História Blue Love - Capítulo 1


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Categorias Gorillaz
Personagens 2-D, Murdoc Niccals, Noodle, Personagens Originais, Russel Hobbs
Tags 2dxoc, Lemon, Murdocxoc, Sadboy, Sexodrogas&rock'n'roll, Yaoi
Visualizações 8
Palavras 2.547
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção, Ficção Adolescente, Fluffy, Hentai, Lemon, LGBT, Literatura Feminina, Magia, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Pansexualidade, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hello, hello, hell...ow!!!!
Então, essa vai ser minha primeira fic depois de muuuuuito tempo sem postar nada e ter excluído minha antiga conta, mas isso não significa que eu não vou me esforçar e dar o meu melhor nessa daqui. Gorillaz é minha banda favorita da vida e eu me senti na obrigação de fazer esta pequena homenagenzinha aqui S2, mas parando de enrolação e partindo para coisas mais importantes...

A-V-I-S-O M-E-G-A I-M-P-O-R-T-A-N-T-E

Talvez meu método de escrita de fanfic seja um pouco diferente do que vocês estão acostumadas, então vou explicar rapidinho uma coisa, mesmo que eu tenho a ideia de um plot/enredo na cabeça, eu vou escrevendo de uma forma mais livre, logo minha fic não esta inteiramente escrita, eu vou postando capítulos conforme vou escrevendo, me sinto mais livre assim e penso que minha fanfic fica mais emocionante e condizente comigo. Por isso não tenho certeza da frequência com que eu vou estar postando aqui, mesmo que eu me limite e me cobre a no mínimo um capítulo por semana.

É isso, amo todas vocês e espero que gostem. Boa leitura...

[Press the buttom to begin]

Capítulo 1 - Bitter nightmares and sweet memories


As gotas d'água mornas corriam por seu corpo esguio, levando embora os resquícios do pesadelo junto ao sabonete com cheiro de morango, deixou que o jato quente molhasse seus cabelos em tom azul ciano, sem dúvida o traço que mais gostava em si mesmo, diferente do sorriso danificado e os olhos de buracos negros. Não sabia a quanto tempo estava embaixo do chuveiro, só sabia que tinha receio de sair dali e acabar encontrando fragmentos do pesadelo espreitando no véu de penumbra que cobria alguns cantos do quarto. Com toda certeza seria quase impossível voltar a dormir.                                      

Desligou o chuveiro hesitante, mas perdeu o rumo do medo ao notar que havia esquecido de pegar uma toalha e sequer havia se lembrado também das roupas, deu-se um tapa na testa e xingou a si mesmo mentalmente pelo deslize, entretanto ao sair do box viu uma muda de roupas dobrada perfeitamente sobre a pia, junto a uma toalha também. Sem dúvida nem uma aquilo era obra de Ivan “Pan” Hale. O que seria mesmo da sua vida sem ele?

Vestiu-se, após estar devidamente seco, penteou os cabelos com os próprios dedos mesmo, sabia que nada que fizesse para tentar arrumá-los iria adiantar. Porém, enquanto se dirigia a porta, o reflexo no espelho tomou sua atenção, ele constatou que havia melhorado muito com o passar dos último 4 anos, conseguiu encorpar até que bem, chegando a parecer um pouco mais saudável, mesmo que as bolsas escuras ainda rodeassem seus olhos, denunciando as muitas noites mal dormidas, como aquela estava sendo também. Forçou um sorriso para o espelho, vendo os buracos onde deveriam haver alguns dentes, respondendo com uma careta de desgosto.

Sacudiu a cabeça negativamente, voltando ao caminho anterior para fora do cômodo úmido depois de estender a toalha sobre o box de vidro. Desceu as escadas da casa, sentindo um aroma adocicado vindo da cozinha que tinha todas as luzes acesas, sabia exatamente o que, ou melhor, quem era. Apoiando-se no batente da porta teve ampla visão de um pequeno ser mexendo em algo no balcão, seus cabelos arco-íris batiam nos ombros e estavam metade presos por um pequeno adorno em forma de jóia púrpura que o azulado tinha dado-lhe de presente.

Seus olhos obsidianos fitaram o relógio, eram 3:37 a.m. Aproximou-se furtivamente, sorrindo ao ver que o menor estava totalmente alheio da sua aproximação, teve de conter um riso ao escutá-lo cantarolar uma música qualquer, gostava do tom de voz dele, não era grossa ou também extremamente fina, era rouca e melodiosa, gostava de ouvi-lo cantar. Chegou ainda mais perto, enlaçando a cintura do mesmo, enquanto aspirava o aroma de lírio silvestre, que parecia exalar naturalmente dele, e lhe envolvia num abraço em agradecimento.

