História BNHA- Spin off: Como está o Brasil? - Capítulo 6


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, LGBT, Luta, Policial, Romance e Novela, Shounen, Slash, Sobrenatural, Suspense, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 6 - Insana


Estavamos simplesmente acabados. A última batalha nos deixou completamente exaustos. Meus ossos do lado esquerdo pareciam duas vezes mais pesados, Paulo teve o braço transformado em uma pelanca de dois metros e Vitória estava respirando pesado, parecia prestes a desmaiar.

- O tempo está acabando, ainda estamos muito longe do portão de saida e tenho certeza que não vamos sobreviver a outra luta nesse estado. - Observou Paulo

- Diga-se por você, eu ainda tenho meu lado direito a todo vapor. -Respondo

- Humpf, corre pro portão só com a pena direita então. - Ele fala, ouvimos um suspiro de riso de Vitória, que logo é seguido de uma tosse.

- Consegue se mover? Não prefere ser carregada? - Pergunto, ela olha para mimi com uma cara em parte com raiva e em parte com deboche.

- Não carrega nem... as próprias costelas agora... vai que... querer me carregar? - Disse se levantando.

- Ora, vai se foder - Disse Paulo repentinamente.

- Como?

- Vai começar com essa história de 5° ano? "Ho céus, não posso continuar!" Anda, o Rod de carrega. - Disse olhando para mim - Certo?

- E por que isso agora? Quer me carregar com vocês agora? - Respondeu ela nervosa, se aproximando de Paulo.

- Gente gente gente! - Digo me pondo entre os dois - Vitória, você foi de grande ajuda pra nós, é errado te deixar aqui, e você - Me viro para Paulo, pre supondo que ia brigar com ele, ele me dulmina com olhar. - Você... pare de falar palavrão. - Ele me olha por mais alguns segundos, até que relaxa.

- Ta. Porra. - Ele termina. Olho para Vitória, ela se encosta na parede.

- Me carregue escravo. - Diz em tom de humor


• • • • •


- Você lutou muito antes de nos encontrar, não é? - Pergunto enquanto a carrego. Ela está em um saco de sombras amarrado nas minhas costas, sim, eu transformei meu braço numa corda, e está doendo um pouco.

- Sim... fugi de dois professores... antes de encon... trar vocês. - Diz lutando contra o sono.

- Acho melhor vo... - Eu ia dizer dormir, mas ela já desmaiou de sono.

Estavamos relativamente perto, já conseguia ver o muro do fim do bairro artificial, isso é bom e ruim, já que estavamos perto do portão de saida, mas provavelmente teria um professor muito forte de guarda.

- Espera, olha. - Diz Paulo olhando para cima, seguindo seu olhar, percebo uma pessoa no alto de um prédio de dez andares a nossa frente. Ela deu um passo a frente e caiu da construção, pensei em ajudar, mas um rápido pensamento me deteu, a pessoa pareceu bem em pular.

Quando aterrisou, estava de pé, e sem nenhuma amostra de movimento, eu vi ela se virando para nós, não conseguir ver direito quem era, parecia ser uma garota, estava muito longe para ver, talvez uns três quarteirões.

Até que, eu um vulto de movimento, ela atravessou toda a distância entre nós, acertando Paulo em cheio que mau teve tempo de se defender, sendo arremessado uma quadra para trás.

- Argh... não posso dormir em paz! - Resmunga Vitória nas minha costas.

- Não, não pode! Porque eu estou aqui! - Diz a garota loira e sorridente que arremeçou longe o meu amigo.

- Espera! Não precisa disso! - Digo quando ela olha para mim.

- Ora, você é burro - Diz a loira, começando a bater violenta e rapidamente os punhos. - Se eu e outras certas pessoas começarmos a tirar algumas pessoas da competição, nós vamos poder ficar muito a frente!

- Como é? Você ta querendo tirar as pessoas do destino de virarem hérois? Quem acha que é? Deus!?

- Você me parece um dos fracotes. - Ela diz, correndo na minha direção. O que ela disse realmente me deixou puto. 

Eu fortaleço todos os ossos do lado esquerdo, preparo para disparar um cruzado no rosto dela, mas ela é mais rápida, ela chega em mim e se prepara um soco com a mão direita, é perfeito para defender, logo retribuo o golpe com um de esquerda.

Entretanto, minha mão doi muito, parece que bati em metal com as mãos fracas. Esse rápido escrupulo de dor é o bastante para dar tempo a garota, quando a dor foge do meu raciocinio, o punho esquerdo dela já está encostando no meu queixo.

Pensei que o impacto não seria tanto, o cranio estava fortalecido, mas quando o golpe chega, é muito mais forte que um soco em meus ossos comuns. Sou arremeçado para trás, Vitória também cai, logo ao meu lado.

- Olha! Você é um fraco carregando uma fraca! - Ela começa a chocar os punhos novamente.

- Vitória... - Estou respirando pesado, há sangue na minha mão direita, também sinto escorrendo pela boca. - Fique atrás... de...

- Você fique atrás de mim, caramba, nem para me proteger. - Diz Vitória se levantando.

- O que? Vai querer lutar comigo palito? - Pergunta a menina insana.

- Você também é magra - Diz Vitória, pegando três caixas de grafite e as abrindo. - E também é mentalmente doente.

- Diga isso quando estiver com a mandibula quebrada! - Diz a maluca dando um soco em sua coxa, com um passo, que quebra o asfalto atrás de si, ela chega perto de Vitória, preparando um golpe com a direita.

Vitória apenas fica parada, mas uma coisa incrível acontece. O grafite que estava em sua mão e um pouco do metal de sua espada voam para seu rosto, virando um cubo, que quando é acertado pelo soco da menina insana, não se move um centrimetro.

- O QUE!? - Grita surpresa a psicopata.

- Minha individualidade... é... - Vitória começa a dizer, quando o cubo inteiro se desfaz e vira centenas de agulhas, todas passam pelo corpo da loira, sintilando a luz do sol, após esse movimento, centenas de fios de sangue espirram do corpo da menina louca. Ela grita e respira nervosamente, olhando com uma descrença assustada para Vitória. - É melhor que a sua.

Individualidade de Vitória: Carbono!

Ela pode controlar e moldar tudo o que é feito de carbono, inclusive usar sua alotropia, tranformando grafite em grafeno por exemplo!

- Cai fora. - Diz Vitória, trazendo os fragmentos do cubo para sua espada e caixas de grafite.

- Você... você... você é INCRIVELMENTE FORTE ! ! ! - Grita a loira.

Enquanto Vitória se recupera do golpe dessas palavras, algo explode a parede do prédio da onde a maluca caiu. Parece um marombeiro enorme e cheio das bombas. Todos nós, dessa distância de três quarteirões do prédio, ouvimos sua voz grave e profunda quando ele fala.

- O que está, acontecendo aqui?   


Notas Finais


Como funciona a droga desses algaritmos do spirit? Toda vez que eu salvo o capítulo pra depois, apaga um pedaço do capítulo.


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