História Blue Side - Capítulo 15


Escrita por: e larrylovergirl

Postado
Categorias Histórias Originais
Tags Abo, Gay, Lgbt, Romance, Yaoi
Visualizações 109
Palavras 3.457
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Lemon, LGBT, Luta, Romance e Novela, Shonen-Ai, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Self Inserction, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Ooi gente. Eu preciso contar uma novidade pra vocês. ..BLUE SIDE BATEU MIL VIEWS AAAAAAA
Muito obrigada de coração a todo mundo que lê e comenta sempre, é sério, não tem nada melhor do que ver que vocês tão acompanhando e comentando junto com a gente. Muito obrigada por isso ❤❤. Visualização não é nosso foco principal aqui, eu e o Matheus escrevemos porque a gente ama fazer isso, mas não podemos negar que saber que tem alguém aí do outro lado lendo isso é muito gratificante.
Eu e o Matheus conversamos bastante e decidimos tentar dar uma inovada como comemoração a mil views e agora vocês vão poder desfrutar da nossa comemoração, espero que gostem. Obrigadaaaaa e boa leitura 💗🌸.

Capítulo 15 - Submissive


Blake ficou em silêncio pelo o que parecia ser uma eternidade e então ele falou.

- Você não vai conseguir.

- Veremos.

Desliguei o celular antes que ele começasse a desistir. Eu ri de mim mesmo enquanto pensava no que eu faria pra sair e voltar dali como se nada tivesse acontecido.

Eu nunca tinha pensado em fazer algo do tipo, mas depois que eu conheci Blake as coisas mudaram. Eu amava como ele me fodia com maestria e controle absoluto sobre meu corpo e eu queria poder sentir isso também e eu não tinha nenhum pau de alfa, então ele poderia ficar despreocupado.

Peguei uma mochila e coloquei algumas coisas como roupas, escova de dente, lubrificante… Com certeza ele ia precisar. Já estava quase anoitecendo e o lado sul não era tão perto, eu ia precisar me apressar se quisesse ganhar aquela aposta. Fui até a caozinha e vi Tina picando alguns legumes.

- Tina…

Disse me aproximando como quem não queria nada.

- Ah… Oi, Noah...

Ela disse sorrindo de um jeito estranho, provavelmente aquela ômega insolente já sabia do meu castigo.

- Eu preciso de um favor.

Ela largou a faca e me olhou pelo canto dos olhos. Eu sabia bem como aqueles empregados eram devotos à minha família, a Mason mais especificamente e não seria facil, mas eu tinha uma carta na manga como sempre.

- Desculpe, querido, eu não posso desobedecer ao seu pai.

Ela voltou a picar os lugemes e eu me aproximei dela.

- E o que você estava fazendo se agarrando com o motorista pelos cantos da casa? Que eu saiba meu pai tinha proibido qualquer tipo de relação amorosa entre funcionários, certo?

Peguei uma fina fatia de cenoura e mordisquei enquanto ela arregalava os olhos. Tina abaixou a cabeça e disse num tom quase inaudível.

- O que você quer?

Sorri e me impulsionei pra cima, sentando na bancada que ela utilizava.

- Eu preciso sair de casa essa noite e você vai dar um jeito de me colocar pra fora daqui.

Ela negou com a cabeça.

- Sabe que a segurança aqui é impenetrável, não tem como sair.

Eu estava farto das suas reclamações e observações. Mason precisava começar contratar gente mais inteligente.

- Simples, peça pro seu namoradinho motorista me levar escondido.

Ela mordeu os lábios, parecia ter medo, mas isso não era problema meu. Tina saiu e foi pros fundos da casa, demorou um tempo e depois voltou.

- O carro dele é revistado todas as noites antes dele ir embora, então você vai ter que ir no porta malas.

Revirei os olhos e bufei. Era melhor aquele alfa estar bem preparado pra mim hoje depois daquilo.

- Tá bom. Depois do jantar eu vou encontrar com ele.

Tina assentiu, mas parecia triste. Eu sabia como esses ômegas poderiam ser possessivos com seus alfas e mesmo que ela não tivesse uma mordida eu sabia bem o que estava a incomodando.

- Pode relaxar, eu respeito ele ser seu alfa, apesar de achar que você merece coisa melhor...

Desci ea bancada e voltei pro meu quarto. Todo o planos foi executado com maestria, jantei com a minha família, dei a desculpa de que estava indo dormir, esperei que todos fossem para os seus quartos e então saí em busca da minha carona. Como tínhamos combinado, Tina deixou a porta da cozinha aberta e eu saí facilmente.

- Você pelo menos passou um paninho nesse troço?

