História Blue Velvet - Capítulo 10


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Categorias Cameron Dallas, Magcon, Nash Grier, Shawn Mendes, Taylor Caniff
Personagens Cameron Dallas, Jack and Jack, Matthew Espinosa, Nash Grier
Visualizações 35
Palavras 3.141
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


VOLTEIIIIIIII AMORESSSSS
BOA LEITURA ADORO VOCÊS

Capítulo 10 - Ten.


Point of view Piper Grier.

Passei a noite em claro, não consegui dormir de jeito nenhum. Só consegui fechar os olhos lá para as 5 da manhã, e às 6:30 minha mãe me acordou.

Depois que levantei e fiz minha higiene, saí do banheiro vestindo um casaco pois agora fazia um frio enorme, e nesse momento minha mãe apareceu na porta.

-Tente chamar seu irmão ou iremos sem ele. Esse garoto parece estar no trigésimo sono! - ela exclama e eu rio concordando.

Ajeitei meu cabelo e então fui até o quarto de Nash, me escorei na parede o olhando dormir e lembrando da noite passada, fiquei um pouco triste mas logo joguei isso para longe.

-Nash, acorda ou você vai ficar aqui e morrer de fome. - digo puxando o lençol de cima dele, o mesmo nem se mexeu. -ACORDA! - exclamei. -Meu Deus! - me joguei em sua cama e isso fez com que ele se mexesse, me aproximei de seu rosto e fiquei o observando atentamente. Ele era lindo até dormindo. -Levanta... - sussurrei em seu ouvido e sorri. Me ajeitei em seu lado e sussurrei novamente. -Nash... - nesse momento senti algo segurar minha coxa e a apertar, mordi meu lábio e pude vê-lo sorrir de canto, sem abrir os olhos.

-Não faz isso. - disse e eu engoli em seco. -É maldade. - acrescentou me encarando e então me soltou, sem graça me afastei rapidamente.

-Bom dia. Levanta ou vai ficar. - avisei e saí do cômodo, mas que ceninha besta eu quis fazer!

Vim no banco de trás do carro enquanto Nash foi na frente com minha mãe, saímos de casa 7:30 para que conseguíssemos chegar na casa da vovó por volta das 9:00.

Na rádio não tocava nenhuma música boa, então coloquei meus fones e fiquei ouvindo a playlist de meu celular. Estava ouvindo minha música favorita quando o mesmo descarregou, o que me deixou irritada.

-Ah merda! Não acredito que não coloquei para carregar! - reclamo sozinha e então Nash olha para trás.

-Que foi aí? - minha mãe olha pelo retrovisor e eu respiro fundo respondendo:

-Meu celular descarregou e essa rádio não coopera com nenhuma música boa. - falo e Nash ri, minha mãe segura o riso e antes que ela dissesse algo, vi um celular sendo estendido em minha direção.

-Vê se gosta de alguma. - Nash diz enquanto eu pegava seu celular.

-Sério? - não acreditei no que ele havia feito. Nunca na vida que eu colocaria meu celular nas mãos dele.

-O que acha? - pergunta e eu reviro os olhos. Logo conectando meu fone em seu aparelho e rezando para nenhum possível contatinho mandar mensagem.

O resto do caminho foi tranquilo, agradeço a meu querido irmão por ter músicas maravilhosas no celular. Digo isso pelo fato de ter Chris Brown e alguns R&B.

Acabou que chegamos um pouco antes do horário previsto e assim que avistei a praia e o sol, quis saltar daquele carro e ficar por ali mesmo. Não havia garagem, mas minha mãe estacionou o carro no quintal que era super enorme. Cumprimentei a vovó um pouco tímida e receosa, mas até que ela foi mais receptiva do que da última vez. Ela disse os quartos em que poderíamos ficar e eu escolhi o que ficava no final do corredor.

Coloquei minha mala em cima da cama e retirei meu biquíni, fui até o banheiro e me troquei, peguei meu celular o colocando para carregar e após pegar tudo que seria necessário, desci as escadas.

-Mãe! Eu já tô indo! - exclamei ao chegar no andar de baixo.

-Acho que ela não vai ouvir, está lá embaixo, mas eu aviso a ela! - vó June diz e eu sorrio. -O almoço deve ficar pronto perto das uma, venha almoçar.

-Tudo bem, obrigada. - falei e logo saí de casa. Atravessando a rua já era a praia, e enquanto andava, olhei para um quiosque que havia ali e encontrei Nash conversando com alguns garotos. Ele tinha amigos aqui? Não me lembro.

Segui meu caminho mas ainda olhava para eles, Nash estava de costas para mim e eu encarava um garoto que eu tenho certeza que já vi antes… Nathan, Nate! Ele me viu olhando para ele e sorriu, o que me deixou sem graça e virou a atenção de todos para mim. Nash me encarou e eu acenei, mas logo voltando a seguir meu caminho.

