História Boa Sorte Gabe! - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Boa Sorte Charlie, Disney, Duncan, Gabe, Good Luck Charlie
Visualizações 4
Palavras 798
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção Adolescente, Lemon, LGBT, Shoujo-Ai, Slash, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Incesto, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 1 - Capitulo Unico


Olá Gabe, sei que muito tempo se passou desde que dividimos o quarto na nossa casa. Queria apenas que soubesse que nunca me esqueci dos tempos que passamos juntos.

Lembro quando você tinha um pesadelo e perguntava se podia dormir comigo. A forma como eu o abraçava e dormíamos de conchinha. Sei que sentir minha respiração em sua nuca, meus braços em volta do seu corpo, meu membro ereto entre suas perna, lhe trazia um conforto que nunca sentirá com ela.

Lembro quando brincávamos de lutinha. Seu corpo sem camisa, ainda que não definido, me excitava e ainda me excita mais que qualquer outro corpo que já tive a chance de ter com o meu. Me recordo como nossos corpos suados se esfregavam. Como eu lhe agarrava enquanto você tentava se desvencilhar (ainda que nem tanto a ponto de conseguir) e eu podia cheirar seu pescoço, apertar seus mamilos, dizer baixarias a seu ouvido. Quando me sentava com você ainda preso e você remexia seu traseiro redondinho em cima do meu membro que já estava duro e gemia diante da força de seu irmão mais velho.

Lembro como eu deixava você me segurar. Sua maneira desajeitada de tentar segurar meus dois braços (que nitidamente poderiam se soltar de lá a qualquer hora) enquanto montava em meu peito deixando minha boca a altura da sua virilha a qual nitidamente estava lambuzada de seu juvenil gozo que me dava a certeza de que você aproveitava o momento tanto quanto eu.

Lembro quando pediam para tomarmos banho juntos. Lembro de como passava o sabonete pelo seu corpo, como sentia cócegas quando passava pela sua lisa axila, em seu rosto rechonchudo, mas a melhor parte é quando eu chegava em seu traseiro. pedia para você por as duas mãos no box e abrir as pernas. Eu passava dois dedos no sabonete e passava entre as duas abas fofas da sua bunda que estava empinada para mim. Eu cutucava os dedos no seu botão rosadinho e fechado que piscava quase como se pedisse que eu te desvirgina-se.

A vontade de enfiar meu pinto naquele seu botãozinho, de socar enquanto você geme meu nome, de leitar em você até que suas bordas transbordem derramando sêmen no meu próprio pau. Foi esse o pensamento que passava na minha cabeça quando você me pegou me masturbando no nosso quarto. Era seu nome que saia dos meus lábios ainda que de maneira muda e seu corpo que estava em minha mente das maneiras mais depravadas. Lembro quando você me viu, segurei o impulso de me esconder quando vi a forma como me olhou. Me recordo do sentimento que senti quando você perguntou se podia me ajudar. Da forte pressão da sua mão no meu pulsante pau, da sensação úmida quando sua boca envolveu minha rosada e grande cabeça que latejava e da sua expressão quando segurei suas duas bochechas e fodi sua boca indo até o fundo da sua garganta e voltando apenas quando percebia que você precisava respirar.

Aquele foi talvez o dia mais feliz da minha vida. Notar jato por jato percorrendo sua garganta conforme eu despejava o leite morno dentro de sua boca. A mesma boca que você me pediu concelhos porque estava com medo do primeiro beijo. A mesma boca que eu beijei te ensinando a como beijar outras bocas.

Sei que você superou esse momento. O momento que nossos lábios se encontraram, que nossas línguas se acariciavam e seus olhos se fecharam quando permitiu-se aproveitar o momento. A forma como sua mão segurou em minha cintura enquanto meu corpo tombou junto ao seu na minha cama.

Sei que ainda se lembra como meus beijos podem ser estáticos, principalmente quando eles descem percorrendo o pescoço, mamilos, barriga até chegar em seu jovial pênis ereto.

Sei que ainda se lembra da sensação de ter seu pau pressionado pelos meus lábios. Da sensação que é gozar no meu rosto enquanto chupava suas bolas.

Sei que acabou achando uma boa menina e seguiu em frente. Mas do meu ponto de vista o'que tivemos nunca foi de fato finalizado e sei que isso é injusto jogado em você nesse exato momento após anos que não nos vemos. Porem quero que saiba que quando recebi o convite do seu casamento algo de fato reascendeu dentro de mim.

Sei que esse negócio de vídeo é coisa da Ted, mas senti que você precisava me ver dizendo tudo isso. Sei que nosso amor nunca será aceito pois mesmo que sejamos maiores de idade somos irmãos, porem estou disposto a dedicar minha vida a esse amor ainda que tenhamos de mante-lo em segredo.

Mas se você escolher viver a vida negando aquilo que realmente sente e gosta, preferindo a monotomidade de uma relação que agrade nossos pais, então boa sorte Gabe.


Notas Finais




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