Perguntei ao motorista que me olhou torto.

- Argh! Esquece!

Entrei no porta malas e ele fechou. Aquilo era realmente escuto e desconfortável, eu não acreditava que estava mesmo fazendo isso. O carro andou por poucos metros e parou, provavelmente para a vistoria. Escutei as portas sendo abertas e então o segurança falou.

- Está com o cheiro do ômega filho…

Eu senti meu coração parar, mas por sorte aquele alfa não era idiota.

- O pai dele ta preocupado, não quer mais que ande no carro normal e pediu pra eu buscar ele na escola hoje.

Elea ficaram mais um tempo em silêncio e então o carro voltou a andar e eu pude respirar aliviado. Fizemos algumas curvas e ele parou novamente e depois de algum tempo abriu o porta malas.

- Ai, não aguentava mais…

Disse pulando pra fora e entrando no carro logo depois. Não demorou para que ele parasse exatamente em frente a casa dos Lancaster e eu sorri, orgulhoso por ter conseguido.

- Obrigado, querido, vocês foram ótimos.

Eu disse saindo do carro e batendo a porta. Andei até a casa de Blake e antes mesmo que eu pudesse bater na porta ela foi aberta.

- Oh! Alfa! Sentiu meu cheiro?

Eu disse surpreso.

- Não, eu fiquei esperando na janela pra ver se você ia mesmo fazer isso.

Eu cruzei os braços sorrindo.

- Quem mandou duvidar de mim?

Ele me puxou pela mão e fechou a porta atrás de nós.

- Seu pai tá aí?

Eu falei olhando pela casa e tentando sentir o cheiro de outro alfa.

- Não… Ele tá com os Lobos Azuis.

Eu sorri com aquela informação, teríamos a casa só pra gente, isso era muito bom.

- Então nós temos a casa só pra gente?

Eu disse me aproximando dele e tocando em seu peito. Blake apoiou suas mãos em meus quadris e sorriu nervoso.

- Acho melhor você se acalmar, Loirinho.

Eu revirei os olhos e me aproximei mais dele, sentindo seu cheiro de alfa entrando nas minhas narinas.

- Eu não estou nervoso…

Disse manhoso enquanto tocava seu pescoço com a ponta do seu nariz. Blake apertou minha cintura e eu sorri, beijei seu pescoço bem em cima da sua glândula odorizadora e senti seu cheiro ficar mais forte.

- Você tá tenso.

Eu falei subindo minhas mãos pelo seu braço rígido e parando em seus ombros.

- Bom, meu ômega quer me foder, literalmente.

Eu dei uma risada e disse.

- Você apostou, alfa. Agora tem que cumprir, a não ser que você queira colocar sua palavra de alfa em jogo.

Senti seus músculos ainda mais rígidos agora e eu o segurei pela mão.

- Vamos pro seu quarto, eu vou te fazer uma massagem...

Caminhamos até seu quarto e ele se sentou na cama. Eu coloquei minha mochila numa cadeira e a abri, tirando uma loção de morango logo em seguida. Parei em sua frente e tirei sua camisa, eu amava seu corpo, cada partezinha dele.

- Deita aí.

Falei enquanto o empurrava pra trás e Blake fez o que eu pedi, deitando de bruços. Me sentei em cima de suas pernas e tive uma visão privilegiada das suas costas musculosas e sua tatuagem de lobo. Era um lindo lobo azul com um efeito de aquarela, eu tinha a visto durante meu cio, mas muito brevemente já que estávamos focados em outra coisa, agora eu podia realmente apreciar. Passei minhas mãos sobre o desenho e disse.

- Você que desenhou?

- Sim, primeiro eu fiz um desenho pequeno no papel e pedi pra ele tatuar e depois eu fiz uma pintura.

Coloquei um pouco de loção em minha mão e espalhei por suas costas, sentindo os nós de tensão.

- Você tem mais nó nas costas do que no pau, Alfa.

- O que?

Ele disse rindo e se virando pra mim.

- Nada, só fica quieto e aproveita.

Eu massageei suas costas por um tempo, usando meu peso pra dar pressão e depois de algumas carícias e beijos ele acabou relaxando. Comecei a descer meus toques até sua cintura e me inclinei sobre meu corpo, me esticando pra chegar até sua orelha.

- Eu senti saudade de você, Alfa.

Disse frazendo uma pressão com minha virilha em sua bunda e ele riu.

- Eu também senti.

Desci minha mão devagar e apertei seu membro e pra minha surpresa estava mais rígido do que eu esperava.

- Eu percebi.

