História Boate - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Sexo Hot
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Palavras 2.703
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ficção Adolescente
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Conto erótico não recomendado para menores de 16 anos. Palavras de teor explícito em relação à sexo. É isto, boa leitura.

Capítulo 1 - Boate


Fanfic / Fanfiction Boate - Capítulo 1 - Boate

  ── Ryan, qual é cara, vai com a gente. Você vai se divertir!

Suspirei e coloquei o livro na prateleira junto com os outros. Faziam mais de vinte minutos que o Felipe estava tentando me convencer à ir à uma tal festa nesse fim de semana. Isso porque havia dois dias que eu tinha terminado com a Molly, e eu ainda estava meio abalado com o fim do nosso relacionamento ── eu tentando fazer com isso não ficasse visível para meus amigos, todos acreditavam que eu era durão em relação aos sentimentos, mas a verdade é que meu coração nunca foi de pedra, muito pelo contrário.

── Eu não tô animado pra festas. Tenho que estudar pra prova da semana que vem e... ── tentei argumentar.

── Mano, é só uma festa no sábado, okay? Vai ter mais de dois dias pra estudar e fazer todas as baboseiras que quiser. ── ele fez uma pausa e me olhou cético ── Você não quer admitir que ainda gosta dela, não é?

── Eu não tô nem aí para ela, Felipe.

── Então vamos nessa festa.

── Se eu for, vai me deixar em paz depois disso?

O encarei, sério. Ele abriu um sorriso sacana.

── Pode apostar que sim.

E assim eu assinei minha sentença para a melhor noite de sábado que eu tive na minha vida. Felipe não me disse que a festa era numa das boates mais chiques da cidade, e também não me disse que a gente ia ficar na aérea VIP graças ao amigo que ele tinha por lá. Todavia, a noite não foi perfeita por causa disso.

Eram quase oito e meia da noite quando eu fui tomar banho. Fazia noites que eu não estava conseguindo dormir por causa da Molly, eu realmente gostava muito dela. Quando olhei meu reflexo nu no espelho, quase tive vontade de vomitar. Meu corpo era forte, mas meu rosto estava um caco. As olheiras, os cabelos grandes de mais, e parecia que eu tinha uns dez anos à mais. Sem contar meu ânimo.

Isso tem que acabar, não posso entrar numa depressão só porque uma garota terminou comigo... E ela nem era tudo isso. Nem chegamos à transar.

Outro ponto importante: sexo. Eu não transava faziam cinco meses. Me masturbar também não, acredite se quiser. Vídeos pornô não me davam mais tesão, e a Molly... bom, o máximo que chegamos a fazer foi dar uns amassos e trocar chupões no pescoço em uma certa noite. Ela era virgem, e disse que ainda não era a hora certa. Eu queria, e como queria, mas deixei pra lá. Nem tudo na vida é sexo.

Pelo menos foi isso que eu pensei nos últimos meses.

Tomei um banho longo, removi os pelos que estavam me incomodando e eu mesmo fiz um corte de cabelo que valorizasse meu rosto. Certo, eu estava parecendo uma cópia do Shaw Mendes com uma mistura do Edward de Crepúsculo, mas acho que ninguém ia reparar nisso. Coloquei meu melhor perfume, uma camiseta preta que eu não usava desde a última festa que eu fui, uma calça jeans um pouco mais justa que os sacos de batata que eu usava e um tênis preto discreto. No bolso, dinheiro, celular e camisinha estavam juntinhos. Dez horas o Felipe e o Gustavo apareceram num carro com mais duas garotas pra me buscar.

Ótimo, agora eu vou ficar de vela., pensei.

A garota da frente era a Mia, uma peguete do Felipe. A que estava atrás se pegando com o Gustavo eu nunca tinha visto na minha vida, e parecia estar com um fogo imenso no rabo. Sério, os dois estavam quase transando ali mesmo. O que eu estava vendo até agora, era o máximo de fogo entre um garoto e uma garota. Ela em cima do colo dele, rebolando de um jeito frenético e desesperado, e ele chupando o pescoço dela. Se aquilo era quente, eu mal perdia por esperar quando chegasse à boate.