Coloquei minha cadeira no chão e após passar meu bronzeador, coloquei meus óculos de sol e me deitei eu adorava esse lugar. Melhor que isso só estando com meu celular, mas pelo menos tocava alguma música alta por aí. Após um tempo fui dar um mergulho e acabei encontrando Samuel.

-Sammy? - o chamo e o garoto ao meu lado vira sua atenção para mim.

-Pips! - exclamou e se aproximou.

-O que está fazendo aqui? - pergunto curiosa.

-Os garotos combinaram de se encontrar aqui hoje, seu irmão é um deles - responde. -Eu tinha te visto antes, mas seu irmão é um mané, falou pra deixar você na sua. - ele ri e eu reviro os olhos.

-Idiota, mas e aí? Como tá a vida? - perguntei.

-Fluindo. - sorriu. - E a senhorita?

-Bem agitada. - rio e então sinto alguém se aproximando e ao olhar para trás, dou de cara com Nash.

-Não perde tempo, hein Samuel. - Nash brinca e o garoto ri.

-Não amola, Grier. - ele responde. -Fica tranquilo, tô com a Mandy, esqueceu? - diz e eu olho para nash que dá um sorrisinho.

-Veio estragar minha graça? - me  viro para ele que nega.

-Vim ver como estava. - respondeu.

-Estou bem. - digo sincera e ele me encara por mais alguns minutos.

-Tá bom. E... Pips, não dá trela pro Nate, não. Pode ser? - pergunta e eu rio.

-Sério?Eu não fiz nada, Nash. - respondo achando graça.

-Sorrir para ele é como um convite.Sério, ele não faz o seu tipo. Digo isso porque o conheço. - sorriu e eu apenas concordei com a cabeça.

-Tá legal. - dou de ombros e ele me encara por mais alguns segundos.

-Tá legal. - repete o que eu digo, mas logo se afasta. Idiota.

Depois que saí da água, me sentei na cadeira e fiquei observando Sammy, Nash e mais alguns de seu grupinho jogando bola perto da água. Por incrível que pareça uma paz me atingiu naquele lugar, era uma sensação leve, estou num lugar em que pouquíssimas pessoas me conhecem, e ter esse pensamento enquanto olhava para Nash, me fez rir com tais coisas.

Meu dia se passou todo na praia, mesmo indo em casa para almoçar, eu voltei para onde estava e fiquei feliz ao conseguir pegar uma corzinha,antes eu estava pálida!

Conforme o tempo se passou, o sol foi se escondendo e a praia se esvaziando. Eu apreciava o som vindo do mar e observava o lugar. Agora os garotos estavam um pouco mais distantes, se encontravam perto de onde os vi quando cheguei. As pessoas iam embora e eu comecei a pensar se faria o mesmo.

-Lugar tranquilo, não? - ouço uma voz desconhecida e então vejo um homem em pé ao meu lado, já era adulto. Vestia uma bermuda e olhava o horizonte. Eu apenas assenti e ao notar estar numa parte vazia, resolvi ir embora. Sempre fui receosa com essas coisas.

-Sim, é bem legal. - respondi educadamente e então joguei tudo dentro da bolsa de qualquer jeito e fui pegar minha cadeira quando ele fez isso por mim, admito sentir um pouco com medo. Olhei para seu rosto e o mesmo sorriu enquanto a fechava e estendia para mim. -O-obrigada. - pego a cadeira e sem perder tempo, me viro rumo a minha casa.

-Está sozinha? - essa pergunta me arrepiou e eu olhei para o cara rapidamente, o mesmo andava atrás de mim e aquilo fez com que eu entrasse em pânico e começasse a correr. No meio do caminho larguei a cadeira que pesava e bati o olho em nash que conversava com alguma garota. No momento eu apenas ignorei o que ele fazia e corri até ele sem olhar para trás.

-Socorro! - exclamei entrando na frente da garota e olhando na direção em que vim. O homem não estava mais por lá.

-Piper? Tá maluca? - perguntou me encarando assustado.

-Tinha um cara, ele veio de conversinha, bem mais velho, andou atrás de mim, queria saber se eu estava sozinha. - falei tudo completamente fora de ordem e nervosa. Ele me encarou por alguns segundos enquanto eu recuperava minha respiração e então segurou em minha mão.

-Vamos para casa, tudo bem? - disse decidido e então olhou em minha volta. -Cadê suas coisas?

-Larguei pelo caminho. - respondi e ele sorriu, logo andando para onde eu estava e me levando junto, Nash apenas saiu sem se despedir de ninguém, nem da menina que conversava. Que peninha.

Após pegarmos as coisas, atravessamos a rua, passamos pelo portão e antes que abrissemos a porta para entrarmos em casa, nossa mãe fez isso por nós.