Falei movendo minha mão devagar pra cima e pra baixo, ficamos assim por algum tempo e cada vez mais seu pau cresci na minha mão. Blake começou a mover seu quadril com força, fazendo cada vez mais atrito contra minha mão e logo ele estava literalmente a fodendo. Eu tirei a mão e ele gemeu em reprovação.

- Já ta gemendo igual um gatinho?

Eu falei saindo de cima dele e Blake se virou pra mim na velocidade da luz.

- Eu vou te mostrar quem vai ficar igual uma gatinho aqui.

Ele falou tirando a camisa rápido e me puxando pra sentar em seu colo.

- Não esqueça da nossa aposta, alfa.

- Você não me deixa esquecer.

Ele falou entre os dentes e eu ri da sua chateação. Segurei seu rosto e senti suas mãos geladas tocando minha cintura, logo ele arrancou minha camisa e seus beijos desceram pelo meu pescoço, ele me lambia com desejo e eu sabia que se o deixasse tomar o controle a nossa aposta ia descer pelo ralo, então eu o segurei pelo maxilar e o fiz olhar pra mim. Sorri ao ver que não precisava falar nada, ele sabia o que aquilo significava. O joguei pra trás e beijei seu peitoral, desci até seus mamilos rígidos e o lambi em movimentos cirulares enquanto esfregava meu corpo no seu. Eu sentia meu pau pulsar dentro da minha calça, mas aquele momento era dele, eu queria fazer que ele me desejasse como eu o desejei.

Passei minha língua em volta dos seus mamilos mais algumas vezes e quando percebi que Blake se remexia demais em baixo de mim, duro e necessitado eu fiz um caminho molhado com a minha língua até a barra da sua calça. Beijei sua púbis por algum tempo, o deixando na vontade e então ele disse rouco, quase rosnando.

- Porra, Noah, vai logo.

- Não, não. Eu que dou as ordens por aqui hoje.

Eu segurei seu pau com força e ele se contorceu com o toque repentino e firme. Abri os botões de sua calça jeans e abaixei devagar, sua cueca já estava melada com seu pré gozo e eu o mastubei por mais algum momento, até que aquilo se tornou massante demais até pra mim. Eu queria sentir seu pau na minha boca.

Abaixei sua cueca branca e pude apreciar aquele pau realmente bonito, sua cabeça era avermelhada e bem definida, algumas veias desciam por sua extensão e suas bolas estavam bem avermelhadas também. Beijei sua glande e ele soltou um suspiro pesado que me fez rir, passei minha língua por seu comprimento como um picolé enquanto o olhava nos olhos. Blake me olhava encantado, seus olhos brilhavam de prazer e provavelmente de raiva também por eu estar demorando tanto. Chupei a cabeça de seu pau e ele fechou os olhos e abriu a boca levemente. Eu comecei a afundar mais seu membro em minha boca e quando mais fundo mais algo eram seus suspiros, até que eu senti ele encostar o fundo da minha garganta, mas ainda faltava uma parte e eu me surpreendi como eu havia aguentado aquele pau no meu cu, era realmente enorme. Eu forcei mais e senti as lágrimas chegarem aos meus olhos, mas eu não ia parar, queria fazer meu alfa feliz, então continuei pressionando, até que meu nariz encostou em sua púbis e eu soube que iria morrer sem ar se não voltasse a respirar naquele momento. Tirei seu pau da minha boca com dificuldade e respirei fundo, recuperando meu fôlego.

Senti a mão de Blake se apertar em meus cabelos, me levando pra cima novamente, próximo ao seu rosto.

- Parabéns, loirinho, foi o primeiro ômega que conseguiu tudo.

Ele disse com os olhos ainda fechados e eu senti seu pau cutucando minha perna direita.

- Eu faço o que posso.

Falei sorrindo e o beijando logo depois, permitindo que ele sentisse seu próprio gosto. Suas mãos desceram rapidamente até minha cintura e ele abriu os botões da minha calça e logo depois enfiou sua mão dentro da minha cueca, apertando forte minha bunda, provavelmente a deixando vermelha. Eu me esfreguei contra seu corpo e seu pau pulsava em baixo de mim, sedento por atenção, mas não era isso que me chamava a atenção agora. Eu tirei minha calça e minha cueca de uma vez e isso deixou nossos membros em contato direto. Blake gemeu em meu ouvido ao sentir nossas glandes se tocando.

- Tão gostoso…

Ele disse abafado e eu sorri. Olhei pra ele e vi seus olhos fechados e sua boca entreaberta. Comecei a me movimentar pra frente e pra trás, tornando evidente o atritos de nossos membros. Blake me segurou pela cintura e começou a ditar minha velocidade, era impressionante como ele tentava a todo custo me dominar e eu queria mais do que nunca me entregar a ele, mas isso não era o que aconteceria agora. Levei meus dedos até seus lábios e ele abriu os olhos.

