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História Body n' Soul - Capítulo 15


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Notas do Autor


Contém cena de sexo explícito e palavras de baixo teor

Capítulo 15 - Sorvete


(KEVIN)

Eu acordei, era por volta de quase 17h, o sol estava se pondo e conseguia ver de relance o Eddy sem camisa na varanda. Não sei bem o que ele estava fazendo, mas aquela imagem era divina. Acabei bocejando, e o mesmo virou para trás, com aquele sorriso iluminado, vindo em minha direção.

Eddy: Acordou, dorminhoco?

Kevin: Acho que sim.

Ele ficou na ponta do sofá, perto da minha cabeça, me olhando e passando os dedos entre os meus cabelos.

Kevin: Acho que babei o seu sofá.

Eddy: Não tem importância.

Dei um sorriso bobo e desviei o olhar.

Eddy: Acho fofo quando você fica meio tímido, e dá um sorriso meio desengonçado e como desvia o olhar.

Kevin: Você reparou?

Eddy: Eu reparo em tudo o que você faz.

Apoiei minha cabeça em suas pernas e ele passou as suas mãos em meu rosto, era macio e confortável, como se um anjo me tocasse.

Eu me levantei devagar e me virei para ele.

Kevin: E agora, o que faremos?

Eddy: Quer dar uma volta na praia?

Kevin: E tomar sorvete.

Eddy: Tudo bem. A gente pode ir.

Kevin: Queria primeiro tomar banho. Me arranja uma toalha?

Eddy: Claro, vem comigo.

Ele se levantou e fui atrás, chegando a um outro quarto que ninguém usava, afinal ele mora só. Em um armário ele tirou uma toalha branca e me entregou. Eu agradeci com um sorriso e fomos ao seu quarto.

Eddy: Vou esperar aqui deitado.

Se jogou na cama de costas com a cabeça no travesseiro.

Kevin: Você...er...não quer...vir comigo?

Ele se sentou e logo ficou corado.

Eddy: Eu?

Kevin: Sim. Só nós estamos aqui.

Ele começou a tirar a calça e a cueca, e as jogou em qualquer canto do quarto.

Eddy: Espera.

Graciosamente ele levantou meus braços, tirou minha camisa, O senti descendo até as minhas pernas, sentindo sua respiração nas minhas costas. Envolveu seus braços pela minha cintura e foi tirando o cinto, com a calça e a cueca juntos. Deixando na cama as minha roupas.

Eddy: Pronto, agora sim podemos ir.

EU estava em chamas com isso, mordia meu lábio e havia ficado arrepiado.

Ele deixou a porta aberta, assim não embaçaria o espelho do banheiro. Entrei primeiro e ele entrou depois. A banheira estava vazia,e como já íamos sair, não precisava deixá-la cheia. Fechamos a cortina e abrir o registro do chuveiro.

Eu estava me molhando e ele no canto da parede com as duas mão para frente e meio tímido.

Kevin: Vamos, venha aqui.

Puxei ele para perto, e ele tirou as mão, pude ver o quanto estava excitado.

Eddy: Desculpa.

Kevin: Isso não é um problema.

Fiquei na frente dele, senti seu pênis entre as minha bunda, e senti suas mãos em meu ombros. Resolvi puxar e colocar no meu peitoral.

Kevin: Segure assim.

Eddy: Eu não posso, se eu não me controlar, vou te devorar todo.

Kevin: Eu permito isso.

Ele começou a passar as mãos pelo meu peito e a fazer movimentos circulares com a ponta dos dedos. Comecei a gemer, enquanto ele me mordia na parte das costas.

Ele parou, se enxugou e me puxou.

Eu o puxei para a cama o fazendo ficar em cima de mim.

Eddy: Tem certeza?

Kevin: Absoluta.

A gente começou a se beijar muito, ele começou a descer chegando aos mamilos, ele mordia e chupava. Eu só conseguia gemer.

Foi descendo e mordendo a minha barriga, até fazia cócegas, e ele desceu mais até meu pau. Ele levantou as minhas pernas, me deixando com os joelhos levantados, passando suas braços entre eles, e alcançando meus mamilos.

Ele chupava com tanta vontade, por quanto tempo ele segurou isso?

Ele estava faminto, e precisava muito. Ele me fintava com um olhar muito excitante. Lambia toda a cabeça, e meu pau pulsava em sua boca.

Pressionou a cabecinha com seus lábios, babando tudo. Sua mão direta masturbava meu pau enquanto ele chupava, e a esquerda massageava minha bolas e com dedo do meio fazia movimentos suaves no meu períneo.

Estava no ápice do prazer, nunca havia vivenciado isso antes.

Os movimentos ficaram mais intensos, e eu estava quase no limite.

Kevin: Eu vou...

Ele abocanhou meu pau com de uma só vez, só conseguia ver ele segurar tudo na boca.

Mostrou sua língua e estava branca, vindo para mim, passando para a minha boca.

Deixou escorrer para a minha boca e depois me beijou.

Eu estava ofegante.

Ele se deitou perto de mim, eu o via duro, então desci e comecei a chupar e ele se contorcia na cama.

Eddy: Você...quer...fazer?

Respondi um "sim" o com o pau dele na boca.

Comecei a lamber todo, e depois a chupar. Segurei com as duas mãos e fazia movimentos para cima e para baixo. Ele estava louco.

Eu lambia suas bolas e passava a língua em tudo. Chupava todo e comecei a empurrar lá no fundo da garganta. Eu lambia a cabecinha, percebia o quão excitado estava.

Sentia ele ofegante e tremia bastante. Tesão? Vontade? Acho que ninguém havia deixado assim, e me fazia querer mais.

