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História Body n' Soul - Capítulo 1


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Notas do Autor


Contém cena de sexo explícito e palavras de baixo teor

Capítulo 1 - Camboy


(KEVIN)

São quase 22h de uma quarta-feira, precisaria dormir para cedo trabalhar, mas estou aqui esperando chegar a um horário específico para ver um show que eu sempre me satisfaz sexualmente.

Vou verificar se a porta está bem fechada, não posso dar bobeira para meu primo ou/e sua esposa vejam isso.

Eu desligo a luz e deixo apenas ao do abajur acesso, preciso de pelo menos uma outra iluminação que não seja da tela do computador.

Tiro a minha roupa e fico completamente sem roupa, jogando-a na cama e levando um lubrificante e alguns lenços para limpeza.

Puxo a cadeira e sento, pois já está na hora de começar a ver o que vai acontecer.

Começa a streaming de um camboy que se auto titula-se como "AlphaBetah", não entendo bem o que isso quer dizer, mas talvez seja o estereótipo de "Macho Alfa", mas enfim, eu gosto disso, o deixa mais viril e sedutor.

Está começando, e o mostra em um comodo cheio de fotos pornográficas, com filme e quadros, onde ele se apresenta com máscaras de diferente estilos, perucas curtas de diversas cores como as de um cosplay e com um piercing na boca e na orelha direita. Também é notório sua tatuagem do braço esquerdo na altura do ombro, e frases em seu peitoral, fora alguns sinais de nascença como abaixo do seu mamilo e na região da clavícula.

Eu sei de tudo isso, acho que estou com tesão e uma mistura de interesse para além disso.

Então ele começa

AlphaBetah: Olá a todos e bem-vindos ao meu show, este é o momento para vocês verem o que há de melhor em mim.

Eu já começo a me excitar e isso está me queimando por dentro 

AlphaBetah: Queria começar a contar meu conto erótico de um jeito divertido. Vocês já tiveram interesse em algum professor na escola? 

Eu nem ao menos consegui escutar sua história, sua forma de contar tem algo de diferente.

Vale ressaltar que as pessoas fazem suas contribuições durante o show, e isso vai animando as coisas 

AlphaBetah: Obrigado fulano, por contribuir com 150 reais. Vou mostrar o jeito que ele desabotoava minha camisa.

AlphaBetah: Obrigado outro fulano, por 240 reais. Era assim que ele pegava no meu pau.

E ele começou a se masturbar enquanto falava, e isso era delicioso.

Despejei lubrificante no meu e fiz o mesmo.

E não parava.

Depois de quase 1 hora de live, ele gozou e espalhou em seu copro, que era bastante escultural, como trabalhava com exibicionismo, precisava mostrar isso.

Ele chamava quem estava no chat de safado, e ele várias vezes chamava o meu nick "BottomOmega" que é um sinônimo para "passivo", no caso ele sendo o ativo.

Chegava a contribuir mais ou menos uns uns 600 reais por mês divididos em 3 ou 4 lives durante o mês.

Eu acabei gozando "junto" a ele e assim a live foi encerrada.

Eu me limpei, pisei no pedal da lixeira e joguei o que pude lá.

Me levantei e molhei um pouco do corpo para tirar o excesso.

Me sequei e me joguei na cama, mas ainda estava meio excitado, passando a mão no meu peitoral pensando nele, mas isso seria algo irreal, somos distante o bastante para nunca ter o real.

.

Na manhã seguinte, eu acordei e fui logo me vestindo para ir ao trabalho. 

Por falar nisso, eu me chamo Kevin e eu tenho 25 anos, trabalho na parte de telemarketing de uma grande universidade, ganho suficientemente bem, e ajudo em casa. Moro com meu primo Robson, e sua esposa Carla. Ele é advogado e ela enfermeira, e sempre que podem, passam tempo juntos o suficiente devido aos plantões dela. Acabei aqui por um acaso, pois minha família é do interior e eu vim tentar a sorte na cidade, e ele me deu apoio o suficiente para conseguir crescer na vida, mas ele não me trata como um filho e nem tçao afetuosamente.

Vou pegar meu ônibus para seguir ao trabalho, ás vezes eu nem gosto, mas se não fosse o Caio e a Ana, meus amigos que trabalham lá, no qual eu posso confiar neles o suficiente, e eu ainda conheço algumas pessoas lá, pois fiz 4 períodos de direito, mas abandonei, não achei minha vocação para isso.

Chego no ponto de ônibus, desço e comprimento as pessoas na recepção. 

Vou chegando ao meu setor e faço um "toca aqui" com o Caio.

Me sento na cabine ao lado dele para falarmos sobre o live.

Caio: Viu onde? o AlphaBetah nunca decepciona

Eu colocando meus fones, respondi 

Kevin: Meu crush improvável.

Caio: Se eu fosse você, desistia, nunca vai dar certo.

Kevin: Quem sabe...

.

Continuamos a conversar sobre isso na hora do almoço, na parte do refeitório. Podíamos escolher entre comer em qualquer parte do campus, e isso é bom.

De repente, sento uma cutucada nas costas, era meus colegas/conhecidos do curso de direito, e educadamente me levantei para cumprimentar todos e pedi licença para o Caio, que continuou comendo.

E eu vi na minha frente o Eddy, um conhecido que já foi próximo a mim. 

Ele é de uma família rica, mora em um bairro nobre e sempre se veste bem. Usava uma camisa de gola meio alta, com um blazer em seu braço, com calça social na medida e marcava um pouco a frente e atrás, e seus sapatos engraxados. Tinha um sorriso estridente com um alargador de mais ou menos 3 milímetros com e um piercing na outra orelha.

Ele veio se aproximando de mim, e eu já comecei a tremer, falou com o Caio e veio apertar minha mão.

Eddy: Oi Kevin, a quanto tempo. Espero que esteja bem.

Kevin: Olá Eddy. Muito tempo mesmo, desejo o mesmo a você.

Eddy: Faz muito tempo que não saímos como antes. Hoje o pessoal vai dar um rolê num barzinho, quer ir?

Kevin: Eu não sei...- Exitei. - Tenho que ver o horário por conta do trabalho.

Eddy: Tudo bem, você me manda mensagem no meu celular. - Pegou seu celular e eu digitei meu número. - É mais ou menos as 20h, tudo bem?

O Caio se levantou e se meteu.

Caio: Ele vai sim, Eddy. Ele está de folga amanhã, eu acho.

Eu fiquei corado e não sabia o que fazer.

Eddy: Combinado, eu te espero lá. Abraço.

Ele saiu e eu fiquei sem palavras, queria matar o Caio, mas não pude.

Fomos conversando até voltar ao trabalho, mas eu queria matar ele ainda.

Caio: Anda Kevin, você ainda vai me agradecer.

Talvez eu o mate e enterre o corpo, ninguém saberia.



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