- Lambe pra eu poder te foder.

Eu disse baixinho e ele revirou os olhos, mas não contestou e apenas abriu a boca, deixando meu dedo entrar. Sua língua áspera roçou contra meu dedos diversas vezes até que eu estivesse certeza de que estava na hora. Levei meu dedo melado com sua saliva até sua entrada e massageei por um tempo, Blake estava tenso e isso tornava as coisas mais difíceis. Eu sabia que ia precisar falar algumas coisas pra ele se soltar.

- Caralho, você é tão gostoso…

Eu lambi seu pescoço e beijei sua glândula algumas vezes, sua pele se arrepiou logo em seguida.

- Ontem eu me masturbei pensando em você, em como seria bom foder você.

Eu pressionei mais meu dedo, mas ele ainda estava muigo rígido.

- Você está fazendo seu ômega tão feliz, alfa.

Mordi o seu lóbulo e finalmente meu dedo entrou, com dificuldade, mas entrou. Eu comecei a fazer movimentos leves dentro de si e pude perceber a sua face um pouco contraída.

- Alfa, olhe pra mim.

Eu disse sereno tentando chamar sua atenção e seus olhos grudaram no meu. Peguei sua mão com minha mão livre e levei até meu pau duro como pedra.

- É assim que você me deixa, Blake.

Fiz questão de falar seu nome para que ele tivesse plena certeza de que eu estava falando diretamente com ele. Ele apertou meu pau e soltou um gemido baixo, parecia satisfeito com a minha ereção.

Eu pressionei o dedo novamente e ele entrou por completo, senti a mão de Blake deslizando sobre meu pau e conforme eu ia mais fundo ele me pressionava mais. Comecei a fazer movimentos de vai e vem bem lentos, sendo sempre pressionado por suas paredes apertadas e então escutei um gemido tímido saindo de sua boca e logo tratei de pressionar outro dedo, Blake agarrou os lençol da sua cama e mordeu com força seu lábio.

- Tá doendo?

Eu falei tentando ao máximo possivel esconder a risada e Blake falou firme.

- Não!

Eu assenti e penetrei meus dedos fundo, tudo de uma vez, o que fez com que ele desse um tranco pra cima e revirasse os olhos.

- Ai caralho!

Ele disse se contorcendo e eu sabia bem qual era aquela sensação. Dor e prazer misturados, era uma coisa muito estranha, mas muito gostosa e eu não sabia que seria tão bom ve-lo sentir isso. Eu esfreguei meu pau no seu e pude sentir meu líquido escorrer e melar nossas pernas e sorri quando Blake segurou com força em meu braço, me forçando mais pra dentro, mas assim que ele me soltou eu fui gradativamente parando meus movimentos e mesmo sem perceber Blake começou a se mover pra cima e pra baixo, rebolando em meus dedos e isso foi o suficiente pra mim, ve-lo rebolando daquela forma era extremamente excitante e eu sabia que se ele continuasse fazendo assim eu não ia durar muito mais, então tirei meus dedos dele abruptamente, o fazendo abrir os olhos de supetão.

- O que foi?

Ele perguntou um pouco confuso, provavelmente o prazer que ele sentia o fez perder a noção.

- Está rebolando em mim a vinte minutos, eu acho que mereço um agradecimento.

Falei tirando minha calça e Blake me puxou pra cima de seu corpo, abaixando minha cueca rapidamente abocanhando meu pau com voracidade.

- Não era… isso…

Eu tenteo falar, mas sentir aquele toque inesperado tão melado e quente me fez perder um pouco as palavras. Blake me sugava até a base com facilidade, seus lábios já castigados por terem sido mordidos com tanta força agora envolviam meu membro de uma forma tão macia e erótica que eu pensava nunca ter sentido algo tão bom. Blake havia me chupado várias vezes durante o cio, mas isso ainda era algo novo demais pra mim.

Segurei seus cabelos negros e o empurrei pra baixo, sentindo minha glande bater em sua garganta, ele fazia sons obscenos que me enlouqueciam. Quando Blake finalmente resolveu parar, se distanciou de mim, ficando conectado ao meu pau por uma fina linha de saliva que logo se arrebentou. Meu pau estava arroxeado, assim como minhas bolas e eu sabia que estava na hora.