Chegando lá, fui logo atrás de alguma bebida pra começar a esquentar minhas terminações nervosas que até agora estavam apagadas. Me virei para procurar o Felipe e foi quando vi, dançarinas, com lingeries super sexys e míni fantasias dançando em cima de algumas mesas com uma barra de ferro que ia teto até as mesas. Era um tipo de poli-dance que faria até meu bisavô de 90 anos querer uma transa.

Isso é uma boate ou um bordel?

Parei de olhar para as moças sensuais e tentei procurar meus amigos, mas eles haviam sumido. Parei de beber no primeiro copo, por que uma garota esbarrou em mim e derrubou sua bebida na minha camiseta. Porra.

── Aí meu Deus! Me desculpa, moço, eu estava... Meu deus, me desculpa mesmo.

Levantei os olhos para poder ver o rosto dela e quase cai duro ali mesmo. Ela era a garota mais simples dali, usando apenas um short jeans e um moletom, com os cabelos presos em um choque desajeitado ── parecia até mesmo perdida, com o olhar frenético, meio que... à procura de alguma coisa, ou alguém ──, e ainda sim, era a garota mais linda que eu já tinha visto na vida, nem eu mesmo sei o porquê. Ela tinha os olhos grandes, azuis céu e intensos, e um pouco tristes eu diria. Os cabelos eram castanhos escuros, ou talvez pretos, não sei, a luz do lugar não estava favorecendo na minha rápida análise. Os lábios era grossos, assim como as coxas.

── Ah, tudo bem. Eu acho que...

── Eu posso te ajudar? Quer dizer, tentar tirar um pouco do cheiro dessa cerveja. Meu Deus, me desculpa mesmo.

Ela parecia bastante arrependida, e até com medo.

── Tudo bem, relaxa. Parece que você cometeu um crime.

── Bom, é que, na verdade eu trabalho aqui. Estava chegando agora para entregar as bebidas, e, ai, como eu sou desastrada. Se o patrão descobrir que eu derrubei uma bebida em você... ── Ela finalmente me olhou nos olhos ── Uau.

Uau mesmo. Os olhos dela estavam nos meus, e porra, só aquele olhar me acendeu como se eu tivesse bebido uns três copos cheios de vodka.

── Você...── interrompi o contato visual, meio sem graça ── disse que trabalha aqui, sabe onde fica o banheiro?

── Sim, claro. Vem comigo. ── Ela parecia mais calma agora.

Meu coração ainda estava acelerado. Quando ela pegou minha mão, me puxando entre a multidão em direção ao banheiro, eu senti um formigamento estranho correndo pelo corpo, como se fosse uma carga elétrica. Eu deveria ter prestado mais atenção nas aulas de Química. Quando ela abriu a pequena porta no extremo do corredor escuro, onde um cara estava chapado conversando com a parede, e segurou a porta pra mim entrar, lançando um sorriso que queria dizer "esse banheiro é um pouco nojento, mas sinta-se em casa", eu quis arrasta-la comigo lá pra dentro.

── Você não vai entrar? ── ela perguntou um tempo depois, me observando com cuidado, vendo que eu estava à mais de três segundos olhando para ela, indagou: ── Er... O que foi?

── Bom. ── Puxei ela para dentro do banheiro e olhei seriamente um cara que havia acabado de lavar as mãos. Entendendo meu recado, ele saiu apressado dali nos deixando a sós. E (agradeci mentalmente por isso) fechou a porta. ── Eu sei que acabamos de nos conhecer, na verdade eu nem sei seu nome, mas, seria muito beijar você aqui e agora?

Ela me fitou curiosamente como se estivesse participando de alguma pegadinha.

── Você quer ficar comigo?

── É, eu quero.

── Você viu as outras garotas que tem lá dentro? Quer dizer que eu sou tão... simples. ── A última palavra saiu como um sussurro. ── E você é um garoto muito lindo que parece ter tudo o que quer o tempo todo e...

── Eu quero você agora. Mas você não está facilitando as coisas para mim.

Nem eu estava me reconhecendo. Eu não ficava com garotas que acabava de conhecer, ou ficava só para dar uns beijinhos e pronto, acabou. Só ficava quando me sentia atraído, quando estava afim mesmo. Mas ali naquele banheiro com cheiro de perfume masculino e maconha, eu só queria beijar aquela garota linda e simples que derrubou cerveja na minha camiseta preferida.