(Stu) Obrigada… - Agradeceu, não especificando, havia muitas coisas a se agradecer, deu-lhe um selinho na cabeça, apertando um pouco mais o abraço enquanto olhava o que ele estava preparando para si. Duas xícaras soltavam um aroma delicioso de maça com canela e, empilhados com cuidado, alguns cookies caseiros com gotas de chocolate estavam dispostos num pequeno prato. 

(Pan) Não precisa agradecer, sabe disso Blueboy! - Exclamou, dando-lhe um peteleco na mão ao notar que ele tentava surrupiar um dos cookies do prato. - Vá sentar, eu já estou terminando… - Riu ao ver a careta de insatisfação do rapaz, as vezes nem parecia que Stuart já estava na casa dos 30 e alguma coisa.

(Stu) Chato… - Chiou como uma criança, sentando-se na mesa e inflando as bochechas com um biquinho infantil, Pan riu ao flagrar a cena e provavelmente ouvira a ofensa de brincadeira. Stuart tinha uma sorte tremenda de tê-lo consigo, disso o azulado não duvidaria nunca e apoiando o queixo em uma das mãos deixou-se vagar por lembranças de como se conheceram. 

 

Sentia a bebida descer queimando-lhe a garganta, mas não fazia ideia do que estava bebendo, apenas disse ao barman que lhe desse algo forte o suficiente para esquecer e, pelo andar da carruagem, estava realmente surtindo e não surtindo efeito. Era como se a bebida o induzisse a esquecer, mas sua mente teimosa e machucada percistia em tirar as velhas e dolorosas memórias do baú do esquecimento, onde as mesmas deveriam ser deixadas para as traças. Colocou as mãos sobre os olhos, enquanto tentava expulsar as horríveis lembranças do que viveu na maldita ilha de plástico, Plastic Beach, e nas mãos do demônio verde, Murdoc Niccals. 

Aquele ser asqueroso e com complexo megalomaníaco era o culpado por todos os traumas e problemas que enfrentava naquela fuga, fora ele que condenara sua amada irmãzinha Noodles e afastara o baterista, seu melhor e único amigo por sinal, Russel. Assim como também clonou a guitarrista, o sequestrou por anos, mantendo-o num quarto debaixo d'água onde era vigiado por uma baleia assassina. Ódio não era nem o começo do que nutria pelo satanista. 

Depois de se martirizar mais um pouco, jogou algumas notas sobre o balcão, sem se preocupar com o troco, e saiu cambaleando pub a fora. Era uma noite fria em Montreal, então com toda destreza nula que tinha no momento tentou abotoar o casaco, onde tateou em buscas dos botões por minutos a fio, até perceber que na verdade o mesmo casaco era de zíper, bateu a mão na própria testa e quis rir do estado em que estava, deixando-se apenas guiar onde as trêmulas pernas quisessem levá-lo, afinal, não lembrava exatamente onde ficava a pensão em que residia atualmente. Andou por um bom tempo, até encontrar-se num bairro estranho e feio, casas que pareciam abandonadas apinhavam-se lado a lado, metades delas destruídas pelo tempo de alguma forma. 

“Onde caralhos eu estou?” - pensou.

Ocupado demais em observar o ambiente em sua volta, Stuart não notou o pequeno desalinho na calçada, onde uma rachadura desnivelara o solo, formando um degrau que não deveria estar ali. O tombo fora feio, seu rosto ricocheteou contra o chão duro, não tardando a sentir uma dor lancinante e um gosto ferroso em seu paladar, algo quente escorreu por sua testa e após se apoiar nos braços e erguer o tronco notou que abaixo de si havia um poça de sangue que pingava do seu rosto. Ainda sentia dor quando se arrastou até encostar na velha cerca de madeira carcomida de uma casa qualquer daquele lugar, sentindo um certo alívio ao passar a língua nos dentes e não dar falta de mais nem um, entretanto não tardou à ali mesmo sentir a consciência se esvair do seu ser e uma escuridão tomar-lhe as vistas de maneira abrupta.

