História Blue Jeans - 2Won - Capítulo 22


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Monsta X
Personagens Hyung Won, I'M, Joo Heon, Kim Namjoon (RM), Min Hyuk, Personagens Originais, Show Nu, Won Ho
Tags 2won, Drama, Hoseok, Hoseok X Hyungwon, Hyungwon, Hyungwonho, Jooheon, Lemon, Monsta X, Namjoon, Romance, Wonho, Wonho X Hyungwon, Yaoi
Visualizações 227
Palavras 2.297
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Slash, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


olá depois de muito tempo eu voltei!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! SOCORRO FAZEEM MESES QUE EU NAO ATT DESCULPA AMORECOS
eu não sei se eu já contei - não lembro na vdd - mas eu passei na faculdade AE PORRAAAAAAAAAA e isso me deixou muito sem tempo, sem contar q o meu pc tinha dado bug - o word - ai eu pedi um novo pro meu papi e ele so chegou ontem, eu ainda não sei qual vai ser a frequência de atts aaqui mas vai ter e eu to muito feliz em poder voltar para vcs, POR FAVOR NAO ME DIGAM QUE VCS ME ABANDONARAM EU NAO IA SUPORTAR

se tiver algum erro me perdoem é porque eu ainda não revisei.
boa leitura

Capítulo 22 - 22


Hyungwon havia acordado com aquela sensação boa no peito de novo, era como se ele estivesse se sentindo flutuando. Tinha tido sonhos bons com Hoseok e pela primeira vez sentia que nada ia poder estragar a sua relação com o mais velho.

Apesar de a vida amorosa começar a ter a sua partida, mesmo tendo sido um pouco conturbada por alguns segundos, a vida familiar havia voltado a mesmice. Hyungwon era um homem previsível e clichê, ele fingiu por todo o tempo que sua mãe estava ali, que ele não ligava para a presença da mais velha, mas agora, com a falta dela, voltou a ser aquele garotinho de sete anos de idade perguntando o porquê de não ter mãe igual a todos os seus colegas de sala.

Apesar de não gostar de mencionar muito sobre, a infância do garoto foi uma das mais solitárias e divertidas que pode existir no mundo – um pouco contraditório, isso que a tornava ainda mais única. O pai do garoto era um homem ocupado e não tinha tempo o suficiente para gastar com ele, por isso o menino passou bons anos de sua vida em seu quarto, esperando o pai voltar, com medo de mais para fazer qualquer barulho. Sempre foi um garotinho pequeno e fraco, como poderia se defender, sabia se esconder como ninguém, morria de medo de ser assaltado ou ter a casa invadida enquanto o pai estava fora.

Porém, quando ele chegava em casa era só festa, mesmo que cansado ele se esforçava o dobro para dar atenção ao filho. Ele também estava sofrendo com a falta de uma figura feminina em casa, tinha vontade sim de apresentar-lhe as namoradas, mas não se sentia seguro a apresentar seu bem maior a qualquer uma, conhecia bem a mente humana justamente por trabalhar com elas, além de que nenhuma delas ficavam tempo o suficiente para uma apresentação decente. 

O menino não poderia passar por perdas tão novo, era tão jovem e frágil que o pai tinha medo de que acabasse se quebrando, sem contar que ele se apegava tão fácil as pessoas. Temia que acontecesse a mesma coisa que havia acontecido quando conheceu Minhee, a figura mais materna que o mais novo teve quando pequeno.

