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História BNHA X Leitor - Capítulo 3


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Notas do Autor


Howdy! Decidi escrever algo fofo porque para mim, Kirishima não passa de um Cinnamon Roll inocente. Mas, futuramente escreverei um nsfw sobre ele (. ❛ ᴗ ❛.)

Capítulo 3 - Kirishima te pede em namoro (fluffy)


Fanfic / Fanfiction BNHA X Leitor - Capítulo 3 - Kirishima te pede em namoro (fluffy)

O verão dava sua cara, tímida e alegremente. Os raios de sol estavam mais quentes que o comum, as árvores brilhavam com tons esverdeados e principalmente as férias haviam chegado. Você se sentia particularmente feliz. Seu ano havia sido corrido e cheio de obstáculos estresse.

Você se considera uma garota simples, que por acaso acabou na 1-A. Sua individualidade é Poison, onde você pode envenenar pessoas com diferentes venenos que possuem diferentes efeitos. E para isso, basta lembrar o nome de cada um deles. No início você achou bem inútil e até meio vilanesco. Mas aos poucos aprendeu a amar quem você era e a individualidade que possuía. E lá estava você, na mãos prestigiada academia de heróis, rodeada de futuros pro-heroes e sidequicks perfeitos. E principalmente, rodeada de amigos verdadeiros.

Você é uma pessoa tímida, e era introvertida demais quando chegou a Yuuei. Mas, quando começou a estudar lá, conheceu várias pessoas que compartilhavam das mais diversas opiniões. Todos eram tão animados e bem unidos, não demorou para que você fizesse parte de tudo isso. Quem te ajudou? Ninguém mais ninguém menos que Eijirou Kirishima.

Você se surpreendeu quando, ao desistir da luta no torneio de esportes por não achar uma luta justa, receber um animado garoto ao seu redor. Kirishima não cansava de dizer o quão máscula você era, não só por ter feito da luta uma luta justa, mas também por ter superado todas as piadas que já ouviu sobre sua individualidade. Você ficou receosa de conversar com o garoto, ele era alto e intimidador, mas com um grande coração mole. Mesmo estando desconfortável no início, Kirishima vivia ao seu redor e aos poucos você foi se acostumando e gostando de ter a presença do ruivo. Então, lá estavam vocês, inseparáveis amigos másculos e fortes. Sorrindo e desafiando tudo e todos, mostrando a verdadeira essência da masculinidade.

Pensar que não veria Kirishima no uniforme da Yuuei por alguns dias era meio deprimente, mesmo que pudessem se falar por telefone. Era com esse pensamento que você ia para sua casa, cabisbaixa e um pouco triste. Kirishima certamente ocupava uma grande parte do seu coração, ele era um grande amigo.

E talvez, algo mais. Era confuso, mas você sentia algo diferente na presença do garoto. Algo suave e agridoce, descia pela sua garganta e borbulhava no estômago fazendo cócegas. Sentia-se diferente com ele, sentia-se… no topo do mundo. Tudo era tão confuso, mas quando estava com ele, você esquecia tudo ao seu redor. Jamais havia sentido isso com outra pessoa, em nenhum momento da sua vida. Apenas com Eijirou Kirishima.

Com as bochechas quentes ao pensar nele por tanto tempo, você finalmente encontra a sua casa. Entra em silêncio e cumprimenta seu responsável. Você olha por alguns segundos a sua bolsa, pensando que ela ficaria ali por muito tempo, imóvel. E então, você deita sobre sua cama, segurando seu telefone. A vontade de ligar para seu amigo fazia suas mãos suarem.

Pareceria estranho, não passou nem mesmo um dia.

Você pensa, suspirando pesadamente com um sentimento amargo no peito. Você queria tanto falar com ele, nem sequer conseguiram se despedir, tudo estava tão tumultuado que não puderam dizer um tchau ou combinar algo para fazerem juntos.

A vibração em suas mãos te desnorteou, fazendo com que levantasse subitamente e sua cabeça rodar. O nome "Kiri" brilhava na tela, junto com uma foto sorridente dele. Seus dedos estremecem e você atende, permanecendo em silêncio.

–Hm… alô? Moshi-Moshi, (S/N)-Chan? –A voz chama, esperando ser respondida. Seu coração bate rápido, tentando pensar em uma resposta rápida.

–A-ah, alô! Kiri!

–Oh, você está aí. Pensei que havia ligado para o número errado. –A risada do ruivo ecoou pelo seu quarto, te fazendo derreter feito manteiga em seu colchão. Deitou-se confortavelmente e começou a balançar as pernas, esperando pelo resto da conversa. –Bem, hm… eu queria saber se… ah, desculpe, não estou acostumado a fazer isso. Mas… você não gostaria de ir a uma sorveteria comigo? Agora que é verão, fiquei sabendo de uma que abriria.

