nos separarmos ele abraçou e ficou assim uns minutos.


Notas Finais


Sobre o lance dos símbolos é o seguinte :

Cada criatura nasce com um simbolo ou força da natureza. Eles conseguem manipulá-la e sao invulneráveis a mesma. Muda de um para um e é totalmente aleatório os tipos de utilizaçao, podendo ser dois de ataque, um de defesa e um de suporte etc.


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