-Mas nem pensar! Podem dar a volta e jogar uma água nesses corpinhos cheios de areia lá atrás. - diz apontando para o lado e eu resmungo logo andando atrás de Nash. Demos a volta na casa, não sei se contei para vocês, mas a área externa é enorme demais, nos fundos tem uma piscina que como ninguém usava estava mal cuidada, além de um jardim lindo que rodeava todo canto, e um chuveirão próximo a piscina. Minha mãe apareceu ali fora deixando duas toalhas e entrou novamente. Nash entrou debaixo d’água e eu fui me aproximando de onde ele estava e o esperando sair.

Ao ele abrir seus olhos, me viu ali parada e disse.

-Você está bem? - perguntou enquanto molhava cada parte de seu corpo, que eu juro que agora tinha mais uma tatuagem na lateral de seu tronco, mas ignorei.

-Agora estou. - respondo sorrindo fraco. -Naquela hora que quase tive um troço. - rio descontraindo e ele me encarou por um momento. -Já pode sair, estou com frio aqui fora. - peço abraçando meu corpo e ele ri, logo se aproximando de mim.

-Como quiser. - aponta para a água que caia e ainda o encarando, caminho até lá. Fiquei de costas para ele, e eu podia sentir seus olhos sobre mim. O que me deixava um pouco sem graça. Me enxaguei rapidamente e fui fechar o registro, que a propósito ficava bem em cima. Pra que isso?

-Nash! - o chamei e então me virei, tendo a certeza do que pensei antes.

-Hm? - murmura encostado em uma pilastra que tinha ali.

-Fecha isso aqui. - aponto para o chuveiro e saio de lá caminhando rápido até minha toalha.

-Ah sim, esqueço que é anã. - zomba e assim faz.

Depois que entrei em casa, fui para meu quarto onde tomei um banho decente e na temperatura que gosto. As noites nesse lugar eram mais frias que o normal, então trouxe muitas roupas de frio, agora por exemplo já vesti um conjunto moletom preto. Vesti minhas meias brancas e ajeitei meu cabelo, o secando. Chequei as notificações de meu celular que deixara carregando pela tarde e então desci para comer algo.

Passei pela minha mãe e a vovó que assistiam algum programa na TV e ao chegar na cozinha vi Nash comendo um pedaço de bolo. Ele estava arrumado demais para ficar em casa.

-Que me internem se você for para alguma festa aqui. - falei a ele que me fitou por alguns instantes.

-Não é nenhuma festa. - diz. -Só vou ficar por aqui com os garotos. - responde e o encaro. Pode ser bizarro, mas agora eu queria o contrário de ontem. Eu queria que Nash ficasse em casa, comigo. Só queria sua companhia depois do que aconteceu comigo.

-Ok... - respondi num tom cabisbaixo e então caminhei até onde ele estava e peguei um pedaço do bolo.

-Pips. Quer me dizer algo? - perguntou e eu hesitei por algum momento, mas decidi ser sincera.

-Por que não fica em casa? Sei que não vem para cá sempre, mas só hoje. - falei o encarando. -Sei que pode não fazer sentido para você, mas eu não quero ficar trancada no quarto sozinha e nem me socializar com elas. - ri e ele deixou um sorriso escapar.

-É que... Pips. - Nash começou a falar e a partir dali eu já sabia que não ia rolar.

-Não, de boa. - respondo e me viro caminhando para fora do cômodo.

-Não sei se você vai querer assistir “Friends”. - Nash diz e eu me viro surpresa.

-Vai ficar? - pergunto me animando e ele dá de ombros e sorri. -Obrigada. - o abracei e ele retribuiu.

-Eu trouxe meu notebook, liga e conecta lá. Enquanto você faz isso eu vou só dar um pulinho ali, só pra dar um alô. - aponta lá para fora e eu reviro os olhos, mas concordo.

Nash saiu pela cozinha, já que ali tinha uma porta que levava aos fundos, e eu devorei o resto do bolo de chocolate que tinha ali, depois fui correndo pela sala e vi que a vovó já dormia e minha mãe ia quase no embalo, mas minha velocidade a acordou.

-Ei, ei, ei mocinha. - me chamou e eu parei no início das escadas. -O que inventa? - pergunta.

-Nada mãe, é que vou subir pra ajeitar o computador, vou ficar assistindo série com Nash. - expliquei e ela me olhou estranho, senti uma pontada no coração, ficando nervosa.

-Nash vai ficar por aqui? - perguntou e eu concordei. -Que notícia boa. - brincou e eu ri. -Tudo bem, amanhã prometo que terá uma comida boa, é que hoje eu estou muito cansada e sua avó, acho que não dormiu bem noite passada. - ela responde eu concordo.

-Tudo bem, vou assaltar a geladeira. - respondo e assim subi até o quarto onde Nash ficava.