Minhee era colega de trabalho do homem, eles eram bem próximos quando ela conheceu o pequeno Hyungwon, tão pequenininho e tímido escondido atrás das enormes pernas do pai, não pode evitar que o sentimento de proteção florescesse em seu interior. Queria proteger aqueles olhos enormes e pedindo, sutilmente, para que não fosse quebrado. Mas as pessoas nos quebram as vezes e dói pensar que elas não tinham essa intenção. Minhee era casada com o CEO da empresa, ou seja, mesmo que quisessem era impossível ter uma estabilidade ou morada fixa, ela teve que ir, estava fora do alcance dela e fora dos planos, também. Ninguém havia saído mais quebrado desse pequeno desencontro quanto o pequeno e frágil Hyungwon. Depois daquele dia havia acabado para o pai dele, não suportaria ver o filho tão desolado esperando a mulher entrar pela porta dizendo ser uma brincadeira de mau gosto. A dor do filho era a sua dor, mas multiplicada em cem vezes.

Apesar de anos terem se passado Hyungwon ainda tinha dificuldades em se apegar a alguém, sempre teria um porém ou algo para estragar, e esse medo todo o tornou nos motivos para o termino. Ele se sentia sufocado por pensar na pessoa a todo o momento, sentia-se debilitado por não conseguir fazer certas coisas – como ir ao cinema, por exemplo – sem ter vontade de ligar e chamar a pessoa. Era a pior sensação em sua opinião, a sensação de dependência, de precisar da pessoa para todas as coisas, para respirar e para ter uma noite de sono boa.

Com Hoseok ele sentia que havia conseguido superar essa fase, eles se viam e se falavam, mas não era em uma frequência viciante como em seus outros relacionamentos, também esperava que tudo dê certo, pois, diferente dos outros caras e relacionamentos, ele estava amadurecido e sabia que o mundo não girava em torno de seu umbigo.

– Bom dia, vó! – Falou sorrindo e com os cabelos molhados.

Deu um beijo estalado na mais velha, enquanto respondia Hoseok no celular. Não gostava muito de ser do tipo muito romântico ou grudento, mas o jeito de Hoseok o deixava com o ar mais leve, parecia que tinha fechado uma prova difícil ou finalmente se formado. Era descomunal e o assustava, mas estava tentando se acostumar com esse novo ritmo de vida que o novo relacionamento o proporcionava.

Enquanto isso Hoseok terminava de se arrumar e sorria com a mensagem cheia de emojis que Hyungwon havia mandado. Sorria largo e sentia novamente aquele friozinho na barriga e, ao contrário do mais novo, não ficava assustado com o sentimento que começava a surgir, o que de ruim poderia acontecer afinal? O sentimento era tão bom que o deixava feliz e disposto para mais um dia cheio.

Eles haviam passado o fim de semana todo sem se ver e começar uma segunda sem nem uma mensagem era como tortura ou assinar um tratado definitivo da falta de interesse de ambas as partes. Hyungwon havia até pedido desculpas pelo sumiço repentino, alegando estar estudando para as provas do fim de semestre, mas sabemos que, na verdade, o garoto estava um pouco inseguro em relação de como e quando mandar mensagens perguntando sobre coisas banais e sem sentido, essas coisas de casais melosos. Mas Hoseok era um ser tão puro que não se importaria nem se soubesse da verdade, porque, para ele, era impossível não olhar Hyungwon como um mero adolescente assustado quando dizia coisas relacionadas as suas inseguranças. E ele o entendia, talvez esse também fosse um diferencial para a sua relação com ele estar dando tão certo.

Hoseok chegou ao trabalho uma hora antes do tempo, queria tempo a mais de almoço para ver alguns carros junto de Jooheon que havia prometido que iria lhe ajudar a escolher. Realmente havia cansado de depender de ônibus e carona dos amigos, talvez ele seja o único médico do mundo que ainda vive como um estudante de quarto período de medicina. Vários trabalhos e zero dinheiro, apesar de ter.

– Finalmente, você não deveria estar comprando esse carro assim que tivesse se formado na faculdade, como uma pessoa normal? – O amigo disse assim que ele entrou no carro, às dez e vinte e cinco da noite.

– Haha, como se eu tivesse patrocínio para isso, sabe como é, filho de classe média baixa, não tem toda essa mordomia – falou apontando para o carrão do amigo. Era um modelo novo e cheirava a carro saído da concessionária.