Não sabia muito bem quanto tempo ficou apagado, neste meio tempo havia tidos sonhos meio estranhos, mas ficara feliz com o simples fato de que nem um deles foi um pesadelo, pois havia semanas em que eles pintavam suas noites com o negror do medo e pânico, impedindo-o de dormir mais que 3 horas. No sonho mais nítido em sua mente, podia se lembrar de uma voz angelical tentar falar consigo e um toque suave em seu rosto, num ímpeto de forças abriu os olhos e deu-se conta de estar sonhando, afinal não havia como o ser que estava em sua frente ser real. Fios em tom dourado brilhavam sob a pálida luz lunar, orbes ametistas encaravam-no de forma curiosa e com uma pitada de preocupação, enquanto a voz continuava a falar consigo, não conseguia entender o que a mesma dizia, mas parecia perguntar algo. Entretanto, caiu na inconsciência novamente antes que pudesse de fato entender o que aquele ser sobrenaturalmente belo queria consigo.

Sentia-se quente, não um quente ruim ou insuportável, estava mais para confortavelmente morno, o fato de estar deitado sobre algo incrivelmente macio também ajudava na vontade de nunca mais sair dali, mas enquanto as memórias iam se organizando, Stuart forçou-se a abrir os olhos, se arrependendo em demasia no processo, pois os mesmos raios solares que minutos antes lhe esquentavam, agora eram os responsáveis por quase fritar seus olhos. Levou as mãos ao rosto, esfregando os olhos até se acostumarem com a luz, mas deteve-se um pouco depois ao sentir pontadas latejantes de dor em sua cabeça e até mesmo rosto. 

Apoiando-se na cama, tentou levantar o tronco, mas sentiu tudo rodar de maneira incessante, seu estômago embrulhou, suas vistas piscaram e ele se forçou a deitar novamente, sua cabeça martelava em uma dor excruciante que parecia sugar seu ar e piorar seu estômago sensível após uma noite inteira de bebedeira. Sabia que podia vomitar a qualquer momento e nem ao menos sabia onde era o banheiro, na verdade não sabia nem de quem ou onde era aquele quarto, então olhou em volta a procura de algum luz que ou lhe mostrasse magicamente o caminho para o banheiro ou fizesse com que aquela sensação passasse.

Todavia o ambiente lhe tomou a atenção, pois aquele quarto era, no mímino... Interessante. Tanto que mesmo quase morrendo ele não deixou de notar quanta personalidade aquele simples espaço transbordava. Quase todas as suas paredes eram brancas, entretanto a de cabeceira continha grafites de respingos de tintas em variados tons que compunham uma imagem legal de se observar, era como se as gotas de chuva tivessem cor e uma tempestade tivesse atingido a mesma. Todos os móveis eram de uma madeira mais acinzentada, haviam algumas estantes de variados tamanhos, a maioria abarrotada de livros e esculturas, pequenos adereços que o faziam sentir uma curiosidade exorbitante sobre o(a) dono(a) do quarto, infelizmente não parecia haver fotos ou retratos para que pudesse saciar esse sentimento que queimava em seu peito.

Observando um pouco mais, notou duas portas naquele local, provavelmente uma delas seria o banheiro e isso o aliviou. Forçou novamente o corpo para cima, jogando as pernas para fora da cama macia e quente da forma mais ágil que conseguiu, levando em conta a noite anterior, seu estado e todo o resto, mas então o desespero bateu, todas as sensações voltaram e ele sentiu o vômito na garganta, desembestou-se em direção a porta mais próxima, entretanto por brincadeira do destino aquela apenas dava para fora do quarto, com o dobro do desespero e sentindo a ânsia lhe atingir como um soco ele correu para outra, quase chorando no processo ao ver o vaso sanitário dentro dela. Se jogou de joelhos para perto do mesmo e botou para fora tudo o que tinha direito, sentia a garganta arder devido ao esforço e se sua cabeça já doía antes, agora ele só era impedido de gritar de dor por conta de que sua boca estava ocupada em rejeitar todo seu conteúdo estomacal. Não se preocupou muito em como estava fazendo aquilo, por isso acabou que seu vômito também escorreu por sua camiseta e algumas mechas do seu cabelo passavam perto de se sujar também, isto é, até o mesmo sentir um par de mão ajeitar seus fios cianos e prendê-los para evitar os dejetos.

Ao terminar de por tudo aquilo para fora e ficar sem forças o suficiente para ignorar a dor, limpou a boca na blusa de mangas compridas que usava, só então notando estar sem seu casaco. Virou-se para seu(a) salvador(a), arregalando os olhos obsidianos ao notar que era o mesmo ser, até então celestial só podia, que vira no pseudo sonho de mais cedo. Não conseguindo lhe dizer nada, Stuart simplesmente continuou o encarando de forma curiosa e surpresa, mas isto também era recíproco, a outra pessoa que o encarava parecia transbordar curiosidade, ao mesmo tempo que preocupação.