Será que meu corpo estava produzindo algum tipo de droga?

Ela não disse mais nada, apenas se aproximou timidamente e colou nossos lábios como se fosse o primeiro beijo da vida dela. E se for? Meu deus, não quero assusta-la. Fiquei encantado com o jeito como a língua dela tocou a minha devagar e significantemente quente e cheia de desejo. Então eu soube que o desejo era recíproco. Coloquei a mão na cintura dela, colando nossos corpos e aprofundando o beijo mais um pouco. Ela sorriu entre o beijo, e isso, não sei de que forma ── porra, nunca tinha acontecido isso! ── me fez ficar quente, excitado e com uma puta de uma vontade de possuir ela ali naquele momento. Apenas um sorriso entre um beijo calmo e devagar.

Damos alguns passos, até que coloquei ela contra a porta do banheiro. E, aproveitando que chave estava ali mesmo na fechadura, eu tranquei a porta, para que tivéssemos mais privacidade. Aprofundei o beijo, e ela correspondeu da mesma forma. Um movimento mínimo, quase inotável, de seu quadriu contra o meu, me fez parar o beijo e automaticamente beijar o pescoço dela é sussurrar a pergunta que fez uma reviravolta no meu cérebro:

── Você é virgem?

── Não. ── Ela sussurrou e de volta.

Como ela poderia não ser virgem? Ela tinha um rosto de inocente, e o beijo ela era inocente... Agora eu estava um pouco confuso. Deixei isso para lá e continuei beijando-a, até que ela se libertou dos meus braços e tirou o moletom. Nos olhamos. Ela sorriu. Com um força um pouco desnecessária, a coloquei contra a porta novamente, pegando suas coxas e passando em volta do meu quadriu. Ela segurou minha nuca com força enquanto batalhavamos pelo controle um do outro. O beijo estava tão quente, que eu parecia estar me flutuando sob a superfície do sol.

Ela inclinou minimamente o quadril contra o meu, fazendo meu fogo ficar mais intenso, e assim, meu membro começar a ganhar vida. Ela era incrível, no beijo e naqueles movimentos pequenos que, para a reação do meu corpo, tinham um significado enorme.

Comecei a deslizar meu corpo pelo dela, arrancando arfos pesados de sua boca entre o beijo. Soltei ela e explorei por debaixo de sua camiseta, encontrando o sutiã. Apertei levemente seus seios, e ela sorriu entre o beijo. Ela me afastou um pouco dela, para que assim, pudesse fazer o mesmo comigo. E foi enlouquecedor. Ela passou a mão pelo meu abdômen e depois por cima da minha calça. Meu Deus! Que garota é essa? Então, pedindo permissão com os olhos, tirou minha camisa. E me fitou, meu tronco, como se estivesse contemplando uma obra prima. Confesso que fiquei sem graça por aquele olhar de admiração ── ou seria desejo? Provavelmente desejo.

── Como você é gostoso.

Quase explodi com a simples frase. Eu? Gostoso? Não foi como se uma garota assanhada estivesse me bajulando, foi como um elogio sensual que só estava me deixando ainda mais com vontade e cada vez mais constrangido.

── Sua vez. ── Rebati.

Ela soltou minha camisa no chão, e ainda me olhando com aqueles olhos ferozes, puxou sua camiseta para cima revelando o sutiã azul bebê com rendas que a fazia parecer um anjo. Os seios eram pequenos, mas tão sensuais, que eu poderia ficar abocanhado nos mesmos o dia todo.

Timidamente, ela colocou uma mecha do cabelo atrás da orelha e sorriu sem mostrar os dentes. Aquela garota estava me deixando mais que louco.

Puxei-a para mais um beijo efervescente e a coloquei em cima pia, esfregando minha ereção contra o meio de suas pernas. Ela arfou, chupou meu pescoço e voltou a me beijar. Estávamos sem fôlego, e, porra eu queria cada vez mais daquela garota, e foi quando ela tirou o sutiã que eu pirei.

Chupei seu pescoço enquanto uma de minhas mãos massageavam um de seus seios com o bico já rijo pelo contato de minhas mãos. Ela arfava sem parar, e quando os chupei ela gemeu.