Diferente de si, Jooheon gostava de ostentar a sua posição social, além de ser um médico muito bem-sucedido. Hoseok tinha outros planos que envolviam Minhyuk mesmo que não quisesse, por isso estava tentando reformula-los.

– Ainda não entendo porque você demorou tanto para ter um carro, não é nem questão de luxo e sim comodidade. – Jooheon se proferiu depois de um tempo de silêncio.

 Escutou por muito tempo de Minhyuk que ele não precisava de um carro, pois dirigia mal e sempre que precisasse o chamasse que ele o levaria a qualquer lugar com muito gosto. Acabou acreditando que dirigia mal e desistiu de ter um carro ou ao menos tentar uma outra opinião, afinal, se dirigia tão mal, por que diabos conseguiu uma carteira de motorista?

– Por conta de Minhyuk... – não conseguiu continuar. Até porque o Jooheon não iria querer escutar toda a história e nem o que ele havia dito para convence-lo de não comprar um carro. De duas uma, ou ele buscava trocar de assunto ou ameaçava e xingava Minhyuk de todos os nomes feios possíveis.

– Ele deve ter o pau muito pequeno. – Disse de repente, surpreendendo muito Hoseok. Isso não era esperado, esperava que Jooheon o xingasse de filho da puta para nomes mais horríveis, não isso.

– O que?! –  tentou dizer mais coisas, mas a risada disputava espaço com as palavras em sua garganta e só havia espaço para uma.

As ambas gargalhadas tomavam conta o carro e a barriga de Hoseok começava a doer e faltava o oxigênio. O silêncio foi tomando conta do carro e apenas as respirações ofegantes dominavam o espaço, Hoseok vez ou outra ria um pouquinho lembrando dos momentos passados, risada essa acompanhada do famoso “ai, ai” e um suspiro.

– Mas ele tinha? – Jooheon perguntou um pouco mais sério.

Hoseok não se sentia bem falando de Minhyuk a todo momento, era como se ele não houvesse superado todo o ocorrido e precisasse denegrir ele para se sentir bem, apenas negou com a cabeça e se limitou a: – Não era nada impressionante. – Apenas para que esse assunto se desse como encerrado, sem a intenção de picuinha ou outra coisa.

 

 

 

Hyungwon havia saído da sala um pouco mais avoado do que o normal. E é claro que isso não havia passado despercebido por Clarice, a garota não era conhecida como olhos de águia atoa, ela era capaz de farejar e encontrar algo errado a quilômetros de distância. E nem precisava ser algum tipo de perito para perceber que Hyungwon estava especialmente radiante aquela manhã e olha que o garoto não tinha as primeiras aulas como as favoritas.

– Está feliz... – comentou como quem não queria nada, Hyungwon a encarou sabendo muito bem onde a menina queria chegar.

– Ih, lá vem. Sim, eu estou particularmente muito feliz hoje.

Hyungwon nem estava mais se importando com o cansaço e o trabalho em algumas horas.

– Mas e você? – Perguntou de volta.

– Tô meio mal, meio que o Breno tá querendo namorar uma menina aí e tal, sei lá, ele fica me pedindo para ajudar ele com essa tal de Pamela, mas eu não suporto ela, eu não gosto nem de conversar com ela.

A história entre Pamela e Clarice não tem nenhuma relação com Breno, na verdade, ela era boa de mais para criar inimizade com uma garota por conta de sua paixão com Breno, na verdade, ela não suportava Pamela por ela ser insuportável e irritante, principalmente com ela. No último trabalho em grupo a garota fez questão de pegar todas as partes dela e falar em frente a sala de aula e a Clarice ficou igual um dois de paus parada sem saber o que fazer. Desde aquele dia havia sido inimizade declarada. E não era possível Breno ser tão sonso ao ponto de não perceber que as garotas não se batiam desde aquele dia.

