História Boku no hero academia - liberdade - Capítulo 5


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Categorias Boku no Hero Academia (My Hero Academia)
Personagens Personagens Originais
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Palavras 2.426
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Luta, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


nesse capítulo será mostrado uma das experiencias que shin teve antes de ir para U.A.
vou tentar postar três capítulos semana que vem.
e para quem não leu a pergunta do ultimo capítulo eu vou refazer aqui.
vocês querem que o shin enfrente o noumu?
sim ou não é só isso. Agora para a leitura.

Capítulo 5 - Passado-I A amiga de infância e a bandana


Era hora do almoço, Midoriya me chamou para comer com ele, Lida e Uraraka. Tudo estava indo bem até que um loiro apareceu, ele falou que era da classe 1-B, ele ficou falando sobre um monte de baboseiras só porque estava com inveja de não estar na turma 1-A, mas finalmente chega aquela ruiva e o para.

Kendo- A quanto tempo shin, então conseguiu entrar na U.A.

Shi- Você fala isso como se estivesse surpresa, quer desafiar seu ex-diretor.

Falo isso com um sorriso no rosto.

Kendo- Não é isso é que ter duas pessoas da mesma escola na U.A. é algo difícil.

Eu olho para o lado e percebo que o pessoal está olhando para mim sem entender nada.

Shi- Há sim, Kendo deixe-me lhes apresentar esses são os meus amigos da 1-A Midoriya, Uraraka e Lida.

Kendo- Prazer em conhecê-los, meu nome é Itsuka Kendo e sou ex-colega de classe do Shin-kun.

Antes que eles pudessem falar alguma coisa eu disse.

Shi- Ei, Kendo os senpais já se recuperaram?

Kendo- já, parece que eles vão receber alta mês que vem.

Shi- ainda bem.

Eu falo isso com uma cara de aliviado então Midoriya resolve perguntar.

Midoriya- O que aconteceu com os seus senpais?

Kendo- Eles foram massacrados pelo Shin.

Midoriya,Lida e Uraraka- O QUE!?

Midoriya- Quer dizer que o Shin-kun era um valentão?!

Kendo- Não, na verdade ele era o único que sofria bullying na escola.

Midoriya- Por quê?

Shi- Por causa disso.

Falo abrindo a boca bem lentamente

Midoriya- Mas não tem na- O QUE!!

Midoriya se surpreende com o quanto eu consigo abrir minha boca

[nota do autor: Eu pensei na boca do Shin sendo igual a do Katakuri de One Piece, nas notas finais vocês vão ver porque Midoriya se surpreendeu.]

Shi- É um “pequeno” efeito colateral da minha individualidade.

Lida- Então, você cansado de falarem mal da sua boca deu o troco neles.

Shi- Errado, na verdade eu não me importava até deixava eles me agredirem sem revidar.

Uraraka- Então, por quê?

Quando eu ia responder, Kendo fala.

Kendo- Me deixa responder essa?

Eu balanço a cabeça em sinal de concordância.

Kendo- O Shin agredia qualquer um que falasse mal da sua bandana.

Midoriya- a bandana?

Kendo- não me pergunte o Shin nunca fez amigos na escola e não conversava sobre isso com os professores.

Enquanto eles estão conversando, eu fecho os olhos e começo a me lembrar daquele dia.

Flashback ON

EU tinha por volta dos 11 anos, já fazia um ano que eu morava no Japão sozinho naquele tempo acabei conhecendo alguém que me salvou.

Quando fui deixado no Japão por eles eu não tinha nada e a única coisa que eles deixaram preparada para mim foi à escola.

No primeiro dia de aula não só as crianças, mas os adultos também sentiam pavor da cicatriz que eu tenho na boca, às vezes algumas crianças tentavam vir conversar comigo, mas acabavam se assustando com o quão afiados meus dentes são.

Depois de um tempo algumas crianças viram isso como uma oportunidade para ficar caçoando de mim, sempre que eu voltava para o meu apartamento eu tinha que comer metal para me curar das feridas e ainda tinha o negócio de assassinato a noite.

Basicamente meu cronograma naquele tempo era do apartamento para a escola, apanhava e quando voltava para o apartamento e a noite era obrigado a ir em missões de assassinato.

Pelo menos continuou assim até julho, havia chegado uma aluna nova na minha sala uma garota: Mari Akemi. Ela possuía cabelos brancos assim como eu, mas a diferença entre nós é que eu fui criado e ela nasceu, o professor falou para ela se sentar ao meu lado e eu senti o olhar de raiva dos outros garotos direcionado a mim naquela hora.

Shi- (não sei porque estão com raiva, se já sabem que ela não vai querer nada com um “monstro” como eu.)

Foi o que eu pensei, já que era normal para mim ser deixado de lado.

Quando ela se sentou ao meu lado ela falou.

Akemi- prazer em conhecê-lo meu nome é Mari Akemi qual o seu?

No começo eu a ignorei, mas ai ela insistiu.

Akemi- É rude ignorar uma pessoa quando ela fala com você.

Shi- Meu nome é Shi Heiwa agora já pode me ignorar.