Comecei a intensificar, e ele correspondia. Ele colocou as mãos no rosto e deu um gemido alto. Veio tudo na minha boca, e foi muito. Ainda escorreu um pouco para fora, não aguentei.

Ele se sentou e começou a lamber meu rosto, tirando o excesso.

Eddy: Estava muito excitado, desculpa.

Kevin: Tudo bem.

Eddy: Eu vou trocar o que está sujo por um limpo. Melhor você ir tomar banho.

Kevin: Tudo bem.

Ele estava envergonhado desde o período do chuveiro, mas eu devo confessar que eu de fato amei isso.

.

Depois de tudo, estávamos de banho tomado, e a roupa de cama havia sido trocada. Estamos prontos para ir.

Eu estava feliz por irmos juntos em um rápido encontro.

Mas o percebia meio distante, precisava achar uma brecha para perguntar.

Descemos pelo elevador, mas não fomos ao estacionamento.

Kevin: Não vamos de carro?

Eddy: Não, esse horário é ruim para estacionar. E outra, a praia é daqui a 4 quadras, rapidinho chegamos.

Fomos andando, ele mais a frente e eu atrás.

Kevin: O que houve, Eddy?

Eddy: Nada.

Eu o virei para a minha frente e cruzei os braços.

Eddy: Vamos andando, que eu te falo.

Kevin: Certo.

Continuamos a caminhar pelo calçadão e depois sentamos de frente para o mar.

Eddy: Sempre que eu penso em você pelado, ou qualquer coisa, fico excitado. E isso me lembra quando eu o usava na cama.

Ele meio que queria chorar.

Eddy: Rasguei o contrato e tudo mais, quero mudar e melhorar.

Kevin: Mas você pode e vai mudar.

Eddy: Fiquei com medo de machucar você na cama como das outras vezes, por isso sempre me controlei.

Kevin: Mas vai chegar um dia que você terá que se permitir.

Eddy: Eu sei.

Kevin: Eu aviso caso passe do limite.

Eddy: Obrigado.

Ele se apoiou sua cabeça em meu ombro, estava feliz de conhecer um lado extremamente gentil e sensível.

Nos levantamos e fomos tomar sorvete, e depois seguimos até sua casa.

Eddy: Eu vou te levar para casa, tá bom?

Fomos até sua casa, peguei o que precisava e descemos até o estacionamento. Entramos no carro e saímos.

A gente conversou até para melhorar o clima, e depois ficamos em frente ao meu prédio.

Eddy: Pronto em casa.

Kevin: Obrigado.

Ele destravou o carro, mas eu o puxei e beijei. Podia sentir sua língua junto a minha, com sabor de pistache com menta e coockies. Eu estava adorando essa mistura.

Ele ficou pasmo com a minha atitude, e eu dei um sorriso e saí.

Estava completamente nas nuvens com ele, e fui todo serelepe para o elevador e quando cheguei em casa, fui direto para a cozinha. Peguei uma maçã e fui para o quarto.

Eu queria que aquele momento durasse para sempre.

Comecei a trocar mensagens com ele, e depois fui tomar banho, tirar areia dos sapatos e também a maresia do corpo.

Ao sair do banheiro, escuto a porta abrir, era o Robson e a Carla.

Eles haviam chegado a pouco tempo, e estavam cansados.

A gente bateu um pouco de papo, e depois entraram no quarto.

.

Era em torno de 23h, não conseguia dormir com tudo o que havia acontecido, e o Eddy resolveu me ligar, atendi e não estava mo quarto. Fiquei em frente à varanda, com meu chá, falando coisas bobas e cliché, eu estava todo bobo com ele no telefone.

Desliguei falando "Espero que fique bem, gosto muito de você, boa noite". 

Eu escutei uma pessoa fazendo um barulho com a garganta como se quisesse chamar a atenção. Me virei e era o Robson.

Kevin: Pois não.

Robson: Ainda acordado?

Kevin: Tomando meu chá, e vou já dormir.

Robson: Me acompanha em uma xícara de chá.

Kevin: Claro.

Me levantei e fui até a cozinha com ele, estava meio nervoso por ele ter escutado a conversa e eu não tinha cara para isso, juro.

.

Ele ficou na minha frente e me fintava com um olhar.

Robson: Então, a conversa estava boa?

Kevin: O quanto você escutou?

Robson: Só a parte final mesmo.

Eu dei um sorriso bobinho.

Robson: Quando você vai apresentar a pessoa?

Fiquei meio que sem resposta, mas eu inventei algo.

Kevin: A gente não tá firme, mas eu vou apresentar ela com mais calma.

Robson: Ela?

Kevin: Sim.

Robson: Tem certeza?

Eu meio que dei um tiro no meu pé com isso dele. Não sabia nem o que falar.

Robson: Kevin, eu te considero meu irmão mais novo, e no que você precisar, eu estarei aqui. Eu sei que é um rapaz, eu só espero que ele te faça feliz.

Direto e rápido, claramente ele mesmo.

Kevin: Desculpa, eu pensei que não seria bem aceito. Mas é ele mesmo?

Robson: Quero conhecer um dia, para saber se é um bom rapaz.

Kevin: Mesmo?

Robson: O chame para vir, assim podemos fazer alguma refeição juntos.

Ele foi se levantando, levando as xícaras para a pia.

Kevin Deixa que eu lavo.

Ele passou e beijou minha testa.

Robson: Eu amo muito, e a Carla também. Conte com a gente para tudo.

Não foi bem o que eu planejei, mas saiu muito melhor. Esse momento podia ser duradouro para sempre, nem sei o que dizer, apenas sentir.



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