(...) Err…. - A pessoa parecia incerta do que dizer, como se estudasse as reações do azulado e discutisse internamente como prosseguir. - Agora que já colocou tudo para fora, por que não toma um banho? Eu trago algumas roupas pra você, pode ser? - Sua voz era calma e tinha notas de simpatia, um leve sorriso dançava em sua face e isso aqueceu Stuart de um jeito inexplicavelmente bom, pelo menos ainda haviam pessoas boas nesse mundo, entretanto antes que continuasse a se deixar encantar pela garota, sim o ser na sua frente era tão delicado que ele supôs ser uma garota, decidiu cair na real e ignorar a aura encantadora que a mesma exalava.

(Stuart) Ahn… Obrigado… - Soltou, levantou-se de maneira cambaleante, sendo amparado pela garota que o colocou sentado no vaso após fechar-lhe a tampa e dar descarga. Começou a ajudar o rapaz a se despir ao ver que o mesmo mal conseguia ficar em pé sozinho. Tirou lhe a camisa, observando seu tronco esguio, de um jeito quase doentio de magreza, e algumas cicatrizes que adornavam a tez pálida, fez menção de tirar a calça, entretanto foi parado pelo maior. - Eu acho… Eu acho que posso fazer isso sozinho… - Foi deixando a frase morrer, estava envergonhado demais para sequer olhar a moça, não poderia e não queria cogitar a hipótese dela tirar-lhe as roupas como se ele fosse um inválido.

(...) Bom, eu diria que não precisa ter vergonha, já que ambos temos as mesmas coisas, anatomicamente falando, mas tudo bem… - Levantou-se, dando alguns passos para trás e estendendo-lhe a mão. - Vou descer e preparar um café para você… - Avisou, indo até a pia e lavando as mãos, secando-as e se dirigindo para fora, porém voltou alguns segundos depois, com um sorriso ainda mais meigo no rosto. - Aliás, me chamo Pan Hale! - E assim saiu novamente, como se aquele fosse só mais um dia normal.

“P-Pan Hale?” - pensou - “Ambos?”  

Ele estava confuso, “ela” na verdade era “ele”? Bom, aquilo era surpreendente, de fato, mas a idéia de um banho pareceu bem mais tentadora do que ficar pensando no rapaz. Por isso, terminou de tirar as roupas de baixo de forma atrapalhada e foi se apoiando em direção ao chuveiro com a promessa de um café da manhã para si.

 

Aquela foi a primeira conversa de ambos, fazia mais ou menos 3 anos e uns meses, logo após ele ter escapado das garras de Murdoc e fugido de forma desesperada pelo mundo, com medo até da própria sombra. Fazia 3 anos e alguns meses que ele havia conhecido uma das pessoas que ele mais amava, uma das pessoas que o dava motivos para continuar, uma das pessoas que tornava seus sorrisos não-forçados, comuns e radiantes. Ivan “Pan” Hale, o responsável pelo seu concerto, aquele que não desistiu de si apesar dos seus rachados, apesar dos seus traumas e problemas. Pan era sua luz, sua cor, sua melodia e, sem dúvida nem uma, tinha seu coração, sua alma e seu ser, inteiramente, em suas mãos. 

(Pan) Blueboy…? - Indagou, sentando-se à sua frente. Stuart pareceu acordar do transe, encarando Pan de forma surpresa. 

“A quanto tempo fiquei fora dessa vez?” - Indagou-se.

(Pan) Um biscoito pelos seus pensamentos... - Ofereceu, enquanto pegava um cookie, piscando para o maior que não deixou de sorrir com a meiguice do ato. Aquele garoto era um anjo e ele não se surpreenderia se realmente o fosse, seu anjo da guarda. É, soava bem.

(Stuart) Eu amo você… - Soltou, estendendo o braço e segurando a mão do rapaz para perto de si, deu uma mordida no cookie que o mesmo segurava e sorriu diante da face pincelada de carmim do mesmo. É, o amava sim e muito, inclusive sabia que era recíproco. 

 

Notas Finais


Eu espero imensamente que vocês que vocês tenham gostado, comentem o que acharam por favor que isso ajuda e anima muitos escritores como eu. Perdoem qualquer erro, eu revisei e revisei várias vezes, mas mesmo assim as vezes passa rsrs
Vejo vocês o mais rápido que puder, até mais e não louvem o sol.


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