Ela me olhou confusa e perguntou.

Akemi- por que eu te ignoraria?

Shi- por causa disso.

Falei isso abrindo minha boca o máximo possível, eu achei que ela ia começar a chorar por causa da surpresa, mas ela falou.

Akemi- Que legal!

A frase dela foi ouvida por todos que estavam na sala, então todos incluindo eu gritamos.

Todos- O QUE!?!

Akemi- porque estão tão surpresos é muito legal.

Ela falou isso com brilho nos olhos me encarando, eu sem saber o que falar disse.

Shi- você é sã da cabeça?

Akemi- e por que não seria?

Shi- você falou que minha boca é legal e até agora falaram que ela era ou assustadora ou muito feia.

Akemi- Quem falou isso deve ser um grande idiota, porque essa cicatriz e esses dentes pontudos são muito legais.

Shi- Tem certeza, os outros garotos tem individualidades bem melhores que a minha.(interessante sim, mais fortes não.)

[nota do autor: O cara tem que ser humilde.]

Akemi olha os a individualidade dos outros garotos e me fala.

Akemi- não eles são muito comuns.

Quebra de tempo

Tinha acabado a aula e eu estava saindo sozinho até que dois garotos me pararam no corredor da escola.

Garoto1- vimos que ficou bem amiginho da Akemi-chan.

Shi- Ta e daí?

Garoto2- e daí que ela é basicamente a garota mais bonita da escola e ela foi falar justamente com uma aberração feito você e ela nem deu bola para nós.

Shi- e onde eu entro nisso?

Falo em seguida um deles me da um soco no rosto não doeu muito, mas eu tinha que ficar fingindo que era fraco.

Garoto1- Queremos que pare de falar com ela!

Shi- Pelo que eu saiba, eu não sou pai dela para falar com quem ela deve e não deve falar.

Acabo recebendo um chute na cara, depois disso um dos garotos me levanta e me segura por trás prendendo meus braços em quanto o outro ficava me socando no estomago, não durou muito já que nós ouvimos um grito e era...

Akemi- PAREM AGORA!

Os garotos ficaram em choque e não sabiam o que fazer então eles começaram a correr, enquanto eu fiquei ali no chão fingindo que tentava me levantar, Akemi correu para perto de mim e perguntou:

Akemi- Você está bem?

Ela parecia muito preocupada comigo então eu falei.

Shi- sim, mas se você puder me trazer uma colher do refeitório eu ficaria feliz.

Ela foi lá sem querer saber do motivo não demorou muito e ela voltou com a colher.

Akemi- Aqui, mas para o que você vai usar isso?

Eu peguei a colher dela e comecei a comê-la pouco tempo depois já estava recuperado.

Akemi- Essa é sua individualidade?

Shi- Sim, ela me permite comer metal e com isso eu ganho um efeito parecido com regeneração e um boost de energia.

Akemi- por que aqueles garotos estavam batendo em você?

Shi- queriam que eu não falasse com você.

Akemi- Só por isso! Que idiotas eles tem sorte de eu não ter uma individualidade forte!

Shi- e qual é a sua?

Ela deixa uma das suas palmas virada para cima e depois de um tempo neve começa a se formar na mão dela.

Akemi- Minha individualidade me permite diminuir a umidade perto da palma da minha mão a ponto de transformar em neve.

Shi- interessante.

Akemi- Sério!

Shi- sim, seria muito bom para dias quentes.

Eu começo a rir da cara dela e ela joga a neve na minha cara.

Akemi- Tente rir de novo.

No começo eu fiquei zangado com ela, mas ai eu parei para pensar e perguntei.

Shi- por que você estava tão preocupada comigo?

Akemi- é que eu não gosto de ver pessoas sendo machucadas.

Shi- sério, é que você estava tão preocupada que parecia que ia chorar.

Não consegui deixar de notar que ela havia ficado vermelha, ela se viro me deixando ver suas costas e falou.

Akemi- V-V-Vamos logo está ficando muito tarde.

Ela falou andando na frente eu só sorri e fui a acompanhando.

Quebra de tempo

Já havia se passado um bom tempo desde que a Akemi chegou, acabei me tornando amigo dela e conheci mais sobre ela como o fato dela morar com o pai já que a mãe morreu.

Um dia ela havia me perguntado por que eu não revidava e eu falei que era porque eu não gosto de machucar as pessoas.

Os dias foram passando e como meu aniversário já havia passado ela me deu um presente no dia dos namorados e falou:

Akemi- Já que as pessoas não querem conversar com você por causa da sua boca então toma.

Ela falou me entregando uma caixa.

Akemi- Se eles conhecerem você melhor, não vão ligar nem um pouco para sua aparência.

Quando abro a caixa o que tinha dentro era uma bandana preta com caveirinhas eu fiquei muito feliz não pelo o presente, mas sim porque isso significa que ela se importava comigo.

Um dia quando estávamos voltando para nossas casas eu resolvi perguntar a ela uma coisa.

Shi- Akemi, se eu morre-se, você ficaria triste?

Akemi- que pergunta estranha é essa! É claro que eu ficaria triste você é alguém especial para mim.