Fechei a porta e abri a da varanda para que entrasse um ventinho gelado, junto ao cheiro de maresia que tinha por ali.

Liguei o notebook de Nash e me deitei na cama, como ele não voltava ainda, coloquei “Suits” e comecei a assistir um episódio.

Em 10 minutos a porta foi aberta e olhei rapidamente para ela e voltando minha atenção para a cena que passava. Ele havia chegado.

-Não acredito que começou sem mim. - diz e eu sorri. Pausei a série e o olhei, Nash retirou seu casaco que era aberto e seus sapatos, ficando com uma calça escura e uma blusa preta, virei o notebook para ele que percebeu não ser a sua série.

Eu não curtia Friends, o que me fez ficar com tédio rapidamente. Fiquei olhando minhas unhas, brincando com o lençol, tudo, menos assistir a bendita série,diferente de Nash que assistia e ria de cada cena. Eu me encontrava ao seu lado em uma distância considerável. O sono foi se aproximando e eu resolvi deixar isso pra lá e ir dormir em meu quarto, então fui chegando para o lado devagar, mas Nash percebeu e ao me encarar eu parei.

-Que foi? - perguntou.

-Estou cansada, vou dormir agora. - respondi e ele deu um sorriso.

-Dorme aqui. - pediu e eu pensei um pouco, já fiz isso antes, várias vezes, então acho que não teria problema.

-Não quero incomodar. - digo para não parecer tão mole.

-Por favor, né? - ele zomba e então ri, voltando a atenção para o computador. Fiquei meio confusa com o que fazer, mas então eu me deitei rapidamente e olhando para o teto, era bizarro o jeito como meu sono foi embora. Peguei meu celular ao meu lado e fiquei mexendo no mesmo, eu nem tinha conversado com Jack hoje, então aproveitei agora para trocar mensagens com ele.

Point of view Nash Grier.

Não foi difícil de me convencer a ficar aqui pela casa. Pelo menos isso não é difícil para Piper e o incrível controle que tem sobre mim. Mas acho que seus planos foram por água abaixo depois que seu sono chegou. Ela ficou deitada ao meu lado enquanto eu terminava de assistir o episódio que chegava ao fim, ao fechar meu notebook, o coloquei no chão e fui ver se ela já dormia, já que estava deitada de costas para mim, e ao me aproximar vi que conversava com… Gilinsky. Ou como ela o chama, Jack mais coraçãozinho.

Olhei algumas mensagens que trocavam e revirei os olhos, Piper parecia gostar de conversar com ele.

Jura Nash?

Sei que ela quer parar de sentir o que sente por mim, mas eu não quero que ela faça isso. Sei que é difícil e louco criar um relacionamento sério entre nós dois. Mas eu sei que eu consigo manter isso, sei que posso fazê-la mais feliz do meu jeito, mais feliz que ele.

Eu sei que eu falo muito e faço pouco, mas estou perto de mudar isso. Só espero que ela coopere.

Peguei meu celular e sem pensar duas vezes mandei uma mensagem para Cameron, ele é meu amigo de longa data, é como um irmão. E agora eu precisava de alguém assim para conversar, e eu ia contar esse caso para ele.

Cara, tá aí?

Sempre né, o que rola?

Queria conversar isso pessoalmente, mas antes que isso me mate, vou soltar logo por aqui

Eita, que merda dessa vez?

É uma garota, eu gosto muito dela.

KKKKKKKK aham, okay, bebeu quantas?

Queria eu estar bebendo agora. Se estivesse fazendo isso, com certeza não estaria aqui mandando estas mensagens.

Cameron, é sério. Tô na dela.

Okay, chocante, mas maneiro.

Aposto que esse viado está rindo agora.

Olha só, quero só um “sim” ou um “não” como resposta, não quero discurso, sermão, nem nada disso.

Quero só tua sinceridade.

Para de me assustar e manda logo. E se engravidou a menina, sim, você tem que assumir.

Revirei os olhos e contive a risada, olhei para a garota que estava ao meu lado, e sim, eu estava disposto a isso.

Queria saber se, “sim”, eu viro outra pessoa e arrisco tudo pra fazer a Piper ficar comigo, ou “não”, a deixo ir e ser feliz com outra pessoa, a que nunca será a certa como eu sou.

Envio sem hesitações e percebo que acabei sendo um pouco egoísta, mas foda-se, é realmente o que penso.

Dessa vez Cameron demorou para responder, acho que até eu demoraria. Geralmente leva alguns segundos para cair a ficha e entender que seu amigo quer a irmã. Fiquei rolando a conversa inquieto e então Cameron responde, torci para não ser nenhum discurso, e não foi, foi um curto e simples.

Sim.

Continua.


Notas Finais


desculpem o capítulo grande, eu definitivamente não nasci pra escrever capítulos pequenos kkkkk


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