– Você tem que parar de engolir sapos pelo Breno, ele não é tudo isso. E eu também acho que não vai fazer bem você ficar arranjando seu melhor amigo para sua pior inimiga.

– Ela não é minha inimiga, eu só não suporto a presença dela. – Disse cruzando os braços. – Ah, sei lá, eu acho que essa paixão já deu o que tinha que dar, eu nem sou tão amiga do Breno assim, sabe, no começo a gente era inseparável, mas ele começou a querer se afastar e quem insistiu foi eu. Não dá mais, eu vou parar de correr atrás, ele é do tipo livre e eu não, a gente é como água e óleo.

– Às vezes você é muito dramática, sabia? – Hyungwon fez a menina rir. – Eu sou o maior apoiador desse casal, mas apoio mais ainda a sua saúde mental e a sua felicidade, não faz bem para você ficar correndo atrás de alguém que não adiciona nada na sua vida.

– Ah! O que seria de mim sem você! – A menina disse abraçando-o de lado e seguindo para o portão.

 

 

O dia seguiu tranquilo para os dois pombinhos, Hoseok estava livre dos plantões por um tempo e isso era bom já que estava começando um novo relacionamento. Hoseok já estava a muito tempo sem namorar então não sabia o que fazer, queria sim dar o espaço pessoal do Hyungwon, mas também queria estar perto dele, estava com saudades de ter alguém e só a possibilidade de ser mal interpretado o assustava.

Resolveu fazer do modo mais sutil, mandou uma mensagem de boa noite e perguntou como havia sido o seu dia, a resposta veio como uma ligação. Hoseok estava na sacada, um copo de chá ao seu lado e um livro de romance no colo, sorriu largo ao ver o nome piscando em seu celular, não hesitou em atender, a voz do outro lado da linha parecia mais rouca que o normal.

– Alô... – Disse e Hoseok faltou se derreter.

Se sentia um idiota quando agia assim com ele.

– Oi... como foi seu dia? – Perguntou depois de um tempo de silencio, sorria largo ao ouvir a respiração do menino do outro lado, era mágico.

– Foi bom, digo, igual todos os outros. E o seu.

– Nada de tão interessante – Falou e bebericou o chá. – A coisa mais diferente foi que eu comprei um carro.

– Ah, então o carro novo na garagem é seu? – Falou saindo do meio das cobertas e indo fechar a janela, começava a ventar.

– Sim, por que a pergunta?

– Meu pai comentou sobre um carro nova lá e achou ser de um vizinho novo.

A conversa continuou sem rumo algum, as palavras apenas saiam sem muita pretensão de alongar a conversa, apenas dois caras cansados do dia, da rotina e da mesmice. Era como se um fosse a válvula de escape do outro, não tinha para outro lugar correr a não ser as palavras de conforto um do outro.

Era como se fossem um quebra-cabeças em busca de uma parte perfeita um para o outro. Hyungwon sentia como se tivesse passado a vida tentando se encaixar com peças erradas e agora essa era a sua peça perfeita a que havia sido feira para si. Finalmente havia encontrado a pessoa certa.


Notas Finais


o que vcs acharam da fic? e do novo estilo de narração? preferiam o estilo antigo? a opniao de vcs é muito importante para mim.
como eu disse eu vou tentar att sempre, tipo, toda sexta, porque eu não tenho aula as sextas. ou toda quarta a tarde. qundo eu tiver um opinião formada vcs serão os primeiros a ficar sabendo pode confiar,
espero que vcs tenham gostado, por favor, comentem o que acharam da att

ah e se vcs acharam algum tipo de erro me avisem também!!!!!!!!!!!! aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaeu to tão feliz sério vcs não tem nem ideia do quanto eu to feliz em voltar a att isso daqui, por favor, deem um sinal de vida, não me deixem falando sozinhaaaaaa


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