Nessa hora eu fiquei vermelho quase parecendo um tomate e falei:

Shi- você sabe que acabou de se declarar, né?

Demorou um pouco, mas ela havia percebido o que havia dito.

Akemi- É-É que você é um grande amigo.

Para não puxar mais sobre esse assunto eu falei.

Shi- C-Claro, eu tenho que ir tchau.

Akemi- Tchau

E cada um seguiu seu caminho.

Quebra de tempo

Era meia-noite daquele dia meus pais me mandaram uma missão de eliminar um ex-chefe da máfia que trabalhava para eles, mas acabou tentando se esconder deles no Japão, mas é uma pena para ele já que é a minha área.

Quando eu cheguei lá o lugar não me parecia estranho, mas resolvi ignorar isso. Entrei pela porta dos fundos para não chamar atenção, mas foi em vão já que ele estava na sala parece que já me esperava.

[nota do autor: O Ex-M. é de ex-mafioso para quem não entendeu.]

Shi- Sabe por que estou aqui?

Ex-M.- para me eliminar eu presumo.

Shi- gostaria de me falar qual é sua individualidade?

Ex-M.- que tal eu te mostrar.

Ele falou em seguida vários objetos de metal começaram a voar em minha direção.

Shi- (magnetismo ou é outra coisa bem só sei que não posso ativar minhas lâminas até estar perto dele.)

A luta levou bastante tempo sempre que eu chegava perto dele, ele fazia os objetos me atingirem pelos lados.

Uma coisa estranha é que sempre que um objeto vinha na minha direção parecia como se os olhos dele manuseassem os objetos então me ocorreu uma idéia num rápido movimento eu quebrei uma das lâmpadas e joguei os cacos para cima dele e com um golpe rápido e certeiro eu cortei seus olhos e em seguida sua cabeça.

A adrenalina da luta ainda estava a mil em mim que eu acabei ouvindo um passo na escada e antes que a pessoa pudesse gritar para cena que estava vendo eu rapidamente perfurei o coração dela e a matei.

Uma coisa que eu jamais teria feito se tivesse tempo para pensar ou já tivesse saído de lá, porque quem eu matei era Mari Akemi.

Uma coisa que eu não sentia a muito tempo começou a voltar era um sentimento de tristeza, não demorou muito e eu comecei a chorar enquanto estava abraçando seu corpo agora morto, depois de um tempo eu ouvi o som de sirenes se aproximando.

Shi-(um vizinho deve ter ouvido o som da briga.)

Saí correndo pela porta dos fundos, havia começado a chover no momento, a chuva tirava de mim o sangue, mas ela não podia apagar minhas lágrimas. Quando eu havia chegado ao meu apartamento eu entrei pela janela do meu quarto, eu não me preocupei com o pouco sangue que restava em mim eu só queria ficar na cama chorando.

Quebra de tempo

O pessoal da escola ficou sabendo do assassinato de Mari Akemi e seu pai, mas não sabem quem foi que o fez. A escola resolveu não dar aula nesse dia, nós fomos no funeral deles e nesse dia eu prometi três coisas para a minha amiga morta:

Primeiro: Sempre após eu matar alguém eu pediria desculpas a essa pessoa;

Segundo: Sempre que alguém estivesse sofrendo bullying eu me ofereceria para ficar no lugar dessa pessoa;

[nota do autor: Não, ele não é masoquista ele só tem um nível bem alto de tolerância à dor.]

Terceiro: Qualquer um que zombar da minha bandana sofrera.

Alguns dias depois eu fui expulso daquela escola já que eu havia ferido quase todos os alunos da sala em um único dia.

Meus pais ficaram felizes por eu mostrar que era superior a aquelas crianças e por isso me botaram em uma nova escola sem demora, mas para não cometer o mesmo erro eu tive de arranjar um jeito de criar minhas regras pessoais naquela escola e isso me levou a fazer uma proposta com o diretor.

Ele poderia tirar quantas férias quisesse e eu ficaria gerenciando a escola no lugar dele, claro que ele não aceitou de primeira então eu tive que mostrar a ele do que era capaz, e finalmente com êxito havia feito minhas regras pessoais naquela escola, os únicos que sabiam sobre isso eram o conselho estudantil, os funcionários da escola e os professores.

Flashback OFF

Eu abro os olhos e percebo que Midoriya está me chamando.

Midoriya- Shin, você está bem?

Shi- e por que não estaria?

Kendo- é que você começou a chorar do nada.

Quando kendo fala isso eu toco meu rosto que jorrava lagrimas rapidamente as sequei e falei:

Shi- foi mal, é que eu me lembrei de uma amiga muito especial para mim.

Uraraka- quem?

Shi- a que me entregou isso.

Falei apontando para a minha bandana.

Kendo- e o que aconteceu com ela?

Shi- ela acabou morrendo Três anos atrás.

Kendo- sinto muito.

Shi- Não precisa, ela ficaria feliz de saber que eu tenho amigos incríveis.

Eu dou um sorriso falso para eles não se preocuparem e acaba dando certo.


Notas Finais




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