O convite te deixa tensa, não de uma maneira ruim. Seu coração está batendo tão forte que você se pergunta se ele não irá parar. Jurou silenciosamente que pôde ouvir uma ou duas batidas, além do seu peito parecer pulsar. Seu rosto queimava e as mãos continuavam suando, escorregadias. Você queria tanto aceitar, mas as palavras não saíam.

–Ahm… (S/N)?

–A-ah, claro! Claro! Seria ótimo, quando podemos ir?

–AH! Você vai! Digo, é claro que vai. Que tal esse fim de semana? Às 14:00 está tudo bem pra você?

–Hm… às 14:00 seria meio ruim… que tal às 16:00?

–Por mim tudo bem, tenho o dia todo livre. Ah, você vai amar. É um lugar incrível, isso vai ser tão másculo! –Ele estava tão empolgado! Mas não tanto quanto você, que segurava-se para não gritar. Você riu e se despediu do garoto, desligando o celular e afundando o rosto no travesseiro. Você grita com todas as suas forças, sorrindo enorme e planejando tudo na sua cabeça.

Seria perfeito.

E o fim de semana chegou, com ele, o pânico também. Você estava tão animada no início, mas agora o desespero bateu com força. Que roupa vestiria? Como se portaria? Como pagaria? O que diria? Eram tantas perguntas! Mas você ainda tinha uma carta na manga! Uma carta que tinha nome e sobrenome: Mina Ashido.

Você ligou para garota, uma das duas amigas também. A garota mais íntima de você e a única que sabe sobre seu coração pulsante por Kirishima. Ela não demorou a chegar, quase em um piscar de olhos ela já montava o look perfeito e te mandava para o banheiro. Você começou a se arrumar desesperadamente, eram 15:00! De todas as roupas que Mina separou, você escolhe um vestido simples. Nada tão exagerado e suspeito. Não era oficialmente um encontro, certo? Nos olhos, um delineado bonito e vermelho, no formato de um raio. Tudo era tão leve e simples, beirando ao natural. Certamente Mina era ótima no que fazia.

Vocês passaram o tempo restante conversando, sobre Kirishima, Yuuei, All Might e até mesmo sobre os filmes em cartaz. Seu coração já estava calmo com a presença de Ashido, havia sido uma ótima idéia chamar ela.

Quando 15:50 tocou em seu despertador, você caminhou até o lugar combinado, se deparando com a melhor visão do mundo. Kirishima estava escorado na parede, seu cabelo amarrado em um pequeno rabo de cavalo destacava o melhor nele. Seus lábios formavam um sorriso pequeno, mostrando seus dentes de tubarão. Ele também usava roupas normais, mas conseguia ficar bonito mesmo assim. Não demorou para que seus olhos se encontrassem, te fazendo ruborizar enquanto se aproximava.

–Oi…– Ele disse, um pouco tímido. Pela primeira vez o clima parecia… romântico. Era tão semelhante a um encontro, mas você negava mentalmente. No fundo, você queria que fosse, mas também não queria se iludir e decepcionar-se mais tarde.

–Oi, Kiri. Está… másculo hoje. –Você brinca, tentando dispersar o constrangimento e parece funcionar.

Mesmo que tentasse negar, aquilo definitivamente era um encontro. Kirishima e você tomaram seus sorvetes, seus olhos se encontravam algumas vezes e vocês sorriam com as bochechas rosadas, a todo momento Kirishima elogiava o quão bonita você estava, você e ele caminharam juntos e pararam em alguns pontos e agora, estavam perto de um chafariz no parque.

–Erm… (S/N)? –Ele pediu, a brisa soprando suavemente ambos os cabelos, o por de sol deixava os olhos de Kirishima em um tom vermelho-alaranjado. Você olha para ele, o coração palpitando vendo o quão bela era a vista. Ele estava ajoelhado a sua frente, um rubor facial pintava seu rosto e os cabelos antes presos agora estavam soltos, esvoaçando suavemente. –Eu queria saber se… s-se você… gostaria d-de namorar comigo?

Eu coração pulsou tanto que doía, você abriu a boca, mas nenhum som saiu. A sua falta de reação e silêncio permanente assustou Kirishima e sua falta de confiança atingiu seu coração. Mas tudo pareceu melhorar quando seu corpo se encontrou contra o chão, (s/n) acima dele e o abraçando calorosamente. As lágrimas escorriam enquanto murmurava.

–Sim, Kirishima, sim, sim, sim! Eu lhe dou quantos sim você quiser!


Notas Finais


Não esqueça que estou aberta a pedidos 💞


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