- Seja um cavalheiro e abra as pernas pra mim…

Eu disse sorrindo e tocando em suas coxas, fazendo com que Blake as distanciasse devagar. Eu passei lubrificante em meu membro e um pouco na sua entrada, me inclinei sobre ele e me estiquei pra alcançar seu pescoço, lambendo sua glândula e sentindo seu cheiro extremamente forte. Eu pressionei meu pau em sua entrada e depois de algum tempo ele finalmente entrou, Blake me abraçou pela cintura e eu entrei devagar. Aquela sensação era mágica, como se eu o completasse, como se nos enciaxassemos perfeitamente de todas as formas imagináveis, eu revirei os olhso ao sentir a pressão e quando os voltei para Blake novamente, ele me encarava com os olhos estatelados.

- O que.. foi?

Eu perguntei enquanto afastava meu corpo levemente.

- Eu estava errado quando pensei que você não podia ficar mais bonito.

Eu senti que minhas bochechas estavam prestes e ficarem vermelhas e isso não era hora pra isso, então estoquei forte e fundo.

- ARGH!

Blake disse fechando os olhos e dando um pulo com a surpresa e então ele começou a tremer todo o seu corpo e eu soube que havia atingido sua próstata. Eu o fodi rapidamente e com pressão, seu rosto não escondia seu prazer e as vezes ele tremilicava sob mim, arranhava minhas costas, me beijava e falava palavras desconexas.

Eu estava muito próximo de vir e saber que ele estava gostando tanto só me deixava ainda mais perto, sentir suas paredes se contraindo e apertando meu pau me fazia entrar em puro êxtase. Olhei para seu pau que batia contra sua barriga toda vez que eu estocava e vi como ele estava necessitado de atenção, a pele lisa e roxa deixava claro o quão duro ele estava e eu imaginei o quanto aquilo devia doer, mas infelizmente isso não era problema meu.

O fodi por mais alguns minutos e então senti uma fisgada forte do pé da barriga e logo minhas pernas perderam a força, mas eu me obriguei a me manter em pé, mesmo que tremendo dos pés à cabeça. Senti meu gozo saindo de dentro de mim e eu me encaixei mais no seu interior, falando coisas desconexas e tremendo até o último segundo. Blake me abraçou e quando eu finalmente acabei, caí sobre seu peito e ele passou suas mãos por minhas costas, me acariciando. Eu respirei por alguns segundos, mas seu pau ainda estava roxo e duro em baixo de mim e eu precisava fazê-lo gozar. Eu me levantei devagar e engatinhei na direção do seu membro, mas antes que eu pudesse o abocanhar Blake me segurou forte pelos cabelos, levantando meu rosto.

- Não vai querer que eu enfiei meu nó em você depois de inchado, certo?

Eu nem ao menos tive tempo pra responder, ele me jogou de quatro em sua cama e quando eu abri a boca pra prostestar senti sua língua molhada tocar minha entrada, fazendo meu pau endurecer novamente e eu quase não acreditei que aquilo estava mesmo acontecendo.

- Blake…

Eu tentei falar, mas diferente de mim ele não teve nenhuma paciência ao enfiar dois dedos em mim, me fazendo gritar.

- VAI SE FODER, BLAKE!

Eu rosnei enquanto rebolava em seus dedos e quando aquilo começou a ficar muito gostoso ele tirou e logo em seguida enfiou seu pau cheio de lubeificante dentro de mim. Ele nunca tinha feito com tamanha pressa, na verdade, ele costumava se importar mais se eu sentia dor, mas naquele momento ele parecia mergulhado em seu próprio prazer e eu não queria atrapalhar isso, pelo contrário.

Ele me fodeu rápido e o som da minha bunda batendo em sua virilha era a única coisa mais alta que meus gemidos, mas quando eu estava próximo de gozar novamente Blake deu sua última funda e longa estocada, gemendo arrastado e rouco segurando minha cintura com força. Alguns segundos depois eu já estava totalmente preenchido com seu nó e aquilo me deu vontade de chorar, eu queria tanto gozar, não era justo.

Blake viu minh chateação e segurou meu membro extremamente sensível, me fazendo tremer e então começamos com pequenos movimentos, o que fazia com que seu nó se movesse alguns centímetros dentro de mim, mas eu já estava tão necessitado que isso foi mais do que o suficiente para que eu gozasse novamente, mas dessa vez atado ao meu alfa.


Notas Finais


Pra quem não sabe, eu, Vitória, escrevo os capítulos narrados pelo Noah e se você curte meu jeito de escrever e gostaria de ler algo mais, eu acabei de postar uma fanfic nova, também sobre universo ABO, mas agora com Larry Stylinson. Dêem uma olhadinha, por favor, significa muito pra mim.

Deixem seus comentários e obrigada pela leitura 🌈


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