── Por favor. ── Ela emplorou entre o pequeno intervalo de uma respiração e outra.

Ela se soltou de mim e me fez deitar no chão, e ela deitou por cima. Ali mesmo, naquele banheiro, no chão, ela sentou em cima de mim. Não rebolou como a garota que estava beijando o Gustavo no carro, ela deslizou em cima da minha ereção e passou a mão pelo meu peitoral novamente. Meu coração chegava a errar as batidas, e se continuasse me excitando aquele jeito eu teria um ataque cardíaco.

Tirei o short dela com facilidade, e nos beijamos mais, como um casal apaixonado. Agora usando apenas uma calcinha fio ela estava incrivelmente linda. Eu queria entrar dentro dela, sentir o êxtase do prazer sexual daquela carne na minha. Mas, antes disso ela desceu minha calça e fez um oral em mim. EU NUNCA TINHA RECEBIDO UM ORAL. Imagina meu desespero. Meu corpo respondeu de forma que nem eu mesmo estava me conhecendo.

Ela desceu minha calça, junto com a cueca, e como meu pênis já estava pronto pro abate, ela segurou ele com firmeza e passou a língua. O que me fez arfar. Depois abocanhou ele, chupando devagar, me torturando como se não houvesse amanhã, e eu gemi baixinho, delirando com o prazer que estava chegando com a língua dela na ponta do meu instrumento sexual. Minha glade fervia de excitação. Como aquilo era bom. E olhar ela fazer aquilo era melhor ainda. Sem pudor, sem vergonha e sem nojo. O que não cabia em sua boca, as mãos ajudavam no trabalho, e então eu cheguei ao meu clímax, meu orgasmo. Ela tirou a boca um segundo antes.

Me sentei e fiquei o olhando para ela. Vermelha, e com os olhos brilhando. Queria elogiar ela de todos os modos possíveis, mas tudo que eu fiz foi beijar ela. Nos levantamos e entramos em uma das cabines do banheiro, tirei a calcinha dela e enquanto chupava seu pescoço em cima e sussurrava palavras pervetidas e ao mesmo tempo carinhosas, meus dedos começavam a preparar ela lá em baixo. Ela gemeu no meu ouvido, ficando molhada e quente. Abri as coxas dela, colocando-as em volta do meu quadril e entrando dentro de seu sexo com força, fazendo ela gemer alto. Saia e entrava, devagar e depois rápido, trocando gemidos e beijos dentro de um prazer indescritível.

Ela gozou pouco tempo depois de mim, então eu a soltei. Demos mais um beijo, desta vez mais calmo, e depois começamos a recolher nossas roupas e nos vestir. Puta merda, que sexo maravilhoso. Passei a mão pelo meu cabelo, e me olhei no espelho, estava suado. Olhei para ela que agora estava com seu moletom amarrado na cintura fina.

── Você é incrível. ── foi tudo que eu consegui dizer, tirando dela o mais belo sorriso que eu vi naquela noite.

── Foi meu primeiro. ── Ela começou a fazer um coque no cabelo, me olhando super sem graça. E percebendo meu olhar de ponto de interrogação, completou: ── Sexo oral.

── Foi muito bom mesmo. Você tem... talento nisso.

Ficamos em silêncio nos olhando.

── Eu tenho que ir. ── Ela disse.

Antes que ela fosse, eu queria pegar seu número de telefone, o nome e se possível o endereço. Mas eu não disse nada. Ela me deu um selinho e saiu pela porta do banheiro.

Quando saí do banheiro tentei procurar por ela, mas não havia nenhum sinal da garota dos olhos intensos e boca poderosa. Quando a vi atrás do balcão conversando com outra garota, sorri, me lembrando do que acontecera horas atrás.

── Vamos embora, o Gustavo travou. ──Felipe surgiu do nada me assustado.

E a última imagem que tive dela, foi servindo um copo de vodka para um cara de meia idade e com o olhar distante. Fiquei pensando, será que algum dia nos encontrariamos novamente?



Notas Finais


Autoria: Débora de Oliveira da Silva
Início: 15 de Agosto de 2019
Terminada: 17 de Agosto de 2019

(DISPONÍVEL TAMBÉM NO WATTPAD)


obrigado por ler ♡


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